Royalty
4 Little - part.2
Notas iniciais
Bom outro cap dedicado a minha lindja Tacyelle123 ♥♥ Obrigada por todos os reviews, eu fico pulando de alegria quando eu vejo CADA um deles sabia?
Enfim, espero que gostem do cap, e como agora eu passo quase o dia todo no nyah, porque é feriado baby ~pula~, vou PROVAVELMENTE postar mais caps hoje, sou mt boazinha, eu sei, hihihi. nnnnn
Espero que gostem, e daqui em diante vou fazer fotos para todos os caps, hahaha. Xoxo ♥
- Ange, acorda. – Abri meus olhos vagarosamente dando de encontro com Ryan me fitando preocupado.
- Ah, deixa eu adivinhar, eu dormi durante o filme todo né? – Perguntei com a voz sonolenta.
- Me conte como é ser uma vidente. – Nós rimos. – Eu ia te levar no colo mais sabe...eu preferi te acordar mesmo, mas pense que é para o bem das minhas costas. – Eu ainda mato esse Ryan.
- Ok seu estragador de sonhos belos e meigos. Mais e os meninos, já chegaram? – Ryan riu.
- O Chaz sim, mais o Justin ligou avisando que iria dormir na casa da Selena hoje, ai você já viu né. – Soltei um riso desanimado. – Agora vamos dormir, já é tarde. – Ele disse se levantando e estendendo a mão para mim, eu a peguei e subimos as escadas. Chegamos até a porta do meu quarto, Ryan me desejou boa noite e depositou um beijo na minha testa, logo saindo. Entrei e me joguei na cama com tudo. Não estava com mais sono.
Resolvi pensar na vida, no daqui para frente. Pena que quando você cresce as coisas não são tão fáceis quanto achávamos que era. Em breve, quando eu tiver meus 21 anos, vou ter que me casar. Com quem? Isso eu bem que queria saber. Nessa vida, só namorei uma vez, com Braddy Hudson, filho de um famoso empresário de Louisiana. Meus pais me jogaram para ele, literalmente. Nunca me apaixonei, e na real, nem quero. Mas se for para isso acontecer, que seja de uma forma pura, e dê certo, sem obstáculos para serem ultrapassados, que seja só amor mesmo. O que seria meio impossível, amar sem ter suas dificuldades, o amor já é uma dificuldade, porém uma dificuldade que dizem ser fantástica.
É tão contraditório essas tradições da realeza. Eu só posso me casar com uma pessoa que for nobre também, sem discussões. Não que isso fizesse diferença para mim, mas vai que meu coração não siga os rumos trilhados para ele, tudo é incerto nessa vida. Eu rezo todos os dias para que isso não aconteça, se deus quiser não vai acontecer. São pensamentos que me cansam, verdadeiramente me cansam. Em meio de meus devaneios adormeci.
(...)
- Bom dia família. – disse entrando na cozinha me espreguiçando, onde todos estavam reunidos na mesa, sem brigas, um milagre.
- Bom dia Ange. – Disseram em uníssono. Me sentei ao lado de Justin e peguei um pão.
- Bom pessoal, hoje o dia está magnífico e eu estava pensando em fazer alguma coisa essa tarde, como tínhamos combinado ontem. – Bebi um pequeno golo de meu suco de laranja e retornei a falar. – Mas como sabemos, Justin não poderá ir conosco, então sem brigas de novo, por favor. – Fitei Cait com uma expressão desinteressada.
- Selena disse que já encomendou seu vestido, lá na Itália, então poderei ir sim. – Justin sorriu abertamente.
- Agora vai ficar melhor ainda, sem você não teria graça mesmo. – Dei um beijo na sua bochecha macia e branquinha, parecia com a de um bebê.
- Então, vamos decidir o lugar agora? – Falou Chaz.
- Eu estava pensando em um parque. – Disse Cait.
- Olha, próximo as torres empresariais tem um, com uma sorveteria ao lado. – Eu disse. Lá era realmente lindo, ar puro, árvores lindas e um ótimo lugar para relaxar, o ideal.
- Decidido, é para lá então. – Cait falou por final.
Depois de todos tomarmos café e conversarmos animadamente, ajudei a tirar a mesa e subi para meu quarto tratando de me arrumar logo, já eram oito horas, sairíamos as nove e meia. Me despi e entrei na ducha rigorosa. Depois do banho fui até meu closet escolher uma roupa. Coloquei pouca maquiagem, meus acessórios, meu perfume e meus inseparáveis, vans. Quando tinha acabado tudo desci as escadas e já me deparei com todos prontos.
- Demorou en. – Justin reclamou. – E essa barriga de fora Angeline Patrice Becker?
- Argh Jus, você sabe que eu odeio que me chamem pelo meu nome completo.
- Por isso mesmo. – Ele começou a rir e eu lhe dei um tapa, o que arrancou dele um “ai.”
- Para de ser palhaço e vamos andando. – Todos assentiram e fomos andando até o estacionamento. Iríamos no carro de Chaz, um incrível conversível vermelho.
(...)
- Sério Cait, para! – Disse em meio das minhas gargalhadas histéricas. Cait estava jogando sorvete em mim, aquela bitch.
- Há, então diz que me ama, e que sou pura sedução. – Comecei a gargalhar desesperadamente. Os meninos ainda estavam dentro da sorveteria, eu e Cait estávamos deitadas na grama ao lado das mesas, nos sujando com sorvete. E fora, que nem sequer almoçamos. Parecíamos duas crianças, mas pelo ou menos estávamos felizes.
- O que significa isso? – Ryan pareceu assustado ao encarar a situação.
- Nada – Disse retomando o fôlego – É só que essa problemática – Apontei para Cait – Queria me sujar de sorvete.
- Mas isso não pode ser feito – Justin disse. – Sabe porque? Porque isso é tarefa minha.
Em seguida ele me tacou uma colher de sorvete de chocolate no meio da cara, desgraçado. Não deixei por menos, logo enchi minha colher e atirei no seu nariz, fazendo também com que escorresse pelo seu rosto inteiro. Ele passava as mãos em seu rosto, numa inútil tentativa de limpar aquela bagaça. Há, não se mexe com Angeline Becker.
- Ange, você me paga.
- Estamos kits, “docinho.”- Bieber se levantou rapidamente do banco que estávamos sentados, e olhei para os outros de relance, também faziam guerrinha de sorvete, o que chamava a atenção de todos ali. Justin me lançou um olhar desafiador saindo correndo atrás de mim, que droga. Eu corria o mais rápido que podia, dando estridentes gargalhadas.
- Rá, viu quem manda aqui agora – Ele disse me segurando pela cintura, fazendo nossos corpos se chocarem, colando nossos rostos e juntando nossas respirações, nos transformando em um só, uma sensação agradável.
- Vamos Jus, já devem estar nos esperando. – Me afastei dele sem jeito, e peguei sua mão, caminhando até o local que todos estavam.
E foi bem assim que passamos nossa tarde, rindo até do vento, relembrando os velhos tempos.
Tempos que não voltam mais...
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