Responsibility
8 Melancolia vs clichê
Notas iniciais
Tsunade lia as anotações que o casal a sua frente havia feito durante as duas semanas passadas. Como ela esperava, estava tudo impecável; boa alimentação, higiene, cuidados e tudo o que ele havia mandado, até mesmo tinha um nome.
—Muito bem Konan... — ela começou. —Como eu esperava de você...
—Por favor, Tsunade-sama! — ela se assustou um pouco com o desespero da azulada. —Não tire a Megumi de mim!
Arqueou uma sobrancelha, vendo os olhos âmbar da garota se encherem de lágrimas, enquanto abraçava o boneco de forma protetora.
—Ela é minha filha!
—Konan, calma... — Nagato tocou o ombro a garota.
—Mas Nagato...
—Nós sabíamos que esse dia chegaria, acho que todos os pais passam por isso. — fechou os olhos, tentando não deixar algumas lágrimas caírem. —Mas vai ficar tudo bem! Nós devemos ter esperança e deixar o destino comandar a vida da nossa pequena anjinha! — ele segurou o rosto dela. —Porque nós amamos ela!
Konan explodiu em lágrimas, abraçando Nagato, junto com Megumi. Os três ficaram assim por muito minutos, até que o ruivo entregou o bebê para a diretora e depois de mais alguns dramas, saíram da sala.
—... — mas o que foi isso?
[...]
—Eu não esperava que vocês dois fossem tão bem... — disse em frente a Hidan e Kakuzu, que não pareciam tão melancólicos quanto o primeiro casal. —Estou surpresa.
—Eu sou um pai. — Hidan sorriu, mas Tsunade percebeu que ele estava tenso.
—Como é o nome dele?
—Hikuzu. — o albino respondeu.
—Não, é Hikatsu.
A loura suspirou frustrada ao ver que os dois haviam começado uma discussão.
—Ok, ok! — anotou os dois nomes do bebê. —Aqui diz que ele já anda, estou impressionada. — sorriu orgulhosa. —De todos pensei que vocês seriam os piores.
—Porra, cadê a sua fé em mim?
Hidan recebeu olhares reprovadores de Tsunade e Kakuzu.
—Bem, então... Acho que é isso... — terminou de fazer algumas anotações. —Podem se despedir dele se quiserem.
Os dois não disseram nada, pareciam um tanto desconfortáveis na situação. Tsunade estranhou, não era da personalidade de nenhum dos dois agir assim.
Kakuzu pegou o bebê do colo de Hidan e se levantou, entregando para a diretora. A loura segurou o boneco o puxando para si, porém, Kakuzu não o soltou.
Ela puxou de novo, mas o moreno continuou o segurando com força.
—Kakuzu? Solte-o…
O moreno finalmente soltou o boneco, e por mais estranho que pareça, o bebê começou a chorar. A loira estava achando tudo aquilo muito estranho, então soltou o bebê.
Esperou um tempo, até que Hidan se levantou e pegou o boneco nos braços, indo para um canto da sala.
—Ele é meu! – gritou desesperado.
—Hidan, calma...
—Mas...
Kakuzu pegou o bebê dos braços do menor e o abraçou.
—Ele também é meu!
Tsunade observava os dois se abraçarem, junto com o boneco, pensando o que os pais daqueles adolescentes haviam tomado na gestação.
[...]
—Bem, estou surpresa... – ela dizia meio chocada. —De todos, você era um dos que eu não esperava isso.
Itachi fungou, abraçado a Kisame que segurava uma caixa de lenços de papel para o moreno.
—Foi tudo culpa minha. – choramingou e assoou o nariz. —Ele se foi por um descuido meu!
—Acalme-se Itachi-san.
—Eu sou um péssimo pai... uma pessoa horrível.
Tsunade pigarreou, constrangida.
—Bem... estou vendo que não foi por querer... você errou Itachi, acontece com todos e…
—Que tipo de pai deixa o filho sofrer um acidente assim?
Ela não sabia o que dizer.
