Rosewood
13 Rosewood- A chegada
Mais ou menos cerca de uma hora haveria se passado, já estávamos bastante nervosas, pois não haveria sequer uma noticia de Rebekah. Aparentemente não houvera nada que podíamos fazer, até que uma de nós teve uma ideia bastante inovadora. April odiara o fato de ser uma vampira, mas pela primeira vez em sua vida gostou da utilidade que aquilo iria a trazer. Levantou-se da cadeira de espera onde estávamos todas sentadas e caminhou de forma discreta até os corredores do hospital onde daria para os quartos. Obviamente haveria várias enfermeiras passando de um lado pro outro trazendo e levando matérias de trabalho. April ficou escondida em um quarto vazio até perceber que poderia chegar ao quarto de Rebekah sem problema algum. Ao chegar no quarto de Rebekah, encontrou a mesma deitada sobre a maca, ainda estaria inconsciente e cheia de machucados. April analisou o estado da amiga com muita compaixão e teve seus olhos repletos de lágrimas, andejou até a mesma com passadas calmas, acariciando seus cabelos. Ao finalmente sentir-se pronta, April fecha seu olhos e leva seu pulso á boca, mordendo o mesmo e o colocando na boca de Rebekah, a fazendo tomar seu sangue.
Alguns segundos depois, Rebekah despertaria como se nada houvera acontecido, nem uma simples sequela haveria ficado para contar a história.
– April?- Pergunta Rebekah um pouco tenta.
– Oi, Bekah-
– O que houve? Só lembro que meu carro capotou-
– Após sofrer o acidente te trouxeram pra cá, seu estado estava grave então eu te dei meu sangue, daí você se curou-
– Obrigada- Diz Rebekah, segurando a mão de April.
– As garotas estão muito preocupadas na sala de espera, junto com seus pais-
– Eles já podem vim aqui?-
– Na verdade estamos esperando a enfermeira dizer algo e é melhor eu voltar logo antes que me peguem aqui- Sorrir.
Ainda estaríamos impacientes á sala de espera, olhei para o lado esperando que alguém pudesse se manifestar de alguma maneira por já não aguentar aquele silêncio mórbido, logo notara a ausência de April na sala e me direciono a Victoria.
– Onde está a April?- Sussurro.
– Eu não sei, não a vi sair- Responde Victoria.
Em questão de alguns segundos após Victoria me responder, April retornara a sala de espera com um copo de café na mão, teria seu rosto bastante tranquilo diferente de nós, a April nunca soube mentir bem.
– Onde estava?- Pergunta Jade que também notou a ausência dela.
– Fui buscar café- Diz sorrindo.
Logo atrás de April chegaria uma das enfermeiras que ficaria responsável de dá noticias da Rebekah, chegaria ao lado do médico onde o mesmo iria pessoalmente falar com os pais da mesma.
– Boa tarde- Diz o médico, sorrindo.
– Boa tarde- Respondemos.
– Bom, estive agora com a Rebekah Moore, e realmente seu quadro foi algo surpreendente, ela está totalmente fora de perigo e teve uma melhora absurda, já pode levar alta amanhã- Diz o médico sorrindo.
– Oh meu Deus!- Diz a senhora Moore, contente.
– Oh meu Deus, graças a Deus, mas como é possível? O senhor disse que o quadro dela era grave- Diz o senhor Moore.
– E era, mas não sei como isso aconteceu- Responde o doutor.
– Há coisas que nem a medicina consegue explicar- Diz April, dando uma golada em seu café.
Ao escutar as palavras da mesma, Jade, Victoria e eu a olhamos, já saberíamos o que havia se passado ali, seria óbvio que a April houvera dado seu sangue a Rebekah para salva-la, mas ficamos felizes de estar tudo bem com a nossa amiga. Após os pais de Rebekah sair do quarto, foi a nossa vez de ir visita-la, entramos nós quatro juntas nos sentando ao seu redor, o que a deixara bastante contente.
– Oi, garotas, aí como estou contente que estão aqui- Diz Rebekah sorrindo.
