Routine of a mysterious girl
1 A new, my new home place.
Notas iniciais
Como todos os dias minha mãe sempre contava suas histórias, eu adorava. Isso sempre foi o que eu precisava para ter uma bela noite de sono! A lembrando que sempre nos dias de tinha muita neve, eu sempre brincava com ela. Ela sempre foi minha melhor amiga, desde sempre. Todas as manhãs ela fazia uma caneca de chocolate quente, também lembro que naquele dia, nós comemos rosquinhas recheadas de sapo de chocolate. Era engraçado quando o pequeno sapo de chocolate fugiu, era engraçado ver minha mãe dar risada, aquela risada era a coisa que eu queria ouvir e ver todos os dias da minha vida.
- Alanys, você irá fazer 11 anos hoje, e eu quero falar, que, eu não vou durar para sempre. Você sabe disso.Disse Kateque estava vindo me abraçar.
-Mãe por que você sempre diz isso, em todos meus aniversários?
- E-e-eh, sabia que eu só quero que fique claro. O que eu sempre digo para você.
- Eu já entendo, só fico triste porque você sempre faz isso. Não tem um aniversário que você não fale isso!- disse-
- Tudo bem, eu entendi. Agora esqueça isso que eu lhe disse, esse ano eu quero que saiba que será especial. Igual quando eu tinha sua idade. Dizia minha mãe.
- Ah sim, igual você dizia todos os dias na suas histórias, certo?
Ela afirmou com a cabeça.
-Oh, querida eu te amo tanto. Eu sempre quero ficar ao seu lado.
-Mas você vai, né? -sorriu -
Naquele momento, aconteceu alguma coisa. Eu não poderia explicar. Minha casa ficou rodiada de corujas. Todas em cima do telhado, e também dava para ouvir as picadas que elas davam. Pic, pic, pic.
- Mãe, mais o que é isso?
- Apenas deixe ela fazer o dever dela querida.- Exclamou -
- Ok mamãe.
Algumas corujas já começaram á entrar. Eu estava perto da janela, algumas corujas passaram por lá e acabam me derrubando.
- Ah! — gritei -
- Oh querida, você está bem?
Minha mãe me ajudou á levantar. Ficamos assistindo as corujas entrarem. Eram tantas cartas.
- Francamente, por que essas corujas trouxeram tantas cartas? — exclamou mamãe. -
- Elas são lindas.
- Sim, são mesmo.
Depois de todas as corujas irem embora, eu me inclinei da cadeira, fui até o chão pegar uma carta. Tinha um brasão vermelho. E a carta era diferente de todas dessa minha época, a letra parecia ter escrita por uma pena com tinta. Como dizia minha mãe nas suas histórias. Ela pegou seu óculos um pouco gasto. Sentou comigo perto da porta do porão. Antes mamãe explicou que eu teria um lar novo. E então...
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