Ele estava conseguindo ser mais melancólico do que Konan... isso era estranho.
—Então... onde está ele?
Itachi se afastou um pouco maior e enxaguou as lágrimas.
—Como assim? – ele se indignou, não mais que a loura. —Nós velamos ele, o enterramos em um funeral digno de um Uchiha.
Ela ficou mais indignada ainda.
—Você enterrou ele? Mas eu precisava devolver para a loja!
—Como assim loja? – Kisame fez uma careta.
—Não importa, eu quero me devolvem ele. – respirou fundo, os expulsando da sala.
Melancolia demais para um dia só.
[...]
—Eu... Eu estou surpresa...
—Porque?
Olhou para o bebê no colo de Tobi.
—Ele está inteiro.
—E qual é a surpresa? Você acha que eu ia deixar esse idiota acabar com meu bebê?
—Zetsu-san, assim você me magoa.
Apesar disso, Tobi estava sorrindo. Ele estava sem a máscara, o que para Tsunade era muito estranho. O bebê tirava um cochilo, enrolado em uma coberta verde clara, escrita “Haru”.
De todos, até agora, o bebê dos dois parecia o mais calmo.
Ele não estava querendo sair do colo dos pais, como Megumi; não estava andando pela sala e arrotando como Hikatsu, ou Hikuzu, que seja; e pelo menos estava inteiro e não estava enterrado.
Anotou em sua agenda, não subestimar Zetsu e Tobi, nunca mais.
—Parabéns, estou orgulhosa de vocês dois.
—Você vai ficar com ele? – Zetsu questionou hesitante.
Ah, não... foi o que ela pensou, imaginando a cena dramática que os dois iriam fazer.
—Sim, infelizmente vocês não irão poder ficar com eles, tenho que os devolver para a loja a qual encomendei.
—Mas... – Tobi choramingou.
—Tobi, nós conversamos sobre isso, desde o começo era essa a ideia. – Zetsu repreendeu o moreno. —Contenha-se!
O Uchiha abaixou a cabeça, encostando-a no ombro do outro.
Tsunade estava perplexa.
—Então, é isso! – pegou o bebê.
—Espere! – Zetsu o pegou de volta, o abraçando. —Vou sentir a falta dele.
Ela observou os dois abraçarem o bebê, e pelo menos não estava chorando como os outros.
[...]
—Impecável. – ela elogiou Akemi, que sorria docemente para a loira. —Vocês foram ótimos, ela.... Ei, estão me ouvindo?
Sasori e Deidara estavam se entreolhando, olhares bem suspeitos na opinião dela.
—Claro que sim, eu presto atenção no que os outros dizem. – o ruivo se pronunciou.
—E eu tenho educação em ouvir sem reclamar ou questionar a fala ou opinião alheia. – o loiro falou.
Eles estavam jogando indiretas um para o outro...?
—Então, podem se despedir.
—Já fiz isso. – Sasori desviou o olhar. —Odeio despedidas, vamos acabar logo com isso.
—Como pode ser tão insensível?! Depois de tudo o que passamos com ela!
Os dois se entreolharam.
—Ah claro. – Deidara ironizou. —Você não tem sentimentos, hn.
—Você acha que eu não estou sofrendo com isso? – o ruivo esbravejou.
—E eu? O que você acha que estou sentindo com isso? Estou magoado, triste e me sentindo usado, o que eu devia fazer?
Tsunade não sabia ao certo, mas ela estava achando que os dois não estavam falando da bebê.
—Se não fosse por ela eu não teria descoberto os meus sentimentos, hn.
Ok, agora ela tinha certeza.
—Ahn, meninos...?
—Ela também abriu os meus olhos sobre isso, mas eu ainda estou confuso Deidara, porque não entende?
—Você não estava confuso quando estávamos naquele momento.
—Aquilo era diferente!
—Você estava me usando!
—Sasori? Deidara?
Ela olhou para Akemi que olhava os dois com uma cara confusa, como se estivesse tentando entender o que os dois tanto discutiam.
