Road Between - Loser Like Me
2 Duetos
Notas iniciais
Os alunos chegavam, logo de manhã, na sala do Clube do Coral. Era o primeiro encontro oficial do grupo e, mesmo com o pequeno conflito dos meninos com as meninas, todos que foram selecionados para participar do Clube estavam ali presentes. As três meninas se sentaram na fileira da frente e os dois meninos na de trás. Chris gostava de implicar com as três, mais com as outras duas do que com a prima. Mason, por outro lado, ficava sempre na sua, não comentando muito sobre o que ele achava sobre as três, ou sobre o que achava de Chris implicar com elas. O professor, Paul Albert, logo apareceu e cumprimentou-os.
— Mas, e aí, o que a gente vai fazer essa semana? — Cara perguntou — E por que só tem cinco pessoas?
— É, no regulamento consta que é preciso ter doze pessoas para que a gente possa apresentar. — Louise comentou.
— E nós somos, tipo, menos da metade disso. — Lisa completou
— Pode-se notar que alguém é o terceiro Tweedle... — Chris murmurou para Mason.
— Cala a boca, Hobbit. — Cara resmungou para o menino.
— Hey, pessoal, calma! — Paul Albert comentou, prevendo o início de uma briga — Vamos por partes. Primeiro, sim, Louise, o adequado é que o grupo deve ser composto por doze pessoas, é o necessário para se competir, mas não tivemos mais pessoas querendo participar... Em breve, quando as pessoas virem o quanto o Clube do Coral é interessante, podem ter certeza de que teremos nossos doze participantes, ou talvez até mais.
O professor, então, se virou para o quadro que tinha na sala do coral e escreveu bem grande a palavra "Duetos".
— Duetos! É a nossa primeira lição do Clube. — ele exclamou, sorrindo.
— Desculpe estar sendo estraga prazeres... — Lou disse.
— Sempre é. — Chris cortou-a, enquanto cruzava seus braços.
— Mas nós somos cinco. — ela se virou para trás e encarou o menino — Serão duas duplas e alguém vai ficar sozinho?
— Olha, esse é um problema facilmente resolvido. Alguém vai ter que cantar comigo. Não é tão ruim assim, pessoal, posso garantir.
— Muito bem, meninas, podem se resolver ai porque claramente eu e o Mason vamos acabar com vocês. — mais uma vez sendo inconveniente, Chris dá uma leve cotovelada no braço de Mason, rindo.
— Desculpe estragar sua felicidade, Sr. Hartley, mas sou eu quem escolho as duplas.
— Engole essa, otário. — Lou riu, satisfeita.
— E você pode ser a dupla dele, Srta. Miller! — Paul concluiu.
Louise se virou para trás e olhou para o rosto de Chris, vendo seu sorriso descarado.
— Você só pode estar brincando... — murmurou, com raiva.
— Sr. Carter e Srta. Parker, vocês também são uma dupla. Srta. King, espero que não se importe em cantar comigo.
— Que isso, nada demais. — Lisa riu, revirando os olhos. Olhou para a loira inquieta ao seu lado — Cara, por que está tão... Afobada?
— Nada não. — ela respondeu.
— Essa é afobada de natureza, pode crer. — Louise respondeu, rindo.
As meninas acabaram a conversa por alí e Lou parou para pensar por um momento. Ela detestava Chris, não queria fazer um dueto com ele. Ela, na verdade, não queria fazer duetos com ninguém além de Richard Falk, mais conhecido como Ricky, ou, como Cara o chamava, 'bastardo dos slushies'. Tudo bem, onde tudo isso teria começado? Quinta série, onde era normal ser estranho. Ricky não era o badboy que se tornara, ele era apenas... Rebelde sem causa, gostava de falar palavrões e responder os professores. Andava com Cara e Louise, de vez em quando. Eles jogavam os jogos populares da época, verdade ou consequência, principalmente. E foram em meio a tantos jogos que Lou descobriu que gostava de Ricky, mesmo não sendo correspondida.
