Notas iniciais
Olá queridas, não tive paciência para esperar até quarta já eu o capitulo já estava pronto. Então, simplesmente postei hoje. Boa leitura.

Estávamos todos os pobres e infelizes alunos da grifinória e sonserina na aula de poções, ou seja: aula com o Snape.

– Ridícula! — disse o seboso passando ao lado de Rony e analisando sua poção.

– Horrível!

– Mas o que você fez aqui, Longbottom? — ele perguntou assustado. Eu — uma pessoa nada curiosa — fui lá ver o que estava acontecendo. A poção que normalmente deveria ficar verde, estava roxa.

– O que pode acontecer, professor? — perguntei educadamente.

– Nada, Sweetie! — ele respondeu ríspido — Agora volte para o seu lugar!

– Argh! — andei de volta para o meu lugar e, vendo que ele estava de costas mostrei o dedo do meio para ele.

– Dez pontos a menos para a grifinória!

– Oque? — exclamei. Será possível que ela tenha visto?

– Cinco pontos a menos para a grifinória! — resolvi ficar calada. Por enquanto.

– Para entregar na próxima aula — ele começou andando de um lado para o outro — eu quero que vocês façam dois rolos de pergaminhos sobre...

O sinal bateu e nós, alunos extremamente espertos, saímos correndo antes que ele terminasse de falar.

– Qual a próxima aula? — perguntou Harry

– Se eu não me engano, é transfiguração. — respondeu Hermione pulando de alegria.

– Hermione? — eu comecei.

– Hãn?

– Pode me explicar o porque de toda essa alegria? — perguntei confusa.

– Oras, por que a próxima aula é de transfiguração. Dã! — ele respondeu como se fosse o óbvio. — Vamos ou iremos nos atrasar! — ela disse puxando a mim, Harry e Rony.

– Quem te disse que eu vou para aquela aula? — eu perguntei.

– Você não está pensando em... ?

– Sim, isso mesmo. Vou matar aula.

– Oque? Não! Isso é proibido é contra as regras...

– E desde de quando eu respeito as regras, Hermione?

– Desde de nunca mas,...

– Mas nada. Olha Hermione, eu vou matar a aula por uma boa causa, eu vou...

– Desde de quando matar aula é uma boa causa? — ela perguntou desesperada.

– Eu vou para a cozinha. Tchau! — estava cansada de discutir e minha barriga estava me dizendo que não aguentava mais, estava sofrendo muito e... Você sabe!

– Espere! — disse Rony — Eu vou com você.

– Mas Rony... — começou Hermione e Rony estendeu a mão.

– Fale com a minha mão!

Hermione bufou.

– Eu também! — informou Harry.

– Mas Harry...

Harry tirou os sapatos e as meias e estendeu os pés para Hermione.

– Fale com o meu chulé!

E assim saímos divando pelo corredor.

Chegamos na frente da "porta" da cozinha, eu fiz cócegas na pera e nós entramos.

Imediatamente o cheiro de comida invadiu minhas narinas.

– Estão sentindo esse cheiro? — respirei fundo e depois soltei o ar — É o cheiro de milhas e milhas de torres de comida pedindo para vir para a nossa barriga!

Corremos até o elfo mais próximo, que por coincidência era Dobby.

– Olá Dobby — eu o cumprimentei — Eu gostaria de: uma porção de batatas fritas, pão com nutella, suco de manga, uma manga, sete laranjas, quatro tabletes de hershey's, bombons, balas, pirulitos e gelatina de melancia.

Ele anotou tudo em uma caderninho, assentiu e aparatou. Dois minutos depois ele voltou com todo o meu pedido em uma mega super hiper bandeja.

– Obrigada Dobby. — eu agradeci e me sentei na mesa mais próxima.

Alguns minutos depois Harry e Rony sentaram-se ao meu lado. Não me ache uma comilona por conta do meu pedido, pra você ter ideia, o pedido de nenhum dos dois era ao menos um pouquinho menor que o meu.

Terminamos de comer e o sinal bateu. Estávamos seguindo para a próxima aula quando a voz de Dumbledore soou por toda hogwarts.

– Muito bem meus querido alunos — I, não estou gostando desse papinho furado — Quero todos vocês no salão principal. Tipo AGORA!

Sem hesitar, eu, Harry e Rony saímos correndo para o salão principal.

Quando chegamos lá, notamos que as mesas haviam sido retiradas e no lugar aonde ficava a mesa dos professores, estavam os professores. Inclusive a Mcgonagall, dando piti.