—Não vou falar disso aqui.
—Porque não? Está fugindo de novo! – o louro se levantou. —Você é um idiota Sasori!
—Eu posso ser um idiota, mas você também não é nenhum santo! Você que quis fazer aquilo! Quantas vezes eu perguntei se você tinha certeza?
—Cala a boca! Você não entende!
Ela ia mandar os dois se sentarem e calar as bocas, mas desistiu após ver o ruivo puxar o pulso do louro e o beijar, em sua frente... na sala da diretora... na frente da diretora...
Por mais estranho que pareça, Akemi sorriu alegre quando o ruivo fez isso.
Os dois se separaram e coraram.
Ela pigarreou, chamando a atenção dos dois.
—Tudo bem, podem se despedir dela... – os dois, constrangidos, fizeram isso. Deidara estava chorando um pouco, mas Sasori o ajudou a sair da sala.
—Ah, seu nariz está sangrando. – o ruivo avisou antes de sair da sala definitivamente.
Opa.
[...]
—Eu me sinto tão ridícula. – Konan suspirou. Foi abraçada por Nagato, que segurava junto com ela, o cobertor de Megumi.
—Eu devia ter o ensinado a falar. – Kakuzu se lamentou.
—Porra, eu nem pude o converter ao Jashinismo. – Hidan choramingou abraçado ao moreno.
—Injusto é saber que ela conseguia falar o nome do danna, mas não o meu. – Deidara suspirou, sentado no colo do ruivo.
—Lamentável. – Sasori beijou o ombro do novo namorado.
—Parem de drama, todos nós já sabíamos que isso iria acontecer. – apesar disso, Zetsu estava chorando. —Eram apenas bonecos. – fungou.
O grupo suspirou.
—Ele tem razão. – Itachi falou, para a surpresa de todos. —Eu me apeguei demais ao Júnior, mas graças a ele eu vivi momentos inesquecíveis e... – sorriu para Kisame, beijou seus lábios.
—Vocês são um casal muito estranho. – Hidan comentou, levando um tapa na nuca. —Ai porra Kakuzu!
—Isso é bem estranho, não acham? – todos olharam para Nagato. —Duas semanas atrás nós pensávamos o quanto isso era idiota, e olhem só agora. – ele riu. —Estamos triste por bonecos de plástico.
Kisame concordou.
—Mas pelo menos conseguimos boas experiências.
[...]
Hidan se jogou na cama, respirando fundo e esticando os braços.
—Vou sentir falta do Hikuzu-chan. – ele comentou. —Mas pelo menos vou poder dormir direito.
—Você vai superar. – o moreno se inclinou e beijou o albino. Hidan agarrou sua nuca e entreabriu os lábios, dando passagem para o mais velho; Kakuzu deitou em cima do menor e invadiu sua boca, explorando e brigando pelo controle. O albino soltava alguns gemidos durante o beijo, enquanto o moreno arranhava seu braço e sua coxa.
Era estranho estar em uma relação com ele, aconteceu tão repentinamente que era assustador. Os dois saíram da sala, foram caminhar e para confortar o albino, ele o abraçou e de algum jeito, Hidan beijou-o.
Depois disso já se pode imaginar: Hidan levou um soco no olho.
Mas depois os dois se entenderam.
Kakuzu se deitou ao lado do albino após o beijo, mesmo não querendo admitir, também estava afetado emocionalmente pela perda do bebê.
—Kuzu?
—Hm?
—Quer me confortar de novo? – o albino sorriu. —Mas agora eu quero de outro jeito.
Ah, mas esse pirralho!
[...]
—Kisame, estamos definitivamente juntos? – perguntou Itachi com os dedos entrelaçados ao do maior.
Kisame sorriu, inclinando-se para baixo e capturando os lábios do moreno em um selinho.
—Isso responde a sua pergunta?
O moreno mordeu o lábio e balançou a cabeça negativamente, o maior sorriu travesso.