– Nunca deixaríamos a nossa Bekah aqui- Digo, deitando minha cabeça no colo da mesma que me abraça.
– Não sabe o alivio que sentimos ao saber que está bem, quase tivemos um troço- Diz Victoria.
– Eu gosto de saber que se preocupam comigo- Diz Rebekah, deitando a cabeça de Victoria também em seu colo.
– Bom, já sabemos que foi a April que deu o sangue dela a você... Agora você deve sentir orgulho em ser vampira e salvar a vida da sua amiga- Diz Jade.
– Eu sinto, pela primeira vez eu realmente me sinto orgulhosa de mim mesma. Mas, Jade, como vampira você também pode salvar vidas, não pode?-
–Sim, nós bruxas podemos, mas leva um bom tempo até podermos fazer isso, eu admito que ainda não sei e também não sei se sou forte o bastante.
– Claro que é forte, você é uma Fitzgerald- Digo
– E você é a duplicada mais doce
que eu conheço- Diz Jade sorrindo.
– Deve ser porque ela é a única duplicata que você conhece- Diz Rebekah.
– Tem a Caroline, esqueceu?- Pergunta Victoria.
– Mas comparado á Caroline até o demônio é um anjo de pessoa- Diz April.
– Mas certamente o demônio é um anjo, um anjo caído- Diz Jade.
– Anjo do bem, você entendeu, palhaça- Diz April sorrindo.
Após conversamos por várias horas, praticamente fomos expulsas do quarto por uma das enfermeiras já que a Rebekah precisava descansar. Naquela noite quando cada uma houvera seguido para sua respectiva casa, Victoria decidiu ficar um pouco sentada á frente da sua varanda, pensativa. Por aquele momento chegou o Derek de forma silenciosa, sentando ao seu lado, já houvera um tempo que elas haveriam ficado bastante amigos.
– A noite está bonita- Diz Derek, quebrando o silêncio.
– Pra mim ela é sempre bonita quando não há lua cheia- Diz Victoria, sorrindo.
– A noite sempre vai perder a beleza quando tiver você pra comparar com ela- Diz Derek, fitando Victoria e sorrindo.
Victoria houvera ficado um pouco sem graça, fitou Derek concomitantemente em que ele a fitou, deixando-o levar suas mãos ao seu rosto e acariciar o mesmo, aproveitando aquele momento para roubar-lhe um beijo. Houvera sido um beijo leve, carinhoso, sem muita intensidade, mas ao ser retribuído por Victoria que começaria a explorar os lábios de Derek com um certo tipo de paixão a mais, acabou deixando-o um pouco mais intenso.
Á noite o hospital de Rosewood ficaria um pouco mais vazio pelos corredores, mas ainda sim houvera seguranças para todo o hospital. Pelos corredores vagam lindos sapatos pretos de saltos altos e finos, que tomariam rumo até o quarto onde estaria Rebekah, dormindo tranquilamente após o dia longo que teve. Ao parar ao lado da garota, Caroline a analisara por completa, tocando nas ondulações loiras de seus cabelos, a fazendo acordar.
– Gisele?- Pergunta Caroline, um pouco confusa.
– Nop, querida loira, tente de novo-
– Caroline- Responde assustada.
– Bingo-
– O que você quer?-
–Eu quero que faça uma pergunta para a Gisele e os irmãos Millers-
– Do que você está falando? Que pergunta?-
– O que aconteceria se todos em Rosewood... Virassem vampiros- Diz Caroline, pegando um dos travesseiros na cama de Rebekah, o apertando contra o rosto da mesma a sufocando.
Rebekah se debatia sobre a cama tentando se livrar, mas era impossivel, Caroline era uma vampira e teria força sobrenatural, com o que acabou sufocando a Rebekah até que ela parasse totalmente de respirar, aparentemente estando morta. Ao ver que uma parte de seu plano de vingança contra mim estaria pronto, Caroline andejaria despreocupada para fora do quarto, após dar um sorriso irônico para a Rebekah. Daria leves passadas pelo corredor, onde seus sapatos de salto, altos e finos voltariam a ecoar pelo piso do hospital.
