Robin: Tim Drake - 1ª Temporada

10 Episódio 10 - Os Últimos Dias de Robin


Notas iniciais
Robin e Asa Noturna tentarão convencer o Prefeito Steven Collins, de aceitar o Robin como um herói, e não de um assassino; Coringa ataca a Prefeitura de Gotham City e Robin fará o seu melhor para ser aceito em toda Gotham como um herói que fez sua história; Tim Drake planeja equipar o uniforme do Robin, e estas mudanças acabam deixando o traje completamente diferente do original, virando assim um novo herói.

CAPÍTULO 10

O ÚLTIMO CAPÍTULO DE ROBIN: TIM DRAKE

Assim eu e Asa Noturna, fomos á prefeitura para falar com o Prefeito Steven Collins, sobre o que eu fiz de tão prejudicial assim.

Pulamos de teto em teto, até a Prefeitura. Quando eu e Asa Noturna pisamos no chão, vieram aproximadamente, uns doze homens em nossa direção com as armas apontadas em nossas cabeças.

– Por favor, eu Asa Noturna, peço que vocês, os seguranças do Prefeito Steven abaixem estas armas, pois eu não quero arranjar confusão com ninguém, fui claro?

– Igual que isto vai adiantar alguma coisa Asa Noturna, o Prefeito é ignorante demais. Eu disse á ele.

De repente o Prefeito, começou a aplaudir, e posteriormente disse para mim e ao Dick:

– Parabéns Asa Noturna! Você está ajudando uma pessoa que se diz herói, sabendo que ele destruiu a Bridge Will e matou um inocente, ou seja, você está ajudando o Robin!

– Primeiro Prefeito, que eu não explodi a ponte, e sim o Bane, ele que fez um ataque terrorista. E outra coisa, aquele bandido que estava tentando tirar milhões de dólares de Gotham City, no Banco de Gotham, não é um inocente, pois ele havia matado cinco pessoas senhor Prefeito, cinco pessoas!

– Se acalme Robin. Disse o Dick tentando me acalmar.

– Mas Robin, não foi você que pagou o Bane e a Mulher-Gato, para não revelarem a sua identidade? No caso, foram dois milhões de dólares para cada um em dinheiro, não foi isto? E como você conseguiu isto, roubou do Banco de Gotham?

– Como você pode Robin? Perguntou o Dick olhando para mim com uma cara de nojo.

– Eles queriam matar o Comissário Gordon!

– Mas isto era por que você se preocupava mais, do que com a vida do Gordon, Robin. Sinto muito lhe falar isto Robin, mas você é um babaca. Disse o Prefeito. – Vou aproveitar que o Robin está aqui, e prendam-lhe, seguranças!

– Espere! Prefeito, por favor, aceite todos os atos heroicos do Robin, tudo o que ele fez por esta cidade, por favor.

– Prefeito, eu paguei sim o Bane e a Mulher-Gato para não revelarem a minha identidade, mas eu paguei á eles também, por causa da vida do Comissário Gordon. Eu disse ao Prefeito.

– Parabéns, ótima enganação!

Mas não adiantou, nem a verdade o Prefeito sabia, ou ele não queria saber mesmo. De repente o telefone do Asa Noturna toca.

– Alô?

Prefeitura do Município de Gotham City, eu sei que você e o Robin estão aí resolvendo coisas para não sujar o nome da BatFamília. Vocês tem três minutos para poderem sair dai, ou senão...

Quem é que está falando?

Eu sei que é você Asa Noturna, e quem está falando, é aquele que vai matar todos dentro desta Prefeitura, principalmente o Prefeito Steven Collins.

– O que é Asa Noturna? Eu perguntei a ele.

– Saiam todos daqui, o mais rápido possível, só temos três minutos, vamos!

Assim, eu, o Asa Noturna, o Prefeito e os seguranças, fomos correndo para fora da Prefeitura. Mas um dos seguranças não conseguiu sair dali e a Prefeitura explodiu, e ele morreu ali dentro.

– Quem fez isso Asa Noturna?

– Não sei muito bem Robin, mas a voz é parecida com a do Coringa.

– HAHAHAHAHAHAAHHAHAHAHAHAHHAHAHA, acertou Menino Azul! Disse o Coringa em cima de um prédio pequeno.

