Rose Winchester- A Filha De Sam
22 Mistério...
Notas iniciais
Mas então, tá aqui o capitulo, amo vcs q mesmo com a minha demora continuam acompanhando!!
Os irmãos Winchester já estavam no carro quando o celular de Dean tocou, habilidosamente, ele atendeu o celular com uma das mãos, enquanto a outra continuava no volante. Ao atender a ligação, a única coisa que conseguia ouvir eram chiados contínuos e altos, achando que era um tipo de trote, encerrou a ligação. Cerca de uns 17 segundos depois, o celular tocou novamente e ele atendeu e novamente o chiado, irritado, disse:
–Mas que droga é essa?
–D-Dean é você?- falou a voz masculina do outro lado da linha, era a voz de Bobby.
–Bobby? sim, sou eu- respondeu.
–Dean, é o Bobby?- perguntou Sam confuso.
–Shii...é o que eu estou tentando descobrir- respondeu o irmão mais velho, mas Bobby não respondia, a ligação caiu. Numa tentativa de se comunicar com o velho amigo, Dean olhou na tela do celular para ver o número do telefone utilizado por Bobby, mas número algum aparecia, mas como ele conseguiu ligar para eles, sem utilizar um telefone? Essa dúvida pairava no ar enquanto Dean dirigia até o bar em que tinham marcado com os caçadores.
–Isso é muito estranho- disse Sam se referindo a ligação suspeita de Bobby.
–Muito, como ele consegue ligar pra gente, ele tá no passado, não sabe meu novo celular e não apareceu número algum de remetente- completou Dean.
–Sabe o que também é estranho? Esses caçadores nos procurarem, como souberam de nós?
–Não faço a mínima ideia, mas estamos preparados, trouxe balas de sal, a faca da vadia e temos decorado todos os rituais de exorcismo.
–É, parece que não estamos tão enferrujados assim- brincou Sam.
–Diga por você, eu ainda tô quebrado daquele dia da praia, joguei e me exibi muito- disse sorrindo.
–Dean, acho que chegamos "Bar do Harold", foi aqui que eles marcaram não foi?- perguntou Sam.
–Que caído hein?- disse ao se deparar com o boteco cujas letras do letreiro estavam queimadas.- Mas o que eu podia esperar?Caçadores não ganham dinheiro, afinal, as autoridades não reconhecem o quanto é difícil matar um metamorfo- lamentou, enquanto Sam caia na gargalhada ao descer do carro.
–Ei, Winchesters!- chamou um homem bem alto, negro e careca se aproximando- Sou Patrick Damons, eu que falei com vocês ontem.
–Oi Patrick- cumprimentou Dean estendendo a mão para dar um aperto de mão ao “colega de profissão” que a apertou. Sam estava desconfiado e perguntou:
–Onde estão os outros caçadores? Bill e Hanss?
–Estão lá dentro, venham comigo- disse Patrick guiando-os até a entrada do bar. Ao adentrar no recinto, se depararam com um homem baixinho, ruivo e roliço e outro alto magrelo de óculos.
–Que grupinho carismático- zombou Dean.
–Esses são os irmãos Winchester- apresentou “o armário”, foi esse o primeiro apelido que passou pela cabeça do Winchester mais velho ao se deparar com aquele homem imenso.
–Oi- cumprimentou Sam simpático, mas ainda com um pé atrás.
–Pensei que não viriam mais- disse o Hanss na tentativa fracassada de ser ameaçador, algo impossível, pois seus braços pareciam gravetinhos.
–Claro, esse lugar fica no meio do nada, por que não marcaram numa boate?Ia ser muito mais divertido- brincou Dean sorrindo, mas a piada não causou algum sinal de risos em nenhum deles, então ele se calou.
–Podemos ir direto ao assunto?- perguntou Sam.
–Claro Samuel- disse o ruivo roliço, Bill tendo seus olhos tomados por uma coloração avermelhada.
–Mas o q-que? Droga!Pega as armas Dean!- gritou Sam e rapidamente seu irmão empunhou uma pistola com balas de sal e arremessou uma para ele.
–Espera, vamos conversar, temos algo que pode te interessar- disse o brutamontes que os lhe recebera a pouco..
–Não queremos fazer pacto algum seu demônio de encruzilhada!- gritou Dean.
–Dean, espera!- gritou Sam.
–Espera o que? Demônios de encruzilhada tem olhos vermelhos, não tem?
