Retardados completos

5 Um natal muito louco!


Notas iniciais
Espero que gostem, boa leitura! LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!

– OH HAPPY DAY! O HAPPY DAY! WHEN JESUS WASHED! – cantava Harry vestido de papai Noel, usando uma coxa de frango como microfone e se contorcendo em cima da mesa da Grifinória. O coro? Rony, Fred e Jorge vestidos de mamãe Noel. Só podia ser!

– Harry. – chamei.

– OH HAPPY DAY!

– Harry.

– OH HAPPY DAY!

– HARRY POXA! – nada.

Bufei, subi em cima da mesa e dei um tapa em Harry, que me olhou desconcertado. Seus olhos se encheram de lágrimas.

– Harry, pelo amor de Zeus, CHEGA DESSA MÚSICA.

Ele assentiu mexendo a cabeça loucamente.

– Ótimo. – desci da mesa e voltei a comer.

Harry conversou um minuto com Fred, Jorge e Rony e depois começou a cantar:

– O BONDE PASSOU, AS NOVINHAS OBSERVOU! – olhei descrente para ele que agora empinava a bunda.

– Ninguém merece! – reclamou Zabini.

Subi em cima da mesa de novo e dei outro tapa em Harry.

– OQUE FOI MULHER? QUER QUE EU VOLTE A CANTAR O HAPPY DAY? – ele perguntou estressado.

– Não meu querido – eu disse docemente. – EU QUERO QUE VOCÊ PARE DE CANTAR!

O lábio dele tremeu e eu percebi que ele iria chorar.

– Harry, não chore querido. – passei a mão por seu rosto. – Vá tirar essa roupa de papai Noel e depois venha comer. Okay?

Ele assentiu e saiu correndo do salão principal como aquelas meninas de filmes correm quando levam um pé na bunda.

Terminei de tomar meu café da manhã e fui em direção a minha primeira aula, que graças a Zeus não é biologia, e sim o estudo dos trouxas. Não sei pra que. Se todos sabemos que trouxas são trouxas porque não são bruxos!

Estava andando quando esbarrei em Theodoro Nott. Um sonserino harpia e retardado como todos os outros.

Olhei nos seus olhos e lhe dei um tapa.

– Por que você fez isso? – ele perguntou massageando o rosto.

– Porque eu não gosto de você. – sorri e sai andando ( desfilando define melhor ).

Cheguei na sala de tortura e procurei um lugar vago ao lado de alguém normal, já que essa aula como todas as outras é em dupla. Procurei, procurei, procurei, até que vi que o único lugar vago era ao lado do Zabini. Suspirei e caminhei para o tédio.

– Olá! – cumprimentou-me Zabini sorrindo.

– Olá diamante negro! – ele fez uma cara de ofendido, revirei os olhos.

– Diamante negro, o chocolate. – expliquei.

– Ah, tá...

– Pensando bem, olá chokito.

Ele me ignorou – ou pelo menos fingiu –.

Coloquei minha bolsa em cima da mesa e peguei meu celular para ouvir música. Zabini viu o fone de ouvido e perguntou:

– O que vai fazer?

– Escutar música.

– Tenho algo melhor. – ele sorriu, tirou um Uno sabe Zeus de onde e colocou-o na mesa. – Que tal? – ele levantou uma sobrancelha.

– Por que não? – dei de ombros e começamos a jogar.

. . .

– Um quatro mais? – exclamei indignada – Eu não acredito! – tirei outro quatro mais do meu bolinhos de cartas e joguei na mesa.

Blaise sorriu e colocou outro quatro mais na mesa. Peguei uma carta de dois mais e joguei. Ele suspirou.

– Hum... me deixe contar – pensei um pouco – você vai ter que comprar quatorze cartas! Oh, como eu adoro esse jogo.

Blaise bufou e comprou as cartas.

– Dispensados! – ouvimos a professora falar. E como não tiramos nada da nossa mochila só juntamos as cartas.

