Revenge... Or Love
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Tão poucos reviews;
Mas cada um que li fiquei feliz e vibrei!!!
Sério! Parecia um retardada pulando por aí!
Tudo isso por causa de vocês, a cada um que ler, muito obrigada!
Então....BOA LEITURA!!!
Estavam todos tensos na sala da mansão Salvatore, não sabiam o que fazer, e tudo o que podiam fazer era espera Bonnie tentar achar Rachele por meio de um feitiço, claro que não foi fácil fazê-la concorda em fazer um feitiço para salvar uma vampira, depois de muita insistência topou fazer, agora recitava por meio de sussurros quase inaudíveis, palavras em uma língua desconhecida onde quase nada podia se entender, enquanto um colar de safira de Rachele flutuava na sua frente, mas ela parecia saber o que fazia.
- Droga, ela já conseguiu? – Damon exclamou, não agüentava tanto silêncio.
- Ela faz o que pode Damon – Elena murmurou para que ele apenas ouvisse.
- Não acredito que Rachele é uma vampira! Porque sempre sou a ultima á saber dessas coisas? – Caroline disse mais para si mesma com uma pontada de decepção na voz.
- Por que pra começar você nem deveria saber sobre vampiros, e muito menos ser uma – o moreno disse debochado revirando os olhos azuis.
- Damon, pega leve, ok? – Elena, que estava sentada ao lado de Damon, disse colocando a mão no ombro do moreno.
Stefan permanecia quieto do lado de Elena, imerso em seus próprios pensamentos, com as mãos no rosto, com uma ruga formada entre as sobrancelhas, estava preocupado, deixava ás vezes algumas lágrimas escapar sem que Elena visse, o que podia fazer? Ele tinha acabado de encontrar sua amiga de tantos anos, não poderia perder mais uma amiga por causa de Damon.
- Bruxinha, isso é pra hoje? – o moreno de olhos azuis exclamou estressado – do jeito que vamos, quando chegarmos lá Rachele já vai está em decomposição!
Essa foi á gota d’água para Stefan.
- E você se importa? – Stefan se pronunciou, levantou do sofá sobressaltado, ficando a frente do irmão mais velho – você a odeia com todas as forças, não deveria está em um bar comemorando? Ou chupando sangue de alguma prostituta por aí? Então por que está aqui enchendo nossa paciência? Quer dizer, enchendo a paciência dos outros porque a minha se esgotou.
- Stefan tem razão, isso não faz sentido, se a odeia tanto, porque está aqui conosco? – Elena perguntou calma enquanto puxava o namorado para o sofá de volta para que recuperasse sua calma habitual.
O moreno abaixou a cabeça enquanto todos os olhares da sala, excerto Bonnie que continuava concentrada no feitiço, pairaram nele.
- Ela me salvou – ele sussurrou constrangido, era difícil admitir.
Olharam-no confuso, afinal ele apenas dissera que os policiais capturaram a vampira porque acharam que ela estava atacando Damon, eles se concentraram tanto no fato de ela ter sido pega que esqueceram os pequenos detalhes.
- Do que está falando? – Stefan perguntou ao irmão.
- Bom, a historia é mais complicada do que parece, vou dar uma resumida, ela me salvou de um vampiro mais velho que estava perseguindo ela, por pouco aquele desgraçado não acertou uma estaca no meu coração – exclamou raivoso.
- Acho que você deixou de fora uma parte importante quando nos avisou – Elena disse de olhos arregalados.
- ACHEI!!! – Bonnie gritou fazendo Elena se assustar, e os demais prestarem atenção nela.