–Não é disso que estou falando, será que aí existe um cérebro?- perguntou retoricamente Samuel- O que você tem que possa nos interessar?- perguntou se direcionando a Patrick.
–Ruby, a traidora!- gritou Hanss.
–Ah, podem ficar com ela!Sammy vou meter chumbo grosso!- gritou Dean.
–Não, espera!O que vão fazer com ela?O que querem em troca?- perguntou Sam.
–Uma conversa- disse Patrick.
–Mas já estamos conversando- respondeu ele firme.
–Mas você tem que conversar com alguém especial, que não está aqui no momento. É do seu interesse- disse o demônio.
–Mas me diga quem?- perguntou o Winchester caçula já expondo um pouquinho da raiva e impaciência que estava sentindo.
–Olha, é melhor ficar quietinho, está vendo o balconista e os outros clientes? São demônios de olhos amarelos que vieram para nos ajudar se houvesse alguma resistência da parte dos dois. Ah, e já ia me esquecendo... sua filhinha está nas mãos daquele anjinho podre e fraco, apenas dele. Já nós temos do nosso lado todos os tipos de demônios existentes, Guerra, Fome, Peste, Morte e os changelings, então é melhor vocês ficarem bem calminhos.- falou Bill.
–Os quatro cavalheiros do apocalipse, claro que estariam do lado de vocês- murmurou Dean.
–Sim e todas as outras criaturas também estarão- falou Hanss.
–Tudo bem, mas como teremos certeza de que isso não é uma armadilha para capturar minha filha?
–Você tem a nossa palavra, se não acredita...vamos fazer um pacto- debochou o demônio maldito.
–Ok, nós vamos- disse Sam.
–Nós vamos?Sammy, você ficou maluco ou tá bêbado?- perguntou Dean.
–Sim, é do nosso interesse- disse Sam, estranhamente tranquilo.
–Podem levar as armas, se não tentarem nos matar. Se virem algo suspeito, podem usá-la, é a nossa palavra- disse Bill.
Sammy, tem certeza disso?
–Sim Dean, podem ser pistas de como derrotar você sabe quem- cochichou Sam- Se não quiser ir, eu vou sozinhos.
–Tá maluco?Não vou te deixar ir sozinho com eles, sou seu irmão mais velho, tenho o dever de cuidar de você.
–Tudo bem então, a única coisa que me preocupa é a Rose- falou Sam pensativo.
–Ué, mas aquele mala não é um dos melhores arcanjos de Deus? Ela está em boas mãos, qualquer coisa ele se teletransporta pro céu com ela.
–Se tele- transporta?- perguntou Sam confuso pelo termo mau empregado por Dean.
–É, tipo isso.
Os cinco caminharam até um carro antigo que estava estacionado do outro lado da estrada.
– Vamos nesse carro, tem mais espaço- disse Bill.
–Mas que velharia hein, achei que o diabão era endinheirado- brincou Dean.
–Você dirige- falou Patrick.
Após um caminho sinuoso chegaram em uma casa, uma mansão com um aspecto meio sombrio, seu jardim era cheio de musgo e galhos secos.
– Alguém precisa de um jardineiro- brincou Dean.
–Vamos entrar- falou Patrick. Todos entraram na casa. No hall de entrada havia muitas velas acesas e uma escada, muito, muito longa que dava para uma única porta imensa marfim.
–Podem subir, ela está esperando por vocês atrás daquela porta- disse Hanss.
–Não tem um elevador não?- falou Dean ao contar a quantidade de degraus da escada, eram 147.
–Não é hora para brincadeira- disse Sam sério.
–Era só para descontrair- cochichou Dean.
–Mas vocês não vão entrar com isso- exclamou Patrick após rapidamente arrancar das mãos dos Winchesters suas pistolas.
–Mas vocês disseram que poderíamos estar com as armas!- gritou Sam furioso.
–E podem, só não neste quarto, ela é muito sensível sabe...- falou Bill.
–Viu Sam? O que dá acreditar em demônios nerds?- disse Dean irritado.
–Quem estão chamando de nerds?Seus decrépitos!- gritou Hanss ofendidíssimo.
–Calma Hanss- falou Patrick- Subam logo- o brutamontes estava com um olhar ameaçador que fez com que Dean tivesse vontade de usar o banheiro.
–Nós vamos- Sam estava fingindo estar conformado, mas ainda levava consigo crucifixos e a faca da Ruby escondidas na calça.
Assim que subiram todos os degraus pararam em frente a porta marfim, se entreolharam e...
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