Resistência - INTERATIVA
7 Corredor da Morte - parte 1
Notas iniciais
Gabriela e Alexandre tentavam passar pelo portão, utilizando um plano improvisado que o vice-líder havia feito. E em sua visão era um excelente plano, mas a líder da resistência não gostava nem um pouco desse plano.
– Acho que isso é desnecessário, Lex!
– Você tem uma ideia melhor?
– Pular a muralha, serve?
– Mas ninguém consegue fazer isso, criatura!
– Eu te odeio. – Ela caminha até o segurança.
Enquanto isso...
– Senhorita Wiliam! – Um policial chama a atenção da prisioneira.
– O que foi?
O homem entra na sela e tira as correntes que prendiam Nina, trocando por pequenas algemas.
– Venha comigo! – Ela anda acompanhando-o até um corredor escuro. – Bem — vinda ao Corredor da Morte.
– Mas eu... – Ele solta as algemas.
As luzes se ascendem. A loira vê sua arma no chão. Sem entender muita coisa ela paga o chicote e observa o recinto.
“O que está acontecendo?” – Nina pensou confusa.
Ela parecia estar com sérios problemas. Porém enquanto uns se encontram em situações de risco, outros viviam calmamente.
– Vamos, Mary! – Eric fala saindo da cadeia.
– É Miriam!
– Que seja, vamos!
– Mas eu queria falar com aquela tal de Nina... – Ela encara o primo – O que você fez com ela? Não me diga que a mandou para o Corredor da Morte!
– Se eu fosse você não perderia o meu tempo se preocupando com esses... Monstros!
–---------
[...]
Alexandre e Gabriela ainda não haviam passado pela muralha, mas a jovem líder tentava por o plano estúpido de seu amigo em prática.
– Com licença! – Gabi fala ao segurança que segurava uma garrafa de sakê.
– O que uma moça tão bela faz por aqui? – Ele sorri maliciosamente.
– Nada de importante...
– Que boa notícia! – Ele a beija e a coloca contra a parede.
– Desculpa, Lex, mas eu não aguento mais! – Ela dá um chute em... Enfim ela o chuta.
– Gabi, você nem se esforçou! – Alexandre ironiza entre mil risadas.
A jovem se ajoelha e começa a vomitar.
– Tá! Me avise quando terminar. – Ele pega uma chave que estava com o segurança e abre o grande portão.
Flashback – ON
(5 anos atrás)
Cássia e Johan Kerbeth viviam felizes, pois gostavam de seu trabalho. Eles eram os líderes da primeira tropa de Enjerus já existente, trabalhavam todos os dias sorridentes. Além de trabalhar, eles também cuidavam de seus dois filhos, Agnes e Asher, duas crianças adoráveis.
Após um ano de trabalho sem uma folga sequer, Cássia e Johan finalmente ganharam férias. Seriam férias curtas, porém divertida. Um momento para passarem com seus filhos na praia.
– Agnes, vem brincar comigo! – O mais novo pede fazendo cara de cachorrinho pidão.
– Claro, Asher! Mas antes você vai ter que me pegar. – A rósea menina sai correndo em direção ao mar e seu irmão vai lhe — seguindo.
– Não vão muito longe! – Cássia grita aos filhos.
Flashback – OFF
(Base dos Enjerus)
Agnes e Miriam estavam descansando em seu quarto. As duas colegas de quarto não pareciam estar muito felizes.
– Beth, eu odeio o Eric! Eu tenho que salvar a Nina, né?
– Olha, se eu fosse você não me preocuparia com esses... Monstros! – Miriam se surpreende com a atitude da amiga.
– Agnes, eu sei que você odeia os Akumas, mas não sabia que você era igual ao meu primo... – Ela fala aos berros – O que houve?
Miriam se aproxima da jovem de cabelos rosas a envolvendo em um abraço.
– Foi tudo minha culpa! – Ela fala entre lagrimas – Faz exatamente cinco anos que meu irmão morreu. Isso dói muito.
– Calma, amiga! Você é sempre tão sorridente... Por que não me conta o que aconteceu?
Flashback – ON
[...]
– Crianças, venham comer um lanche! A mãe de vocês acabou de preparar! – Johan grita chamando a atenção de seus filhos.
– Johan, cuidado...
Flashback – OFF
“Não importa o que me disseram... Eu não vou deixar alguém morrer!” – Miriam pensava enquanto pulava a janela de seu quarto.
Agnes já dormia. Então não pode impedir a colega.
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