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Abriu os olhos devagar, rolou de forma que pudesse ficar de barriga para cima, sua visão estava turva, borrões eram predominantes, sua respiração estava descompassada, sentia enjôo e tontura, sintomas de fome sem duvida, a verbena estava no seu sistema podia senti-la queimando, seus pulsos ardiam assim como seus tornozelos, aos poucos sua visão voltava, estava em uma espécie de sela de barro, com apenas uma porta velha de ferro. Estava presa por correntes nos pulsos, e amarrada por cordas nos tornozelos, tudo com molhado com verbena em abundancia, tinha estacas e balas por quase todo o corpo, dessa vez ela não escaparia, e se escapasse, seria por pouco e com danos.
- Não podemos matá-la agora, vamos interrogá-la ela pode saber da localização de outros vampiros – ouviu uma voz feminina dizer autoritária.
- Mas xerife tem que eliminá-la, vampiros são espertos, ela pode escapar! – alguém respondeu.
- Não importa, temos que saber ao menos o que um desses vermes faz aqui – exclamou a xerife.
A porta foi aberta, por impulso Rachele tentou se sentar e recuar, mas uma estaca em sua cintura impediu o movimento. Alguns homens entraram, ligaram a luz do local iluminando, os olhos da vampira arderam. Uma mulher loira cabelos loiros e curtos, entrou segurando uma arma ameaçando atirar, com certeza estava carregada com balas de madeira, se aproximou da vampira.
- Qual é seu nome? – Liz perguntou aflita, mas mantendo sua pose de corajosa, demorou alguns minutos e nada de uma resposta.
Um tiro ecoou pela pressa da Forbes, acertando um dos braços da vampira, perto da estaca cravada no ombro. Rachele urrou de dor.
- Rachele – ela sussurrou com a voz rouca que saiu de sua garganta como uma navalha.
- Boa menina – um dos policiais disse divertido.
Ela se voltou para o dono da voz, com um olhar de fúria.
- Seu covarde – juntou um pouco das forças que ainda tinha para falar, tossiu um pouco até continua sua ameaça — espere essa porcaria sair do meu corpo...
- Têm outros de vocês? Da sua espécie? – a Forbes perguntou firme.
- Não sou um animal – respondeu debochada.
Mais um tiro, dessa vez na coxa, Rachele arfou de dor, cerrou os dentes para não gritar, se iria morrer, ao menos morreria com algum orgulho.
- Diga se há outros como você! – xerife exclamou.
- Aí você terá que me matar – a vampira deu um sorriso debochado, estava á beira da morte, não tinha muito a perder.
Liz saiu da sala pisando duro, estava nervosa e frustrada, os outros policiais observavam o atrevimento da vampira.
- Vão embora também cachorrinhos – sussurrou roca.
Eles saíram desligando as luzes. Pouco a importava, podia ver mesmo no mais tenebroso escuro.
Estava já sem esperanças, talvez não houvesse salvação, não, não havia salvação. Não podia contar com ninguém além de si mesma e da sua sorte, se não morresse agora, Klaus iria atrás dela, ou Fhilipe a mataria, ela sabia que ele não deixaria barato, conhecia o loiro o bastante para saber que ninguém enfiava uma estaca nele e ficava por isso mesmo. Conhecia a historia daquele monstro melhor que ninguém, teria pena dele, se ele não fosse um idiota, estúpido e egoísta. Mais um adiciona a lista de “Eu quero matar a Rachele” a lista aumentava cada vez mais, mas claro que tinha sua própria lista negra, e Damon estava no topo, ou não. Estava fraca, já não raciocinava mais, lágrimas brotavam de seu rosto insistentemente.
- Que merda – sussurrou, as lágrimas encharcavam seu rosto, sua visão virou um borrão.
A questão naquele momento não era se eles iriam matar ela, era quanto tempo agüentaria ficar de olhos abertos.
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- Tem certeza que esse é o lugar Bonnie? – Stefan perguntou inseguro.
Era á noite, quase de madrugada, os três, os dois vampiros e a bruxa, estavam em uma floresta, diga-se de passagem longínqua, depois de convencerem Caroline de ficar para vigiar Elena na mansão, claro que não foi fácil, mas no final aceitou ficar, Bonnie foi por necessidade de mostrar o local.
