Royal Oak
3 Um Dia do Cão
Notas iniciais
Waaa~ Dessa vez eu realmente demorei pra postar um novo cap nee?
E, sinceramente, não estou muito segura quanto à qualidade dele; foi um pouco complicado de escrevê-lo por questões de segurança... meus pais estão aqui por perto o tempo todo então... bom, torço para que tenha ficado bom! ^-^
Ah, sim! Aviso: Pra quem não percebeu, a fic agora é +18, ou seja, teremos lemons, oh yeah!
E como último aviso, preparem suas panelas, vocês com certeza vão querer atirá-las em mim ao terminarem a leitura! ♥
Aproveitem!
E, sinceramente, não estou muito segura quanto à qualidade dele; foi um pouco complicado de escrevê-lo por questões de segurança... meus pais estão aqui por perto o tempo todo então... bom, torço para que tenha ficado bom! ^-^
Ah, sim! Aviso: Pra quem não percebeu, a fic agora é +18, ou seja, teremos lemons, oh yeah!
E como último aviso, preparem suas panelas, vocês com certeza vão querer atirá-las em mim ao terminarem a leitura! ♥
Aproveitem!
–
Izaya não podia citar um único dia em sua vida em que havia sentido tanta dor de cabeça. Após chegar em casa e desmaiar como um drogado na porta, ele havia acordado misteriosamente em sua cama, confortavelmente colocado debaixo das cobertas.Ele sentia que era melhor nem saber como havia parado lá.Mais importante que isso; ele se sentia horrível. Pior que um hipopótamo sentado em sua cabeça – ele havia sido molestado, novamente, por quem ele agora reconhecia como aquele que mudou o rumo de sua vida, e não no bom sentido. Se havia algo que ele gostaria de mudar em seu passado, foi ter feito contato visual com aquele monstro loiro enquanto eram jovens.Não que fossem velhos, agora.Deixando sua idade de lado, Izaya não via motivo para que Shizuo se aproximasse dele senão um complô – não muito bem organizado, porque o loiro nunca foi do tipo que pensa muito antes de agir – para acabar de vez com a vida do pobre Orihara. O nome do complô? FOGE.FOder GEral.Izaya deveria matar o loiro. Quem sabe a idéia do hipopótamo funcionasse, mas com a força de Shizuo, o animal não faria cócegas. Teria que ser algo bem mais violento e criativo... como uma caneca.Uma caneca de hipopótamo.– Waa... Izanyan, você fica realmente lindo quando está pensando~!Só havia uma pessoa que usava esse apelido...– Está se sentindo melhor? Quer um pouco de chá? Acabei de ferver a água~!Sim, essa pessoa falava sempre animada e jovial...– Ei, Izanyan, está me ouvindo?Uma massa de cabelos loiros se colocou na frente do rosto de Izaya enquanto um rosto confuso o olhava. Ele não tinha mais dúvidas.Era Kida.–Shizuo apertou os dentes. Ele realmente não acreditava no dia horrível que estava tendo. Além de Izaya tê-lo feito passar vergonha no hipermercado, perder seus preciosos óculos de sol – que provavelmente haviam caído junto com seu cigarro em algum momento do beijo -, e não ter comido nada em seu horário de almoço...Uma senhora idosa tentou assaltá-lo; ele teve que ir para a delegacia ao tentar se defender da meliante por que – lógico – velhinhas não assaltam ninguém; o tempo que ele perdeu na delegacia seria descontado de seu salário, e agora...Uma mulher de uns vinte anos, que havia acabado de terminar com o namorado, estava tendo profundas crises psicóticas no pub, com variações de humor críticas, sua maquiagem totalmente borrada e, pra piorar a situação, ela estava bêbada e cantando Shizuo.– Oooora, vamulá, minha casa não é muito longe daqui~!– Não, senhora.– Aww pufavô, ziiiiiim~?– Não, senhora.A mulher olhou-o com uma aura assassina. Seus lábios puxaram para baixo e ele apertou as sobrancelhas, batendo as mãos pesadamente no balcão do bar. – POR QUE NÃO? POR ACASO EU ZOU FEIA? EU ZOU FEIA?– Não, senhora.– Então puquêeee? Ninguém me qué! Todo mundo me odzeia! Eu não preshto pra nadza!– Não, senhora.– É ZÓ IZO QUE VOZÊ ZABE DIZER? BAAAARMAN! BAAAARMAN!Shizuo não agüentou mais. O copo que ele enxugava se estilhaçou em mil pedacinhos e ele encarou a mulher com um de seus olhares mais mortais. – Escuta... senhora. Não me importa se você é mulher – se não sair logo daqui eu juro que limpo esses cacos de vidro com a sua língua.A mulher foi, sim, embora... mas o dia de Shizuo não poderia ficar pior. Iriam descontar o preço do copo do salário dele, também.–– Kida-kun? O que você...? – Izaya não sabia nem como completar a frase. “O que está fazendo aqui?”, ou “Por que está sentado em cima de mim?”, talvez. O jovem de cabelos dourados estava, de fato, sentado sobre o estômago de Izaya, e inclinava-se para frente, para perto do rosto do outro.