– OH, MEU ROSTO! — ela berrava sem se importar de ser os centro das atenções — POR FAVOR, TENHA PIEDADE! NOSSA SENHORA DAS PLÁSTICAS, POR FAVOR ME ABENÇOE!

– Não posso Minerva — uma luz tão forte que era capaz de nos cegar se não desviássemos o olhar, apareceu no centro do teto do salão, e brilhava cada vez mais a cada palavra vinda do além — Essa já é a octogésima quinta vez que você me pede isso desde de a última vez em que eu te dei minha benção, e olha que só faz duas horas.

Minha boca foi ao chão. Eu não conseguia ver nada, então sai empurrando as pessoas até conseguir ficar na frente. Tia Minnie se esperneava, chupava dedo e se balançava de um lado para o outro na posição fetal, assim como no filme do Bob Esponja. Seboso foi tentar pega-lá no colo e ela soltou um grito parecido com o de Grover na batalha do labirinto.

– Dumbledore faça ela parar! — pediu um sonserino.

– Foi para isso que eu lhes chamei aqui — ele informou — Ela não irá parar se não conseguir ficar bonita...

– IMPOSSÍVEL! — disse o Malfoy.

– Calado Malfoy. — eu disse — Deixe o Dumby terminar de falar.

– Então, eu lhes proponho uma missão! — ele terminou animado.

– Hã... que tipo de missão? — perguntei.

– Uma missão para alguém cumprir, óbvio!

Oh, não me diga!

– Temos que fazer o que nessa missão?

– Vocês tem que conseguir uma plástica para Minerva.

– Hum... e o que ganhamos com isso?

– Nada.

– Então não vamos! – ouviu-se um monte de pessoas concordando ao mesmo tempo.

Dumbldore suspirou.

– Um par de ingressos para o show do imagine dragons.

Como nenhum desses bruxos recalcados sabem o que é imagine dragons, todos eles deram um passo para trás. Eu fui a única que fiquei lá na frente com cara de tacho e analisando a gravidade da situação. Já que ninguém se manifestou, Dumbledore por fim disse:

– Okay então. Evylla você partirá imediatamente!

Como eu não tinha outra escolha, simplesmente dei de ombros.

– Posso levar alguém comigo? — perguntei.

– Somente uma pessoa.

Dei uma risadinha maligna e fui para a torre da grifinória.

* * *

– Vem logo Gina! — puxei o braço dela mais forte.

– Não! Eu já disse que não vou! — ela teimou e agarrou a grama.

– Ah, quer saber? — peguei Gina no colo e antes que ela se soltasse, me joguei na primeira árvore que eu vi.

Alguns minutos passeando pela sombra e chegamos no escritório do primeiro cirurgião plástico.

Fui até a mulher que estava atrás de uma mesinha e disse:

– Eu gostaria de falar com o doutor... — olhei em volta procurando o nome do energúmeno, mas não achei nada — É com o doutor.

– É isso ai, com o doutor — completou Gina me olhando feio.

– Tem hora marcada? — ela perguntou sem nos olhar.

– Não.

– Então, sinto muito, mas não poderão entrar.

– Quem te disse que eu estou te pedindo permissão? — dei-lhe um tapa bem dado na cara.

Ela nos olhou assustada enquanto invadíamos a sala do doutor, que também nos olhou assustado.

– Vocês tem ho...

– NÃO! — exclamei — Queremos saber se você não poderia realizar uma plástica grátis na nossa... hãn, ér... vó. — tirei uma foto da professora Mcgonagall e mostrei para ele.

Ele olhou para a foto e afundou na sua cadeira.

– Não, não posso. Já fiz isso muitas vezes.

– Okay então.

Suspirei e sai de lá com Gina. Peguei a mão da mesma e quando estava prestes a entrar em uma sombra ela pediu:

– Pelo amor de Deus, porque a gente não pode aparatar? Aquelas vozes estranhas e aqueles monstros me dão medo.

Eu ri.

– Tá bom. — eu concordei e nós aparatamos.

* * *

– ... Então eu pensei, se o senhor não podia realizar uma...

– Não! Eu quebrei todos os meus equipamentos tentando fazer uma plástica nessa senhora. Por favor queiram se retirar.

Próximo...

* * *

– ... É que nossa tia está desesperada — pausa para respirar — Ela não vive sem plástica e...

– Não, essa psicopata me jogou pela janela uma vez.

Próximo...

* * *

Eu e Gina chorávamos falsamente tentando convencer o doutor de que Tia Minnie está necessitada de uma cirurgia.

