Notas iniciais
Olá pessoal! Eu terminei de escrever este capítulo ontem e pretendia postá-lo no domingo, mas estou aqui porque aconteceu algo tão bom que gostaria até de cantar. Vamos lá!? "Por uma vez na eternidadee Recebi uma recomendaçããão. Por uma vez na eternidadeeee Vou estender a miiinha mãão (eu não tinha algo melhor para rimar) E eu quero muito agradecer A pessoa que recomendooouu, Pois por uma vez na eternidadeeeeeeeeeee... Meu sonho se realizooooouuu!!!!" ISSO AÍ!!! FANFIC FINALMENTE RECOMENDADA!!! E, como disse, eu quero agradecer a recomendação de Annabeth Jackson, que eu sei que nunca perde um capítulo na história. Sempre será lembrada por mim! E agradecer também, claro, aos comentários de sakura9, BiaSTDragon (nova leitora), kurosaki karin, Valy redfield Grayson e a Fada007 (nova leitora também). Eu fico mais feliz ainda por ver que comentaram o que eu pedi. E também agradecer aos leitores fantasmas, que mesmo não sabendo quem são, fico feliz em saber que gostam da minha fanfic (eu imagino). Espero que gostem do capítulo, principalmente as pessoas que comentaram e a Annabeth que recomendou!

Anna gritava assustada, enquanto escorregava pelo túnel escuro. Sabia que seus amigos estavam vindo, pois ouvia os gritos deles, até mesmo os de Elsa, e estava feliz por acompanhar a irmã. Era como se a amizade das duas estivesse voltando, e Anna sentia falta da sua irmã como amiga.

Depois de alguns segundos descendo, finalmente viu uma pequena claridade embaixo de seus pés, indicando que o túnel estava terminando. Se preparou para cair sem levar uma lesão, porém não funcionou, e acabou tombando para frente e caiu. Ao levantar a cabeça, percebeu que o local era forrado de… Esqueletos!

—Eca!- Tentou erguer todo o corpo, mas foi tombada para frente novamente por um grande peso que a empurrou. Esse peso se chama Merida DunBroch.

—Anna! Perdoe-me! Você está bem!?- Disse, tentando se levantar o mais rápido por conta de Anna, mas foi empurrada para frente por Jack, e ele acabou caindo em cima das duas.

—Ops! Desculpe-me!- Jack disse com um sorriso amarelo e se levantou rápido para as duas ruivas poderem levantar, mas Soluço caiu em cima delas.

Merida ficou bem brava com o lufano, e ele logo levantou por medo da ruiva. Logo, as ruivas levantaram finalmente e ajeitaram seus uniformes. Porém faltava apenas mais uma pessoa: Elsa. Demorou um tempo para a loura aparecer. Quando viu Elsa cair, Jack se posicionou para pegá-la, o que foi feito com sucesso e Elsa não se machucou, diferente dos seus amigos. Porém, ela foi surpreendida por estar novamente nos braços do albino, sendo que a última vez foi na biblioteca. Jack, por outro lado, estava com um sorriso brincalhão no seu rosto.

—Novamente, Elsa? Eu creio que Merlin quer que nos fiquemos juntos!

Elsa ficou chocada com o albino novamente, e a deixou corada, o que o fez rir. A loura sentiu algo nas suas mãos.

Encobrir, não sentir, não deixar saber…

—Jack, não!!- Elsa se virou para sair dos braços do sonserino e acabou caindo no chão. Percebeu na sequência que o solo era revestido de ossos e logo se levantou, soltando um grito baixo de susto.

—Acalme-se!- Jack se aproximou da loura com o intuito de abraçá-la para estabilizar o seu nervosismo, porém ela afastou, evitando contato para protegê-lo. O albino estranhou o ato, como os outros, mas compreenderam que é o jeito dela. Anna contou como Elsa gosta de manter-se sozinha.

Os cinco deram uma olhada geral na caverna, a começar pelo “tapete” de ossos que enfeitava o local, que deixava-o mais tenebroso.

—É assustador!- Merida comentou, retirando a varinha das vestes para assegurar, caso alguém estranho apareça.

—Concordo! Estou até com calafrios!- Soluço disse, e como a amiga ruiva, retirou sua varinha. Os outros três repetiram a ação e foram explorar a curiosa Câmara Secreta de Salazar Slytherin.

Adentraram pelo local, que ficava mais escuro a cada passo que davam. Isso dificultava os cinco para explorá-lo.

