Romances Proibidos
22 A irmã mais nova
Notas iniciais
P.O.V. Renesmee.
Eu tive outra filha a Jean. Ela é mais poderosa do que a irmã Sarah, ela é portadora de uma entidade cósmica chamada Fênix.
A Jean é despojada, desbocada e rebelde sem causa. Mas, ela é estudiosa e só tira nota alta.
Usar cem por cento da capacidade cerebral e ser telepata ajuda muito.
P.O.V. Alec.
Aro nos mandou verificar a situação da família Cullen. Já que o clã deles aumentou muito. Á propósito os Mestres foram trazidos de volta por uma bruxa.
Nós vimos a garota saindo da casa e ela nos viu.
—Ok. O que diabos vocês querem aqui?
—Quem é você?
—Meu nome é Jean Mikaelson.
—Mikaelson? Alguma relação com a primeira família?
—Você quer dizer os Originais? O Elijah é meu pai biológico e Renesmee é minha mãe. Respondido?
Ela saiu andando como se ele nem ligasse.
—Jane.
—Dor.
Ela lançou uma rajada de energia em Jane que a fez voar longe.
—Faz isso de novo e eu te mato.
Jane ficou inconsciente tamanha foi a força do ataque.
Ela saiu cantando, dançando e rebolando.
—O que aconteceu?
—Parece que os Cullens tem uma joia preciosa que o Mestre Aro vai querer muito.
Nós voltamos para casa e quando chegamos os olhos do Mestre Aro brilharam quando ele viu em meus pensamentos a força de Jean.
—Magnífico. Repelir Jane e atacá-la, deixando-a inconsciente é um feito inédito! Essa energia laranja é uma coisa que eu nunca vi antes.
—E o que será feito Aro?
—Vamos convidá-la para vir até o Castelo para que possamos testar suas habilidades.
—E o que acontece se ela se recusar?
—Obrigamos.
—Devo lembrá-lo irmão que eles tem dons suficientes para nos destruir e agora tem a primeira família ao seu lado. Nas veias dessa menina corre o sangue dos Mikaelson.
—Eu sei. E é o que a torna tão poderosa eu imagino.
—E confiante. Ela não tem papas na língua Mestre.
—É melhor que observemos primeiro Aro. Mandamos os meninos observarem e se ela for tão poderosa quanto parece ser a convocamos.
—Sim mestre.
Um mês de observação foi o suficiente para que ela fosse convocada.
Ela nos enfrentou a todos nós separadamente e nos derrotou, nos enfrentou como uma equipe e venceu.
—É só isso? Da próxima vez mande melhores.
P.O.V. Aro.
Ela massacrou a minha Alta Guarda. Os melhores entre os melhores, ela os venceu a todos.
A garota era desbocada, despojada, uma exímia lutadora e tinha dons extraordinários.
—Com a minha telecinése de Fênix eu posso parar, mover, lançar e desintegrar objetos.
—O que é fênix?
—Eu sou o Avatar master da fênix negra uma entidade cósmica que é basicamente uma Deusa, eu posso ler mentes á quilômetros de distância com a minha telepatia. Eu e ela somos a mesma pessoa em um certo nível, não tem como separar a gente. Comigo a fênix experimentou sentimentos humanos como o amor e eu ganhei a confiança dela por isso somos mais do que mil, somos um. Eu e ela.
—Uma Deusa?
—Você quer ver?
—Sim. Eu gostaria.
—Você não pode me derrotar. Não pode me escravizar como faz com eles, eu não sou tapete pra você ficar me pisando. Você quer me controlar?
—Não.
—Mentiroso! Eu sou telepata! Leio a sua mente.
Ela se sentiu ofendida e me atacou. Ela tinha a força de mil vampiros e se quer estava usando o corpo. A telecinesia dela era extremamente poderosa
—Mestre!
—Depois de ter me espionado, me convocado e me ofendido você não tem nada pra dizer pra mim?! Não vai pedir desculpas?!
—Me desculpe.
—O que? Eu não ouvi.
—Me desculpe!
—Ah! Era só o que eu queria. Não achou mesmo que eu iria ser seu fantoche achou? Não. Eu sou inteligente demais pra me deixar controlar por você ou qualquer outro.
—Então deve ser destruída.
—Tenta Caius. Quero ver se você tem coragem de me enfrentar! Me enfrenta!
Meu irmão voou encima dela e ela o parou com um simples movimento de sua mão e com outro ela quebrou o pescoço dele.
—Babaca. Se me dão licença eu vou arrumar alguma coisa pra comer.
Ela saiu como se nada tivesse acontecido. Ela detonou a sala do trono, matou Caius temporariamente e simplesmente saiu.
Conforme ela passava raspava as pontas dos dedos nas paredes ateando fogo nos corredores, nos quadros, em tudo. O fogo se alastrou com rapidez impressionante queimando em milésimos de segundo seis corredores inteiros. Os sprinkles foram ativados, mas o fogo não apagava.
—Impressionante. Inacreditável. Eu nunca testemunhei tamanho poder.
O fogo parou de queimar sozinho depois de ter destruído mais da metade do Castelo. A única Ala que sobrou era a que ela estava hospedada e a cozinha. De resto, tudo foi reduzido á cinzas.
Começamos a reconstrução do Castelo logo no dia seguinte os quadros foram substituídos por fotografias que foram penduradas novamente nas paredes.
—Melhorou muito. Aqueles já estavam velhos demais, precisavam ser substituídos. Já tava na hora de modernizar.
—Você fez de propósito.
—Eu fiz porque queria ter o prazer de destruir o seu Castelo. Porque eu te odeio tanto quanto você me odeia.
—Eu não odeio você.
—Mentira. Eu sinto sua ira.
—Sente?
—Sim. Eu sinto, mas não adianta ficar com raivinha, você sabe que não é paio para mim. Sabe que eu sou o ser mais poderoso que já pisou nesse Castelo, que já existiu. E sabe também que não me curvarei aos desígnios de um tirano narcisista como você.
—Tirano narcisista. Você não gosta mesmo de mim não é?
—Nem um pouco. Tudo o que você consegue pensar é poder, poder, poder. Não se importa com os membros da sua guarda. Eles são fantoches, você só puxa as cordinhas.
—Alec e Jane descordam.
—Alec e Jane. Eu me dirijo apenas a vocês, não aos sábios mestres. Eu não tenho nada a dizer a eles, falo apenas com vocês. Vocês são mais poderosos do que podem imaginar e os seus mestres temem que vocês descubram. Se deixarem a lealdade cega de lado por um minuto, um instante saberão que eles só querem explorar vocês, eles impedem que vocês compreendam, que vocês evoluam enquanto pessoas. Eles só usam vocês pra ganhar poder. Pensem á respeito. É tudo por causa de poder. Eles não ligam pra vocês.
—Está errada.
—Estou? Vocês se sacrificariam por eles, mas eles nunca derramariam uma gota se quer do próprio sangue por vocês. Só estou dizendo.
Ela deu de ombros e deixou a coisa no ar para que Alec e Jane... pensassem.

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