A única coisa em que conseguia pensar era o meu encontro que teria amanhã. Mas também a briga minha com Ken, olha, vou deixar Ken de lado, ele é gay, nossa.

Fui pra casa, pois estava ficando frio demais. Cheguei e Ken já estava dormindo em sua cama. Fui ao banheiro, escovei os dentes e fui dormir também.

Logo já tinha amanhecido, fique na cama pensando sobre aquea frase: "É algo totalmente difícil, eu sei, mas é eu me matar, eles me matarem ou eu fugir".

Bem, então me levantei da cama, me arrumei e fui a uma praça e sentei no banco. Mal eu sabia que Ken estava prestes a me matar. Mas e dái eu também estava. Ao meu lado, tinha uma arma, e para parar de me lembrar daquilo, decidir me matar, ao meio de uma praça, mas enfim. Meus pesadelos iriam acabar de agora em diante. Ken estava com uma arma na mão pronto pra me matar, atrás de mim, foi quando saquei a arma e a apontei para minha cabeça, Ken começou a gritar:

- Não faça isso Rey!

- Porque você está com uma arma? — Eu pergunto a Ken.

- Eu...

- Você, você ia me matar?

- Não não, não é o que pensa.

Eu sai desconformado e Ken atrás de mim, paramos pra conversar.

- Então, eu recebi uma ligação do chefe, ele me explicou que nos enviou para cá porque era pra você ter um fim feliz aqui. Ele me mandou matar você. — Disse Ken apavorado. — Mas eu não vou te matar, você fez algo muito errado, mas você tem a escolha de viver com isso.

- Não, eu prefiro ser morto, não quero viver com isso me atazanando. — Respondi.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.