Routine
2 Cap 1
Notas iniciais
– PINK BITCH PARE JÁ!
Bonnie se virou e uma garota, que mais parecia um mamute roxo andando, veio atrás dela. Parecia que ia matá-la, mas ao invés disso somente se aproximou e ficou encarando Bonnie, que ao se virar e ver quem quer que seja ela, se acalmou.
Ela sussurrou algo próximo a rosada que ai sim, a fez tremer nas bases. A roxa estava próximo de mais, o que me fez ficar com certa curiosidade a respeito do que estava acontecendo, como todos estavam.
...
Me encolhi ao ouvir uma voz conhecida. Ao me virar vi Grumosa chegar a passos pesados, engoli a seco. Ela só é séria para moda e para seu namorado Brad, se ela vier séria, e o motivo é nenhum desses dois casos, fuja.
– Bitch...ele esta vindo — sussurrou perto de mim.
...
Bonnie começou a entrar em desespero, olhando ao redor. O que ela está procurando? No final ela pegou suas coisas e voou para a saída. Mas um adolescente a impediu, ele tinha uma espécie de moicano branco, e usava roupas surradas. Pareciam muito com as minhas uso fico em casa.
– Ora ora docinho, já vai? — ele perguntava tocando na Bonnie
– Não me chame assim! — Ela afasta a mão dele — Não quero nada com você Ash
– Mas eu quero algo com você querida — ele a pega pelo queixo e a força olhar para ele — e eu sempre consigo o que eu quero.
Ele sorriu, senti meu sangue ferver naquele momento.
– Deixa ela em paz! — Estapeei a mão dele. Quando que eu cheguei lá? — Ela não quer nada com você.
Ele olhou para sua mão machucada, e riu, uma gargalhada seca. — Você vai me impedir? Escuta garota, ninguém, repito, NINGUÉM fica entre o que EU QUERO. Entendeu?
– Não — respondi, com um olhar assassino, o ar intensificou na cantina e pude sentir que todos estavam tensos. Bonnie tocou em meu braço — Por favor Marcy, não precisa...
Eu a olhei, como se dissesse que sim, precisa. Mas seu olhar estava implorando, então relaxei — Não tenho nada haver com isso, então só a deixe em paz que por mim esta tudo bem. — me virei e segui andando.
Ash me parou e me deu um soco no rosto. Cai no chão e passei a mão em minha boca dormente, que sangrava.
– Ninguém. Se. Mete. Comigo. Vadia. — ele falava
A raiva me segou e pulei nele, ninguém se mete é COMIGO. E ninguém bate em mim. Nem machuca meus amigos, se não , não me chamo MARCELINE ABADEER. Lhe enchi de golpes, não era atoa que fiz boxe em meu antigo colégio. Seus amigos ficaram encarando Ash levar uma surra, logo depois eles me cercaram, eu iria acabar com eles, pena que eram muitos. Me pegaram por trás e enquanto me seguravam, outro me socava e ninguém fazia nada.
– Parem agora. — Ordenava um homem forte de terno. Todos pararam para vê-lo, uma figura muito imponente. Ele fintou Ash agoniando no chão, e depois para mim, somente pude levantar a mirada, estava dolorida de mais para outra coisa
– Minha sala agora. — Ele falou e se retirou. Os que me batiam me soltaram e cai no chão. Soltei um grunhido. Bonnie e a garota de roxo foram ao meu encontro. Ela limpava com um paninho o sangue que estava em minha boca, com um olhar de preocupação pousado sobre mim. Era até de mais para o meu gosto.
– O que foi..? Bonnie eu estou bem, só apanhei um pouco, nada de mais — falava
– Não é isso Marcy...- ela tentava explicar
– Senhorita Abadeer acho que já fui bem claro que a quero em minha sala, agora — falou o homem novamente.
– Acho melhor ela ir, depois ela saberá — a garota roxa falou e Bonnie a encarou, e depois dirigiu a mesma mirada preocupada novamente a mim. — Boa sorte Marcy
[...]
– Então...? — Questionava o diretor. Agora entendi por que ele era chamado de Rei Gelado. Tão frio e inexpressivo quanto poderia ser. Ele fechou o arquivo que lia e pousou sobre sua mesa.
– Er...então, eu estava no refe- teitei falar.
– Não quero ouvir suas desculpas, menina. Logo em seu primeiro dia já buscou briga e fez confusão. Em meu colégio não admito isso, principalmente quando você machuca um dos alunos mais prestigiados do instituto — Ele falou com certa arrogância na voz. Encarei Ash incrédula. ele? Prestigiado? Enquanto isso ele somente sorria, com uma arrogância semelhante ao do diretor — Ash conte-me o que aconteceu.
– Estava seguindo para o refeitório, e encontrei a Bonnibel, fui perguntar a ela algumas questões sobre nosso teste de química e de repente, essa selvagem atacou a mim e aos meus colegas. — Encarei ele de novo. O que esse filho de uma mãe que motivos do destino teve que fazer trabalhos sexuais em troca de dinheiro está falando de mim? selvagem? Eu não teria agido assim se você não fosse um assediador! tentei protestar mas fui logo impedida
– Muito bem, então Marceline, nesse caso eu deveria expulsa-la, mas acho que você não entende muito bem as normas do colégio ainda, suponho. Por tanto deixarei passar, mas somente esta vez. Fui claro? -
– Sim senhor
– Podem ir.
[...]
Contei a Bonnie o que aconteceu, ela estava aflita me esperando, e depois da aula nos reunimos nas arquibancadas. Após ter meu ataque de fúria — reduzido a metade para não assusta-la — e ela ter pedido desculpas por isso ficamos por ali. A garota roxa voltou a aparecer.
– Eu não costumo fazer isso, mas BITCH! Você AHAZOU! — Falou com sua voz...de traveco? — Prazer, sou Grumosa Caroço. Me chame por esse nome, ou então por Diva, só falando a verdade
Encarei ela, vestia somente roxo do cabelo aos pés, gordinha e bem vaidosa aparentemente. Mas parecia — no fundo- ser uma boa pessoa. — Marceline Abadeer. Prazer. — apertamos as mãos
– Então Bonnie, qual é o lance do Ash? — perguntei curiosa. Ela fez uma careta e olhou para Grumosa — Acho melhor ela saber, não é qualquer um que se joga na frente de um trem por uma bitch pink miga. — Bonnie suspirou
– Resumidamente, sou bem estudiosa e tiro notas boas. E Ash acha que sou bonita e inteligente, a garota perfeita que deve ficar lambendo os pés dele. E é isso que ele quer, e por isso me atormenta.
– E por que ninguém faz nada? — Questionei visivelmente incomodada
– Ninguém quer se meter, ele vem de boa família e de grande renome, ninguém quer se queimar com eles — contou. Fiquei ainda mais incomodada e a raiva queria voltar, mas uma nova informação me fez esquecer disso.
– Marceline, o pai dele é o diretor do colégio — Grumosa avisou
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