O dia amanhacera, eu já estaria na sala de estar com a mochila nas costas pronta para ir juntamente com as garotas buscar a Rebekah no hospital para irmos todas juntas ao colégio. Tio Jack e Derek também estariam á sala de estar, mas já estavam de saída. Tio Jack beijou meu rosto e em seguida caminhou com o Derek até a porta, onde saíram juntos. Mais ou menos uns dois minutos depois tocariam minha campainha, eu já sabendo que se tratava das garotas corri até a porta,a atendendo.
Ao chegar no colégio, Derek se encontraria próximo ao seu armário com seus amigos, Robert e Aron que já estariam em uma conversa antes dele chegar. Derek estaria bastante feliz e empolgado para contar aos amigos o que houve entre ele e a Victoria, Derek estaria disposto a pedi-la em namoro.
– Oi- Diz Derek.
– E ai, Derek? cade a Gisele?- Pergunta Robert.
– Foi buscar a Rebekah no hospital-
– É cara, fiquei sabendo do que aconteceu- Comenta Aron
– Ela já ta bem, tanto que levou alta hoje-
– E as novidades? Nem te conto o que fiz enquanto estava fora- Diz Aron.
– Bom... Eu e a Vic nos beijamos ontem á noite e eu estou pensando em pedi-la em namoro hoje-
– Cara de sorte, a Victoria é uma gata e além do mais amiga da sua irmã, podemos até marcar pra sair nós quatro- Diz Robert.
– Já era cara, a Gisele ta namorando um cara da turma dela-
– Ah é mesmo, quase esqueci, aquele cara todo misterioso- Reitera Robert.
– Mas a Rebekah está realmente bem? ela volta pra escola ainda hoje?- Pergunta Aron.
– Por que quer saber Aron? ta afim dela?- Pergunta Derek, entre risos.
– Eu gosto da Rebekah, ela é legal- Respondo.
Assim que acordara ainda estando no hospital, Rebekah ficara um tanto confusa á respeito do que aconteceu á noite, confundiu tudo o que se passou com o sonho, tirando o fato de sentir sua pele queimar quando o sol começou a bater. Rebekah vai para o canto da parede onde não bateria o sol, usando velocidade vampírica, onde até mesmo a própria ficaria assustada consigo mesmo. Naquele mesmo momentou entrou uma das enfermeiras no quarto, bastante simpatica.
– Bom dia, ansiosa pra voltar pra casa?- Diz, pegando a bandeja do jantar de Rebekah que estaria, colocando entre as outras. A mesma acabara cortando seu dedo ao trisca-lo em uma das bandejas, chamando a atenção de Rebekah que estaria incomodada ao sentir o barulho das bandejas uma batendo sobre a outra, já que sua audição seria bastante sensível. Em questão de segundos usando sua velocidade vampírica, Rebekah estaria de frente para a enfermeira, olhando para o machucado da mesma.
– Você está bem?- Pergunta a enfermeira.
Sem responder a mesma, Rebekah pega sua mão onde seu dedo estaria machucado e leva o mesmo á sua boca, sentindo o gosto do sangue bater em seus lábios e engolindo o mesmo ao cair por sua boca. A enfermeira a olharia assustada e ficaria sem reação perante ao comportamento de Rebekah. Ao retornar seus olhos a enfermeira, veias cresceriam pelo rosto de Rebekah junto com suas afiadas presas, os olhos azuis claros da garota já estariam para uma coloração vermelha, totalmente domada pelo sangue. Rebekah salta sobre a enfermeira bebendo todo o sangue da mesma até dissecar o seu corpo, sentindo-se mal depois, ao ver a enfermeira morta ao chão, iniciando uma lamentação com lágrimas saltando de seus olhos.