—Alguém conhece algum feitiço de iluminação?- Jack perguntou, já incomodando com a escuridão que ali era encontrado.

Os quatro encararam-no indignados pela sua pergunta, pois era absurdo o albino não saber.

Lumus?- Soluço respondeu, arqueando a sobrancelha pela duvidosa pergunta do amigo sonserino.

—Por que me respondeu assim?- Jack perguntou.

—Nada, apenas estranhei o fato de você não saber esse feitiço, sendo que você conhecia o feitiço Sepersortia, a qual usou no nosso duelo de feitiços.

—E que alguns colegas da Sonserina me ensinaram logo na primeira semana.- Respondeu dando de ombros.

Os cinco mexeram suas varinhas e lançaram o feitiço Lumus e continuaram com a sua jornada dentro da câmara.

Caminharam assustados pelo estranha estrutura do local. Possui molduras de serpentes pelas laterais da caverna, e no centro encontraram uma escultura óssea de uma cobra gigante caída no chão, que deixou os jovens bruxos encantados.

—Deve ser o monstro que vivia aqui e Harry Potter matou.- Merida deduziu, e os quatro passaram suas varinhas luminosas perto da estrutura esquelética.

—É sim…- Elsa disse, confirmando a dedução da ruiva. Ela soube pelas sua leitura nos livros de História da Magia, a qual tinha a imagem da cobra, já morte por Harry Potter. -...Ele é conhecido como Basilisco.

Os quatro assentiram com a cabeça enquanto observaram a estrutura óssea do monstro com mais atenção. Anna e Soluço aproximaram do crânio do Basilisco, enquanto Merida, Jack e Elsa passaram suas varinhas perto do corpo.

—Ninguém veio retirar isso daqui?- Merida questionou, enquanto aproximara da cauda da cobra.

Os quatro balançaram em negação, enquanto andavam em volta do esqueleto.

—Que legal! Essa cobra enorme é um sonho de qualquer membro da Sonserina…- Jack comentou rindo, e seus amigos encararam-no chocados com sua revelação. Jack parou de rir assim viu como eles reagiram e, envergonhado com os olhares, terminou: -...É uma pena que o propósito dela é horrível. Mas se não fosse, seria um sonho.

Os quatro se encararam duvidosos, mas depois aceitaram a resposta do albino e continuaram analisando a cobra.

—É realmente um sonho de qualquer membro da Sonserina.- Ouviram uma voz assombrosa, que surpreendeu-os.

Os cinco procuraram pela voz em volta da câmara, com as varinhas erguidas por segurança. Encontraram um homem com um manto escuro. Jack logo lembrou do aconteceu com ele na Floresta Proibida, quando os bruxos foram vigiar o local junto ao Hagrid.

—Parece que nos encontramos novamente. Justamente os bruxos que eu queria tanto vê-los mais uma vez.- O homem disse de forma serena, porém pode-se ver seu sorriso maléfico nos lábios, única parte do rosto que não estava coberto.

Jack sentiu todo o ódio que sentira da última vez que o encontrou, tanto que apertou o punho com força, enquanto apontou a varinha para ele com total coragem.

—O que está fazendo aqui!?- Perguntou, se pondo à frente dos seus amigos para protegê-los.

O homem riu, o que deixou Jack mais bravo.

—Não adianta, Frost! Não vai conseguir proteger seus caros colegas.

Jack rangeu os dentes de raiva. Os seus amigos ficaram confusos com a situação.

—Quem é ele, Jack?- Anna perguntou, vendo que o homem o conhece e, pelo que imagina, não deve ser uma pessoa boa.

O homem fez um reverência aparentemente educada, porém ainda com seu sorriso assustador.

—Eu sou Breu, minha pequena Anna!- Respondeu, e Anna e Elsa ficaram surpresas quando ele disse seu nome, pois nunca viram-no em nenhum lugar.

—Como a conhece!?- Jack questionou, aproximando de Breu ainda com a varinha apontada para ele. Breu ria da seriedade do albino.

—Acha mesmo que um principiante como você irá me atingir!? Sei que o senhor é travesso, mas não sabia que também é idiota!

A insinuação de Breu foi a gota d’água para Jack, que mexeu a varinha para lançar um feitiço, mas Elsa o interceptou antes que o albino continuasse.

—Jack, não faça isso!

Jack, embora bravo, obedeceu a loura, e abaixou a varinha e a encarou nos olhos, vendo a satisfação dela.

—O que um homem não faz por uma mulher, não é mesmo?- Ouviram uma voz feminina, e como não sabiam onde, observaram a caverna toda para verem se encontram.

