Revolution
5 Capítulo 4 - Despedidas e chegada
Notas iniciais
No aeroporto uma choradeira, abraços duradouros e despedidas dignas de final de filme.
- Ai Érika, filha, não vai não fica aqui com a mamãe!
- Mãe eu só vou ficar um ano fora, ano que vem você vai ter que me agüentar! Pensa nisso como umas férias de mim!
- Van e Dessa, por favor, fiquem, pensem bem, você já tem a banda de vocês, e vocês são boas, pra que isso?
- Mãe a gente sabe que a senhora ama a gente, e que pensa no nosso futuro, mais chegou a nossa vez de pensar em nós mesmas.
- É mãe, foi como a Érika disse, pensa nisso como umas férias, e aproveita pra fazer aquela reforma que você tanto queria.
- É pode ser, mais mesmo assim vocês prometeram nos manter informada.
- Pode deixar Dona Luiza assim que chegarmos lá e encontrarmos com o Ranier eu ligo pra vocês, ok? – se responsabilizou Érika
- Meninas vamos logo estão chamando nosso vôo! – disse Vanessa com a voz de choro.
E com várias malas nos carrinhos elas foram indo a direção ao novo, com medo e muita esperança.
O Vôo foi tranqüilo, ninguém olhava pela janela, sentadas juntas ela foram ouvindo musica, conversando sobre como será a vida delas por lá, como seriam tratadas, os medos e as desconfianças, até que dormiram.
- Por favor, senhoritas, acordem chegamos em Berlim. – disse a aeromoça muito calmamente para as três.
- Obrigado! Nossa já chegamos? – Disse Érika piscando algumas vezes
- É obrigado, foi bem rápido, agora temos que descer, pegar nossas coisa e achar o Ranier.
- Valeu moça, é nem percebi?! – comentou Dessa com os olhos colados na janela
Na esteira o aeroporto, cada uma pegando suas coisas sete malas e 2 nécessaire de Érika, seis malas da Vanessa e 1 nécessaire e a Dessa apenas levou cinco malas e 2 nécessaire, uma dessas malas da Érika era só de material de desenho, entre, papeis especiais, lápis diferentes, tintas, etc.
No saguão com um cartaz enorme com a bandeira do Brasil e nossos nomes escritos nela estava o lindo Ranier, nos esperando com os braços abertos e um sorriso lindo!
- Bem vindas à Alemanha meninas, como foi a viagem?
- Ótima Ranier e você com está?
- Nossa nem percebi, quando dei por mim já tava aqui!
- Foi perfeita Ranier, para onde vamos?
- Nossa! Quantas perguntas, eu estou bem obrigada por perguntar e nos vamos ao apartamento de vocês deixar suas coisas e iremos almoçar.
- Oba to morrendo de fome!
- Van você comeu no avião, como pode ta com fome?!
- Ai gente vocês acham que amendoim e aquele suquinho de tomate da ultima hora foram suficientes?
- Então vamos? Mais antes Ranier como ta o clima lá fora?
- É verdade, soubemos que aqui é bem frio.
- Vocês deram sorte meninas, esses meses estamos no verão, então não é tão frio, mais pra vocês é como o inverno em São Paulo, mais frio de manhã e a noite do que durante o dia, e agora está na hora do almoço, portanto vocês estão bem vestidas.
Dessa estava com calças jeans pretas, bota, um baby look branco e uma jaqueta preta.
Vanessa vestia, uma calça jeans clássica, uma bota preta e um, sobretudo jeans escuro.
Érika vestia uma calça jeans cinza claro, botas brancas, um baby look branca com uma jaqueta pequena branca. Mais o que chamava a atenção para elas eram os cabelos e penteados, Dessa tinha os cabelos castanhos com as pontas roxas, Vanessa tinha os cabelos na altura nos ombros todo repicado com as pontas mais claras (castanho escuro com pontas meio loiras e castanhas claras) e a Érika tinha o cabelo preto com as pontas vermelhas mais ela e a Dessa variavam as cores das pontas pra não enjoar, como elas costumavam dizer.
Fora os acessórios, Érika nesse ponto era a mais diferente, ela tinha piercings um no lábio e um na língua, e algumas tatuagens espalhadas pelo corpo, as únicas que eram expostas eram tranqüilas duas estrelas atrás da orelha, mais as outras poderia chocar um pouco, uma borboleta no quadril do lado esquerdo, um raio do outro lado do quadril e um dragão medieval que ocupava as costas toda.Vanessa tinha apenas uma borboleta nas costas e Dessa um kangi que em português significava sonho nos pés e duas estrelinhas no pulso esquerdo. Nada que chamasse muito a atenção;
Algumas pessoas olhavam com estranheza para as meninas, que já estavam acostumadas com esse tipo de olha e comentários que já nem se importavam, apenas deram os braços entre si e Ranier e saíram felizes para o táxi.
Chegando ao prédio, Ranier as apresentou ao porteiro falando que elas falavam somente em inglês e que se possível as apresentasse aos vizinhos para que se sentissem mais confortáveis.
Notas finais
Não mata e deixa uma aprendiz de escritora feliz
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