E tudo demora passar

Minutos, horas, dias...

O tempo está rendendo muitos pensamentos

Muitas respostas com a ambição de serem achadas

E brota de dentro dos escombros.

A vergonha de deixar o terremoto abalar

O tempo fez a névoa abaixar e deixou a luz iluminar

Porém do outro lado do mar

Não se sabe se ainda quando se lembra da rosa

Outrora já a segurou

lembra-se de tua beleza

ou dos espinhos que vossa mão machucou

Sendo que ela apenas nunca se sentiu segurada

E tal beleza solitária

Sem tempo de pensar do que fazia

Apenas com medo de voltar a terra Fria

Sangue acabou por derrubar

Agora, sem raiz e sem amplexo

Ai de expectar de uma saída

Livrar-te de seus espinhos e esperar que a entenda

Ou seguir o ciclo que lhe foi fornecida

Suprir a terra e florescer de ti uma roseira.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.