Uma figura de estatura média com um manto azul com capuz aproximou de Breu, e os cinco suspeitaram que era a mulher que acabara de falar, tanto pelo desenho do corpo quanto ao fato de ser a única pessoa que encontraram. Soluço logo lembrou.

—É o mesmo manto azul que vimos naquela imagem.- Disse, e logo os quatro lembraram da imagem feita pelo feitiço Homenum Revelio.

—Que bonito! Nós temos um vencedor!- A mulher encapuzada comentou ironicamente, rindo da própria piada, o que deixou os jovens bruxos irritados.

Todos os cinco apontaram suas varinhas para os dois, que fingiram estar surpresos e ergueram os braços.

—Que bela ação, crianças!- A mulher ironizou.

—Mostre-nos sua cara, covarde!- Merida disse em tom autoritário, aproximando lentamente dos dois.

A mulher pareceu pensar.

—Eu acho que não…- Disse de forma irônica, balançando a cabeça em negação e fazendo uma careta. -...Que tal vocês calarem e abaixarem suas armas e deixamos vocês escaparem… Desta vez!

—Eu acho que não!

Expelliarmus!— Alguém disse, e a varinha de Merida foi arremessada para longe dela.

Os cinco viraram rapidamente para onde o feitiço foi lançado, e viram Elphaba e Regina apontando suas varinhas para eles. Seus olhos estavam muito claros, quase brancos.

—Professoras!- Elsa exclamou surpresa, assim como estava os seus amigos exceto Jack, que estava extremamente bravo.

Eu sabia!”, pensou o albino em relação as suspeitas da Elphaba e da Regina Mills.

—O que houve com os olhos delas!?- Soluço questionou assustado com a aparência delas. Estavam horríveis.

—Eu não sei…- Respondeu Jack, apontando a sua varinha para as professoras. -...Mas não deixaremos elas escaparem!

—Eu duvido disso, Frost!...- Breu disse, contrariando as palavras do caro inimigo, que virou para ele. -...Morceu, traga nossa colega!

Os jovens bruxos estranharam o nome, pois não conheciam nenhum “Morceu”, até virem um homem, também encapuzado como a mulher ao lado de Breu. Ele estava segurando a varinha com uma mão, apontando para as professoras, e a outra puxava uma gaiola, e dentro da gaiola encontraram uma menina loira que os cinco conhecem muito bem, porém estava magra e suja demais.

—Rapunzel!- Exclamaram assustados, aproximando da loira, porém Elphaba e Mills se puseram a frente deles, ainda com as varinhas apontadas para os alunos, e isso os fizeram parar.

—Pessoal!- Rapunzel exclamou em voz baixa. Ela estava agachada, sem forças para se levantar.

—O QUE VOCÊ FEZ COM ELA!?- Jack questionou extremamente bravo, apontando sua varinha para o Breu.

Ele deu um sorriso cínico e respondeu:

—Eu achei a sua amiga curandeira um tanto inchada, e então cortei a comida para ela.

—Você deixou a nossa amiga sem comida e sem água!?- Perguntou Anna bem brava, e assim como o albino, apontou a sua varinha para o homem.

—Não…- Breu respondeu, balançou a cabeça. -...Eu disse sem comida. Bem que nós a deixamos sem água, mas ela conhece o feitiço Aquamenti.

Vendo que Breu e a mulher encapuzada estavam concentrados a conversa, Merida foi atrás de sua varinha.

—Mas como a Rapunzel voltou da petrificação?- Elsa perguntou, e os outros logo lembraram do que tinha acontecido com a amiga.

—É que nós somos almas tão bondosas que removemos a sua petrificação.- A mulher respondeu.

—Foram eles que petrificaram aquelas pessoas, com a intenção de matá-las em segredo depois.- Rapunzel revelou, e os bruxos ficaram perplexos.

Merida achou a sua varinha,caída perto de uma das molduras de serpente da câmara e agachou para pegá-la, porém a mulher encapuzada apareceu e pisou em cima antes da ruiva.

—Como ousa?- A mulher falou, e Merida olhou de relance para o rosto, porém só podia ver seu sorriso vermelho de vingança.

—Como ousa fazer isso com os alunos!?- Jack esbravejou, apontando a sua varinha para a mulher.

—São trouxas, nada mais!...- Respondeu dando de ombros, como se fosse algo inocente. Sacou sua varinha e apontou para a de Jack. -...Expelliarmus!

