Road Trip
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Eu estava andando de um lado para o outro desde que tudo tinha terminado, eu sei que todos estavam bem mas só ficaria tranquila quando visse os três entrando pela porta.
Logo depois de tudo ter terminado, encaminhei para Laurel todos os arquivos referentes a Patrick Asten, o que eu tinha descoberto em Pheonix e o vídeo dele entrando no prédio, o plano de vou do helicóptero, em outras palavras tudo mesmo. Ela iria adorar prender esse idiota.
E depois de um tempo que pareceu infinitos ouço a porta se abrindo e os três entram.
Eu corro e abraço primeiro Diggle e Roy, e Oliver eu o abraço e o beijo, demonstrando todo o alivio por ele está salvo.
–Acho que vou trazer Layla para o porão, assim quem sabe tenho uma recepção dessa. –Ouço Diggle com Roy tirar sarro de mim.
–Ai. – Vejo que Oliver está com o braço sangrando.
–E agora que eu me despeço de vocês. –Roy sai seguido de John.
–Você tinha que ser atingido? – O ajudo a tirar a parte de cima do seu uniforme.
–Não foi como se eu tivesse planejado. –Ele diz com o meio sorriso.
–Não vem com essa de jogar o seu charme para cima de mim.
–Você quer que eu jogue o meu charme para cima de outra? –Oliver ri.
Eu dou um tapa em seu braço, eu até tinha esquecido que estava machucado.
–FELICITY! Aucth!
–Ai meu Deus! – Pego o seu rosto entre minhas mãos, e o beijo a face entre palavras. –Desculpe, desculpe, desculpe, desculpe!
–Prefiro assim.
O solto e vou a busca do quite de primeiros socorros, limpo o local do ferimento, realmente foi só de raspão, nem deixara cicatriz, mas isso não me impede de me preocupar com ele.
–Vamos para casa? –Eu o chamo.
Oliver me olha assustado.
–Você falou sério quando me chamou para morar com você?
–Eu cuido do que é meu Oliver, e espero que você faça o mesmo. –Sorrio para ele.
Oliver pega algumas roupas e coloca em uma mochila, fazemos o caminho para casa em silencio, não sabíamos como seria de agora em diante, e isso assustava aos dois, mas nada nos assustava mais do que a possibilidade de estamos separados.
Entro em casa e ele me segue cauteloso.
–Você já sabe aonde é a cozinha. –Relembrar o último sábado, faz parecer outra vida. – Lá encima tem três quartos, o meu, um de hospedes e o outro é a minha biblioteca. –Vem vou te mostrar. –Puxo pelas as escadas a cima.
–Sua casa é linda.
–Eu sei que não é nada comparada com a sua antiga casa. –Digo sem jeito, afinal o que eu tinha para oferecer aqui para quem tem tudo? –Mas é sua se quiser.
Oliver se vira para mim, e me beija.
–Isso é tudo que eu preciso, Felicity, você é o que eu preciso. Eu não sei e não quero viver sem você, e se você me aceitar aqui esse vai ser o meu lar, por que você é o meu lar.
Eu fico muda com a intercidades dos nossos sentimentos.
–Acho que você precisa tomar um banho e descansar, eu vou pegar uma toalha use o banheiro do nosso quarto. –Eu indico o caminho para ele.
Vou até o armário e procuro uma toalha, ouço o chuveiro sendo ligado, e eu penso por que não? Tiro minhas roupas e me esgueiro para dentro do banheiro, ele está glorioso, nu, olhos fechados enquanto a cascata de água desce pelo seu rosto. Entro no boxe sem fazer barulho, envolvo meus braços em torno de sua cintura, meu peito nu encosta em suas costas. Ouço arfar, enquanto deposito beijos nos seus ombros.
Oliver me vira e me faz ficar de baixo da ducha de água morna. Sua boca reclama a minha em posse, com desejo, paixão e amor. Ele me sobe pela parede e minhas pernas o prendem pelo quadril, seus beijos vão do meu pescoço até os meus seios. Eu sinto o seu desejo por mim entre suas pernas, estava duro e ele me queria tanto quanto eu a ele. Oliver me penetra enquanto minha boca mordia o lóbulo da sua orelha, eu arfo com o toque profundo, suas estocadas me fazendo entrar em estase mais e mais.
–Oliver. –Eu o chamo com a minha voz fraca, quase um sussurro.
–Eu sei, eu também. –Ele me entende mesmo quando eu não conseguia por em palavras o que eu sentia.
A cada estocada eu pensava que iria cair em um mar de sensações, puxo sua boca para minha e quando eu atinjo o ápice do prazer eu estou perdida nos olhos do homem que eu amo.
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