Right or wrong
5 The End!?
Notas iniciais
Heeey guys
Beijos aos leitores e boa leitura, último capítulo pronto p vcs.
Ai cara, ela não podia ter feito isso, como assim ela me abandonou? O pior de tudo não foi quando ela me chamou de vaca, ou quando ela jogou na cara todas as besteiras que eu tinha feito, mas quando ela acertou sobre eu usar a Carol como desculpa. Aquela garota estava certa até quando fazia eu sentir raiva dela.
–Professora, posso ir ao banheiro? – Se eu ficasse mais um segundo naquela sala eu ia pirar, as lágrimas estavam descontroladamente escorrendo pelo meu rosto e tudo por culpa da Isa.–Claro querida, se acalma e volta para a aula ok? Se precisar pode ir na secretaria. Quer que alguem vá com você?–Não precisa. Eu to bem. – Só tinha uma pessoa que eu queria e ele não podia entrar no banheiro feminino comigo. Sai de sala na intenção de chamar minha mãe e ir para casa chorar sozinha no meu quarto com um potão de sorvete.–Laura, espera. – Ai meu santo. Essa maldita/bendita voz não. O que sentir?–Dani, o que você está fazendo aqui?–Eu falei pra professora que quando você fica assim você desmaia, era melhor eu ir contigo e te levar direto para a enfermaria.–Que mentiroso você.–Não é mentira, não 100%. É melhor eu ir com você.–Mas você nem sabe para onde eu vou.–Não importa. É sempre melhor se eu estiver com você. O queeeeeeee? Sem comentários. Pulei em seu pescoço e o abraçei. Como eu tinha sentido falta de seus braços ao meu redor, tudo em nós encaixava, era como se eu tivesse sido feita para ele e ele para mim. Embriagada, como um alcoólico que toma a primeira gota e não consegue mais parar, beijei-lhe os lábios. Em meio aos beijos todos os nossos problemas foram esquecidos, éramos apenas dois amantes tomados de amor. Aos poucos fomos nos separando e lembrei das brigas.–Dani, não era você semana passada me dizendo que não queria ser apenas meu amigo?–E por acaso isso é ser só seu amigo?–Óbvio que não, mas de onde veio essa certeza?E uma palavra fez-me encher de amor por auquela que eu julgava odiar.–Isa.–O que ela fez?–Ela me deixou uma carta.E já conhecendo as cartas da Isa não precisei de quaisquer explicações. Sem nada agora para nos impedir beijei meu melhor amigo até um inspetor vir nos separar. Sim, levamos bronca e uma suspensão, mas seria divertido passar uma manhã na escola sem nada para fazer além de ficar com meu namorado. Puts, será que ele era meu namorado?–Dani, nós estamos namorando?–Isso é um pedido de namoro?–Não sei, depende, você vai aceitar?–Se eu não aceitar o que você vai fazer?–Te sequestrar, levar para minha casa e te tratar como escravo sexual.–Acho que eu aceito namorar com você.–Acha?–Eu tenho certeza.–Que bom, já estava ficando com medo.–Não tem nada nesse mundo que me faça ter mais certeza que amar você.–Então você me ama?–Óbvio que eu te amo pequena. A pergunta é se você me ama.E eu pensei então em todos os significados que a palavra amor representa. Eu amo minha mãe, meu pai e minha irmã, todos a seu modo e diferentes entre si. Mas também, totalmente diferentes do que eu sentia pela Carol, que chegava a ser um amor de mãe para uma filha, em como eu amava a Isa, daquele jeito meio turbulento e confuso, as vezes a odiando. E agora isso, esse sentimento que me fazia quere-lo de todas as formas possíveis, que me faria mudar o mundo para poder ficar com ele, que me permitia levar uma suspensão e ficar de boas só pensando em como seria legal ficar sozinha com ele. Eu ainda não sabia a extensão dessa emoção, nem se era boa ou má. Eu só sabia que era incrível. E na minha concepção, o amor é isso, não saber exatamente a dimensão e apenas ter a certeza de que está ali.–Sim. Eu te amo Daniel.
Notas finais
Acabou, bom é isso, comentem se gostaram. Sei que é um final clichê mas é taaaao fofo.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
Fale com o autor