Assim como acontecera com a de Merida, a varinha de Jack voou da mão dele e foi longe. Jack iria correr para pegar a sua varinha, mas Elphaba e Mills interceptaram-no, apontando as suas varinhas para ele.

—Elas estão enfeitiçadas! Ele está as controlando!- Rapunzel alertou, apontando para o outro homem encapizaso. e os outros enfim entenderam o porquê dos olhos delas estarem tão claros.

Soluço, Anna e Elsa apontaram suas varinhas para o homem, que mesmo escondendo o rosto, imaginaram que não gostou da revelação. Então apontou a sua arma para Elphaba e Mills e ordenou:

—Apunhalam o traidor!

Elphaba aproximou a sua varinha até o pescoço de Jack e Mills o segurou por trás, deixando-o assustado e indefeso. Isso deixou os seus amigos apavorados.

—É bom que fiquem espertos, crianças…- Breu disse, aproximando da mulher encapuzada. -...Não queremos que ninguém morra!

—É lógico que está mentindo!- Jack falou bravo, e Elphaba apertou ainda mais a sua varinha no albino.

—O que vão fazer?- Merida perguntou, levantando e encarando o homem.

Ele pareceu pensar.

—Minha cara Rapunzel…- Ele virou para a loira engaiolada. -...Eu imagino que até uma trouxa como você conhece um feitiço perfeito para… O fim de tudo!

Todos os encapuzados riram, porém Jack, Merida, Soluço e Anna não entenderam o que se tratava. Apenas Elsa e Rapunzel entenderam o que o homem disse, e pelo rosto delas, os quatro imaginaram ser uma coisa muito ruim.

—Por favor, não!- Rapunzel clamou baixo, e o Breu riu.

—Podemos começar por este menino!- Apontou para o Jack, ainda preso pelas professoras.

Aproximou de Jack, que tentava de todas as maneiras se libertar das mãos de Regina, mas era difícil com Elphaba apertando a varinha no seu pescoço.

—Com licença, professora Elphaba!- Pediu educado, e Elphaba assentiu, deixando o Breu no seu lugar, apontando a varinha na cabeça.

Jack respirava forte, assustado com a situação em que encontrava, mas não estava mais do que seus colegas, principalmente Elsa.

—Jack!

Avada...

Rapunzel virou para o homem que controlava as professoras, que estava bem ao lado da gaiola em que está presa. Como ele estava distraído, a loira conseguiu pegar a sua varinha e, no segundo seguinte, apontou a varinha para o Breu e lançou o feitiço:

Expelliarmus!

Porém, em vez de desarmar o homem, ocorreu uma explosão que atingiu Jack, Breu e Regina, que voaram para longe. Rapunzel sabia, por sua experiência na loja de varinhas do Sr. Olivaras, que se a varinha que a pessoa escolheu não for apropriada, coisas ruins podem acontecer, pois “a varinha escolhe o seu mestre”. Porém, neste caso ajudou, da maneira que havia pensado.

Por remover a varinha das mãos do Morceu, o feitiço que controlava as professoras terminou. Elphaba balançou a cabeça, voltando ao normal, enquanto que Jack, caído, foi socorrido pelos seus amigos.

—O que houve?- Elphaba questionou, e depois de recuperar a visão, viu sua amiga Regina caída. Correu até ela, que estava desacordada, e tentava acordá-la.

—Professora!- Os seis exclamaram, e então Elphaba percebe a presença deles, e fica surpresa.

—O que estão fazendo na minha sala?...- Perguntou, mas depois percebeu que eles não estavam no local, e passou os olhos em todo canto. -...Onde nós…- Seus olhos pararam na imagem negra, caída próxima à imagem azul.

—Muito obrigada pelo livro, Elphaba!- A mulher disse, apontando a varinha para ela e Regina, que levantara aos poucos.

—Como!?

Imperius!— Recitou o feitiço, e Elphaba e Regina foram atingidas novamente. Elas voltaram a serem controladas, e ambas se levantaram.

Jack se levantou, com a ajuda dos seus amigos. E Breu levantou com a ajuda da sua amiga e logo foi andando apressado até a gaiola de Rapunzel.

—Sua insolente!...- Exclamou bravo, mas depois pareceu se acalmar. Cruzou os braços. -...Muito bem! Com essa atitude, imagino que está preparada para enfrentar algo maior que a sua idade?...- Arqueou a sobrancelha, rindo ao ver Rapunzel estremecer. Virou para a mulher encapuzada. -...Ainda quer o cabelo dela, cara colega?