Mas, então, do nada, Ricky começou a namorar uma das Fabulous, Katherine, e, por influência dela, virou um popular nato. Ela fez com que ele parasse de andar com as meninas, afinal, eram fracassadas, o que só fez com que elas ficassem ainda mais na base da cadeia alimentar. Parou de ser esse rebelde sem causa e adotou um estilo badboy, usava jaqueta de couro, óculos escuros (mesmo quando não estava sol) e fingia que nunca conhecera Cara e Lou. O infeliz ainda fazia questão de lembrar a loira o quão era um fracasso, jogando, diariamente, slushies nela. Por outro lado, não os jogava na morena. Talvez soubesse que esta gostava dele, mas nunca chegou a comentar nada.
Cara guardava uma raiva interior enorme, achava que a amiga merecia mais do que um bandidinho que esnobava ela, e isso só por ele namorar Kath e ter se tornado um popular nato. Vivia reclamando para Lou, que mal a ouvia, afinal, pra que seguir conselhos quando sofrer por garotos pode ser muito mais interessante!
A menina pedia conselhos amorosos para a amiga, que não tinha nada a oferecer, afinal, seu histórico amoroso era baseado em amar Mason Carter.
— Louise Miller, seria ótimo se você cooperasse pra gente acabar com essa tortura que é esse dueto. — Chris a chamou.
— Você fala como se, para mim, isso estivesse sendo um luxo. — ela respondeu — Já tem, pelo menos, ideia da música que você e eu vamos cantar?
— Na verdade não. — o menino murmurou.
— Pense nisso, eu sou uma pessoa ocupada demais, seria ótimo da sua parte se você fizesse uma coisa decente uma vez na vida.
— Vai, princesinha, eu também sou uma pessoa muito ocupada.
— Em que? — Lou resmungou — Até onde eu sei você só frequenta um clube. E é o que as pessoas se fantasiam de personagens de alguma coisa.
— É um clube muito culto, okay? — Chris esclareceu — Sua Tweedle Dee, mesmo, faz parte do grupo, princesinha.
— Ei, Hartley, para de palhaçada, garotinho ignorante. — Cara se intrometeu na conversa — E eu sou Tweedle Dum.
— Palhaçada, aonde? — o menino fingiu pensar alguma coisa — Não é você que morre de pavor de palhaços?
— Pera ai, Christopher, pera ai. — ela se levantou — Fica na sua, querido. Amanda George ficaria interessadíssima em saber que você fica por aí sendo garotinho ignorante.
— Amanda George não é aquela menina gótica? — Lisa, que estava ao lado do professor, perguntou.
— Ela mesma. Além disso, ela também é o amor da vida do nosso garotinho, Christopher. — a loira riu.
— Isso veio da garota que passou uma vida atrás do Mason. — Chris revirou os olhos.
— Cale a boca! — ela berrou.
— Vamos parar de brigas? — o professor pediu — Espero que esses duetos estejam prontos, okay?
— Estarão. — Lou disse, confiante, e saiu da sala, levando sua bolsa. Lisa saiu, logo em seguida, e Chris foi atrás.
— Olha só, Mason, o nosso dueto tem que ser... Foda. — Cara falou.
— Claro que vai ser foda. — o moreno riu.
— Não ouve o seu amigo Christopher, tudo bem? Eu não sou mais psicopata por você. Eu era, confesso, mas não sou mais. — ela pegou a bolsa que estava no chão e, junto à Mason, andou até a porta — Eu arrumei outros interesses.
— Como o que? — ele riu, mais uma vez.
Antes que a menina pudesse responder, sentiu uma ardência enorme em seus olhos e, logo em seguida, ouviu uma risada conhecida.
— EU TE ODEIO RICHARD FALK! — gritou no corredor, tirando o excesso do líquido que queimava. Mason a observava, atônito.
— Você quer ajuda? — ele ofereceu.
— Não, obrigada, se você achar Lou por favor avisa que eu estou no banheiro. — pediu — Diz pra ela que o imbecil do Ricky jogou slushie em mim.
— Pode deixar. — o moreno disse, por fim — Eu vou... Pensar em algum dueto, okay?
— Obrigada, Mason. — ela agradeceu, um sorriso fraco em seu rosto.