– Ahh~ Eu vim te visitar por que estava com saudades, mas quando cheguei você não estava aqui. Aí eu fiquei te esperando e quando percebi você estava desmaiado na porta.– E então...?– E então eu te trouxe pra cá e te cobri pra você ficar quentinho. – O sorriso no rosto de Kida não poderia ser mais doce. Izaya quase se sentiu confortado com aquilo, mas tinha assuntos mais importantes a resolver.Sentou-se devagar, dando espaço para que Kida se inclinasse de volta para trás, e suspirou. – Kida-kun, adoraria ter a sua presença agora, mas eu preciso matar alguém.– Shizuo Heiwajima.O moreno estava, para variar, surpreso. Sabia que Kida poderia conseguir qualquer informação facilmente – não mais que ele mesmo, mas liderando uma gangue com tantos seguidores, Kida dificilmente passava sem saber de algo – mas algo assim estava um pouco fora dos limites.Izaya não lhe respondeu. Levantou-se, forçando o outro a se levantar também, e andou até a cozinha para preparar um pouco de café.Ah... o café que ele ia comprar, acabou nem conseguindo e que quase custou sua vida.Suspirou e ele quase podia sentir Kida atrás de si, encostado na parede com os braços cruzados. – Izaya. – Se ele o chamava pelo nome e não pelo apelido, estava definitivamente falando sério. – Sim?
– Por que evitou a minha pergunta?– Não foi uma pergunta. – Kida quase ficou feliz porque Izaya reconheceu esse fato, mas ainda queria uma confissão. – E então? Eu acertei? Por que, sabe, alguns dos meus homens te viram com um homem loiro assustador há alguns dias. Me lembrou bastante a sua descrição daquele cara...Izaya continuou silencioso. Não sabia como responder às acusações de Kida, apesar de ele ser um dos pouquíssimos a saber o que realmente aconteceu entre ele e Shizuo. Porém, o loiro já estava perdendo a paciência – se havia uma coisa que ele odiava, era um segredo sendo escondido dele. – Izaya...Num movimento limpo, deu um abraço leve no moreno pelas costas. – Você dormiu com ele?O moreno quase engasgou com a pergunta do outro. – Como assim?! Que pergunta foi essa?! – Kida afundou o rosto nas costas do outro. – Ahh, nada de mais. É que eu achei umas roupas que com certeza não são suas... e com isso que eu fiquei sabendo...– Eu não dormi com ele! Quer dizer... eu acho... que não dormi.– Ah... você acha. – Izaya balançou a cabeça em afirmativo. – Izaya... tudo bem se você não quiser me contar o que aconteceu, mas se você se aproximar dele de novo...– Eu sei.– Não, não sabe. Quer ficar do mesmo jeito que antes? Eu posso não estar tão disposto a te ajudar quanto eu estava naquela época.– Kida-kun... – O loiro virou o outro suavemente, até ter acesso aos seus lábios apetitosos, e tomou-os num breve beijo. – Você é só meu, Izaya. E essa... é a prova disso. -, sussurrou Kida enquanto tocava de leve o peito do moreno, sobre um ponto em especial.Ele realmente não tinha escapatória dessa vez.Izaya realmente se surpreendia com a agressividade de Kida, às vezes. Apesar da idade e tamanho, o loiro era uma pessoa naturalmente dominante, e ele mostrava sempre que podia – não que ele fizesse isso de propósito; provavelmente nem notava a própria natureza.O fato era que, apesar de nenhum dos dois ser submisso, suas naturezas nunca atrapalharam o relacionamento que tinham, se é que o que tinham podia ser chamado de relacionamento – cada um sabia o seu lugar.E agora, Kida mostrava o seu. Tomava, faminto, os lábios de Izaya num beijo profundo, ainda contra a pia da cozinha. Suas mãos, já acostumadas com a anatomia do moreno, acariciavam suavemente a pele de Izaya por baixo da camisa com facilidade.Ele sabia onde tocar, quando e como – puxou Izaya até o quarto do mais velho, e o direcionou até que ambos caíssem na cama; Izaya sentado enquanto Kida se posicionava entre as pernas longas que ele possuía.Izaya simplesmente se deixou levar. Quem sabe isso ajudasse a esquecer o que havia acontecido entre ele e Shizuo, ou ao menos esfriasse um pouco sua cabeça sobre o assunto.Não que fosse difícil se deixar levar – Kida sabia bem o que fazia. Estimulava, suavemente, o membro do moreno por cima das calças, roubando alguns suspiros e gemidos baixos.Deitou o companheiro na cama, mordiscando seu pescoço para deixar marcas suaves enquanto trabalhava no resto do corpo de pele macia sob o seu. Tirou suas roupas e as de Izaya e juntou seus corpos no que quase parecia uma dança, cuja trilha sonora se baseava nos sons rústicos que os dois produziam.Sua língua contornava a marca que ele havia deixado no peito de Izaya – marca que quase funcionava como uma coleira -, roubando alguns suspiros.Observava a expressão de Izaya enquanto tomava em sua boca o membro agora rijo do companheiro, brincando com a cabeça enquanto massageava o corpo com uma das mãos, a outra preparando sua entrada para a intrusão que se viria a seguir.