Beijou novamente o mais novo, dessa vez com mais paixão. Mordeu o lábio inferior do Uchiha e esperou que este o concedesse a passagem, não demorou muito e Kisame estava brigando com Itachi pelo domínio do beijo; abraçaram-se, deixando o beijo um pouco mais intenso.
Afastaram-se por falta de ar.
—Ah… — Itachi ofegou. —Acho que... – foi interrompido por outro beijo, um tão intenso quanto o outro. —…Kisame, você já... – novamente interrompido. —T-tudo bem, chega! Ou eu vou morrer de falta de ar.
O maior riu.
—Te quero para sempre, Itachi-san. – sussurrou no ouvido do mais novo, fazendo-o corar.
Itachi correspondeu ao abraço de Kisame, pousando a cabeça no peito do outro e fechando os olhos.
—Eu também, Kisame.
[...]
Deidara suspirou, deitando a cabeça no tórax de Sasori e alisando a pele nua do mais velho. Sentiu sua cintura ser rodeada por braços firmes e se deslizou o braço até o ombro do ruivo, acariciando o local.
—Isso foi tão bom, hn. – comentou com a voz meio rouca.
Sasori não disse nada, apenas sorriu.
Os dois ficaram em um breve silêncio, apenas aproveitando o momento.
—Estou sentindo a falta dela... – o ruivo falou, virando o corpo e deixando seu rosto a centímetros de distância do loiro.
—Eu também. – sussurrou acariciando a bochecha do ruivo. —A casa fica silenciosa sem ela, hn.
—Não é só com ela que a casa ficava barulhenta. – o ruivo riu vendo as bochechas de Deidara tomarem uma tonalidade quase roxa.
—Hm, idiota!
Beijou o loiro, antes que ele se levantasse e saísse da cama. O clima entre os dois estava tão bom, entrava um pouco de sol pela janela do quarto, pairando até a cama, estava aconchegante abraçado ao loiro.
O beijo se tornou mais intenso, as mãos de Deidara alisavam e acariciavam as costas de Sasori, enquanto o ruivo segurava sua nuca e cintura. As pernas se entrelaçaram e sorriram entre o beijo.
—Eu te amo Sasori-no-danna. – deu um selinho no mais velho.
—Eu também Deidara, muito.
[...]
Tobi ria descontroladamente, Zetsu estava encharcado. Não só ele, o moreno também estava. Havia molho de macarrão por toda a parte.
—Pára de rir idiota! – Zetsu se irritou. —Olha só, seu pai vai te matar.
—Porque? Foi você quem fez isso, não o Tobi.
—Cala a boca.
Tobi jogou um pano para o namorado e começaram a limpar. Estavam tentando cozinhar, mas nenhum e nem outro sabiam, o que dificultava muito.
Acabou por Zetsu explodir a panela de molho, sabe lá como.
—Zetsu-san, olha. – o moreno se aproximou. —Tem molho em todo seu rosto, deixa eu limpar.
Passou um outro pano delicadamente pela face do outro, tirando a máscara e a colocando em cima da pia, beijando a bochecha do namorado.
—Está bom. – ele sussurrou. —Até que você cozinha bem. – Zetsu corou, sentindo o moreno lamber e beijar as partes de seu rosto (e pescoço também!) que havia molho. Ele mordeu o lábio, reprimindo um gemido ao sentir a língua do moreno em seu pescoço, em uma parte sensível.
Mordeu o queixo do outro e depois o lábio inferior, após isso selou os lábios. Havia um pouco de molho nos lábios de Zetsu, o qual se misturou ao beijo deixando uma sensação e gosto peculiar.
Entrelaçavam as línguas e se abraçaram, sujando-se mais e mais.
—Quer tomar banho? – sugeriu o moreno com sorriso travesso nos lábios.
Zetsu sorriu também, sendo puxado para o quarto do Uchiha.
[...]
—Porque viemos para cá? – Hidan reclamava muito se abanando com uma folha. —Porra, está calor demais, como vocês dois conseguem? – apontou para Sasori e Deidara. —Caralho, aqui não é um motel ao ar livre, porra!