– Muito bem Zabini, foi muito bom jogar com você. Até mais otário. – dei um tapa na cara dele.

– Por que você fez isso? – ele massageou o rosto.

– Porque eu não gosto de você.

Ele franziu a testa.

– Mas você acabou de falar que...

– Quer levar outro tapa? – levantei a sobrancelha.

– Hum hum.

– Ótimo.

Fomos andando um ao lado do outro até o salão principal, aonde cada um foi para a sua mesa.

– Como foi a aula de estudo dos trouxas? – perguntei para Hermione.

– Você estava lá. – ela respondeu confusa.

– Desculpa, mas eu tinha mais o que fazer. – olhei para Harry e Rony.

– A gente dormiu.

Sorri para eles.

– Está vendo Hermione? – disse eu – É assim que pessoas normais se comportam na aula de estudo dos trouxas. Você foi a única otária que prestou atenção naquela aula.

Ela revirou os olhos e nós começamos a comer.

– Legal! – exclamou Rony – Uma coxa de frango. – ele pegou um saquinho do nada e colocou a coxa lá dentro.

– Por que você fez isso Rony? – Harry perguntou.

– Essa coxa a partir de agora é oficialmente minha namorada. – ele guardou o saquinho que continha sua nova “namorada”.

– Uau, vida de forever alone é difícil em. – falei e Hermione saiu correndo e chorando do salão.

– Ué, qual é problema dela. – Rony pareceu confuso.

Eu Harry olhamos para ele com uma cora de “Oh, qual será?”

Ele, burro não percebeu nada, então voltou a comer.

Dumbledore se levantou e bateu de leve na sua taça com uma colher.

– Alunos, eu gostaria de dar um anúncio – não gosto quando ele misteriosamente decide dar um anúncio. Sempre acaba em merda – Bom, eu gostaria de dizer que para o natal teremos uma atração feita pelos alunos da sonserina, que se ofereceram para nos alegrar no tal dia. Podem voltar a comer.

– Vocês ouviram isso? – perguntou Hermione. – Quem vocês acham que vão nos “alegrar”?

– Eu Granger. – disse Malfoy atrás de mim.

Levantei e dei um tapa no Malfoy.

– Au! Porque você fez isso? – ele perguntou.

– PORQUE ELA NÃO GOSTA DE VOCÊ! – respondeu Zabini da mesa da sonserina.

– OBRIGADA ZABINI! – agradeci e ele fez um beleza com a mão.

– Você? – disse Harry – Nos alegrar no natal? – ele começou a rir descontroladamente. – Nem que a peruca de Sansão fique sem fios de cabelos! – ele completou ofegante.

Agora quem tem que rir sou eu.

Malfoy franziu a testa.

– Que mesa de loucos! – e saiu rebolando.

. . .

Hoje é o dia em que eu vou rir da desgraça do Malfoy. Tomara que ele caia no meio do salão e quebre uns dentes.

Eu, Harry, Hermione e Rony estávamos a caminho do salão principal quando encontramos Blaise e Theo.

– Otários, que prazer revê-los. – cumprimentei educadamente.

– Olá – eles disseram em uníssono.

Os dois usavam ternos de seda italianos. O de Theo era branco e o de Blaise preto.

– Bonito terno Zabini – eu falei – Não sabia que você usava roupas trouxas, não deveria usar trajes a rigor?

– Eu ia usar, mas eu achei essa roupa muito interessante. –disse animado – Olha só isso! – ele passou a mão no blazer.

– Realmente. E você Nott, como descobriu as roupas trouxas?

– Quando fui na casa dele. – ele apontou para Blaise.

Sinceramente, tenho que confessar que eles ficaram bonitinhos.

Clarisse:bonitinhoé feio arrumadinho.

Não é o caso?

Clarisse: não. Pode ter certeza que não.

Tá legal, eles ficaram lindos.

Clarisse: o que mais?

Hump! Eles ficarão gatos, tá bom? AGORA CHISPA DO MEU POV!

