Road Trip
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Entramos na sala e o aquilo era impressionante, só a sala era maior que todo a parte teria da minha casa, para que uma pessoa que está de viagem precisa de tudo isso?
–Se vocês me dão licença eu vou tomar um banho. –John diz isso pegando sua bagagem e se direcionado a um dos quartos.
Oliver vem por traz de mim e me beija o ombro.
–Obrigado. –Digo sem jeito.
–Por? –Mais um beijo em meu pescoço.
–Pelo meu quarto.
Ele para bruscamente, me vira para ele.
–Você não está pensando em dormir longe de mim, está? –Seu olhar era bravo.
–E para que o quarto? – Eu queria muito rir da sua feição, mas me contive.
–Uma questão de disfarce, eu sei o quanto te incomoda as pessoas falarem de você nos corredores da empresa. E se chegasse ao departamento financeiro que nós ficamos em dois quartos e não três, ai sim os boatos seriam confirmados. Eu não ligo nem um pouco para as pessoas saberem que eu estou com você, mas eu sei que se não fizermos isso direito só irá te machucar, e com isso eu não posso lidar. Mas senhoria Felicity Smoak, você não vai dormir em nenhum lugar longe dos meus braços essa noite.
–Sempre tentado me proteger. –Ponho meus braços em torno de seu pescoço. –Sabe? O turno de Barry só acaba as sete da noite. –Ele me olha com brilho matreiro no olhar.
–Sei, e?
–Ainda não é nem quatro, o que vamos fazer nessas três horas? E muito tempo sem fazer nada.
–Alguma ideia? –Seu sorriso de menino me encanta.
–Podíamos jogar alguma coisa. Eu não trouxe cartas ou xadrez, mas quem sabe o jogo da velha? – Cogito hipóteses, com a maior cara de inocente possível.
–Que tal um jogo mais molhado? – Oliver me levanta em seu colo e caminha para suíte principal, passa pelo quarto e me carrega até o banheiro. Ele me coloca no chão e vai até a banheira.
Eu fico encantada com a beleza do local. Uma banheira branca tomava o canto esquerdo e ao seu lado um boxe em vidro que possivelmente tinha a melhor ducha que jamais experimentei, um espelho gigante horizontal logo acima de duas cubas brancas, toalhas fofas estavam cuidadosamente dispostas em locais estratégicos pelo o banheiro. O piso era de um preto e tão brilhante que se parecia um espelho, eles davam o perfeito contraste com todo o resto que era extremamente branco.
Oliver deve ter percebido a minha cara mas preferiu não falar nada, apenas se aproximou de mim e com estrema delicadeza me puxou para os seus braços. Com todo o cuidado ele puxou o zíper do meu vestido para baixo. Eu estava com as costas em seu peito, o que deu a ele todo o acesso ao meu ombro e minha nuca, ele deixa o meu vestido cair no chão, revelando assim minha lingerie verde oliva, seus olhos parecem encantado com o que vê.
–Você não é o único que tem o direito de usar verde. –Faço graça.
–Tenho que admitir, essa cor fica muito melhor em você que em mim. –Seus lábios passeiam em meu braço.
–É uma questão de gosto, eu prefiro essa cor em você. –Me viro, e reclamo sua boca e Oliver de boa vontade me dá os beijos que preciso.
Minhas mãos inquietas desabotoa sua camisa branca, com sensualidade meus dedos sobem pelo seu abdome, acariciam seu peito até chegar aos seus ombros, puxo sua camisa para baixo e ela se encontra com o meu vestido, os dois como uma poça de tecidos, puxo Oliver pelo cinto e sinto sua ereção em minha barriga.
–Felicity, o que você faz comigo? –Seu sorriso sob meus lábios me faz me sentir sensual.
–Não sei, mas deve ser o mesmo que você me faz sentir. – Desabotoou o seu cinto e sua calça. Oliver separa nossos lábios e se agacha, com cuidado ele tira meu sacarpin e depois volta com a sua boca até a minha. Eu não sei até quando vou aguentar aquelas preliminares, eu precisava dele. –Oliver? –Eu o chamo entre nossos beijos.
–O quê?
–Eu preciso de você. – Digo perdida.
–Eu sou seu.
–Eu preciso de você em mim.
–O que você quiser. –Seu sorriso de vitória em meus lábios me desnorteia. Ele tira meu sutiã enquanto beija meus seios, suas mãos descem pela minha barriga e seus dedos se encaixam no cos da minha calcinha enquanto sua boca faz o percurso idêntico as suas mãos, em uma velocidade torturantemente lenta ele desce minha calcinha e sua boca beija minha coxa esquerda e para em meu joelho, só para recomeçar no meu outro joelho e subi até a altura do quadril. Oliver me pões me seu colo e me leva até a banheira. A água está na temperatura ideal, eu olho para Oliver enquanto ele se livrava do restante das suas roupas, quando ele vem até mim seu porte me lembra um felino, elegante majestoso, perigoso. Ele me levanta e assim estamos os dois em pé, com a água na altura do meu joelho. Oliver senta, seus olhos não deixam os meus, ele exalava sensualidade, com cuidado ponho uma perna de casa lado de seus quadris, e desço. Fazemos amor assim, nos olhando, nos beijando, nos completando.
Eu estava perdida, Oliver era minha perdição.
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