– Não. Ela jogou meu ursinho de pelúcia pela janela, ele foi atropelado e morreu na hora! Saiam daqui! — ele exclamou começando a chorar.

* * *

– Não!

* * *

– Não!

* * *

– Não!

* * *

– Não!

* * *

Depois de consultar todos os cirurgiões plástico de Nova York, nós fomos para o central parque e nos jogamos em um banquinho como duas mendigas.

– É impossível! — Gina exclamou — Ela já foi em todos os cirurgiões plásticos de Nova York, o que vamos dizer a Dumledore?

– Qualquer coisa, mano. Vamos voltar para hogwarts e contar tudo para o Papai Noel do Paraguai, talvez ele tenha uma solução.

Gina estava se preparando para aparatar quando eu a lembrei:

– Não se pode aparatar em hogwarts criatura!

– Ah é — ela pareceu se lembrar — e como vamos voltar?

– Do mesmo jeito que viemos, dã! — respondi o óbvio.

Ela bufou.

– Eu devo ter arrancado os cabelos da peruca de sansão para merecer isso! — ela exclamou e pegou minha mão.

Eu entrei nas sombras e puxei ela junto. Não demorou muito para chegarmos a hogwarts.

Fomos calorosamente recebidas por Dumbledore em sua sala, que perguntou sobre nosso passeio por Nova York. Mentira, o velho quase teve um treco com a nossa chegada.

– Como foi? Conseguiram? — ele perguntou animado.

Eu e Gina nos entreolhamos.

– Não! — respondemos em uníssono.

– Ah — Dumbledore suspirou — Enquanto vocês estavam fora, ela nadou no lago negro nua, envenenou o almoço e saiu cantando músicas trouxas por hogwarts vestida de Bob Esponja e montada em um cavalo.

– Uau — eu disse — as coisas por aqui foram animadas, hein.

– O fato é que estamos ferrados — ele falou triste.

– Nem tão ferrados. — falei — Acho que tenho uma solução.

O rosto de Dumbledore se iluminou, ele sorriu e jogou o cabelo nos ombros digno de: L'oréal Paris, porque você vale muito.

. . .

– Mas Zeus, por favor! — eu implorei — Hogwarts está um caos desde de que ela não conseguiu uma cirurgia.

– NÃO! — ele berrou e o chão tremeu — DEFINITIVAMENTE NÃO! PARE DE ME TORRAR A PACIÊNCIA!

Ele estava todo animado de ter uma nova abençoada, até eu mostra a foto. Ai ele perdeu a paciência e um furacão horrível passou por Manhattan.

– Mas Zeus...

– O que eu vou ganhar com isso? — ele perguntou mais calmo.

– Uma nova abençoada? — eu tentei, mas pareceu não funcionar — Okay, você vai ter paz, eu irei te deixar em paz.

– Jura? — seus olhos brilharam.

– Juro!

Ele fez um movimento com as mãos.

– Trabalho feito! — ele sorriu digno de: Colgate, o mais recomendado pelos dentistas.

Então eu simplesmente voltei para hogwarts.

Quando cheguei lá, vi que o caos caiu sobre a escola. Ela foi por água abaixo. Um gigante fez suas necessidades em cima dela, só pode.

Tia Minnie estava dançando ragatanga em cima da mesa da sonserina, cujos alunos encaravam a cena descrentes.

– Pode por favor me explicar a merda que você fez, Sweetie? — perguntou Malfoy se aproximando.

– Também não sei Malfoy. — respondi estupefata.

Ela estava vestida como uma vadia. Se Drew fosse uma deusa poderia jurar que Tia Minnie havia sido abençoada por ela. Se Drew fosse uma deusa acho que seria deusa das barangas, biscates e vadias. Ah, sem me esquecer que ela seria a rainha da esquina assim como o Félix é o rei do Hot Dog ( sim, eu assisto a novela ).

Enfim, ela estava vestida com uma saia curta que mal cobria a calcinha, um top brilhante cheio de purpurina rosa na frente e dourada atrás — o que me fez estremecer -, uma salto de quatorze centímetros, e havia feito uma coque mal feito. O pior é que ela estava com a mesma cara de antes. Cara de velha, mas estava se achando.

– Agora sim — comecei.

– Nós estamos — continuou Draco.

– Definitivamente ferrados! — terminamos em uníssono.

E foi ai que eu percebi que era melhor ter aceitado um nãoda Zeuza.

Porque, sinceramente, olha no que deu!

Notas finais
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