Os cinco não entenderam o que ele queria dizer, e Rapunzel ficou surpresa com o fato de saberem algo sobre a cabeleira dela.

A mulher aproximou do seu ardiloso amigo e, encarando de frente, respondeu:

—Mais do que tudo!

—O que vocês vão fazer?- Jack perguntou, com receio do que está para vir. Ele tentou se aproximar, mas Elphaba e Mills impediram-no novamente, apontando as suas varinhas para ele.

—Nós vamos fazer uma pergunta a vocês, amigos de Rapunzel…- A mulher disse, e os cinco franziram o cenho. -...Vocês cinco, que a conhecem tão bem, devem saber por que ela consegue curar as pessoas petrificadas.

—Aonde está querendo chegar?- Merida questionou em tom autoritário.

A mulher riu.

—Então creio que não sabem muito sobre a sua amiga curandeira!

—Não enrole!- Anna ordenou, porém Mills apontou a sua varinha para bem perto dela, e isso a assustou.

—Eu acho que não precisamos contar…- Breu falou. -...Podemos dar um fim neles e depois pegamos o que a senhorita tanto clama para ter.

A mulher virou para ele e, mesmo não vendo seu rosto, seu sorriso vibrante era a sua mais bela resposta. Voltou novamente para os cinco e apontou a sua varinha para as professoras.

—Matem-nos!

Os cinco ficaram assustados e, mesmo possuindo as varinhas, não saberiam como impedir algo tão rápido como a morte. As professoras apontaram suas varinhas em Elsa e Anna e estavam prontas para dizer o feitiço:

Avada…

Expelliarmus— Ouviram duas vozes, e depois as varinhas de Elphaba e Mills saíram de suas mãos.

Todos se viraram para onde foi lançado o feitiço, e viram o Norte e a Minerva no corredor da câmara. Eles estavam correndo para aproximar dos seus alunos para protegê-los.

—Não pense que ficará assim!- A mulher vociferou e apontou a sua varinha para Minerva, porém Norte foi mais rápido e lançou o feitiço novamente:

Expelliarmus!

Desta vez, a varinha da mulher encapuzada escapa de suas mãos, e isso a deixou irada.

—Isso não ficará assim!- Alertou brava, e uma nuvem negra cobriu todo o seu corpo. Assim que a nuvem se foi, viram que a mulher não estava mais lá. O mesmo aconteceu com o outro homem encapuzado.

O feitiço lançado nas professoras foi desfeito, e elas voltaram ao normal, porém quase perderam o equilíbrio. Por sorte, seus alunos garantiram que não fossem cair.

Breu, apesar da desvantagem que enfrentara, riu. Afirmou com toda a sua certeza:

—Mesmo que queiram evitar a minha companhia ou me mandar para Azkaban, não conseguirão. Posso afirmar que logo voltarei!

Dito isso, a nuvem negra o cobriu e o fez sumir da maneira que aconteceu com a sua amiga.

Minerva, apesar do ódio que sentira naquele momento, sabia que não era o mais importante. Seus alunos quase foram pegos por aquelas estranhas pessoas encapuzadas. E ambos, Norte e Minerva, correram para verificar se os bruxos estavam bem, assim como as suas professoras.

—Vocês estão bem?- Minerva perguntou para os cinco, e Norte foi até a gaiola para soltar a Rapunzel.

—Sim.

Norte apontou a sua varinha para o cadeado da gaiola.

Alohomora!

A gaiola foi aberta e Rapunzel enfim saiu, sendo acompanhado por Norte até os seus amigos, a abraçaram. Elsa foi abraçá-la, porém se lembrou de sua condição e soltou do abraço em seguida, mas mesmo assim deixou a loira satisfeita. Era a única vez em que Elsa fez algo parecido, sendo que não abraça nem a sua irmã.

—Vamos sair daqui!- Ordenou Minerva, e todos concordaram.

Notas finais
Fim do capítulo. Como disse, eu amei os comentários do capítulo anterior e a recomendação. Vocês são os melhores. E, claro, espero que tenham gostado do capítulo, até porque eu terminei ontem e ia começar a escrever o próximos hoje, que antes postaria para semana que vem e agora terei que postar essa semana, mas não sei se conseguirei fazer isso no próximo domingo, então é melhor esperarem para segunda ou terça, mesmo. Comentem o capítulo também, ou recomendem como a Annabeth fez (se a história merecer, na opinião de vocês). Hasta la vista, babies!