Chegamos na frente da porta do salão e Neville entregou para cada um de nós um gorrinho de papai Noel.

Awn, Blaise ficou tão fofo!

Quando entramos percebi que as mesas haviam sido retiradas. De cada lado haviam pequenas mesas com espaço para quatro a seis pessoas, um tapete vermelho levava as pessoas direto para a pista de dança, que ficava no centro do salão.

– Legal! – exclamou Blaise quando chegamos perto de uma mesa – Podemos sentar todos juntos. – ele puxou uma cadeira e quando foi sentar eu puxei-a mais para trás. Resultado? Bumbum de chokito doendo!

– Cara, eu sei que você não gosta de mim, mas deixa o meu bumbum fora disso! – ele reclamou. – Me deixa sentar!

– Por que eu deixaria você se sentar aqui? – perguntei e analisei minha unhas.

– Por favor? – ele fez carinha de cachorro pidão.

Resolvi me aproveitar da situação.

– Ajoelhe-se escravo! – ele olhou descrente para mim – Okay, então você não...

– Tá bom, tá bom!

Ele se ajoelhou.

– Beije meu pé. Aproveita que hoje eu passei talco – ele suspirou e beijou o meu pé. – Quem manda nessa bagaça?

– Você.

– Você oque?

– Você vossa majestade.

– Ótimo!

Todos nos sentamos e esperamos o show começar. Cinco minutos depois as portas do salão principal explodiram e por lá, entrou Malfoy e suas damas de companhia, Crabbe e Goyle.

Malfoy usava uma saia rodada vermelha e uma regata preta grudadinha, deixando os seus pelos das pernas e do sovaco a mostra. Crabbe e Goyle usavam a mesma coisa só que ao contrário, as saias pretas e as blusas vermelhas. Pode ter certeza que não é uma boa visão as gordurinhas deles marcadas em uma regata colada e os pelos das axilas suados e também grudados.

Começou a tocar uma música lenta e eles começaram a dançar balé.

Um segundo de silêncio, dois, três... Todos, todos começaram a rir descontroladamente, batendo nas mesas. O seboso quase teve um heart attack, Dumbledore havia desmaido, os outros professore riam loucamente como se esse fosse o último dia de suas vidas. Alguns alunos da lufa-lufa ficaram sem ar, os grifinórios apontavam para a cena bizarra e riam logo após, os corvinais tiravam fotos e postavam no facebook, os sonserinos pareciam que tinham misturado vodka com flor de lótus, cinquenta e um, whisky de fogo e cerveja, já eu e meus companheiros de mesa rimos tanto que caímos da cadeira, e agora rodávamos livremente pelo chão do salão rindo e com a mão na barriga. Parecia que Sr. D tinha passado por aqui e instalado o caos.

Malfoy ficou todo vermelho.

– EU NÃO ACREDITO QUE ESTÃO RINDO DA GENTE! HUMP! QUER SABER? SE DIVIRTAM SOZINHOS!

– NÃO MALFOY, CONTINUA! – eu pedi. – A GENTE ESTÁ SE DIVERTINDO MUITO!

– SÉRIO? – os olhos dele brilharam.

– SÉRIO! – dessa vez todos no salão responderam.

– VAMOS LÁ! – ele berrou e levantou uma perna até a cabeça.

Crabbe, Goyle e Malfoy começaram a dançar. No final eles fizeram uma abertura zero que doeu em mim só de olhar. Dessa vez ninguém riu, estavam todos segurando a vontade para não acabar com a nossa diversão.

– Cara, Malfoy, aquilo foi demais. – falei quando cheguei perto dele. – Ainda bem que eu gravei tudo. Tira uma foto comigo?

– Claro miga! – ele pegou meu celular e tirou uma série de fotos comigo, depois me devolveu.

– Valeu! – dei um soco no ar. – Assina aqui por favor? – peguei uma foto que eu tinha minha e do Malfoy, eu dando um soco nele. Uma outra dele vomitando lesmas graças ao feitiço que eu joguei nele. Outra com eu e ele fazendo careta para a câmera, essa eu tirei para o meu álbum: Os otários da minha vida! Ele assinou todas e me devolveu.