As garotas e eu entramos no quarto de Rebekah para busca-la, nos deparamos com aquela cena terrível onde ainda chegamos a ver sua boca toda melada de sangue e a enfermeira caída ao chão. Bati a porta do quarto trancando o mesmo e andejei até próximo á Rebekah, olhando a mesma que ainda estaria chorando.
– O que houve?- Perguntei.
– Caroline me matou- Responde Rebekah, soluçando.
Sentir uma tremenda compaixão de minha amiga ao vê-la naquele estado, andejei até a lateral da mesma a envolvendo em um braço, consolando-a do que houvera ocorrido.
– Vai ficar tudo bem- Digo.
– Vamos limpar esse rosto- Diz April, manifestando-se, também andejando até a Rebekah e a levando consigo para um banheiro que teria no quarto do hospital.
– Nossa, eu realmente estou chocada a Caroline não para nunca- Diz Victoria.
– Bom, preciso fazer um anel para a Rebekah é melhor começar agora- Diz Jade andejando até a cama em que Rebekah dormira, sentando-se sobre a mesma.
– O que vamos fazer com o corpo da enfermeira?- Pergunta Victoria.
– Eu não sei- Digo preocupada, andejando até a enfermeira caída e a observando, sentindo muita pena do que via.
– Não é justo nos livrarmos do corpo como se fosse um objeto, ela com certeza deve ter familia, pai, mãe, irmãos e até mesmo filhos- Digo, olhando para a Victoria,
– Quando tudo estiver resolvido podemos dizer que a encontramos morta- Diz Victoria.
– Sim, chamamos o gerente do hospital- Digo.
April faria companhia a Rebekah no banheiro do hospital, onde lavaria o rosto da mesma já deixando totalmente limpo do sangue.
– Ela nunca vai parar de infernizar nossas vidas, nunca!- Diz April, revoltada.
– Eu sou um monstro, eu matei a enfermeira, April, matei!-
– Não foi sua culpa, você estava fora de si, Rebekah, eu sei completamente como é, eu também queria atacar a Gisele assim que me transformei, lembra?-
– E por que meu rosto fica fazendo isso toda hora?- Pergunta Rebekah, falando das veias que cresceria em seu rosto.
– É normal, acontece comigo também e com todos os outros vampiros-
– Eu tenho medo, não quero machucar as pessoas-
– Basta focar em uma coisa, pense nas pessoas que você ama, o amor que sente por elas é bem maior que o seu desejo pelo sangue- Diz April, repetindo as palavras que houvera escutado de Nicholas.
Assim que houvera ficado limpa e mais tranquila, Rebekah retornaria do banheiro junto com April, esperando as garotas tomarem alguma decisão sobre o que iria acontecer com o corpo da falecida enfermeira. A primeira a se manifestar foi a Jade, segurando consigo um anel preto, onde puxaria o dedo de Rebekah o colocando.
– Seu anel do dia- Diz Jade sorrindo.
– Obrigada- Agradece Rebekah, abraçando a mesma.
– Bom, vamos indo pro colégio- Diz Victoria.
– E o que vamos fazer com a enfermeira?- Pergunta April.
– Decidimos não fazer nada, quando entrarem no quarto não ver, ela aparentemente foi atacada por um animal selvagem- Digo.
– A história fica meio estranha, animal selvagem no hospital?- Diz Jade.
– Eu sei, mas não há outra explicação- Digo.
– Vamos indo ou vamos nos atrasar mais- Diz Victoria.
Ao chegarmos no colégio, foi o tempo do sinal tocar e todos irem para as suas respectivas salas, caminhamos lado a lado para a sala do professor de inglês, nossa primeira aula seria com ele. Rebekah ainda estaria assustada a respeito do que acontecera consigo e lamentava ter matado a enfermeira, ficara com bastante medo sobre o que iriam fazer quando descobrissem. Entramos na sala e todos estariam em silêncio, alguns olharam para a porta ao sentir que alguém entrou, incluindo Nicholas. Sentei-me próximo a ele e as garotas ficaram próximas a mim.