—Cala a boca Hidan. – Deidara disse após quebrar o beijo que havia começado com seu danna. —Isso se chama inveja, hn.
O albino mostrou o dedo do meio ao louro.
—Mas por que estamos aqui mesmo? – Itachi perguntou, meio corado ao ver quanta intimidade os dois artista estavam tendo.
—Tsunade-sama pediu para vir aqui. – Konan se pronunciou, limpando um pouco de sangue do nariz.
Sasori mordeu o lábio de Deidara e sussurrou algo em seu ouvido, o louro resmungou e contragosto, saiu do colo do ruivo.
—É melhor ser algo importante, hn.
—Também espero, estava ocupado. – Zetsu falou com o cabelo molhado, assim como Tobi.
—O que vocês estavam fazendo? – Pain perguntou fazendo os dois corarem, silêncio no grupo.
—Eu adoro ser amiga de vocês... – a azulada jogou um lenço todo vermelho no lixo.
—Não é ela, ali? – Kisame apontou, vendo Tsunade chegar com uma caixa grande.
—Que porra é aquela?
—Ei, bom dia. – ela sorriu, olhou para Konan. —Ainda está sangrando. – a azulada pegou outro lenço.
—Porque nos chamou aqui? – Sasori questionou impaciente.
—Bem, eu li e reli as anotações de vocês, assisti coisas bem bizarras na minha sala ontem e, bem, falei com o gerente da loja onde eu peguei os bonecos.
—E daí? – Zetsu perguntou.
Tsunade se aproximou da caixa e a arrastou para mais perto, abrindo-a.
Eles esperaram que algo acontecesse, algo saiu andando de lá e Hidan quase gritou.
Ok, ele gritou:
—Hikuzu-chan! – o albino foi pulando até o boneco.
—Megumi! – Konan correu até a bebê, que engatinhava até a azulada.
—Ai, danna! Olha, hn! – Deidara apontou para Akemi que vinha andando desajeitadamente, o ruivo se ajoelhou e estendeu os braços, a bebê se tentou correr, mas caiu. Deidara a pegou no colo e Sasori sorriu.
—Haru! – Tobi foi pulando, literalmente, até o bebê que tinha dificuldade de andar. O pegou e jogou no alto, apertando e mostrando a Zetsu que abraçou também.
Estava tudo feliz, todo aquele clima clichê de finais felizes, apenas Itachi e Kisame estavam sentados, quietos.
O moreno estava amaldiçoando Tsunade por ter o chamado.
—Itachi. – Sasori se aproximou com Akemi, que pulou no colo do moreno.
—Akemi-chan, que saudades. – abraçou a boneca que riu.
—Itachi. – olhou para frente e viu Tsunade com um bebê no colo, com as duas pernas enfaixadas e um braço engessado. Sim, engessado! —Alguém quer te ver.
—J-Júnior?! – ele se aproximou lentamente, ao lado de Kisame. —Ah, meu Kami-sama! – pegou o bebê com muito cuidado e o abraçou, sentindo lágrimas. —Júnior, eu te amo.
Kisame sorriu e abraçou os dois.
Kakuzu começou a falar com Tsunade, que a loura havia comprado os bebês e estava dando ao grupo. O moreno perguntava quanto havia sido, sendo xingado por Hidan é claro.
Sasori e Deidara estavam vendo Akemi começar a andar, junto com Itachi e Kisame que mantinham Júnior no colo.
Tobi e Zetsu começaram a brincar com Haru no gramado.
Nagato tocou o ombro dela e sorriu, beijando a testa de Megumi e os lábios da azulada.
—Eu te amo. – disse ele.
—Eu também.
Tsunade observou todos eles, felizes, com os bonecos que também pareciam felizes.
Quem diria que sua ideia iria resultar nisso, mas estava feliz também, pelo menos conseguiu dar uma lição a eles. Além de que, nem ela imaginava que a tarefa para os tornar responsáveis iria os juntar romanticamente.
—Clichê.
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