Notas iniciais
Oiiie galeraaaa!!!!! :) Sou Emliy Torres e aki esta mais um cap pra vcs lerem e se divertirem com essa maravilhosa historia!! Obs: trask é a moeda comercial da capital!

– Albert, vamos levante!

– Agora não pai!

– Sua mãe já fez seu desjejum!

– Mande ela esperar só um instante, tenho que ir no banheiro primeiro.

– Não demore muito preciso de você hoje!

– Quando não precisa? — Falou baixo para que seu pai não escutasse da porta. Sabia que poderia ficar triste. Mesmo assim sentia que sua vida precisava de mais aventuras.

– Hoje, eu vou descobrir!

Sua determinação em descobrir quem era a sua avó, mantinha o menino focado nas suas tarefas domestica. Assim, Albert conseguia algumas informações valiosas sobre quem foi sua avó. O segredo era guardado com seus pais que nada relatavam sobre ao respeito. Sua curiosidade era tamanha que podia conter.

Descendo da escada da taverna. Escutou o seu pai dizer para sua mãe que já era hora de Albert saber. Não escutou o resto da frase, mas desceu feliz da vida para saber o que poderia ser esse segredo.

– Pai o que eu preciso saber?

– Filho eu não te vi! A gente tava falando sobre umas coisas muito importante! Preciso que você vá na Arlinda, compre por favor duas lebres para o almoço.

Albert sabia que não devia desacatar. “Estão me olhando como se eu fosse um monstro de novo”, pensava enquanto pegava suas coisas. Quando chegou na porta seu pai o paralisou.

– Eu te amo filho!- Com os olhos cheios de lágrimas. Sua mãe também estava chorando.

Albert não entendeu o que aquilo queria dizer. “Parecia um adeus, como se não fôssemos mais nos ver”, revirava-se em seus pensamentos. Correndo chegou onde Arlinda vendia suas mercadorias. Onde foi recebido pelo tipico humor negro de Arlinda.

– Bem-vindo barganhador. O que veio roubar de mim hoje?

– Duas lebres se possível. Rápido, preciso voltar para casa. Minha mãe esta com pressa, recebemos notícias de que virá uma comissão da realeza hoje.

– Com certeza virá meu rei!

– Rei só se for da barganha.

Sem muito tempo para barganhar pagou algumas moedas de ouro a mais pelo preço das lebres. Arlinda fico espantada com o menino, mas sabia que algo o preocupava. Sabia que aquilo não era normal. Então quando o menino saiu pela sua porta, fechou a loja e saiu apressada como se tivesse um compromisso marcado.

Albert foi pelo caminho mais longo pensando no Alfred, seu pai . Quando não passava de um garotinho correndo pelas ruas da cidade, foi com o seu pai conhecer a famosa cidade de Scaliffe. Sua maior atração eram as minas abandonadas. A mais famosa era Mitchen, as runas que brilhavam la brilhavam como ouro nas paredes da caverna.

Entretanto não estavam mais brilhando quando Albert esteve pela cidade. Cansado da viajem, dormiram numa pousada chama Bico Azul. Fedia muito, mas a música era boa.

– Foi aqui que eu e sua mãe nos conhecemos!

– Pai a mãe era bonita como é hoje?

– Para mim ela era a mais bonita. Continua sendo. Mas era como se o mundo parasse para ela passar.

– Nossa será que eu vou conhecer alguém assim um dia?

– Tenho certeza que sim. Quando conhecer você será como um escravo para ela porque estará apaixonado pela sua beleza.

No dia seguinte Albert insistiu em ver as runas apagadas. Chegando havia guardas na frente da mina. Um possuía uma roupa de diferente.

– Pai aquele é um mestre?

– Não, ainda não. A roupa dele é marrom.

– Como o senhor sabe tanto sobre os mestres?

A pergunta ficou no ar. Naquele momento Albert volto a si quando começou a chover e viu que estava atrasado para levar as lebres para sua mãe. Começo a correr de novo.