- Sim – a bruxa respondeu convicta.
- Estamos no meio do nada, como ela pode está aqui?! – Damon exclamou frustrado.
- Psiu – o Salvatore mais novo pediu silencio – Está ouvindo isso Damon?
O moreno se concentrou nos barulhos ao redor, ouvia passos ao longe, talvez não tão longe quanto pensasse.
- Olha você aqui de novo Damon – Fhilipe disse amargurado.
Stefan olhava Damon interrogativo, Bonnie serrou os olhos, estava pronta a usar seu poder contra o estranho se precisasse.
- Cadê... – Damon começou.
- Ela não está aqui – o loiro interrompeu se aproximando com a elegância de um leão se aproximando de sua presa – vocês tem a bruxa de vocês, eu tenho a minha, a diferença que á minha é bem mais velha e experiente que essa coisinha, perto da minha a bruxa de vocês é uma macumbeira de quintal – deu uma gargalhada amarga.
Bonnie serrou os punhos e trincou os dentes.
- Me desculpe, mas se ela não está aqui, como viemos parar aqui? – Stefan perguntou tentando quebrar o clima tenso.
- Pedi a minha bruxa para que atraíssem vocês até aqui – respondeu, quando olharam melhor o homem, viram que ele estava terrível, olheiras profundas enormes, as roupas sujas de barro e sangue, e no olhar uma tristeza indescritível.
- E por que fez isso? – dessa vez foi Bonnie a si pronunciar, estava furiosa, fez um feitiço que demorou mais do que devia, coisa que devia ter desconfiado, simplesmente para nada.
- Para dar um recado á vocês e a Rachele, caso ela sobreviva, mas considerando o fato de que vaso ruim não quebra, sabemos que ela vai escapar – deu um sorriso triste – ou não, quem sabe não é mesmo? Enfim, se a encontrarem, diga que o trato acabou, e que o jogo só está começando.
Sumiu repentinamente, foi questão de piscar os olhos.
- Seja lá o que ele quis dizer, isso não cheira bem – Damon sussurrou tenso.
- Bonnie, teria como fazer o feitiço de novo? – Stefan perguntou, enquanto ela suspirava – Por favor.
- Ok, tudo bem, vou tentar mais uma vez – a morena respondeu, sentando no meio das folhas, tirando o colar do bolso, deu um suspiro fechando os olhos, recitando novamente o feitiço, enquanto uma ruga entre as sobrancelhas se formava de vez enquanto.
Stefan passou as mãos nos cabelos nervosamente, logo após socando uma arvore.
- Ei, se acalma aí estressadinho – o irmão disse escorado na arvore de braços cruzados – nós vamos achar ela.
- O problema não é achá-la, é encontrá-la viva, Damon, e se chegarmos tarde de mais? Ela é minha amiga de infância, ela está nos ajudando, salvou você! Já parou pra pensar que talvez seja por nossa causa que ela está lá? – Stefan exclamou angustiado.
O moreno chutou algumas folhas e suspirou, talvez não por nossa causa, talvez pela minha, pensou Damon.
- Acho que achei o local – a morena disse – e posso dizer que estamos frios, em relação ao local.
- Vamos então – Damon disse indo em direção a saída da floresta.
Os três avistaram o carro vermelho, Stefan ia abrir a porta do motorista com as chaves a mão, mas Damon foi mais rápido e as tomou.
- Ei – Stefan se queixou.
- Você dirige que nem uma tartaruga paralitica – Damon disse empurrando o irmão, e entrando no carro.
Stefan suspirou, revirando os olhos, entrando no lado do passageiro do carro, querer discutir com Damon, era querer ser mais idiota que ele. Bonnie entrou no banco de trás suspirando.
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- E aqui estamos nós de novo no meio do nada, será que ele se esqueceu de dizer alguma coisa? – Damon disse irônico – Se ele aparecer, vou decapitar ele e usar a cabeça como enfeite de sala.
