Revolução

1 Não só quão bom você é, mas quanto você quer.


Notas iniciais
Apenas aproveitem(mentira), Leiam(com atenção), comentem(ou não), favoritem(se quiserem), sigam(seus sonhos[?]), escovem os dentes, sejam boas crianças e não façam xixi na cama. MUITAS COISAS.

=Revolução=

Não ter mais vontade de se levantar, deixa claro apenas que sua covardia ultrapassa sua fraqueza.

Naquela situação não tive forças para lutar, mas ali, como em qualquer outro lugar, não se tratava de força, estava tudo ligado á quanto eu suportaria antes de desistir. Aguentei o suficiente para me por novamente de pé. Agora são eles que fraquejam e pedem para que eu pare. Hoje o que corre em minhas veias é gelo, minha camisa está manchada com sangue dos covardes, e meu coração está inundado pelo ódio daqueles que tem medo de se mostrar diante da fera que criaram.

Sentimentos já não são visíveis, nos meus olhos há apenas o negro fosco de uma mente castigada. Em minhas mãos estão os calos, nas costas as cicatrizes. Marcas de um mundo confuso, marcas de uma revolução.

Noites de dor, dias de apreensão. Os golpes não podiam ser previstos, vinham de todos os lados, e mesmo em meio toda aquela ira veio a minha mente o motivo pelo qual eu os desafiava, a razão pela qual eu estava ali arriscando a minha existência. Eu não podia, nada podia me parar. Não dependia de mim, era um dever, o mundo merecia sair daquela escuridão. Mas a realidade nem sempre foi aquela.

Já houve uma época de paz, onde palavras como, “possuir”, “dominar”, e “temer” não faziam sentido, mesmo que nos esforçássemos para entende-las. Mas por mais triste que seja a verdade, são as luzes mais fortes que formam as sombras mais nítidas. E em meio à harmonia surgiu o caos.

Memorias medonhas tentam tomar conta de minha consciência. Enquanto luto contra elas me lembro de um simples fato da vida, não adianta correr do passado, pois ele sempre vai estar lá quando você olhar para trás. E sabendo que no futuro o meu passado será feito do que faço agora, me dedico a corrigir as falhas que encontro em meu caminho. Então me deixo levar por lembranças que causariam calafrios nos mais fortes, absorvo-as e sigo em frente.

Apenas tendo a noção de que sou feito dessas derrotas, sofrimentos, mas acima de tudo, que sou feito da capacidade de apesar delas, ainda ter uma fonte de coragem que me guia, percebo o relicário que sou e dentro de mim está a luz que trará às trevas o seu fim. Aquela mesma desordem que outrora me expôs ao pavor, hoje será exposta a pressão das almas que lutam como eu, e que junto a mim mostrarão que a vontade de vencer e a coragem de agir nos levam ao objetivo principal de qualquer vida, algo que nos e é apresentado nos momentos em que menos esperamos e que muitos não percebem, é por ele que luto, aquilo que é descrito por quatro letras arranjadas num balanço simples, mas com significado sublime. Eu luto por Amor.

Não ter mais vontade de se levantar, deixa claro apenas que sua covardia ultrapassa sua fraqueza.

Naquela situação não tive forças para lutar, mas ali, como em qualquer outro lugar, não se tratava de força, estava tudo ligado á quanto eu suportaria antes de desistir. Aguentei o suficiente para me por novamente de pé. Agora são eles que fraquejam e pedem para que pare. Hoje o que corre em minhas veias é gelo, minha camisa está manchada com sangue dos covardes, meu coração está cheio de ódio daqueles que tem medo de se mostrar diante da fera que criaram.

Sentimentos já não são visíveis, nos meus olhos há apenas o negro fosco de uma mente castigada, em minhas mãos estão os calos, nas costas as cicatrizes, que são as marcas de um mundo confuso, marcas de uma revolução.

Noites de dor, dias de apreensão, os golpes não podiam ser previstos, vinham de todos os lados, e mesmo em meio toda aquela ira veio a minha mente o motivo pelo qual eu os desafiava, a razão pela qual eu estava ali arriscando a minha existência, eu não podia, nada podia me parar, não dependia de mim, era um dever, o mundo merecia sair daquela escuridão. Mas a realidade nem sempre foi aquela.

Já houve uma época feliz, onde palavras como, “possuir”, “dominar”, e “temer” não faziam sentido, mesmo que se esforçassem para entende-las. Mas por mais triste que seja a verdade, são as luzes mais fortes que formam as sombras mais nítidas. E em meio à harmonia surgiu o caos.

Memorias medonhas tentam tomar conta de minha consciência, enquanto luto contra elas me lembro de um simples fato da vida, não adianta correr do passado, pois ele sempre vai estar lá quando você olhar para trás. Então me deixo levar por lembranças que causariam calafrios nos mais fortes, absorvo e sigo em frente.

Apenas tendo a noção de que sou feito dessas derrotas, sofrimentos, mas acima de tudo, que sou feito da capacidade de apesar delas, ainda ter um núcleo de coragem que me guia, percebo o relicário que sou e dentro de mim está à ordem que trará ao caos o seu fim. Aquela mesma desordem que outrora me expôs ao pavor, hoje será exposta a pressão das almas que lutam como eu, e que junto a mim mostrarão que a vontade de vencer e a coragem de agir nos levam ao objetivo principal de qualquer vida, algo que nos e é apresentado nos momentos em que menos esperamos e que muitos não percebem, é por ele que luto, aquilo que é descrito por quatro letras arranjadas num balanço simples, mas com significado sublime, eu luto por Amor.

Notas finais
Este é o reenvio do texto. MUITAS COISAS.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!