Notas iniciais
Hey amores, aqui está mais um capitulo para vcs, espero q gostem;)


...

Ela só queria estar perto de sua filha e... de Sam

–--------------------------------------------------------------------------

Enquanto isso, na casa de praia:

–Você foi muito dura com ela.- disse Sam a sua filha

–Do que está falando? Ela é uma demônia louca que cismou que é minha mãe!- argumentou ela.

–Ela é realmente sua mãe Rose- revelou Sam.

–O que?- perguntou perplexa- Isso é verdade tio Dean?

–Ã? Tio?- pergunta Dean achando que ela já sabia de toda a verdade.

–Sim, Lauren é a minha tia postiça, cresci perto dela e você foi casado com ela, por isso tio Dean. Não quer que eu te chame assim?

–Ah...tudo bem, pode me chamar de tio sobrinha- disse Dean dando um sorrisão.

–E então? Ela é mesmo minha mãe?

–Infelizmente é- admite Dean.

–Não creio, eu sou filha de uma demônia, que quer me entregar pro diabo!!- lamenta a adolescente dramática.

–Não, a Ruby não é assim, ela quer te proteger, ela te ama- falou Sam.

–Não foi o que pareceu, ela me abandonou Sam, pra mim, mãe é quem cria e não quem pari.

–Você tem toda razão- se intromete Castiel- O melhor foi você crescer longe da influência dela.

–Peraí Cas, você está falando como se ela fosse um monstro, ela não é, já nos ajudou, nos deu a faca dela para matar demônios- defendeu Sam.

–Sammy, para de defendê-la- pediu Dean.

–Ótimo, minha vida toda é uma mentira! Eu sempre fui Rose Sullivan e agora só sou uma bastarda sem sobrenome...

–Não é assim Rô- disse Sam colocando a mão no ombro da menina.

–Claro que é, minha mãe biológica mora no inferno, seus vizinhos querem me capturar e o dono da casa dela, nem sei o que quer comigo! Isso tudo é loucura! Por que a minha vida não pode ser normal? Sem demônios, anjos ou perseguições? Sem contar que meu pai deve ser outra aberração, sem coração que me largou...- as lágrimas de tristeza desciam dos olhos de Rose, ela estava cansada disso, queria voltar a morar com Carmem, ser Rose Sullivan.

Aquilo que a adolescente disse, sobre seu pai ser uma aberração sem coração mexeu muito com Sam que se retirou da sala e foi pra varanda, não queria que o vissem chorando, ele se sentia culpado, mas tudo aconteceu tão de repente, a descoberta de uma filha, uma inexplicável viagem no tempo, tudo... Parecia que nunca poderia contar a verdade de sua paternidade a Rose, ela o odiaria e eles tinham construído uma amizade, uma parceria tão legal juntos, até cozinharam...

–----------------------------------------------------------------------------------

De volta à sala:

–Por que ele fica tão sentido quando falam mal dela?- perguntou Rose.

–O Sammy gosta de ver o melhor de todos- mentiu Dean.

–Mas o importante é que fique bem longe dela- disse Castiel- Em hipótese alguma siga os conselhos dela- com um clarão branco Castiel desapareceu inesperadamente.

–Pra onde ele foi?- perguntou ela.

–Eu não sei, Deus deve ter chamado ele- respondeu Dean.

–Tio Dean, eu quero ver minha mãe.

–O que?

–Quero ver minha mãe Carmem, quero saber como ela me encontrou, onde ela me encontrou, por favor me leva?

–Não, é perigoso Rose, não podemos sair daqui.

–Me leva!- disse ela olhando no fundo dos olhos de Dean.

–Tudo bem vamos- respondeu, como se estivesse em transe, hipnotizado. Sam, que estava na varanda foi surpreendido com o barulho do motor da Ferrari sendo ligado.

–Mas o que ele está fazendo?- perguntou a si mesmo Sam, que saiu correndo pra pegar um taxi e seguir a Ferrari depois de se assegurar de que Rose, Cas e Dean haviam sumido. — Siga aquela Ferrari vermelha, por favor- pediu ao taxista idoso.

Dentro da Ferrari Rose se perguntava como havia conseguido convencer Dean de fazer aquilo? Sair assim, sem ao menos falar com Sam.

–Dean- chamou Rose, mas ele parecia não ouvi-la- Dean!- chamou mais uma vez e nada de resposta- Ai meu Deus! Ele parece estar fora de si- disse a si mesma enquanto Dean seguia na estrada em direção a casa da cidade dela. Mas ele estava dirigindo muito rápido, o que estava dando um pouco de medo nela.- Vai mais devagar- pediu.

–Mas você quer ver a sua mãe Carmem, estou te levando- pela primeira vez ele falou depois de entrar no carro, mas ele não tirava os olhos da estrada.