- Não, dessa vez está certo, sinto que é aqui – Bonnie sussurrou.
Stefan chutava alguns montes de folhas e galhos, a procura de algo, não tinha mais nada a perder. Damon olhava o irmão, e resolveu fazer o mesmo em sua velocidade sobrenatural. A bruxa se sentou em uma raiz de arvore, não podia ajudar em nada, era uma humana com poderes de bruxa. Viu de relance uma argola enferrujada, o que diabos aquilo fazia em uma floresta no meio do nada? Aproximou-se afastando as folhas, aquilo estava parafusada em uma espécie porta camuflada, provavelmente para um porão abaixo da terra.
- Stefan, veja isso – a morena exclamou, mas quem chegou primeiro a ela foi Damon, seguido de Stefan.
- Se afasta – Damon pediu.
Logo puxou pela argola com facilidade, a porta se abriu, entrou, olhando para todos os lados. Stefan entrou logo após, mas a bruxa preferiu ficar do lado de fora.
- Ei, você! O que faz aqui?! – um policial gritou tomando a atenção de Damon.
O moreno bufou foi até o policial torcendo o pescoço do rapaz, causando assim morte súbita.
- Damon! Não estamos aqui para matar apenas para resgatá-la — Stefan repreendeu, fazendo o mais velho apenas revira os olhos pegando a arma do corpo falecido.
Seguiram mais a frente. Ouviram passos se encostaram a parede, Damon os via abrirem uma porta de ferro.
- Ah! Qual é?! Vocês de novo?! – ouviu a voz rouca em sussurro, e embora fraca, inconfundível para Damon.
- Queríamos ver se você recuperava consciência de seus atos – aquela era a voz de Liz sem duvida, sempre autoritária – Vou pergunta mais uma vez: Tem outros vampiros em Mystic Falls?
- Não, não há vampiros em Mystic Falls, e mesmo se tivesse não te diria vaca desgraçada, aliás, o que está fazendo? Construindo um cativeiro para vampiros? – falou roca, Damon riu internamente, a vadia estava a um passo da morte, e ainda continuava firme e forte.
- E então porque deveria confiar na sua resposta? – a policial indagou.
- Não sei, e pouco me importa, de qual quer jeito nessa história a – tossiu seco – vampira morre.
Damon deu um passo á frente, fazendo sinal para que Stefan o seguisse.
- Eu vou distraí-los. Dê conta dos policiais não deixe nenhum fugir, os hipnotize afinal esse sangue de coelho deve servir para algo, não deve? – o moreno sussurrou rápido, debochado e estranhamente ansioso – e caso não consiga, ãhm... Mate-os – falou como se fosse simples, fácil e sem importância.
Damon correu para dentro da sala, eles olhavam assustados e temerosos o vulto que rondava por toda sala, não sabiam para onde apontar as armas, o plano de Damon estava dando certo.
- Quem é você?! – Liz gritou trincando os dentes.
Stefan tratou de eliminar alguns dos policiais, apenas desacordá-los com pancadas na cabeça, não podia correr o risco de terem verbena no sangue e não poder persuadi-los, e era obvio que não seguiria o conselho de Damon, assim como irmão estava como um vulto. Liz olhava assustada enquanto pouco a pouco os policiais iam ao chão.
A vampira no chão atraiu a atenção de Liz. A loira ao chão respirava com dificuldade, seu peito subia e descia, tossia descontrolada, não conseguia puxar ar para dentro do corpo e tossir ao mesmo tempo. A Forbes pensou rápido, tacando uma estaca no peito de Rachele.
Notas finais
Por que vou precisar para uma ocasião na fic;
Enfim, o que acharam? Otimo, ruim, pessimo?
Criticas e ideias muito bem aceitas!
Mereço reviews e uma linda recomendação??????
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