Sai saltitando de alegria. Ainda bem, pois toda as garotas de hogwarts se aproximaram dele e começaram a pedir autógrafos e fotos.

– Quem diria em – disse Rony – Malfoy A Doninha, agora ficou famoso.

– Pois é né? Fazer o que – Harry suspirou. – Não vamos desanimar! – ele pegou meu celular – Fotos amigas! FOTOS!

– UHULLLL!

Depois de uma sessão de fotos – que depois eu vou revelar e colocar no meu álbum – nós fomos dançar.

. . . Duas horas depois

– CHEGA! – exclamei – NÃO AGUENTO MAIS DANÇAR!

Fomos todos nos sentar. Agora chegou a melhor parte. Os presentes! Peguei minha varinha.

– Accio presentes. – uma cesta cheia de presentes apareceu e veio na minha direção. Peguei-a e comecei a distribuir os presentes.

– Malfoy, para você um passe grátis no melhor cabeleleiro de hogsmead!

– Ai amiga! Obrigada! — pegou uma caixa de algum lugar e me entregou – Para você.

– Obrigada. – rasguei o embrulho e achei uma violão. – Obrigada Malfoy! Como sabia que eu queria um violão?

– Eu tenho os meus contatos.

– Harry, para você um óculos com armação de oncinha!

– Ai, arrasou amiga! – ele pegou o presente e imediatamente começou a usar. Ele pegou uma caixinha e me entregou.

Eu abri e encontrei um colar mágico, aonde continha uma foto minha com ele, Hermione e Rony, todos nós nos mexíamos, eu jogava meu sorvete na cara de Rony e todos começavam a rir.

– Obrigada Harry. – meus olhos se encheram de lágrimas.

– Para você Hermione, um Box de livros. – peguei um Box de jogos vorazes e entreguei para ela.

– E para você – ela disse – Um passe livre no parque de diversões que está montado temporariamente em hogsmead, com direito a acompanhante.

– Valeu. – agradeci – Para você Zabine, uma peruca.

– Thank you! – ele ficou emocionado. Ele pegou um cachorrinho da raça salsicha e me entregou, o mais fofo é que ele tinha um lacinho na cabeça.

– Que fofo! Obrigada!

– Para você Rony, um passe livre no melhor restaurante de hogsmead.

– Valeu miga. – ele me entregou uma caixa de doces da dedos de mel.

– Oh, são os mais novos doces da dedos de mel! – ele assentiu.

Peguei uma caixa e entreguei a Fred e Jorge.

– Para vocês, alguns logros para enlouquecer as pessoas. – eles sorriram e me entregaram uma caixinha de som.

– Hãn-ram oh-yea! Valeu meninos. – fiz uma dancinha estranha e um high-five com eles.

– FELIZ NATAL PESSOAL! – berrei para todos que quisessem ouvir.

– FELIZ NATAL! – berraram todos de volta.

Dumbledore tirou seu traje a rigor com um puxão e ficou só de calcinha e sutiã. Gritou “E que a loucura comece!” e começou a dançar ao som de Britney Spears, rebolando aqui, indo até o chão ali.

Snape ficou com a sua típica cara de bunda sentado enquanto todos se divertiam.

Mcgonagall dançava de um jeito estranho, fazendo com que todos rissem.

Bom, eu? Eu fui eu, dancei loucamente, rebolei, e se brincar até desci na boquinha da garrafa sem ficar sabendo.

Ainda não foi, mas tenho a impressão de que esse será Um natal muito louco!

Notas finais
AQUI! AQUI! AQUI! AQUI!!! Bom gente, estou com alguns problemas aqui e não sei quando vou postar novamente, posso até não postar mais, alguns últimos reviews faria bem, não acham? Bjjs divas, agradeço a cada review que vocês deixaram por aqui, foi oque me motivou a continuar.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.