Dentro taxi, Sam estava nervoso:

–Pode ir mais depressa, por favor? Vamos perdê-los- pediu Sam

–Calma aí meu jovem, senão vamos bater, a pressa é a inimiga da perfeição- disse o velhinho que dirigia tão depressa quanto uma tartaruga.

Depois de cerca de uma hora e meia de estrada Dean e Rose haviam chegado na casa, enquanto Sam ainda estava um pouco mais atrás, também com aquele taxista lerdo.

–Vamos entrar- ordenou Rose a Dean, o olhando nos olhos, como havia feito antes.

–Vamos- respondeu. Ela bateu na porta uma, duas vezes e ninguém atendia.

–Mãe!- chamou, até que Carmem atendeu a porta, com um sorriso um tanto estranho e assustador no rosto.

–Minha filha!- abraçou ela.

–Mãe, preciso que me conte tudo, tudo o que você me escondeu a vida inteira.

–O que eu escondei?- se fingiu de desentendida.

–Eu sei que você não é minha mãe bilógica, sou filha de uma demônia.

–Oh filha, vem aqui, entra- pediu Carmem.

–Vem Dean!- ordenou Rose e ele a seguiu.

–Rose, é verdade isso tudo que eu não sua mãe- disse Carmem.

–Sim, isso eu já sei, quero que me explique por que me escondeu isso? Por que me deixou viver na mentira?

–Porque eu queria protegê-la meu amor- disse passando a mão nos cabelos dela, com uma expressão suspeita no rosto.

–Me proteger? Do que?

–Dela, ela é o mal querida, ela louca!- inventou Carmem.

–Ela ou Lúcifer?

–Lúcifer? Ele não é o problema meu amor- disse Carmem se levantando.

–Como assim? Está louca? Ele é o mal, a Ruby é serva dele!- gritou perplexa, ela não podia acreditar no que Carmem estava dizendo, estava defendendo o diabo? Logo ela que sempre foi tão devota a Deus, ao catolicismo? Algo estava errado com ela.- Está possuída- sussurrou para Dean, que pareceu sair do transe.

–Por que está me olhando me olhando desse jeito meu amor?- perguntou o demônio no corpo de Carmem.

–Sai daqui! Deixa a minha mãe em paz, sai do corpo dela!!- gritou Rose, fazendo o demônio sorrir.

–Esperta- disse se aproximando e mostrando seus olhos totalmente negros.- Mesmo se eu sair, sua mamãezinha postiça ainda vai estar morta.

–Seu maldito! Sai da minha vida, seu maldito!- gritou ela.

–Ai meu Deus, eu não trouxe nenhuma arma- disse Dean.

–Não faça assim Rose, é tão parecida com ele (o diabo) do que pensa, lembra do gatinho que matou pra beber o sangue quando era pequena? Os sonhos e, que pessoas morriam e você sorria, a Amanda que você derrubou da pirâmide, é o seu destino- disse o demônio.

–Se afasta dela!- gritou Dean que foi jogado facilmente contra a parede pelo demônio.

–Você o hipnotizou para ele te trazer aqui, o que mostra um certo domínio de suas habilidades, habilidades que você só tem porque Lúcifer quer.

–Eu não as quero, me deixa em paz! Se afasta!- disse Rose, mas o demônio não dava ouvidos.

–Rose!- gritou Sam chegando e arrombando a porta da casa, dando de cara com a mulher possuída perto da sua filha.

–Nossa, que noite de visitas agradáveis, olá Samuel, quer beber o meu sangue?- ofereceu o demônio.

–Sam, você trouxe o Colt- perguntou Rose, ele respondeu com a cabeça negativamente.

–Então vai ser fácil, imagina, como vai ser grande a recompensa de Lúcifer quando eu entregar os Winchesters e a preciosa de uma vez só nas mão dele...- disse dessa vez indo até Sam, o demônio, apenas com a mente o prendeu na parede e o sufocava apertando seu pescoço.

–Para!- gritou Rose ao ver que estava enforcando Sam, o demônio a ignorou, as portas estavam trancadas, ela não poderia fugir.

–O que vai fazer Samuel? Está sem armas, posso fazer o que quiser com você que não vai poder revidar- desdenhou o demônio que estava com uma voz bem grossa e masculina. Sam estava sufocando, Dean desacordado e Rose sem saber o que fazer, se concentrou e segundos depois o demônio estava caído no chão, morto, depois de vários gritos de agonia.

–Como eu fiz isso?- pergunta Rose muito, ofegante e visivelmente exausta a Sam que vai a seu encontro e a acolhe em seus braços.

–Eu não sei- ele responde.

–Me tira daqui- pediu ela.

–Sim, vamos, vou acordar o Dean- e ele sacudiu e sacudiu Dean, mas nada dele acordar, então pegou o irmão, o colocou nas costas e o colocou no carro. Sam dirigiu de volta a casa de praia, ele e Rose não trocaram nenhuma palavra no caminho, ela chorava no banco do passageiro e olhava pela janela o céu começando a escurecer e a noite chegando...



Notas finais
Reviews?