– É Asa Noturna! Falou o Dick, com raiva.

AHHHHH! Gritavam e corriam aquelas pessoas que faziam parte da ‘minha’ manifestação, digamos assim.

– O Asa Noturna, pode deixar comigo, eu tomo conta do Prefeito e tiro estas pessoas daqui, então vá combater o Coringa o mais rápido possível.

– Tudo bem, Robin, mas não se esqueça, a responsabilidade está com você.

– Eu sei Asa, pode deixar! Eu disse à ele, enquanto eu corria em direção ao Prefeito.

– Vamos senhor Prefeito.

– Eu não quero que você me salve menino prodígio, eu quero a ajuda do Asa Noturna.

– Mas o senhor poderá morrer!

– Prefiro morrer ao invés de ser salvo por você.

– Senhor, é melhor não tentar. Disse um segurança, pelo menos este servia para falar a verdade.

– Cale a boca, Thompsom!

– Ele está certo Prefeito, então vamos!

– Que desgraça! Disse o Prefeito entrando em uma van onde estavam dez seguranças ao seu redor, e eu atrás com eles, pois um outro segurança foi dirigindo.

Dentro daquela van, eu assisti alguns momentos da luta de Asa Noturna contra o Coringa, o meu medo era do Asa Noturna fracassar, e eu queria ajudá-lo, mas eu não pude, estava tomando conta do Prefeito.

De repente a van virou, e o Prefeito desmaiou, eu apaguei por um tempo, mas não muito.

– Prefeito. Eu dizia á ele, enquanto eu o mexia.

– Robin... Você... Tem... Que... Falar com o povo de Gotham sobre a minha morte.

– Não, você não vai morrer, eu não vou deixar, pois eu tenho que te salvar, este é meu dever.

– Vá, e salve a... Nossa... Cidade. Depois disto parecia que o Prefeito deu o seu último suspiro.

– Primeiro eu tenho que te salvar. Assim eu peguei o Prefeito nos meus braços e corri para deixa-lo no hospital mais próximo dali, que era bem perto mesmo.

Um médico me atendeu e mandei internar o Prefeito o mais rápido possível, depois, eu fui em direção ao Centro de Gotham, onde Asa Noturna e Coringa estavam brigando.

Escondido, eu mandei um Robin-Lançador no Coringa, aqueles de choque que deixam as pessoas completamente paradas e deixando marcas, e foi isto que aconteceu.

Depois o Asa Noturna prendeu o Coringa com uma algema, e esperemos o Comissário Gordon e a Polícia de Gotham City chegarem.

– Muito obrigado Asa Noturna, você combateu o Coringa mais uma vez.

– Comissário, olha obrigado, mas... Não foi eu que fiz isto, foi o Robin, ele merece o agradecimento, pois eu só algemei o Coringa, já o Robin, foi mais prático, digamos assim.

– É Asa Noturna, mas cadê ele?

– Ué? Ele estava aqui até pouco tempo.

Eu fui ao hospital naquela hora, por isso que eu desapareci. Eu fui ver como estava o Prefeito, até que a médica me disse:

– Ele estava bem, não foi nada a não ser um impacto.

– Isto terá algum dano para vida dele?

– Não, Robin, não vai não, ele poderá sentir muita dor de cabeça nos primeiros dias, mas o restante não o prejudicará.

– E os seguranças dele?

– Olha, eles estão em outra área do hospital, então eu não sei.

– Então tá, muito obrigado doutora.

Assim eu saí do hospital e cheguei em casa fui tomar meu banho, e assisti a TV, falando sobre o Robin, até que enfim uma coisa boa sobre ele.

Depois eu comecei a pegar a roupa do Robin e fui modificando: colocando uma máscara maior, equipando mais o cinto, costurei a capa, e acabou ficando maior, e criei um novo símbolo, um símbolo que diferenciava muito aquele herói do Robin, e pensei em um nome, e cheguei a conclusão de que herói eu seria, eu seria o Robin Vermelho, um herói maior que qualquer todos os outros, eu era além de um novo herói, um novo sobrenome, uma outra coisa, um outro vigilante das trevas.

O ROBIN CONTINUARÁ, MAS COMO UM OUTRO HERÓI...

Notas finais
O fim desta saga.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!