Revenge

11 Capítulo 11 - Operação V.A.D.I.A


Notas iniciais
Desculpe pela demora!
Aqui esta mais um capítulo para vocês amores ;)
Eu vou viajar então talvez não dê para atualizar as fics nesse meio tempo, mas não demoro muito, volto em janeiro.
Há uma possibilidade de atualizar a Revenge nesse domingo, mas não posso prometer que vou conseguir.Mas se der e sobrar um tempinho eu escrevo uma fanfic de natal.
Quero agradecer pelos reviews e pelo carinho de vocês, isso é muito importante pra mim, nem imaginam o quanto!!!
Boa leitura :)

– Não começa! — Ela sussurrou para mim. Quando eu olhei para o lado vejo quem vindo na minha direção? Rapidamente reagi, formulando um plano diabólico e contando para Miroku.

– Entendido?

– Pode deixar comigo! — Falou com um sorriso.

– Kagome, vamos lá pra fora um instante? — A arrastei em uma velocidade turbo.

Sango On:

Eu e Miroku ficamos de vigia como Inuyasha planejou para impedir que Kikyo vá atrás deles. Começa agora a Operação vadia! Por poucos segundos eu desejei que tocasse aquela música do 007 enquanto eu fazia faixas pretas nas minhas bochechas.Kikyo dava voltas e mais voltas no salão procurando Inuyasha ate que ela decidiu pedir informação a sua inimiga , o que eu não achei muito sábio da parte dela.

- Pra onde eles foram? — Perguntou me olhando de baixo para cima. Ela estava usando roupas muito caras e formais para uma simples festa de dezoito anos.

- Não sei... — Respondi grossa evitando olhar para ela e virar pedra.

- Como você se equilibra nessa coisa? — Disse Miroku apontando assustado para os enormes saltos que ela usava. Ela suspirou com aquele olhar metido sorriu e respondeu com a maior delicadeza do mundo.

- Deixa de ser idiota, não vê que uma dama nunca desce do salto? — Virou e continuou a rodar pelo salão. Sorri maliciosamente para Miroku.

- Ela tem toda a razão. — Falei fazendo Miroku olhar pra mim enojado. — Damas nunca descem do salto... Já as vadias caem dele.

- Ou são empurradas. — Completou.

- Vamos empurrar uma vadia do salto?

- Oba! — Ele enganchou seu braço no meu e começamos a planejar o ataque.

Kagome On:

- A festa é lá dentro sabia? — Falei fazendo ele parar de me puxar.

- É mais a Kikyo me viu, e na boa não estou a fim de aguentar as ameaças e principalmente as reclamações dela.

- Ameaças? — Perguntei

- Ela ameaçou de destruir a minha existência e a sua se eu não terminasse com você e blábláblá — Falou girando os olhos. — Mas eu tenho bons profissionais cuidando dela.

- Isso não vai dar certo. — Falei balançando a cabeça negativamente.

- Além do mais quero ficar longe daquele Kohaku insuportável. — dei de ombros.

- O Kohaku é super gentil pra sua informação.

- Então eu não sou gentil?

- Você é ciumento. — Falei apontando pra ele.

- Ciumento? Então sou obrigado a gostar de todo mundo? Não gosto do Kohaku ,ele é muito atrevido pro meu gosto. Parece que não tem medo de morrer.

- Não se esqueça que ele é mais velho, mais alto que você, já passou de ano e vai pra faculdade. — Provoquei

- E dai Kagome? — De que lado da família ele puxou esse gênio?

- Vem. — Falei o puxando. — Vamos para o jardim da casa. — Ele meio sem graça disse sim prosseguimos.

- Nossa esse lugar é realmente muito bonito. — Disse olhando a sua volta.

- Eu e a Sango sempre brincávamos aqui quando crianças — Disse me sentando perto da fonte.

- Que obsessão você tem com fontes de água? — Perguntou se sentando ao meu lado. — Você esta sempre perto delas Kagome, na escola, na praça.

- Isso é verdade. É como se fosse um espaço tranquilo reservado só pra mim. — Falei me deitando. — Eu e meu irmão sempre ficávamos escondidos aqui quando meu pai dizia que ia nos levar no dentista. — Falei sorrindo.

- Você tem um irmão? — Desviei o olhar e passei a fitar a grama. — Algum problema?

- Eu tenho um irmão sim. — Disse evitando que ele percebesse que lágrimas ja haviam sido formadas em meus olhos.

- E onde ele esta? Nunca o vi. — Inuyasha não poderia imaginar o quanto esta me ferindo com essas simples perguntas.

- O nome dele é Sota. — Inuyasha segurou o meu pulso e me virou de frente para ele.

- Porque está chorando? — Perguntou preocupado.

- O Sota... Ele morreu. — Disse deixando aquele líquido salgado escorrer por meu rosto sem controle. — Meu irmão... Ah meu irmãozinho... Morreu atropelado por um idiota bêbado... — Senti um par de braços fortes em volta de mim.

- Me desculpe, eu não sabia. — Correspondi ao abraço. — Eu também perdi uma pessoa importante... Meu pai morreu quando eu ainda era um bebezinho e eu nunca conheci o seu rosto. — Levantei o rosto para fitá-lo. Estava tão sereno e sorria levemente. Suas mãos tocaram meu rosto para enxugar as lagrimas que não cessavam. — Mas não foi por isso que eu deixei de seguir em frente. Sei que ele não iria gostar que eu desistisse de tudo. Por isso eu estou aqui. — Apoiei minha cabeça seu ombro. — Nunca desista da sua vida só por causa da morte do seu irmão. Sei que ele não iria gostar de te ver sofrendo. — Mas não era tão fácil assim. Não quando eu assisti a morte de Sota.

