Resistance
4 Capítulo 4 - Adeus.
Notas iniciais
Steve sempre ouviu em sua vida que ele era corajoso e quanto as pessoas o admiravam por isso, mas o que elas diriam se visse que ele não tinha coragem nenhuma de entrar e ir falar com Peggy. Todas as vezes em que ele foi ver ela na hora de ir embora ele sentia uma forte dor no coração, Deus sabe como aquilo acaba com ele.
– Stevie? Precisamos entrar – falou Roxie – Eu liguei e marquei o horário, então eles devem estar nos esperando.
– Eu não quero dizer adeus – soltou murmuro sofrido.
– Eu sei Stevie – ela apertou sua mão – Mas acho que você precisa, eu preciso dizer adeus.
– É nessas horas que eu preferia ter morrido – Roxie entendia o sentimento do amigo.
– Antigamente eu concordaria com você – a ruiva fez uma careta – Mas agora não mais.
– É – concordou – É difícil viver nesse século. É difícil ver Peggy assim, ela as vezes mal se lembra se mim – resmungou Steve.
– Ninguém disse que seria fácil – ela passava as mãos gentilmente em seus cabelos.
– É, mas ninguém disse que seria tão difícil – que merda, nada era justo.
– É a vida Steve – sussurrou sua amiga – E se você quer saber, a vida é uma vadia – falou num tão amargo. Pelo menos ela vez seu amigo soltar um sorrisinho.
– A nossa vida não é mesmo justa – ele deu os ombros – Nunca foi – acrescentou melancólico.
– Vamos entrar – ela disse saindo do carro. Esperou seu amigo chegar ao seu lado. Entrelaçou seus dedos nos deles apertando forte – Mas passar por isso juntos. Você não este sozinho Ste, eu estou aqui com você, ok? – ela afirmou.
– Ok – ele apenas concordou.
A cada passa mais perto do quarto, o coração de Steve batia mais rápido. A enfermeira disse que ela estava em um bom dia hoje, ele ficou feliz, não queria perturbar muito ela. Roxie deu leve batidas na porta e eles ouviram em uma fraca voz dizendo que eles poderiam entrar, e então ela estava lá, sentada na cama, sua Peggy estava lá, porém ela não era mais sua, não mais e isso machucava.

– Olá Margaret – exclamou Roxie deslizando para dentro do quarto.
– Precisa mesmo me chamar de Margaret – resmungou Peggy.
– Algumas coisas nunca mudam – Roxie deu um pequeno beijo na bochecha da senhora
– Fiquei feliz quando me disseram que vocês veriam me visitar – ela olhou diretamente para Steve que ainda estava na porta – Por que você está com essa cara de tristeza?
– Você me conhece muito bem – ele foi e se sentou na cama de Peggy – Como você está?
– Bem – ela colocou sua frágeis mãos sobre as do Steve – Eu vivi minha vida, não tenho medo da morte – ela sorriu – Então vocês vão me falar sobre o que aconteceu com a S.H.I.E.L.D?
– Peggy, talvez não seja… — ela balançou as mãos interrompendo o Capitão.
– Não me venha com essa asneira Steve – ela ficou brava – Eu mereço saber o que está acontecendo – o olhar dela era determinado igual como antes, pensou Steve.
Roxie e Steve foram contando tudo o que eles passaram recentemente, mas com calma, de um jeito que não fosse deixar Peggy ainda mais perturbada. Passaram a manha inteira conversando com a antiga amiga deles. Roxanne chorou ao contar sobre Bucky e tudo o que ele havia passado e no final ela chorou por tudo o que eles não poderão ser, tudo o que eles não poderão viver.
Roxanne Weitz e Margaret Carter se tornaram melhores amigas na época da segunda guerra mundial, contavam tudo uma para outra e se davam muito bem, pois as duas eram mulheres forte e determinadas. As amigas fantasiavam que depois que a guerra finalmente acabace viveriam em casas uma do lado da outra, Roxy casada com Bucky e Peggy com Steve, teriam mais de quatro filhos e futuramente seus filhos se casariam e todos eles seriam uma grande família, mas não foi assim, infelizmente.
– Nossos planos não deram certo – Peggy tinha grossas lágrimas em seu olhos – Mas você ainda pode realizar uma parte do plano – Steve limou as lágrimas de Peggy – Ache o Bucky, o ajude e viva sua vida com seu amor – deu um fraco sorriso.
