Notas iniciais
Olá leitor(a)!
Gostaria de informar que esta história está em experimento e caso goste, por favor escreva um comentário.
Me ajudaria muito saber se gostaram ou não, principalmente porque não sei se continuarei escrevendo essa fic.
Obrigada e boa leitura.^^

Cada flor têm seu disface e as rosas são as mais perigosas. Elas se disfarçam com a beleza, a delicadeza e o perfume, porém a rosa é perigosa, principalmente por ter a proteção em seu próprio ''corpo'': os espinhos. Seus espinhos cravam na pele até que o sangue escorra. Quem olha, pensa que a rosa é frágil e estão enganados. As rosas são fortes e podem matar.

Eu, Rosemarie Louvain, sou uma rosa. A Rosa Branca. A rosa que representa a paz, a pureza, a inocência, o segredo e outras coisas que representam o branco. O branco significa "paz" e a "paz", para mim, é a morte. A "pureza" é quando a alma deixa o corpo e a "inocência" está depois da morte. O "segredo" é um silêncio que os mortais nunca saberão, mas a Rosa Branca é uma boa "amiga" e com ela o segredo fica.

Sou órfã e tive sorte por ter um "padrinho" que me mandou para a escola, pagou meus bens necessários, me deu um lar e até me treinou. Meu "padrinho" me treinou para ser uma assassina. Nunca o vi pessoalmente, mas ele me mandava cartas e contratava professores que me ensinavam tudo: artes marciais, culinária, administração, líguas, informática, medicina etc.

Aos quinze anos tive toda a aprendizagem que uma pessoa da faculdade poderia ter, e muito mais. Estudei várias línguas, tive diplomas de todo tipo de arte marcial e me formei na escola. Com 18 anos terminei a faculdade e agora sou uma advogada de defesa. Meus atos com a sociedade estão por vir e a Rosa Branca brotará do sangue. O sangue do pecado.

Notas finais
Gostou? Me avise que continuarei a escrever^^
(O capítulo 1 postarei mais tarde - Hoje ou amanhã>22 de janeiro)