Rubi 2
10 Capitulo 9 - Primeira Vez
Notas iniciais
José acabou me ajudando a subir com Alessandro o corte em sua mão estava com um curativo muito mau feito provavelmente ele tinha improvisado assim que entro no meu prédio agradeço José e vou ao meu banheiro pegar o meu kit de primeiro socorros.
Pego uma vasilha acabo lavando a mão dele e depois coloco um soro fisiológico para terminar a limpeza não estava tão funda como havia pensado, mas também não era uma médica para saber ao certo acabei colocando um band-aid transparente.
Ele estava num sono profundo estava atormentado com o que viu lembro-me da minha tia ter contado em pedir para o Alessandro deixar o Heitor morrer no centro de cirurgia e por um momento ele chegou a culpar-se. Acabo indo para o banho e lembrando como a noite havia sido complicada e que Alessandro ter bebido demais e ter vindo parar na minha casa era um pretexto perfeito para ele brigar com a Maribel, mais ainda teria as perguntas dele e como nós havíamos marcado de almoçar juntos eu não o deixaria voltar para casa tão cedo apenas uma ligação sem muitas explicações e o mundo dela começaria a desabar está no momento do filho também começar a ficar revoltado.
Acabo tirando o sapato de Alessandro e o paletó deixando ele apenas de camisa e calça até penso em deixar ele só de cueca mais resolvo me controlar e apesar da idade ele tinha um corpo perfeito o que acabou me excitando um pouco acabo pegando no sono ao seu lado e dormimos na mesma cama.
Quando acordo resolvo fazer um café forte para quando ele acorda um suco de laranja para mim e um ovo mexido com bacon. Seleciono uma música no meu celular coloco o fone de ouvido para não acorda Alessandro e começo a cozinhar.
“Oh, oh, oh, ficar totalmente maluca — esquecer que sou uma dama”
"Oh, oh, oh, ficar totalmente maluca — esquecer que sou uma dama”
“Camisas masculinas — mini-saias”
“Oh, oh, oh, virar totalmente selvagem — é, fazer com estilo”
“Oh, oh, oh, entrar na ação — sentir a atração”
Acabo ouvindo uma música da Shania Twain que realmente eu adoro o ritmo dela me empolga e começo a cantarola o refrão estava quase terminando de fritar o bacon e já iria acorda Alessandro e quando me viro me deparo com ele sentado de frente à bancada da cozinha me observando.
– Bela voz e bela coreografia. – falou rindo.
– Alessandro. – falo tirando o fone de ouvido envergonhada.
– Toma o seu café acho que vai precisar. – falei colocando uma caneca de café extra forte para ele.
– Brigada. – falou tomando um gole.
– É Obrigada também pelo curativo. – falou mostrando a mão.
– De nada, mais como sou uma excelente médica você precisa ficar em observação. – falo indo vê a sua mão e acabou vendo que está bem melhor. – Acho que logo mais poderá voltar a sua vida normal senhor. – falo brincando com ele.
– Que bom. – falou rindo também sabia que ele queria falar da noite de ontem e não sabia como começar.
– Acho que temos muito que conversar, mas como o café da manha e uma refeição sagrada espero tomar ela antes de qualquer conversa. – falei levando os pratos e a vasilha de suco para a mesa.
– Concordo. – falou me ajudando.
– Que pena que estava um pouco fora de mim e não pude aproveitar ter dormido do seu lado. – falou observando a minha roupa de dormir.
Apenas ri tomamos o nosso café em paz pouca conversa evitamos falar da noite de ontem no café, mas assim que terminamos ele puxou o assunto.
– Como ele pode está vivo?- perguntou de cabeça baixa.
– Só descobri isso no dia que fui te vê no hospital estava tão não sei explicar que atravessei a rua sem vê que o sinal estava aberto e justo ele me atropelou. – falei observando sua reação. – Acabou me levando ao hotel achei que tinha tido uma concussão, mas ele acabou me explicando que foi um plano dos tios deles para afastar de mim enquanto recuperava-se.
– Mas como manterão isso por tanto tempo?