– E Steve, você precisa seguir em frente – acaricio seu rosto – Como eu já disse, eu segui em frente. Foi difícil, mas eu tinha que viver – eles manterão seus olhos conectados.
Goodbye, goodbye
Adeus, Adeus
Goodbye, my love.
Adeus, meu amor
– Eu vou embora Peggy – ela balançou a cabeça – Eu não sei se volto… – sua voz falhou.
– Antes que eu não esteja mais aqui – sussurrou – Está tudo bem, Steve.
Can't hide, Can't hide,
Eu não posso esconder, não posso esconder
Can't hide, what has come.
Não posso esconder o que está por vir
I have to go, I have to go
Eu tenho que partir, eu tenho que partir,
I have to go, and leave you alone
Eu tenho que partir, e deixá-la sozinha,
– Pare de se prender a mim – o sofrimento passou nos olhos da senhora – Eu estou velha, não tenho mais nada a te oferecer a num ser sofrimento – ela soluçou.
– Eu te amei Peggy, eu te amei muito – certificou. Ele queria que ela soubesse.
– Eu sei disso, Steve – ela afirmou – Eu sei muito bem disso – e ela o garantiu.
But always know, always know
Mas sempre saiba, sempre saiba
Always know, that I love you só
Sempre saiba, que eu te amo tanto
I love you so
Eu te amo tanto
I love you so
Eu te amo tanto
– Talvez eu ainda te ame – encostou sua testa na dela.
– Mas agora você precisa deixar de amar – sua voz estava embaçada – Você precisa me deixar sozinha, precisa me esquecer – exclamou Peggy.
– Eu preciso buscar Bucky – Steve olhou diretamente para seus olhos castanhos que transmitiam tanta experiência.
Goodbye, brown eyes.
Adeus, olhos castanhos.
Goodbye, for now.
Adeus, por enquanto
Goodbye, sunshine.
Adeus, raio de sol
Take care of yourself.
Cuide-se
– Eu preciso ir embora, mas eu volto para te ver, eu prometo – Steve estava tentando se convencer a si meso sobre isso.
– Não – ela negou – Acho que será melhor se você não me visitar mais – desvio o olhar.
– Peggy? – Steve soltou o ar assustado.
– Vai ser melhor assim – ela falou.
– Mas… – o loiro tentou argumentar e ela o cortou novamente
– Você vai ver – ela o assegurou.
I have to go, I have to go,
Eu tenho que partir, eu tenho que partir,
I have to go, and leave you alone
Eu tenho que partir, e deixá-lo sozinho
But always know, always know,
Mas sempre saiba, sempre saiba
Always know, that I love you so
Sempre saiba, que eu te amo tanto
I love you so, oh
Eu te amo tanto, oh
I love you so, ooh
Eu te amo tanto, ooh
Roxanne acariciou suavemente nos braços, em sinal que ela estava ali com ele, dando força ao seu amigo. Não ver mais Peggy seria doloroso, mas Steve sabia que toda vez que ele a via, sempre pensava no passado e tudo o que eles não poderão ser e, por fim, ele decidiu que Peggy estava certa, como sempre, ele não iria mais vê-la até que ela se fosse para sempre.
Lu-lullaby, distract me with your rhymes.
Canção de ninar. Distraia-me com suas rimas
Lu-lullaby
Canção de ninar
Lu-lullaby, help me sleep tonight
Canção de ninar, me ajude a dormir essa noite
Lu-lullaby (Lu-llaby)
Canção de ninar (Canção de ninar).
– Você vai ser feliz? – ela o questionou.
– Eu vou tentar – Cap sorriu.
– Não é o suficiente Capitão – resmungou – Steve, me prometa que você vai continuar a ser essa pessoa maravilhosa que você é. Talvez você não saiba, mas eu me apaixonei por você antes do Dr Erskine e o Stark realizarem o experimento em você – confessou. Steve olhou para o rosto de Peggy, seus olhos, ele sempre amou seus olhos.
– Slán mo shúile donn – ele deu um suspiro melancólico. Bateu uma saudade em Peggy, na época em que eles ficavam deitados e Steve sussurrava coisas em Irlandês a ela, não sabia o que significava, mas parecia tão perfeito.