♥
Já era o dia seguinte, Louise e Elizabeth andavam pelos corredores da escola, a caminho da sala do Clube de Coral. Lou nem conseguira escolher uma música para cantar com Chris, o menino a tirava tanto do sério. Lisa, por outro lado, nem procurou Sr. Albert. Não sabia como abordar o homem para que, juntos, escolhessem uma música.
— Mas qual música vocês dois vão cantar? — Louise perguntou à Lisa.
—Sei lá. — ela deu de ombros — E você e Chris?
— Ô pessoa complicada ele, viu? — Lou suspirou — Eu não faço ideia. Acredito que Mason e Cara não tenham tido mais sorte que eu ou você.
— Ela levou uma 'slushada', você ficou sabendo?
— Claro, Ricky que deu. — ela revirou os olhos — Por que a droga da minha melhor amiga não pode ter uma relação decente com o garoto que eu gosto?
— Talvez porque ele seja cabaço com ela, já parou para pensar? — Elizabeth sugeriu.
— É... — suspirou.
As duas, ao entrarem na sala do Clube do Coral, se sentaram nas cadeiras da frente. Chris chegou, logo depois, mas os três não ficaram ali por muito tempo, afinal, o professor lhes deu a ordem de acompanha-lo até o auditório. As meninas estranharam a falta de presença de Cara e Chris quase teve um ataque de tanto reclamar da ausência de Mason.
— Escutem, eu os chamei aqui e, céus, aguentei o Sr. Hartley reclamando tanto nos meus ouvidos pelo simples motivo de que seus amigos pediram que a apresentação deles fosse aqui no auditório. — Paul revelou.
— Espera, eles dois já tem o dueto ensaiado? — Lou disse, se levantando da cadeira que tinha sentado — Eu e Chris não sabemos nem a música!
— Se acalme, Srta. Miller, vocês tem até o final da semana para cantarem esse dueto. — ele a confortou — Mason e Cara só se adiantaram, nada demais.
Uma música começou a tocar e os dois apareceram no palco, dançando.
Hey baby won't you look my way
I can be your new addiction
Hey baby what you gotta say?
All you're giving me is fiction
I'm a sorry sucker and this happens all the time
I found out that everybody talks
Everybody talks, everybody talks
It started with a whisper
And that was when I kissed her
And then she made my lips hurt
I could hear the chit chat
Take me to your love shack
Mamas always gotta back track
When everybody talks back
Hey honey you could be my drug
You could be my new prescription
Too much could be an overdose
All this trash talk makes me itchin'
E, logo, mais uma vez, os dois juntos.
Oh my my
Everybody talks, everybody talks
Everybody talks, too much
It started with a whisper
And that was when I kissed her
And then she made my lips hurt
I could hear the chit chat
Take me to your love shack
Mamas always gotta back track
When everybody talks back
Never thought I'd live
To see the day
When everybody's words got in the way
Hey sugar show me all your love
All you're giving me is friction
Hey sugar what you gotta say?
It started with a whisper
And that was when I kissed her
And then she made my lips hurt
I could hear the chit chat
Take me to your love shack
Mamas always gotta back track
When everybody talks back
Everybody talks
Everybody talks
Everybody talks
Everybody talks
Everybody talks
Everybody talks... back
It started with a whisper
And that was when I kissed her
Everybody talks
Everybody talks... back
Todos alí presentes aplaudiram a apresentação, que acabou com um abraço dos dois. As meninas se impressionaram com aquilo e, apesar de não ter demonstrado, Chris ficou bem orgulhoso do amigo.
— Pode tirar seu chapéu pra mim, Chris. — Mason riu para o amigo.
— É, Hartley, pode admitir que foi incrível. — a loira completou.
— Foi demais, gente. — Elizabeth disse, e Lou concordou.
— Você nem tá dançando igual a um pato, Cara!
A loira deu uma cotovelada na amiga, mas riu. O professor anotou algumas coisas em uma pasta que tinha e, depois disso, foi parabenizar os dois.
— Foi uma ótima apresentação, pessoal. — ele sorriu.
♥
— Chris eu vou te matar se você não calar a boca agora. — Lou disse, enquanto os dois esperavam o pessoal do coral chegar na sala.