– Não sei explicar e o dinheiro que achei que havia perdido na bolsa de valores era apenas uma encenação da Elena porque tirarão tudo do nome dele e havia colocado no nome do Genaro.
– Isso e surreal, mas porque foi na festa com ele ontem? Porque não me contou nada no nosso ultimo encontro? – agora sim o momento que estava esperando.
– Realmente, primeiro eu não queria falou que veio vê como andava os negócios dele na Capital, mas que já estaria voltando para Madri. Segundo legalmente ainda somos casados e pelo visto precisamos assinar o divórcio, pois com certeza acha que vou querer o dinheiro dele e apenas me chamou para a festa ontem como um gesto de amizade para mostrar que não precisava preocupa-me. – algumas partes era verdade.
– Ele sabia que eu iria reconhecê-la. Provavelmente queria me provocar.
– Não acredito nisso ele já foi embora do país. Não quero discutir por conta do Heitor só que acho que se quiser falar a todos que ele está vivo deveria pergunta para ele primeiro. – falei tentando persuadi-lo.
– Ok, você tem razão.
– Estava com medo! – falei
– De que? – perguntou me encarando.
– De não acreditar em mim.
– Não acredito que esteja com Heitor se estivesse acho que todos saberiam que ele estava vivo pela própria dona Elisa, mas o que você pretende Rubi dessa vez espero que seja sincera não quero mais entrar nesta confusão de novo.
– O Heitor ainda gosta de mim. – fiz uma pausa e o observei. – Só que eu já machuquei gente de mais não vou mentir seria injusto falar que não sinto nada pelo homem que fui casada por três anos apesar da mentira me sentia segura ao lado dele só que eu nunca o amei apesar de querer muito tê-lo amado, mas não quero o passado de volta não quero ter que escolher com quem ficar quero paz e nesse momento nenhum dos dois podem me dá.
– Porque diz isso?
– Você está casado com a Maribel há 18 anos não pensa em terminar essa relação ou pensa?
– E complicado.
– Só que ontem tive certeza que não a ama. – ele me olhou querendo entender por que disse aquilo. – Não me leva a mal, só que ontem não importou em me procurar na frente dela você a ama mais não para ser a sua mulher. Ele ficou pensativo até que falou novamente.
– Tenho que ir.
– Alessandro combinamos de almoçar juntos hoje se não lembra, acho que voltar para casa agora e depois sair de novo não pegaria bem.
– Mas não posso sumir o dia todo. – falou encarando-me.
– Liga para ela diz que precisou fazer uma viagem de emergência para NY inventa algo.
– Mas....- antes que ele terminasse de falar o interrompi.
– Está vendo o que disse não pode abrir mão de inventar uma pequena mentira para passar o dia comigo. – falei com a voz um pouco chorosa tinha que convence-lo.
– Ok, então passarei o dia com você vou fazer uma ligação no seu quarto. – me deu um beijo no rosto e foi para o meu quarto falar com ela sem eu poder ouvi.
E agora precisava deixar a Maribel sozinha o dia todo e já sabia como fazer isso peguei meu celular e liguei.
– Alô?
– Bom dia, Carlos.
– Oi, Paola como está?
– Bem. É você?
– Melhor agora.
– Carlos tenho uma coisa chata para pedir a você. – falei com uma voz tristonha.
– O que seria?
– Estou na agencia agora irei encontrar com alguns clientes. Eu sei hoje e Domingo, mas não poderia envolver eles com outros negócios só que ficarei numa reunião até tarde e preciso apresentar um material amanha cedo têm como você e a Isabel está fazendo uma pesquisa para mim na rua com uma câmera amadora mesmo e só para podermos apresentar amanhã vou agendar com eles amanha na faculdade.
– Ok, me deixa vê se entendi eu fazer uma pesquisa na rua, mas o que gostaria que eu perguntasse?
– Estarei enviando pelo seu e-mail ok.
– Tá bom, ligarei agora para Isabel acho que como ela não pode nós ajudar no outro dia acho que vai topar sim. Então nós falamos mais tarde.