A distância viu um sinal de fumaça e entro em desespero, pois a fumaça vinha na direção de sua casa. Os animais que estavam no estábulo começaram a relinchar e fazer muito barulho. Correndo em desespero abriu a porta dos fundos da taverna. No chão encontrou sua mãe sangrando. O fogo lambia a madeira ao seu lado, porém Jasmine não conseguia se levantar.

– O que aconteceu? Mãe responde por favor! Mãe!

– Filho você precisa ir ate ao porão…. Encontrará as resposta que tanto deseja...- Jasmine cuspiu sangue enquanto tossia-…eu te…. Amo…

– Mãe….. nãooooooooo… mãe fica comigo!!!

O corpo de sua perdeu vida. Como um súbito de consciência Albert agarrou em sua mãe. Porém um pedaço do teto caiu e fecho a saída de onde tinha vindo. Albert não largava sua mãe. Uma voz parecida com seu pai veio da taberna.

Seus olhos procuram o seu pai. Mas não o achou. Entro na taberna e mesmo assim não o achou. Subiu para os quartos e nada. Então o mundo pareceu girar mais devagar. No meio das escadas Albert enxergou um homem de capuz. Vestia uma roupa preta e parecia que o fogo não queimava aquele homem. “Magia, isso e magia?”. Enfeitiçado pelo homem, desceu o restantes da escada.

– Quem e você? E por que matou meus pais?

– São traidores! E merecem morrer! Que falta de educação a minha, não me apresentar primeiro. Eu sou o novo criador deste mundo…Me chamo Ronchest. Preciso da sua ajuda. Onde fica o porão?

– Nunca irei dizer a você!! Não há nada la que seja importante. Eu já fui várias vezes e nunca vi nada.

– Bem… me parece que você não quer me ajudar e já que você não sabe os segredos de seus pais… vou te matar… pobre alma desiludida. Ainda acha que não existe magia?

Enquanto conversavam Albert estava andando lentamente e, tinha chegado onde queria. Viu a caixa no móvel ao seu lado e pegou. Sem pensar abriu e toda o fogo se extinguiu. Albert pensou “por isso que meu não queria que eu mexesse nessa caixa, mas por que ele tinha algo como isso em casa?”

– Eu acredito sim! Meu pai me contou um poco sobre magia. Agora vou usar essas caixas mágicas para te matar.

– Hahahaha!! Acha que vai me vencer com isso?

Uma rajada de vento interveio sobre os dois. Abrindo a porta da taberna um terceiro lançou mega esferas de luz contra o mago negro. Ronchest tirou de sua roupa um pergaminho e com um pouco do próprio sangue ele sumiu.

– Corra garoto! Não vai conseguir barganhar pela sua vida aqui! Ande corra!

Sem se virar Albert correu. Tropeçou. Levanto e continuo correndo. Ofegante olhou para trás e viu Arlinda. Estava com uma roupa branca e um cajado da sua altura na mão esquerda. “Nossa ela é muito bonita”.

– Vamos tenho que contar muitas coisas no caminho.

– Para onde vamos?

– Capital.

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– Albert essa historia é muito emocionante. Isso aconteceu mesmo? – Endrif é um garoto inocente não conseguia acreditar nas historias. Era apenas o filho do taberneiro qualquer.

– Essa historia já ouvimos várias vezes, Mestre Albert. Não tem uma nova?

– Não essa é a única que possuo. Meu trinamento aqui na capital terminou faz dois Harrens… vou ter que esperar mais alguns dias ate começar as aventuras.

– Boa sorte então!

– Te pago na semana que vem, meu amigo taberneiro!

– Está me dizendo isso há dois Harrens.

– Eu sei…. mas eu juro que te pago... quando eu tiver minha primeira missão vou ter Trask o bastante para pagar uma rodada para cada um de vocês!

Com um olhar triste Albert sai da taberna Floresta Negra e caminha em direção a Torre de Alquimia. “Eu vou encontrar Ronchest e matá-lo eu prometo a você…pai, onde quer que esteja”.

Notas finais
Obg por lerem e acompanharem a historiaa!!! Pfff comentem para eu e meu irmão sabermos se vcs estão gostando ou odiando ou qlqr outra coisa!!!! Espero vcs no proximo cap!! Bjss
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.