Quando eu vi a cara de decepção do Paul, eu me senti muito mas muito mal mesmo! as lágrimas caiam dos olhos deles e ele segurava a sua mochila com força.

- R-Robert...Por que? — Paul gaguejou e saiu correndo,chorando..cara...o que está acontecendo? (Eu sou uma anta parte 2...)

- P-Paul! Espera! M-me desculpa...ah... eu falhei... — Disse abaixando a cabeça e chorando um pouco... — E A CULPA É SUA!

- Por que? Porque eu me expressei? Você acha que tem quanto tempo que eu estou guardando isso? já faz MUITO TEMPO! — David chorou um pouco e emxugou as lágrimas — D-desde aquele dia...na quinta série...quatro caras ficaram me batendo...e você...me protegeu...ai eu me apeguei a você...e quando eu notei...eu estava apaixonado...mas eu achei que você ia me estranhar então guardei segredo...mas...eu te amo...e mesmo que você não aceite...eu sempre irei te amar...

Nossa, mais uma história que me comove e eu não sei o que fazer... eu não posso namorar ele por pena e eu estou apaixonado pelo Paul... então a única coisa que eu podia fazer era recusar... sendo que estava com muita dó dele...

- D-David...eu compreendo sua dor mas...meu coração já pertence ao Paul... eu sinto muito... mas podemos ser amigos...

E depois disso, eu achando que ele ia chorar e aceitar isso, não... ele riu!

- Não...eu me recuso... vou conquistar você de qualquer forma, para você esquecer aquele loirinho... — David saiu andando, mas antes, me deu um beijo na bochecha. — Até amanhã...

Não... o David não é assim... ou ele sempre foi mas eu nunca via? Ah... eu estava com muita dor de cabeça para pensar sobre isso e eu estou muito triste pelo Paul... ele deve estar se sentindo um lixo agora...e a culpa é toda minha!

Eu tive que fazer alguma coisa, pensei em vários planos mas nenhum prestava, bom, eu achava que nenhum prestava, não tive certeza e já tinha dado 00:00, eu precisava dormir.

Quando eu acordei, eu me arrumei e fui para o colégio. Não sentia mais aquela sensação boa de que eu ia ver o Paul… pois eu achava que ele não ia mais confiar em mim e nem ia querer mais falar comigo.

Enquanto uns estavam no pátio assistindo o “ensaio do de lideres de torcida” que tinha a Tiffany e aquelas 3 garotas que provocam a Amy, mas eu não me interesso, putas de sainha curta pulando para lá e para cá, qual é a graça disso?

Quando eu fui no corredor, eu vi o Paul pegando os livros no armário, a aparência dele estava horrível, ele estava pálido, com cabelo ressecado, e estava muito magro…como se ele mudasse bastante…

— P-Paul! – Gritei correndo até ele. – P-Paul... eu preciso falar com você.

— Falar mais o que? Você não precisa dizer mais nada, eu já entendi que você prefere a ele do que a mim.

— N- não! Isso não é verdade! Ele que me forçou! Sério! – Implorei, mas ele insistia que eu tinha traído ele! Argh! Mas ele tem toda a razão do mundo para me odiar agora... MAS EU NÃO QUERO QUE ISSO ACONTEÇA!

— Paul! ENTENDA! EU GOSTO DE VOCÊ! EU NÃO TRAÍ VOCÊ! ELE QUE POR IMPULSO ME BEIJOU! E BEM NA HORA VOCÊ CHEGOU! ENTENDA ISSO DE UMA VEZ! Por favor... – Eu já comecei a chorar... eu não gosto de vê-lo assim...eu o amo demais para vê-lo assim...

- Sério? — Perguntou ele com um sorriso — Prove.

- E...eu vou te provar...eu juro!

O tempo foi passando... já tinha passado 3 meses... e o Paul falava menos comigo... e eu ainda não tinha nenhuma idéia... eu estava o perdendo! E eu estava sem ideias! (Eu sou uma anta... parte 3) E eu não sabia o que fazer além de...além de...

- Dar flores para ele... é isso! – Pensei enquanto eu estava de noite, no meu quarto escrevendo planos no meu caderno. Eu, rapidamente fui comprar flores... mas eu não sei qual flor combina com ele... até que eu pensei... em rosas...são vermelhas...a cor favorita dele, são cheirosas...como o seu cheiro... e quando eu vi aquele buquê de rosas... eu lembrei do sorriso dele... o que me deixou de bom humor.

- Para sua namorada? – Perguntou a pessoa que estava vendendo as flores.

- Um...quase isso... – E eu acabei comprando as flores, com um cartão com um pedido de desculpas.

Quando eu cheguei na casa do Paul, eu buzinei, mas ele não atendia... por querer é claro

Paul! Abre a porta! É sério! Tenho uma surpresa para você! – Isso fez o Paul ficar curioso e abrir a porta.

O que fo- Quando ele viu as flores, ele corou, e corou MUITO! Chegando a sorrir... eu estava com saudades daquele sorriso.

- São... para mim? – Ele perguntou, carregando o buquê.

- Sim, eu queria me desculpar... e quero te perguntar uma coisa...

- O que? – Disse Paul curioso e deixando as flores dentro de um vaso.

- N-nós...podemos voltar?

Notas finais
Enfim, esse capítulo foi curto porque eu preciso dormir logo -qq até o/