– Pode ser vou enviar para o seu e-mail agora. Beijos xau.
– Ok, beijos e inte. Nesse momento Alessandro entra na sala me observando a terminar a ligação se por um momento ele suspeitasse que estivesse envolvendo com o seu filho seria o fim de tudo.
– Pronto, hoje só seremos nós dois. O que pretende fazer? – falou me puxando para o sofá.
– Não sei acho que como ainda e cedo podíamos ficar um pouco aqui e depois quem sabe voltar naquela cachoeira. – falei beijando era fácil estar ao seu lado me sentia amada e protegida.
Estava sentada em seu colo o beijando e a minha língua foi dançando em sua boca e aos poucos podia sentir sua ereção por mim e sabia que a qualquer momento eu teria que me entregar a ele.
– Alessandro. – falei me desvencilhando da sua boca.
– Acho melhor irmos num shop comprar roupa para você. — Percebi a forma que ele me encarou e me tirou do seu colo provavelmente ficou ofendido em eu ter cortado o clima.
– Ok. – falou um pouco triste.
– Vou tomar um banho já volto.
– Tudo bem, vou organizar a mesa do café. – falou levantando do sofá.
– Obrigado. – falei dando um selinho e percebi o quanto ele havia ficado encomendado.
Antes do banho enviei um e-mail para o Carlos e realmente havia agendado uma reunião para segunda como sabia que Alessandro iria almoçar comigo já vinha planejando deixar Maribel o dia todo sozinha. Tomei um banho rápido troquei de roupa e fomos a um shop mais próximo de casa, pois Alessandro só estava com a roupa do corpo não demorou muito ele escolheu uma roupa mais casual e seguimos rumo a nossa cachoeira.
Assim que chegamos o restaurante estava cheio acabei pedindo a mesma comida do outro dia Alessandro continuo me interrogando sobreo Heitor sabia que ele estava com medo de eu estava envolvendo com os dois e por minha sorte Heitor havia saído do país por 2 semanas o tempo que teria para concluir o meu plano. Minha tia sempre havia me falado para engravidar de Alessandro que seria a prova viva de que ele ainda a amava e isso a Maribel não poderia perdoa, mas o que seria mais complicado e como afastar Carlos da mãe, pois não conseguiria imaginar-me com raiva da minha mãe.
Acabamos descendo para a cachoeira e tomando um banho juntos não tentamos nada arriscado, pois sabíamos que o movimento estava grande as vezes nos beijávamos que era quase impossível não ficar excitada eu queria poder ser do Alessandro provavelmente eu estava parecendo uma vadia, mas queria saber como era tê-lo em meus braços e isso me excitava ainda mais será que seria capaz de dormir com ele.
O caminho de volta para o meu apartamento foi tranquilo acabei pegando no sono e Alessandro voltou dirigindo havia pegado o carro de José o porteiro para fazer essa pequena viagem para o restaurante sempre que precisava alugava o carro dele. Assim que acordei estava na minha cama e não me lembrava de como havia parado lá.
– Alessandro? – perguntei pensando que ele havia ido embora.
– Estou aqui. – falou aparecendo no meu quarto.
– Achei que tinha ido embora. – falei fazendo biquinho e ele sentou na cama ao meu lado.
– Não eu estava tentando reservar um hotel para passar essa noite. – falou serio.
– Por quê?
– Rubi sei que você ainda não se sente a vontade para passarmos a noite juntos. – falou acariciando o meu rosto.
– Dormi ao meu lado essa noite. – saiu mais como uma suplica do que um pedido. – E se acontecer algo e porque nós dois queremos. – falei beijando algo mais doce.- Vamos vou fazer algo para nós comermos. – falei levantando da cama.
– Você na cozinha isso pago para vê. – falou rindo.
– Ok, ira pagar a língua com esse comentário. – acabei resolvendo fazer strogonoff e uma salada com arroz e purê acabei indo pedir para Alessandro comprar batatas no supermercado aquilo provavelmente estava sendo o momento mais feliz para ele deis que começamos a nós vê.