I have to go (Goodbye)
Eu tenho que ir (Adeus)
I have to go (Goodbye)
Eu tenho que ir (Adeus)
I have to go (Goodbye)
Eu tenho que ir (Adeus)
And leave you alone
E deixá-lo sozinho
But always know (Goodbye)
Mas sempre saiba (Adeus)
Always know (Goodbye)
Sempre saiba (Adeus)
I love you so (Goodbye, lullaby)
Eu te amo tanto (Adeus, canção de ninar)
I love you so (Goodbye)
Eu te amo tanto (Adeus)
I love you so (Goodbye)
Eu te amo tanto (Adeus)
I love you so (Goodbye)
Eu te amo tanto (Adeus)
– Adeus Margaret Carter – Steve beijou sua testa – Você sempre será a minha melhor garota.
– Adeus Peggy – sussurrou Roxie que estava quieta até agora. Peggy sorriu e suas pálpebras foram se fechando lentamente.
I love you so
Eu te amo tanto
I love you so
Eu te amo tanto
Goodbye brown eyes
Adeus olhos castanhos
Goodbye my love
Adeus meu amor.
– Steve? – Peggy o chamou, quando o mesmo já estava para deixar o quarto. Seus olhos ainda estavam fechados.
– Sim? – respondeu.
– Eu sei que você vai conseguir. Sabe o por quê? – ela o questionou.
– Não. Por que? – o loiro quis saber o motivo.
– Por que eu estava pensando em você quando eu sugeri o nome da organização – ela apontou para uma foto na estante, em que ele estava segurando seu escudo – SHIELD

– Obrigado Peggy – os olhos de Steve acumularam lágrimas. A senhora soltou um leve e doce suspiro, antes de se deixar levar no mundo dos sonhos.
(…)
Desconfiado, era o principal sentimento do soldado. A mulher ruiva cujo seu nome causava algo a ele, algo como se o nome Jean fosse familiar, mas ele não conseguia se lembrar o porque. Enfim, depois que ele fez todos as perguntas a mulher, ela o levou para um quarto grande e disse que ele poderia tomar banho se ele quisesse e tinhas roupas limpas no armário.
Algum tempo depois, quando ele já havia feito tudo e estava apenas deitado na cama encarando a parede alguém bate na porta e seus sentidos ficam alerta e qualquer coisa, porém era apenas a mesma mulher lhe dizendo que o professor Xavier gostaria de conversar com ele.
Então finalmente ele se encontraria com o chefão desse lugar, estava um pouco temeroso até agora ninguém fez algum mal a ele ao o forçou a fazer algo contra sua vontade, mas como ele mesmo já havia dito o mundo não era assim, então alguma coisa estava por vir. Jean Grey parou na frente de uma porta, deu pequenas batidas, ela abriu a porta lentamente e deu um passo para trás.
– Vai em frente – apontou para dentro da sala. Seus instintos gritavam que aquilo era uma armadilha, Winter Soldier planejava várias maneiras de matar a mulher ao seu lado e fugir desse lugar, ele fechou os olhos e respirou fungo ignorando o soldado em seu mente e entrou na sala.
Era um grande escritório, decorado com luxo, cheios de livro e no final havia uma grande mesa e atrás estava um homem sentado, um senhor com mais idade e com a cabeça lisa e brilhante.
– Sente-se – a voz do homem era calma como se não tivesse perigo ter o soldado na mesma sala que ele – Já em frente, ninguém vai lhe fazer algum mal aqui rapaz – ele garantiu. O moreno se sentou devagar na cadeira, ele ainda estava desconfiado.
– Eu sei sobre você – começou o professor – Conheço a sua história.
– E mesmo assim ainda me mantém aqui? – questionou o soldado
– Ora porque não? – o questionou de volta como se nada tivesse errado nessa situação.
– Por que eu sou perigoso – fechou seus olhos – Eu mato as pessoas, eu as machuco.
– Você queria matar elas? – o mais velho lhe perguntou – Se lembra o porque de matá-las, se lembra de querer isso? Ou foi só segundo ordens?
– O que quer de mim? Por que me quer aqui? – ele cortou o professor antes que ele fosse começar a falar que não foi culpa do soldado.
– Eu quero apenas te ajudar, James – o soldado se encolheu ao ouvir esse nome.
