Road Trip

7 Capítulo 7


Notas iniciais
Meu povo... Fiquei empolgada aqui e escrevi um monte, então vou postar mais um capítulo e espero que vocês gostem.

POV Oliver

Eu realmente tinha que me controlar, Felicity assim tão perto de mim era uma tentação a todos os meus sentidos.

Eu dirigia com a mão dela grudada a minha. Nunca tinha sentido nada comparado ao sentimento que eu tinha pela mulher ao meu lado. Eu a desejava, como nunca desejei outra na minha vida.

Quando eu a puxei para o meu colo, eu pensei: ‘Pronto, agora eu não aguento mais!’

Mas conseguir me conter, Felicity merecia todo romantismo de nossa primeira vez. Eu sorrio com a possibilidade, nunca tinha me importado tanto assim, normalmente era só coisas passageiras, mas não com ela, eu queria tudo, eu via um futuro para nós.

Você ama essa mulher!

Esquisito como minha consciência de repente assumiu a voz de John.

Tá ai, ele provavelmente vai dizer bem alto ‘EU TE AVISEI!’ E eu riu com vontade.

–Minha vez.

Felicity me pega de surpresa.

–O que?

–Minha vez de saber o motivo do seu riso.

–Eu apenas estava pensado na cara de satisfação do John quando nos ver juntos. Ele me dizia que eu estava apaixonado por você bem antes de eu querer assumir isso.

–Barry. –Ela diz virando a cabeça de lado.

–O que tem ele? –Digo com um toque de ciúmes na voz.

–Ele me disse o mesmo. –Ela ri. – Nós dois estávamos apaixonados por alguém que parecia muito distante.

–Sei. –Digo a contragosto.

–Você não vai ficar com ciúmes de Barry Allen, vai?

–E por que não ficaria. Você já demonstrou ter uma queda por ele no passado. Eu não acredito que deixei você dançar com ele na festa de natal em minha casa.

–Oliver ele é um grande amigo. E ele tem outra pessoa no coração, então não se preocupe com Barry. –Ela para e fica quieta, como se planejando.

–O que foi?

–Não sei, mas acho que estou muito vulnerável a romances.

–Espero que tenha um fundamento, por que eu estou perdido aqui.

–Eu sei de quem Allen realmente gosta, e acho que ela talvez também goste dele.

–Você está querendo dar uma de cupido? –Eu não posso evitar ri.

–Estava mais pensado na sua sanidade mental, por que se Barry estiver namorando, você pode evitar crises de ciúmes desnecessária. –Ela ri, e eu não tenho como descordar.

–Me fala o plano que eu estou dentro!

–Sem falar que eu preciso de alguma coisa na cabeça no momento, ficar sem nada para fazer ao seu lado, não é muito saldável para mim. –Ela diz daquele jeito que só a Felicity sabe dizer. –Ai meu Deus, eu preciso de um filtro ente minha cabeça e minha boca.

–Não precisa não. –Digo rindo.

Chegamos em um hotel, e Felicity vai fazer o Chequem.

Quando volta eu a vejo meio sem jeito.

–O que foi?

–Só quartos com uma cama. –Seu rosto está vermelho.

–Felicity, nada precisa acontecer, se você não quiser. –Eu não sei, mas vi por um momento decepção em seu olhar.

–Nosso quarto é o quinze. –E diferente dos outros hotéis, esse é um pouco mais elegante, nada chamativo, afinal precisávamos ser discretos.

Subimos para o nosso quarto e Felicity logo se pôs a fazer varreduras no perímetro indicado pelo informante em Los Angeles. Câmeras de vigilância, ao redor do prédio na periferia da cidade, registros de entregas pelos meios legais, dono do prédio, locatário, e por mais que ela procurasse tudo parecia incrivelmente em ordem.

–Oliver eu vou precisar chegar mais perto, para tentar hackear o sistema interno.

–Quão mais próxima?

–Eu tenho aqui um equipamento que estou desenvolvendo, ele é como um embaralhador de sinal que são usados nas penitenciaria, mas em vez de embaralhar o sinal ele o transfere para uma outra base sem que o sistema de comando tenha ciência dos fatos.

–Nossa! –Eu digo orgulhoso. –Você tem trabalhado nisso desde quando?

–Desde que eu tive que enfrentar um posso de elevador sem elevador. – E é claro que ela diz isso referindo-se a invasão das Industrias Merlin.

–Circunstancia platônicas?

–Sim, apena platônicas. –Ela ri da minha piada. –Mas é um sistema novo, e eu preciso instalar em um computador eu mesma.

–Nem pensar! –Isso estava definido.

–Sim, não só pode pensar como eu vou fazê-lo. Oliver eu não preciso passar da recepção, eu só preciso de um computador que esteja dentro do sistema, e depois o resto eu faço remotamente.

–Felicty isso é perigos.