Assim que ele voltou dei continuidade a janta ele foi me ajudando descascando a batata conversamos sobre muitas coisas mais principalmente sobre trabalho ele acabou abrindo uma garrafa de vinho que havia comprado e bebemos enquanto cozinhávamos.
– Se não sair tão bom e porque você me embebedou. – falei rindo.
– Já estou ouvindo desculpa. – acabamos rindo junto. Assim que terminamos o jantar fui tomar um banho e me arrumar e assim que terminei ele entrou em seguida havia comprado mais de uma roupa.
Assim que terminei de arrumar-me ele saiu do banho enrolado na toalha e vê o seu abdome exposto realmente me fez deseja-lo ele percebeu que eu estava encarando e provavelmente gostou de me vê encará-lo.
– Vou arrumar a mesa para comermos. – falei baixando a cabeça provavelmente vermelha de vergonha e assim que passei por ele pude vê o seu sorrisinho de canto.
Arrumei a mesa e logo em seguida ele entrou na sala para comermos e realmente eu havia caprichado, pois a comida estava verdadeiramente deliciosa acabamos bebendo mais um pouco de vinho e que provavelmente fez um efeito em mim, pois estava rindo atoa.
– Alessandro você realmente está lindo. – falei um pouco com a voz embriagada.
– Acho que bebeu um pouco demais. – falou um pouco preocupado.
– Quero um pouco de água. – e ele atendeu prontamente o que fez um efeito bom em mim, pois percebi que havia ficado um pouco tonta. — Alessandro. – falei enquanto procurava os seus lábios eu queria aquele homem e nesse momento não conseguia pensar em nada.
Ele tentou desvencilha de mim provavelmente, porque eu havia bebido um pouco mais só que o seu desejo era maior que a sua razão. Eu logo sentei em seu colo e segurei no seu rosto e comecei a fazer o nosso beijo ficar mais intenso e pude sentir sua excitação sobre mim a tempos estava fazendo de tudo para deixar esse homem louco e a forma que me beijava estava totalmente selvagem ele mordiscava os meus lábios o que causava tremor no meu corpo ele logo tirou minha blusa e em vez dele para e olhar ele apenas foi direto ao meu seio e acariciou com a sua língua que estava deixando- me mais louca se ele soubesse o tão excitada que eu estava provavelmente já tinha arrancado minha roupa e penetrando-me.
Eu estava gemendo de prazer e podia vê que aquilo era o som que ele mais queria ouvir eu comecei a rebolar em cima da sua calça queria tira-la e poder vê algo que a minha tia havia falado que foi o maior prazer da sua vida. Ele havia entendido o meu recado me tirou do seu colo e tirou sua calça só que antes que ele pudesse sentar de novo seguro o seu membro o que causou um arrepio em todo o seu corpo ele me encarou atentamente estávamos hipnotizados um pelo o corpo do outro e fiz o que nem mesmo eu acreditaria que poderia fazer o coloquei na boca e estoquei para dentro sentindo o seu gosto que era inebriante pude vê-lo colocar a cabeça para trás enquanto gemia de prazer eu queria enlouquecer esse homem o fazer sentir que sem mim ele não conseguiria tão prazer e que ele ficasse totalmente louco por mim e a cada vez que o chupava e passava a minha língua na sua glande podia sentir que aquilo também afetava o meu corpo sabia que estava ficando molhada com o seu gemido.
– Ru..bi, por favor eu vou gozar. – e nesse momento parei eu queria ele gozando dentro de mim e faria esse momento ser uma tortura para ele hoje ele entraria no meu jogo.
Assim que parei de chupa-lo pude vê sua expressão de perplexo o sentei no sofá e comecei a beija-lo novamente puxei o seu cabelo o que levou sua cabeça um pouco para trás e comecei a mordiscar o seu pescoço e assim sem avisar sentei em cima do seu membro eu estava tão molhada e tão excitada que nós dois começamos a gemer junto eu comecei a subir e descer e a cada momento ficava mais molhada o meu corpo estava totalmente excitado sabia que não demoraria muito para ele gozar, mais isso não seria algo fácil, pois ele teria que implorar para gozar em mim eu queria vê-lo suplicar e só de pensar nisso me fazia subir e descer mais ainda e quando percebi que ele iria gozar levantei de cima dele.