No bar de Rosewood, que seria próximo ao colégio, estaria Kevin sentado, bebendo alguns copos de bebida juntamente com a Nicolle que o faria companhia. Naquele mesmo momento adentraria o bar com bastante determinação, Caroline, que decidira arrumar algo para se distrair no começo do dia.
– Bom dia, o centro de Rosewood chegou- Diz Caroline, sentando-se ao lado de Kevin.
– Caroline... Para desgraçar o nosso dia-
– Ela é a Caroline Blackburn, a outra duplicata?- Pergunta Nicolle.
– É o que parece, não é, lobinha? acho que não é muito comum duas pessoas exatamente iguais não sendo gêmeas andando por Rosewood-
– Você é mais cadela pessoalmente-
– Eu adoraria te acompanhar a uma tosa qualquer dia desses, afinal, duas cadelas se entendem- Diz Caroline sorrindo ironicamente.
– Eu não sugo sangue querida, não se compare a mim-
– Você é a cadela autêntica , a que late e devora carne fresca — Responde Caroline.
– Nada de brigas dentro do bar, garotas, nunca ouviram falar que é proibido?- Diz Kevin para interromper a briga.
Assim que Kevin terminara suas palavras, o xerife Montgomery encostaria ao balcão logo pedindo uma bebida ao garçom que em seguida iria buscar para o mesmo. Ao olhar para seu lado e encontrar a Caroline ficou bastante surpreso por achar que era eu, analisou-a dos pés a cabeça estranhando as roupas e os cabelos que seriam muito diferentes do que eu usava.
– Gisele? não deveria estar na escola?- Pergunta o Xerife.
– É um grande prazer conhece-lo, xerife, eu sou Caroline- Sorrir de canto.
Ao largarmos do colégio, esperei do lado de fora o Nicholas chegar para irmos juntos para casa, olhei de longe o Derek e a Victoria que conversavam de uma forma muito intima e sorrir de forma espontânea, alegrando-me ao vê-los. Ao dar de ombros para a cena me deparo com um homem loiro, olhos castanhos e pele muito branca, sorriria para mim de forma demoníaca o que me deixaria assustada já pensando em gritar.
– Quem é você?- Pergunto com medo.
Sem me responder, com velocidade vampírica o homem desaparece por completo da minha visão me deixando ainda mais intrigada. Em alguns segundos percebo uma presença em minhas costas, mas antes que eu possa virar sou atacada pelo mesmo que colocaria um pano em meu nariz no qual em imediato me faria dormir. Após estar totalmente inconsciente o tal homem me pegaria no colo, andejando com meu corpo em seus braços até o porta-malas de seu carro, onde me jogaria no mesmo, partindo comigo dali.
Em alguns minutos o homem que houvera me sequestrado haveria estacionado próximo á uma bonita casa, ainda em Rosewood, porém um pouco mais afastada. Abriria o porta-malas voltando a me pegar no colo e entraria comigo na tal casa.
Chegaria na sala de estar ainda me segurando, eu não haveria presenciado o momento, acredito que vá demorar um pouco até que possa acordar.
– Aqui está a garota- Diz o tal homem.
– Coloque-a no sofá- Diz uma voz vindo próxima, conectada também á um homem que estaria de costas de frente pra janela de sua casa.
O tal homem coloca meu corpo sobre o sofá, não tendo muito cuidado em me acomodar ali.
– E agora, Edward?-
Em questão de apenas um segundo, Edward já estaria de frente para o mesmo, o olhando nos olhos.
– Agora saia daqui e me espere te chamar de novo- Diria, hipnotizando o mesmo, no qual o obedecera em imediato saindo do local.
Em alguns minutos depois, acordaria um pouco tonta e confusa, não sabia do que se passava ali e muito menos sabia onde estava, esfrego meus olhos tentando " me achar", mas logo deparo-me com um homem muito branco, cabelos loiros escuros e olhos azuis, no qual seria o Edward.
– Não tenha medo, querida, não vou te machucar- Sorrir.
– Quem é você?- Pergunto assustada.
– Eu sou o Edward.
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