Sango On:

Depois de uma eternidade girando a festa Kikyo finalmente se tocou que Inuyasha não estava mais lá. Ela se preparou para sair, quando eu e Miroku paramos em frente à porta impedindo sua saída.

- Dá pra sair, eu estou querendo passar se não perceberam.

- E eu não vou te deixar passar caso não tenha percebido. — Falou e ela deu uma risada.

- Você não vai decidir se eu vou sair ou não. — Falou tentando passar sendo impedida mais uma vez por nos — Grrrr eu odeio você!- Falou apontando pra mim.

- A recíproca é verdadeira. — Respondi.

- Se você não sair...

- Vai fazer o que? Deitar no chão e espernear? Começar a gritar? — Ela respirou fundo.

- Sabe o que é isso? — Perguntou mostrando as mãos. — São unhas grandes e afiadas em breve cravadas no seu rosto se não me deixar passar. — Fiz um sinal para Kohaku aumentar o volume. — ME DEIXA PASSAR! — Mesmo gritando sua voz era quase imperceptível por causa do auto volume do som. Ela avançou pra cima de mim para começar a me arranhas com aquelas garras imundas quando Miroku a segurou por trás e começou a carregá-la para o banheiro. — ME SOLTA! SOCORROOOO! SOCORRO! — Gritava e esperneava loucamente, quando Miroku a largou, fechou a porta do banheiro trancou. — ME TIREM DAQUI IDIOTAS!

- Vai sonhando... — Riu Miroku.

- Pelo menos me prendam no banheiro feminino! — Comecei a espiá-la pela fresta na parede. Ela estava chutando a parede toda descabelada. — Quero sair! quero sair!

- Pense duas vezes antes de maltratar os outros. É o seu castigo. — Ela parou e fitou o chão.

- Isso coisa daquela idiota da Kagome não é? MALDITA! — Ela se sentou na armação de ferro na parede. — Porque isso ta molha... do... — Ela percebeu que aquilo era onde os meninos costumam urinar e a cara que ela fez... Esse é o melhor dia da minha vida!!! — ESSE É O PIOR DIA DA MINHA VIDAAA! — E começou a gritar histericamente. Eu e Miroku caímos no chão e começamos a gargalhar.

- Pobrezinha, quer sair? — Gritou Miroku.

- Nada de brincadeirinhas seu pervertido! — Gritou ela de volta. Deixamos ela ali e fomos curtir a festa. Depois de um tempo resolvemos soltar a fera, mas ela não estava mais lá.

- Opa... Ferrou — Falei olhando para Miroku que engoliu em seco.

- Eu estou aqui bobinha! — Quando me virei percebi porque ela conseguiu sair.

- Kanna... — Falei girando os olhos.

- Agora chegou a hora da vingança por me torturar. — Sussurrei para o Miroku procurar o Inuyasha.

- Você ta louca? — Perguntou.

- Eu cuido dela...

- Mas pensei que não gostasse de bater nas pessoas sem exceções!

- Estou revendo meus conceitos, uma coisa é você não é gostar de violencia, outra é você deixar as pessoas pisarem em você. — Miroku assentiu e deu um selinho em mim.

-Então toma cuidado. — Falou me deixando mais vermelha de vergonha do que a Kanna de raiva, e foi procurá-los.

- Grrr — Kikyo segurou Kanna para ela não avançar pra cima de mim.

- Eu cuido dela! — Falou estalando os dedos. A festa toda parou para assistir a briga o que me deixou menos confiante. Até que a maioria começou a torcer pra mim. — Agora eu acabo com a tua raça! — Ela veio pra cima de mim e eu apenas desviei fazendo-a ir ao encontro da parede e levantar meio tonta. Ela novamente avançou pra cima de mim e eu tentei fazer a mesma coisa e desviar quando ela pegou o meu cabelo e começou a puxar. Comecei a puxar o dela e dei um puxão mais forte fazendo ela abaixar a defesa. Livrei-me das mãos dela ainda com as minhas enroscadas nos cabelos sedosos dela e comecei a gira-la até que soltei a atirando em grande velocidade. Ela voou até as lixeiras derrubando-as em cima dela. Kanna se levantou como se quisesse me atacar também caiu de bunda logo em seguida.O pessoal me aplaudiu com palmas e gritos quando vi Kohaku se proximando de mim. Ele vai me matar.

- Sango... — Se aproximou de mim. — Você foi incrível! — Me abraçou e me girou. — Espero que ela tenha aprendido a lição. — Kikyo, derrotada, se levantou super fedida e foi embora junto com Kanna. Isso é por todos esses anos que ela jogou coisas nojentas em mim e na Kagome, por ela ter nos humilhado sem que fizéssemos nada para incomodá-la uma só vez.

Inuyasha On :

Vi Kikyo passar por mim fedendo a lixo,descabelada e suja sem dizer nada, e percebi que Kagome estava se segurando para não rir.

- Bom trabalho! — Sussurrei para Miroku.

- O mérito não foi só meu... — Sango veio na nossa direção. — Sango , o que você fez com ela?

- É mais divertido assistir a cena. — Disse mostrando o vídeo no celular do Kohaku. hahahahaha parabéns pelo trabalho bem feito Sango!!!

- Te amo Sa-chan! — Kagome abraçou a amiga.

- Agora podemos aproveitar a festa... — Disse Miroku pegando na mão de Sango e eu fiz o mesmo com Kagome.

Notas finais
Gostaram T.T ?
Deixem reviews e deixem essa escritora felizzzz *-----------*
Beijinhos =P
~LennaChan S2