– Cachorra. – ele falou rindo e aquilo havia me deixado muito satisfeita, pois eu estava conseguindo o que queria deixa-lo louco, mas ele acabou me surpreendendo me pegou em seu colo me levou até o quarto e me jogou na cama deu um leve tapa na minha bunda que me deixou mais louca e peguei de quatro e começou a estocar com força aquilo estava totalmente uma tortura eu também queria gozar já estava chegando ao meu clímax mais aquele momento não tratava só de uma transa casual e sim de mostrar para ele que a partir de agora ele seria só meu.
Ele percebeu como estava a minha excitação e começou a entregar-se mais na sua cabeça esse era o momento e nada o impediria de gozar dentro de mim e assim que ele foi atingindo o clímax eu me desvencilhei dele.
– Você tem que pedir. – falei já de frente para ele mordiscando os seus lábios e aproveitando para tirar sua camisa passei a mão em seu peitoral e dei umas mordiscadas acabei deitando o na cama e voltei a ficar por cima dele.– Implorar, assim vou deixar você liberar tudo o que ficou preso esses anos todos.
– Você e louca. – falou entre um gemido e outro. – E, por favor, eu preciso gozar dentro de você. – enquanto ele dizia isso comecei a rebolar ainda mais em cima dele. — Eu preciso disso por favor. Eu realmente estava conseguindo o que queria deixa-lo louco por mim e assim eu não pude evitar, pois eu também estava louca para gozar e fomos os dois ao mesmo tempo o que foi totalmente erótico o que deixou meu corpo todo mole. Acabei dormindo por alguns minutos quando ele me pegou no seu colo e me levou para o banheiro.
– Alessandro me solta. – falei, pois sabia o quanto o meu corpo estava mole.
Ele me colocou em baixo do chuveiro e começou a me ensaboar começamos a nós beijar e quando eu vi ele já estava no meu sexo passando uma língua freneticamente só que diferente de mim ele não queria me torturar queria me fazer chegar ao meu êxtase esse homem queria recupera 18 anos em 1 dia. Acabei gozando novamente só que agora em sua boca e assim que terminou acabou me dando um banho e colocando-me na cama para dormir estava exausta.
Acordei de madrugada um pouco suando o ar estava desligado e Alessandro abraçado junto a mim eu teria que me vingar pelo o banheiro não poderia o deixar que estava no controle da situação e entrei em baixo do lençol e comecei acaricia-lo ele acordou reparando no que estava fazendo e riu para mim e fazemos amor mais uma vez. Acordei com o despertador do meu celular eu não tinha aula na faculdade apenas uma reunião com a responsável pelo o meu TCC e não estava nem um pouco a fim de ir hoje para a faculdade sabia que teria que encontrar Carlos mais tarde só que seria depois do almoço no momento queria continuar aproveitando minha cama. Que percebi que Alessandro não estava mais será que ele teria ido embora depois da noite de ontem.
Resolvo desligar meu despertador e percebo que tem duas mensagens em meu celular.
De: Heitor
Já cheguei a Madri não vejo a hora de poder vê-la novamente.
P.S Morrendo de saudade.
Heitor meu Deus o que havia feito ontem a noite será que era traição a gente não estava namorando, mas será que isso pode ter considerado traição o pior e que sim, pois havia me apaixonado por ele só que o meu sentimento por Alessandro não era diferente isso e possível uma mulher amar dois homens ao mesmo tempo.
Tento tirar essa ideia da cabeça e lê a próxima mensagem.
De: Pai
Meu amor estarei de volta ao país gostaria muito de vê-la se possível me pegar no aeroporto te ligo mais tarde
. Agora essa meu pai Marcos estava de volta sempre passei as férias com ele em Londres, mais deis que comecei a faculdade não o via e agora sim estava idêntica a minha tia.
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