Notas iniciais
Bom eu espero que vocês gostem desse capitulo.É o primeiro livro que escrevo, mas sempre gostei de ler. GOSTA É EUFEMISMO EM AÇÃO.Eu agradeço muito a quem ler e comentar algo sobre a história. Se gostou, criticas( SÃO BEM VINDAS) ou apoio. obrigada.

Medo,dor,frio e sozinha.Estou correndo.Meus pés a fundão na lama.O que dificulta correr mais rápido. Sinto o vento frenético em meu rosto sujo balançando meus cabelos ruivos.Medo eu estou com muito medo.Passo pelas árvores tentando não pisar nos galhos secos para fazer o minimo de barulho possível,mas tenho certeza que ele senti o cheiro do medo.

–Esse jogo é meu,querida! — ele grita em meio as árvores. O som de sua voz é como o aviso da morte.Quero chorar, quero minha mãe e quero ficar viva.Correr é a única coisa que consigo fazer,mas já estou fraca meu corpo está dolorido não descanso á 24 horas.

– Deixa eu ir pra casa...Eu não suporto mais...Eu não suporto mais. — digo baixinho pro vento que leva minhas palavras.Caio no chão em meio as folhas secas. Olho minha última visão: árvores altas com vegetação no topo e meu grande inimigo: o escuro, está por todo lado. tenho 14 anos, meu nome é Mariana e morrerei em um jogo assassino essa é a última coisa que penso então o escuro fecha meus olhos.

Acordo com tudo balançando. só pode ser minha mãe querendo avisar que está na hora da escola um pequeno sorriso surgi em meus lábios, mas também vai embora com a mesma velocidade que surgiu. Não estou em casa, estou no inferno.Abro os olhos devagar, vejo um homem velho que está carregando meu corpo pequeno e pálido em seus braços. Ele só pode ser o assassino. Rápido levanto minha mão e tento furar seus olhos não tive sucesso ele desviou, mas ajudou porque pego ele de surpresa que não estava segurando firme meu corpo .Caio no chão.Levanto não consigo correr está tudo embaçado parece que não existe saída. Ajoelho nas pedras. Pensando bem morrer agora não parece ser uma opção ruim pelo contrário parece a liberdade.Tento falar somente sai uma gargalhada fria e sem graça, a gargalhada do medo misturado com o gosto da liberdade.Sinto a sensação áspera de uma pele enrugada e ferida em minha boca, o gosto de sangue dese pela garganta.O homem se aproxima e sussurra em meu ouvido.

– Não grita.Eu sou o próximo número a morrer.Vou te ajudar se você mim ajudar. Aceita?- sua voz sai cansada. O quê? Ele não vai mim matar. Não tenho mais raciocínio depois de um dia no inferno, mas outra coisa féis eu aceitar sua proposta: eu não tenho opção.Faço sinal que sim com a cabeça . Ele tira a mão de minha boca. Senta no chão eu faço o mesmo.

–Qual é o seu número ? -pergunto , ainda com gosto de sangue na boca.

–Sou o 7. Você?- diz bem baixinho se não tivesse próxima não escutaria.

–9.Você é também um jogador. Certo?

–Sim.-responde rápido- Meu nome é Gabriel seu é?

–Mariana. A gente vai sair vivos desse jogo?- pergunto com as lágrimas se acumulando em meus olhos verdes. Gabriel levanta o rosto enrugado pelo tempo em direção ao céu.Então deixo as lágrimas caírem porque sem palavras ele deu a resposta . A que mais temia . Ninguém sai vivo.Todos são riscados do mapa.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.