– O mundo não é assim – disse ele. Não acreditava mesmo em pessoas querendo ajudar em troco de nada.
– O mundo que você acha que conhece não é assim – Charles afirmou – Mas ainda existe uma parte do mundo que ajuda e nós aqui do Instituto fazemos parte desse mundo.
– James, minha vida não foi fácil e para falar a verdade a vida de ninguém aqui nesse instituto foi. Muitos sofreram – o professor estava sério – Muitas pessoas perdidas, confusas, com raiva, com desejo de vingança e sem saber o que fazer com a vida – aquilo resumia a maioria das coisas que o soldado sentia. Existia uma grande parte de sentimentos que o Winter Soldier não estava programado para sentir.
– Essas pessoas me deixaram ajudar e com o tempo elas foram melhorando – todo o que ele queria era se lembrar de James Barnes – Não estou dizendo que é fácil, mas estou te dizendo que é possível.
– E por qual motivo você faz isso? Se sentir realizado com você mesmo? – ele sabia que foi grosso entretanto o professor não pareceu ofendido.
– Uma pequena parte sim, mas a maior parte é porque quando eu cai tinha pessoas para me ajudar – ele afirmou.
– Isso é ridículo – o soldado desprezou mesmo que por dentro aquilo mexesse com ele.
– James, você é livre para ir embora a hora que você quiser – ele apontou para a porta atrás deles – As portas estão abertas, você pode seguir o seu caminho – o soldado não tinha caminho para seguir e ele sabia disso, ele estava perdido, sem rumo.
– Vai mesmo me deixar ir embora? – ele duvidava.
– Sim. Você é um homem livre – livre? Ele não se lembrava se ser livre, mas ele gostava da sensação, gostava de ser livre – Mas eu gostaria que ficasse e me deixasse te ajudar a superar
– Eu quero me lembrar de James Barnes – o moreno expôs seu desejo ao velho professor.
– Eu posso exatamente te ajudar com isso.
– Como? – ele estava curioso. Como aquele homem poderia o ajudar.
– Buscando suas memórias em sua mente, James.
O soldado se levantou bruscamente quando ouviu a voz em sua cabeça, era a voz do homem que estava na sua frente, mas como aquilo era possível, ele estava ficando louco?
– Não se preocupe meu filho. Você não está perdendo a cabeça.
– Vo-Vo-Você está fazendo isso? – indagou assustado.
– Sim. Eu sou um telepata – Charles respondeu normalmente.
– Pode entrar na minha mente? – James chegou mais perto da mesa – Pode concertar a minha mente?
– Podemos tentar, meu filho e não será fácil, mas tentaremos juntos. Você e eu.
– Então eu ficarei – James afirmou sua decisão. Havia uma pequena esperança sobre o soldado agora, por mais que ele não soubesse sobre esse sentimento direito. Esperança que ele pudesse melhorar, então ele lembraria de Roxanne Weitz, Steve Rogers e James Barnes.
– Fico feliz com isso – o professor deu um sorriso sincera ao soldado.
O resto da manha foi com o professor Xavier mostrando e contando tudo sobre o Instituto, o soldado tinha que reconhecer que aquela mansão era extremamente protegida, ele viu vários alunos indo e vindo das aulas. James só teve um pedido ao professor, ele queria um quarto separado, longe dos alunos ou de qualquer um que ele pudesse machucar.
(…)
– Serio? – exclamou Sam – Não tinha um outro lugar para marcar um encontro?
– Tem medo de gente morta Wilson? – debochou Steve.
– Você já assistiu qualquer filme sobre apocalipse zumbi? – ele respondeu como se fosse
– Zumbi – bufou Roxie. A garota não achava esses filmes interessante, mas tinha certeza que Bucky adoraria.
– Nunca pensei que Nick Fury fosse religioso – disse Steve. Roxanne deu os ombros para ela aquilo não tinha a menor importância.
– Então vocês dois já tiveram uma experiência como está antes – Fury falou quando chegou perto do trio.
– Você se acostuma – Roxie respondeu.
– Nos estivemos fazendo uma mineração de dados dos arquivos da Hidra. Ao Parece que um monte de ratos não afundou com o navio. Eu estou indo para Europa, está noite, queria saber se vocês vem? – Fury olhou para aos amigos através a lente negra de seus óculos escuros.