– Izanyan... já está pingando~! — , disse alegremente enquanto lambia de leve a cabeça, que já tinha uma pérola do precioso líquido branco do Orihara. Posicionou-se sobre o corpo de Izaya, dando-lhe um beijo nos lábios, e começou a descer sobre o membro do moreno, arqueando as costas enquanto o fazia.O tempo todo, Izaya tentou permanecer quieto, com medo de que soltasse o nome de Shizuo. Apesar de perceber o pequeno desconforto de Izaya, Kida fez o melhor que pôde para distraí-lo.Apenas torcia para que fosse o suficiente.–O loiro olhou Izaya, que agora dormia calmamente ao seu lado, e abriu um pequeno sorriso. Dobrou seus braços sobre o travesseiro e apoiou seu queixo sobre eles, ainda fitando o rosto do moreno.Apesar de se sentir traído, Kida sabia que o passado de Izaya não dava espaços para fuga, nem um pouco de sossego – era quase como uma pedra de gelo que, independente do que aconteça, sempre bóia – e por esse motivo, ele não culpava o moreno.Mas Shizuo havia saído dos limites. Depois de tudo que havia feito, ainda teve a coragem de simplesmente aparecer na cidade e se envolver com Izaya, com o óbvio intuito de machucá-lo outra vez. O nível de falta de bom senso de Shizuo quase assustava Kida.Depois de todo o esforço do jovem para ajudar Izaya a superar o que aconteceu, era mais que absurdo que o moreno se deixasse levar, mas Kida era uma pessoa paciente, e tinha vários pontos de vantagem na frente de Shizuo – ele se empenhou demais para conseguir o que ele tinha com Izaya no momento, para deixar que isso fosse tirado dele assim tão fácil.Sentou-se na cama e olhou o relógio; ele lia onze e meia. Suspirando, levantou-se – se você ama algo, deve protegê-lo, certo?Arrepiando-se com a brisa noturna contra seu corpo desnudo, Kida rapidamente vestiu suas roupas e jogou uma jaqueta nos ombros antes de andar até Izaya, que ainda dormia pesadamente, acariciou sua bochecha e deu-lhe um leve beijo nos lábios.O ar lá fora estava congelante. O jovem loiro não gostava da idéia de ter que sair a essa hora da noite pra resolver um assunto daquele porte, mas era necessário – e quanto antes ele terminasse isso, mais cedo ele poderia aproveitar suas férias ao lado de Izaya.Apesar de as ruas estarem completamente vazias por causa do frio extremo, Kida não conseguia tirar de si a sensação de estar sendo observado.–Shizuo soltou um longo e barulhento suspiro ao sair do banho. Já era tarde quando conseguiu sair do pub, e seus ombros doíam muito – havia chegado um carregamento de bebidas, e quem havia sido obrigado a carregá-los pra dentro?Ele mesmo, lógico. Quem mais era o peão explorado naquele lugar?Sentou-se à mesa enquanto esperava um pouco de água ferver para seu chá; talvez ele ajudasse a esquentá-lo um pouco. Em pouco tempo, porém, escutou a campainha de seu apartamento tocando. O relógio lia mais de meia noite, e, apesar de confuso, Shizuo resolveu atender à porta.Abriu-a cuidadosamente; uma expressão cansada em seu rosto enquanto observava o jovem visitante. – Shizuo Heiwajima?– Eu mesmo. Quem é você?– Kida... Kida Masaomi.
Notas finais
- OH YU, MISERÁVEL, PRA QUE FAZER ISSO?!
Adivinhei? É isso que você está pensando agora? LOL
Já peço desculpas pelo susto que com certeza levaram com esse capítulo, mas faz parte do plot, então segurem as bandas que ainda tem muito mais por vir!
E o que será que Kida foi fazer hã? Hmmmm Kida-kun~ Ahhm aliás, quase me esqueci de avisar que nessa fic, Kida-kun tem 17 anos :3 Os demais personagens tem a mesma idade do anime, ok? :3
Espero qu tenha gostado! Até o próximo caítulo, obrigada por ler até aqui! ♥
Adivinhei? É isso que você está pensando agora? LOL
Já peço desculpas pelo susto que com certeza levaram com esse capítulo, mas faz parte do plot, então segurem as bandas que ainda tem muito mais por vir!
E o que será que Kida foi fazer hã? Hmmmm Kida-kun~ Ahhm aliás, quase me esqueci de avisar que nessa fic, Kida-kun tem 17 anos :3 Os demais personagens tem a mesma idade do anime, ok? :3
Espero qu tenha gostado! Até o próximo caítulo, obrigada por ler até aqui! ♥
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