Rose E Scorpius - Revenge

4 Era especial por ser a primeira vez


Notas iniciais
Ok, eu nem demorei, pois nao? Espero que não. Então eu gostei deste capitulo e nao era suposto ele ficar assim tão bom, mas ele ficou... pois é XD Espero que gostem, eu tou a adorar escrever esta fic e tambem tou a adorar ler os vossos comentarios :)

Lily entrou no quarto da prima, estranhando por esta ainda nao estar acordada, Rose era sempre a primeira a acordar e a tomar o café da manhã.


O dormitório de Rose estava um pouco desarrumado e as companheiras de quarto da ruiva já tinham saido. A garota aproximou-se da cama da prima reparando numa rosa branca que se encontrava junto a uma mesinha. Lily sorriu animada e começou aos pulos.


– ROSE AHHHH ROSE ACORDA!!!!! — a garota gritava animada enquanto pulava em cima da cama da prima.


– Lily, por amor de Merlin, eu tenho tanto sono, me deixa dormir!! — a ruiva resmungou tapando a cara com o travesseiro.


– Primeiro: Faltam 30 minutos para as aulas começarem, segundo: Tu recebeste uma rosa branca e terceiro: QUEM ÉS TU E O QUE FIZESTE COM A MINHA PRIMA NERD QUE É SEMPRE A PRIMEIRA A ACORDAR E TOMAR O CAFÉ DA MANHÃ? — Lily sentou-se no chão de pernas cruzadas fazendo bico indignada.


– MEU MERLIN!!! — a ruiva saltou da cama enquanto corria para o banheiro — Eu tou muito atrasada! — despiu-se e começou a tomar duche.


– Como acordaste tão tarde? O que estiveste a fazer ontem à noite? — a ruiva mais nova abriu um sorriso malicioso e começou a arrumar a cama de Rose.


– Ei, não faças esse sorrisinho, não estive a fazer nada do que estás a pensar. — Rose respondeu. Conhecendo a prima como conhecia, sabia que ela estava pensando coisas impróprias para a sua idade.


– Vou fingir que acredito — cantarolou a mais nova.


– É sério, é que eu ontem fiquei muito tempo com o Alex e ai comecei a estudar tarde e so fui dormir às 2h da manhã — explicou.


– Tás mesmo gostando desse menino, não é? — Lily acabou de arrumar a cama e se sentou enquanto esperava a amiga sair do banheiro.


– Para de fazer filmes, Lily! — Rose saiu do banheiro enrolada na toalha.


– Claro, claro — a ruiva revirou os olhos e fingiu concordar. — Ei, não vais sequer ver a flor?


– Qual flor? — perguntou confusa até que se lembrou — Ah sim, a rosa branca — ela pegou a rosa branca e sorriu — O Alex é mesmo muito querido — ela ficou levemente corada.


– E depois sou eu que estou fazendo filmes.


(...)


As aulas passaram-se lentamente, Rose estava ansiosa pela aula de Defesa contra as artes das trevas que seria com a Ravenclaw e isso significava que ia ver Alex. Tinha passado o dia todo à espera do momento que finalmente ia vê-lo e puder agradecer pela rosa. Infelizmente, antes disso ela teria aula de Herbologia com a Slytherin.

A ruiva estava nervosa, pensando o que lhe iam fazer naquele dia. Era horrível viver sempre com medo, mas que alternativa ela tinha? Enfrentá-los? Ela nunca conseguiria e acabaria por ser mais humilhada ainda.


O professor Neville Longbottom começou a aula, naquele dia iriam falar sobre Bulbos Saltadores.


– Alguém sabe me dizer as caracteristicas dos bulbos saltadores e para que servem? — o professor perguntou e rapidamente Rose levantou o braço, mas ela não foi a única, Scorpius Malfoy tambem o fez.


– Hum, senhor Malfoy? — o professor Longbottom olhou para Scorpius esperando pela sua resposta.


– É uma planta pequena, redonda e com muitas raízes que se movem demasiadamente. É conhecida como contorcionista e ataca geralmente o rosto dos bruxos, seu pus esverdeado é somente tóxico aos olhos, pois, quando o Bulbo Saltador esguicha um jato de pus nos olhos do bruxo como meio de defesa, deixa-o cego durante duas horas. — Malfoy respondeu, imitando a voz de Rose e fazendo toda a turma começar a rir.


O professor Neville Longbottom, que estava sempre distraido com as suas plantas, nem percebeu o motivo das gargalhadas.


– Muito bem, senhor Malfoy, 5 pontos para a Slytherin — Malfoy olhou convencido para Rose que baixou a cabeça triste.


(...)


Depois da aula de Herbologia que parecia nunca mais acabar, finalmente Rose ia ter a sua tão amada aula de Defesa contra as artes das trevas com Alex.


Ela chegou á sala e reparou que Alex já se encontrava lá a conversar com umas garotas da sua casa. Ela aproximou-se dele toda sorridente e depositou-lhe um beijo demorado na bochecha.


– Olá Alex — ela corou levemente ao ver o olhar indignado das outras garotas.


– Hey ruivinha — ele sorriu meio nervoso.