Depois de duas horas ensaiando na noite anterior, Lou, finalmente, conseguiu com que Chris cantasse bem do jeito que ela queria. Foi difícil, claro, afinal, o garoto era pior que Cara no sentido de reclamações. Ela escolhera uma música que, para ela, tinha um enorme significado.
“Need You Now”, da Lady Antebellum, era a música que mais lhe lembrava os tempos com Ricky, principalmente por ela narrar perfeitamente bem uma das aventuras que tiveram juntos.
“— Lou, são 1:15 da manhã, o que você quer? — Ricky perguntou por telefone.
— Eu só... — sua voz era triste — Eu briguei com Cara. E com a minha mãe. Eu preciso de você, agora... Tem como você vir para a casa da árvore da minha casa?
— Chego aí em 10 minutos, me espere lá dentro. — ele desligou.
Lou desceu as escadas de casa com cuidado e, ao abrir a porta silenciosamente e andar pelo jardim, subiu no lugar combinado. Ricky demorou o tempo combinado para chegar lá, fora, talvez, mais rápido do que ela esperava.
Passou o resto daquela noite contando seus problemas para ele. Foi muito... Libertador.”
— Tweedle Dee, você está me ouvindo? — Chris disse, a empurrando — Tá parecendo a sua amiga esquisita.
— Fala da minha amiga mais uma vez que você vai me ver furiosa. — ela alertou-o.
O professor e os colegas chegaram à sala, e os dois se levantaram.
— Uau, os dois chegaram cedo, não? — Paul sorriu — Vocês já aprontaram o dueto?
— Sim, a gente fez. — Chris riu — Vamos lá, princesinha.
Lou deu uma risada falsa, mas prosseguiu.
Picture perfect memories
Scattered all around the floor
Reaching for the phone 'cause
I can't fight it anymore
And I wonder if I ever cross your mind
For me it happens all the time
It's a quarter after one
I'm all alone and I need you now
Said I wouldn't call
but I lost all control and I need you now
And I don't know how I can do without
I just need you now
Another shot of whiskey
can't stop looking at the door
Wishing you'd come sweeping
in the way you did before
And I wonder if I ever cross your mind
For me it happens all the time
It's a quarter after one
I'm a little drunk
And I need you now
Said I wouldn't call
but I lost all control and I need you now
And I don't know how I can do without
I just need you now
Oh Ohh
Guess I'd rather hurt than feel nothing at all
It's a quarter after one
I'm all alone and I need you now
And I said I wouldn't call
but I'm a little drunk and I need you now
And I don't know how I can do without
I just need you now
I just need you now
Oh baby I need you now
Cara deu seu sorriso safado habitual para a amiga, enquanto batia palmas. Sabia qual era o motivo dessa escolha, ouvira aquela mesma história trilhões de vezes.
— Uau, amiga, mandou muito. — ela riu.
— E eu, Tweedle Dum? — Chris deu um sorriso para a loira.
— Você nem foi tão mal, inimiga. — sorriu forçado, de volta.
— Vocês dois foram muito bem, Louise e Chris. — Paul elogiou — Lhe falei que iria dar tempo, Louise. Agora só faltamos eu e você, Srta. King.
Lisa deu um sorriso de volta. Só faltavam os dois.
♥
Lisa, Mason e Chris estavam andando pelo corredor, juntos. Era intervalo e Lisa dissera às meninas que ficaria com eles naquele momento, afinal, queria retomar a amizade.
— E então, vocês querem sair hoje? Eu e as meninas fomos à sorveteria outro dia, a gente podia ir lá. — Elizabeth sugeriu.
— Lisa, acho super bacana você ter arrumado amigas, por que não sai com elas? — Chris disse, seco.
— Porque eu achei que a gente podia sair e tal... Pra colocar conversa em dia e...
— Olha, Lisa, eu e Mason já não somos muito queridos, se a gente andasse com você e esse seu colete então... — a menina, então, encarou o primo, assim que ouviu a besteira que ele tinha acabado de falar.