–Eu sei, mas só vamos conseguir fazer isso amanha de qualquer jeito, então temos todo o resto do dia para planejar essa ação. -Ela começa a cogitar hipóteses, tê-la tão perto do perigo novamente me deixa muito estressado, e ela percebe. – Oliver vamos fazer isso de um jeito que eu não corra perigo.

Eu a puxo para os meus braços e ela está sentada em meu colo de novo, coloco meu rosto na curva de seu pescoço e sinto o seu perfume, sua respiração arfante, o calor de sua pele, e essa combinação me acalma, me tira do estresse, porém agita outras partes do meu corpo. Beijo seu ombro e a curvatura de seu pescoço.

–Me prometa que você não fara nenhuma besteira? – Peço, quase imploro.

–Oliver, você não estará tão longe de mim de qualquer jeito, estará no máximo na esquina no carro, e eu só preciso colocar o aparelho perto de um computador, nem mesmo ele precisa estar conectado. Não vou pular um telhado, ou enfrentar alguém armado. — Felicity coloca as mãos em volta do meu pescoço e me fita com os seus lindos olhos azuis. –Eu sei que precisamos criar um plano, mas agora, eu estou sem cabeça para qualquer outra coisa.

–Outra coisa?

Ela balança a cabeça em afirmação. E ela a dar o primeiro passo, me beijando apaixonadamente. Felicity passeia suas mãos em meus braços, e minhas mãos estão em seu pescoço, eu consigo sentir quão arrepiada ela estava, e isso me atinge de uma maneira mais forte que eu achei que fosse possível. A viro e faço com que suas pernas estejam montadas em meus quadris.

–Felicity? –A chamo entre nossos beijos. –Eu quero que seja perfeito. –Digo confidencializando meu desejo.

–Não tem como ser diferente. – Felicity levanta a minha regata.

Meu Deus, ela é uma deusa. Tão tímida e pequena, mas agora ela é a mulher mais provocante e sensual que eu já vi.

POV Felicity

Eu estava me sentindo uma outra pessoa, eu nunca tinha tido essa atitude na vida, ele me deixava tão tímidas as vezes e constrangida, mas agora, sentindo o seu desejo por mim eu me sinto tão segura e poderosa.

Como eu o quero para mim. Tiro sua camiseta, e acaricio a sua pele, seu abdome tão bem definido e tão marcado pelas cicatrizes, Oliver é a imagem da perfeição masculina, mas mesmo que fosse diferente eu ainda sentiria o que sinto por ele, ele é muito mais bonito por dentro do que por fora.

Oliver tira a minha blusa, meu corpo está colado no seu, minha barriga encostada na sua, nossas respirações sobressaltadas, na antecipação, no desejo. Oliver desamara meus cabelos que cai em ondas pelas minhas costas, seus dedos fazem o contorno do meu sutiã pelos meus seios, sua boca desce beijos pela frente do meu pescoço, seguindo assim beijos nos meus seios ainda encobertos.

–Você é tudo aquilo que eu nem sabia que precisava. – Oliver diz entre os seus beijos que me fazem arfa de necessidade por ele.

Me deita na cama e ele vem sobre mim, eu posso ver o volume em sua calça, ele me queria tanto quanto eu a ele.

Suas mãos vão até o cós do meu shorts e o retira, suas mãos fortes me acariciando por todo o percurso.

Ele me olha com olhar de fascínio, e eu fico corada, eu precisava dele, então reivindico a sua boca para mim em um beijo que espero que ele perceba o quando eu o amo.

Minhas mãos vão até o cós da sua calça e procuram o botão e o zíper, com dificuldade eu abaixo o início da peça.

Oliver se levanta e retira os sapatos, as meias e a calça, ele está apenas com uma cueca boxe branca, com o elástico em preto. Era a imagem da perfeição, nem Michelangelo poderia ter pintado algo mais bonito.

Com habilidade ele retira meu sutiã, e seus lábios roçam meus mamilos duros, minhas costas se estende como se sua boca fosse um imã que me puxasse. Oliver começa a beija-los, suga-los, lambe-los, e desce beijo pela minha barriga, até chegar ao início da minha calcinha. Ele para ali e apoia seu queixo em minha barriga e me olha. Eu estou presa em seu olhar, tão profundo, tão quente, tão apaixonado.

–Como eu posso sentir tudo isso que eu sinto por você? Felicity, isso me assusta. –Oliver revela em um sussurro.

Eu pisco tentando não chorar com a felicidade que eu sinto.

Eu o amava, e sentir o amor de Oliver era a coisa mais maravilhosa que eu já tinha sentido.

–Somos dois, o que eu sinto por você vai além do meu racional Oliver.

Ele sorri com o que eu digo, e volta sua boca para minha.

Oliver retira minha calcinha, sua cueca, veste o preservativo.

–Você tem certeza?

Em resposta eu o puxo pelo pescoço, e antes que ele me penetre pela primeira vez, eu selo nossos lábios.

Notas finais
E ai meu povo? A primeira noite dos dois. Tentei fazer de um jeito bem romântico, eu espero que vocês tenham gostado. BJs