Rose, ainda muito empolgada, sentou-se no colo do moreno e deu-lhe um selinho demorado, o garoto parecia desconfortável com aquela situaçao, mas a Weasley nem percebeu.


– Eu queria falar contigo... — ela começou.


– Porque? — Alex perguntou distraido enquanto olhava para os seus amigos que lhe lançavam olhares confusos e indignados.


– É que eu queria agradecer-te por ... — a ruiva começou a falar, mas o garoto logo a interrompeu.


– O professor deve estar quase a chegar, podemos falar sobre isso depois? — perguntou-lhe.


– Ah sim, claro. Falamos mais tarde. — ela levantou-se do colo dele e foi sentar-se na sua mesa.


– Tu andas a pegar a Weasley? — perguntou uma garota da Ravenclaw chateada.


– Mais ou menos — respondeu meio nervoso.


– Tu és demasiado bonito para ela — declarou uma morena, também da Ravenclaw, olhando maliciosamente para ele.


– É, pois é... — ele concordou sem saber o que dizer.


(...)


As duas semanas seguintes passaram-se a correr, é o que dizem, quando fazemos o que gostamos, o tempo parece passar mais rápido. Rose e Alex estavam muito apaixonados e Evanna estava feliz pelo seu plano dar certo. No entanto, por alguma razão que ele desconhecia, Scor estava a começar a não gostar daquele namoro.


Era um sábado á noite e todos estavam no salão principal a jantar. Rose estava no salão comunal da Gryffindor a estudar, mas começou a ficar cansada e decidiu subir para o seu quarto. Não tinha fome, por isso, nem valia a pena ir jantar.


Quando chegou ao corredor dos dormitório, encontrou petálas de flores no chão que formavam uma espécie de caminho até ao seu quarto, ela foi caminhando devagarinho até á porta do seu dormitório que estava entreaberta. Abriu a porta e encontrou o seu dormitório todo enfeitado com pétalas de flores e velas.


– Alex? — a ruiva chamou com um sorriso de orelha a orelha.


– Aqui — o garoto apareceu atrás dela e sussurrou-lhe ao ouvido fazendo a ruiva rir e se arrepiar.


– O que é isto tudo? — ela perguntou um pouco nervosa, embora já soubesse a resposta. Eles já tinham falado sobre aquilo várias vezes, mas Rose sempre dizia que não estava preparada para a sua primeira vez.


– O que achas que é? — ele virou-a para si, fazendo com que os seus lábios ficassem muito próximos.


– Alex... — ela tentou começar a falar, mas ele colocou o dedo em fente á boca dela, pedindo para que ela se calasse. Ela sorriu e obedeceu.


O moreno beijou-a e Rose colocou os braços em volta do pescoço dele, enquanto este a levava até à cama, deitou-a calmamente e começou a beijar o pescoço dela.


Rose estava nervosa, o seu cérebro não parava, tantas perguntas, tanto receio e medo. Ela nunca tinha feito aquilo antes, ela não sabia como fazê-lo. E se fizesse algo mal?


Alex parou de beijá-la, abriu a blusa dela e começou a beijar os seios e a barriga dela.


Rose livrou-se da camisa dele e começou a passar as mãos pelas costas do garoto, arranhando de vez em quando.


O moreno começou a beijar a barriga dela enquanto tentava tirava calmamente suas as calças.


A ruiva corou violentamente por, pela primeira vez na vida, estar nua em frente a um garoto. No entanto, o garoto parecia ter gostado do corpo dela e isso trazia-lhe satisfação.


A ruiva mudou de posição, ficando por cima dele e beijando o seu peito levemente musculado. Alex sorriu e voltou a deitá-la na cama, livrando-se do sutiã da garota que o impedia de tocar os seios dela. Alex começou a massajar o seio direito enquanto beijava e lambia o seio esquerdo. Rose não conseguiu evitar um suspiro de prazer.


A ruiva decidiu de novo tomar o controle e tirou as calças dele deixando-o só de boxers. O corpo de Alex era como ela sempre imaginara, musculado e perfeito.


O garoto começou a depositar beijos em toda a extensão do corpo dela, desde o seu pescoço até ao seu baixo ventre e depois, com calma, tirou a última peça dela. Rose observava a cena excitada, mas também muito nervosa.


O garoto posicionou-se e tirou também a sua última peça, fazendo a ruiva morder o lábio inferior de nervosismo, mas também de desejo.


– Pronta? — ele perguntou-lhe com os olhos a brilharem de excitação.


– Sim — respondeu num sussurro e Alex a penetrou, primeiro devagar, mas depois mais rápido e com mais força. Rose sentiu uma leve dor, mas o prazer era tanto, que ela podia muito bem esquecer-se da dor.


Ela gemia baixo e levantava as costas sempre que ele voltava a estocar, cada vez com mais força. Todo o seu corpo estava consumido por aquela sensação nova, aquele prazer e dor que combinavam na perfeição.

Era a primeira vez e tinha sido perfeito, mas talvez toda a gente pensasse o mesmo quanto tinha a sua primeira vez, porque era especial por ser a primeira vez.

Notas finais
O que acharam da cena de sexo? eu não sou muito boa nessas cenas e tentei fazer o menos exagerado possivel porque era suposto ser romântico haha Espero que tenham gostado e comentem :)