— Como é que é? Eu não tenho palavras que descrevam o quão vocês dois estão sendo absolutamente ridículos! — Lisa berrou para Chris e Mason — Qual é o problema de vocês dois, sério? Vocês não podem andar comigo só porque eu uso colete ortopédico? Fala sério! Nós três éramos tão amigos até eu me mudar para Dalton! Eu realmente cheguei a acreditar que vocês não fizessem o tipo do pessoal preconceituoso de lá. Mas eu fui tão burra!
— Mas nós não fazemos o tipo do pessoal de lá! — Mason se manifestou.
— Eu sinto tanto nojo de gente como vocês, especialmente você, Chris. Você, que sempre foi meio diferente dos outros, está vindo aqui tentar botar alguma moral em mim? Eu sempre te defendi dessas pessoas, garoto! Você e eu somos primos, cara, não tem desculpa pra isso. Eu estou tão chateada! — ela virou de costas e saiu andando, mas Chris a puxou pelo braço.
— Espera aí, Lisa, vamos conversar e... — ele tentou chama-la, mas ela se soltou.
— Toca em mim mais uma vez para você ver o escândalo que eu sou capaz de dar! Não olhem na minha cara, sim? — ela gritou, com raiva — Vocês realmente se acham legais o suficiente para me deixarem sentir por baixo? Quem são vocês? Vocês estão tão fundo na cadeia alimentar da escola quanto eu e as meninas, se acostumem.
E saiu andando, com raiva, pelo resto do corredor, deixando os meninos para trás. Não se arrependeu de uma palavra sequer que dissera, era tudo a mais pura verdade.
Correu para a sala do Clube do Coral, afobada, e encontrou com Paul Albert lá dentro.
— Srta. King, o que está fazendo aqui? — ele perguntou — E porque está tão...
— Afobada? Nada, só acabou de acontecer uma coisa meio desagradável entre eu e Chris. Mason estava lá também, coitado, mas eu falei umas verdades para eles.
— Olha, acho que você deveria se acalmar. Você não quer cantar comigo aquele dueto que nós temos que fazer? — ele sugeriu — Eu escolhi uma música.
O homem lhe entregou uma folha que, no topo, estava escrito “Stay”.
All along it was a fever
A cold sweat hot-headed believer
I threw my hands in the air I said show me something
He said, if you dare come a little closer
Round and around and around and around we go
Ohh now tell me now tell me now tell me now you know
Not really sure how to feel about it
Something in the way you move
Makes me feel like I can't live without you
It takes me all the way
I want you to stay
It's not much of a life you're living
It's not just something you take, it's given
Round and around and around and around we go
Ohh now tell me now tell me now tell me now you know
Not really sure how to feel about it
Something in the way you move
Makes me feel like I can't live without you
It takes me all the way
I want you to stay
Ohh the reason I hold on
Ohh 'cause I need this hole gone
Funny you're the broken one
But I'm the only one who needed saving
'Cause when you never see the lights
It's hard to know which one of us is caving
Not really sure how to feel about it
Something in the way you move
Makes me feel like I can't live without you
It takes me all the way
I want you to stay, stay
I want you to stay, ohh
— Isso foi bem... Terapêutico. — ela disse — Eu gostei! Olha, Sr. Albert, não é por nada, mas o clube precisa de mais alguns componentes.
— Eu sei disso... Você não conhece ninguém? — foi então que Elizabeth se lembrou de uma pessoa que, além de ser totalmente qualificada, conseguiria trazer mais gente para lá.
— Eu acho que sei da pessoa perfeita, professor. — ela sorriu — Obrigada pelo dueto.
Antes que o professor pudesse se despedir, Lisa saiu correndo pela porta.
Lembrava-se de uma garota que, apesar de popular, conseguia ser mais gentil do que a maior parte das pessoas que nem eram populares. Sabia onde ela estaria, na quadra. Era líder de torcida, mesmo faltando aos treinos muitas das vezes.
Suas suspeitas de que ela estava ali eram corretas, ela logo viu o cabelo loiro, mesmo de longe. Aproximou-se, aos poucos, e cutucou-a pelas costas.
— Mary... — ela disse, quando a menina virou — Oi, sou eu a Lisa.
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