Revoluntion of love
1 Capítulo 1 - PRÓLOGO.
Notas iniciais
Tocha Humana:
“Flame on!” — Quarteto Fantástico.
Naquela manhã eu tinha acordado com um pressentimento ruim.Apenas ignorei, só não sabia que me arrependeria profundamente por não ouvir minha preciosa intuição.
Já era noite e eu tinha acabado de ser despedida do meu quinto emprego por não ter paciência, quebrar algo com raiva ou ser desengonçada.Tinha prometido para mim mesma que tentaria levar uma vida normal, mas sempre o final era o mesmo, eu saindo do trabalho aos gritos e arremessando coisas nas pessoas.
Suspirei fundo tentando conter as emoções, era para um bem maior tinha que protegê-lo a todo custo.
E justo a pessoa que eu pensava ligou. Jamie.
Tudo por Jamie, ele merecia uma vida normal, apenas para protegê-lo.
Meu irmãozinho caçula.
— Jamy sem gracinhas! Você vai fazer quinze anos, está na hora de crescer entendeu? — Eu dizia depois de um longa confissão pelo telefone do que ele tinha feito, ouvi apenas um suspiro pelo telefone — Entendeu? — Falei mais alto para ser percebido que eu não estava para brincadeiras.
—Sim "mamãe" — Debochou — mas mereceram, você sabe que elas são umas bruxas e...
Olhei a minha volta.
A sensação de estar sendo observada me dominou.
— Sem mais! Estamos entendidos, sem pegadinhas, se comporte, amo você. — E antes que me respondesse desliguei.
Caramba, o garoto tinha mesmo o gênio da família.
Continuei andando, seria só paranoia minha?
Afinal, era normal que os hábitos de espiã ainda estivessem aflorados.
E vamos combinar espiões são muito paranoicos.
Foi quando ouvi passos atrás de mim.
Me virei rapidamente esperando encontrar alguém, mas nada, apenas o vazio da rua deserta.
PARANOIA!! SÓ PARANOIA!!
Mas mesmo assim continuei em estado de alerta.
Me virei rapidamente decidida a voltar para casa o mais rápido possível.
Mas foi aí que eu senti uma mão grande e forte tampando minha boca e tentando me segurar.
Seria um estuprador, sequestrador, ladrão?
Começo a me debater para ser largada, só que a pessoa é mais forte do que eu, era um homem deduzi.Tento soltar meus braços e consigo dar uma cotovelada no rosto do perseguidor.
Yep! A força não era tudo em batalha afinal de contas.
— Ai! — Ouço um gemido de dor e é aí que fico em choque, fico totalmente paralisada.
Como não reconheci?Não reconheci aquele cheiro que tanto amava? Me lembrava casa, era familiar.
Tento me virar rapidamente, mas infelizmente ele já tinha se recuperado do golpe e me segurava ainda mais forte, um aperto de aço, somente a ponto de me conter.
Um pano é pressionado no meu nariz.
— Me perdoe. — Sinto sua respiração no meu ouvido.
Me perdoe é a ultima coisa que ouço na voz de meu velho amigo Gavião Arqueiro
é ele, penso antes de cair totalmente na escuridão.
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