– Ha algo que nos precisamos fazer primeiro – Fury sabia que Steve estava respondendo por ele e pela Weitz.
– E você Wilson? Poderia usar muitas das suas habilidades – Sam deu uma breve olhada para os dois heróis.
– Eu sou mais um soldado do que espião – falou Sam.
– Tudo bem, então – Fury suspirou e apertou a mão de cada um do trio – Se alguém perguntar por mim diga a eles que podem me encontrar bem aqui – apontou para sua falsa lapide.
– Deveriam estar honrados. É o mais perto que ele tem de dizer obrigado – chegou Natasha. A atenção do Capitão foi toda para a ruiva.
– Não vai com ele? – Steve chegou mais perto da mulher.
– Não – ela respondeu com um sorriso divertido em seu rosto.
– Não ficará aqui – o loiro afirmou.
– Eu estraguei meus disfarces. E tenho que arranjar um novo – desvio do olhar do capitão por um segundo, mas sem deixar a expressão divertida de seu rosto.
– Isso pode demorar um pouco – Capitão expôs sua observação a ela.
– Eu estou contando com isso – o tom de voz de Nat foi um pouco sensual – Aquela coisa que você me pediu, cobrei alguns favores de Kiev – ela entregou o arquivo para Steve – Me faça um favor, ligue para aquela enfermeira.
– Ela não é uma enfermeira – Cap deu um sorriso de lado.
– E você não é um agente da S.H.I.E.L.D – respondeu com um sorriso sedutor. Enquanto eles conversavam um pouco mais atrás Sam e Roxie fofocavam sobre os mesmos.
– Sou só eu que percebo que rola um clima entre eles?- Indagou Samuel.
– Você está certo. Rola o maior climão entre eles – confessou a garota – Mas Steve é cego demais para enxergar e Natasha fica nesse posse de Femme Fatale que não se apaixona – resmungou frustrada.
– Idiotas – afirmou Wilson.
– Idiotas – concordo Weitz.
– Qual era o nome dela? – Steve franziu o cenho.
– Sharon – Natasha o olhou – Ela é legal – completou com um pequeno sorriso. Os dois ficaram se encarando por um tempo, Nat puxou Steve para baixo e beijou delicadamente a bochecho do Cap – Tenha cuidado, Steve – então ela deu as costas a saio andando, mas virou novamente e disse – Você não pode querer puxar esse fio – a preocupação faiscava nos olhos da Viúva Negra – Tchau Roxie – gritou para a outra ruiva.
– Tchau Tasha – respondeu Roxanne, ela e Sam foram para o lado de Steve. O estômago da garota se embrulhou quando viu o arquivo aberto, tinha uma grande foto de Bucky na câmara de criogênio e uma pequena anexada, seu Bucky estava com seu uniforme militar, lindo com seu quepe na cabeça.
– Vocês estão indo atrás dele? – perguntou Sam.
– Você não tem que vir com a gente – Roxy se virou pra ele.
– Eu sei – negro afirmou – Quando é que vamos começar? – completou com o questionamento. Roxanne abriu em grande sorriso para ele e Steve ainda olhava para o arquivo e respondeu.
– Agora – fechou o arquivo e começou a se dirigir para a saída.
– Você é um grande amigo Samuel Wilson – Roxanne o pegou de surpresa quando lhe deu um forte abraço – Obrigada – homem meio encabulado apenas balançou a cabeça num claro sinal de que não foi nada.
Weitz e Wilson correram para alcançar Steve, ao saírem do cemitério um carro luxuoso preto já estava esperando por eles, o motorista explicou que os levaria para o Heliporto. O caminho até la foi silencioso a não ser pela suave música que o motorista estava ouvindo.
Quando chegaram foram recepcionados por uma mulher que perguntou o nome deles para confirmação se eles eram os passageiro. O trio foi conduzido para a pista aonde o piloto já estava dentro do helicóptero, ligado. A viagem de Washington para Nova York muito rápida.
O piloto pediu permissão para pousar na Torre e foi concedida. Ao pousarem pegaram suas bagagens de mãos e foram em direção a entrada, Tony Stark estava os esperando lá
– Hey! Amigos Picolés e Passarinho 2 – Steve revirou os olhos. A confusão era evidente pela expressão que Wilson fazia.
– Se acostume – cochichou Steve para Sam – Tony adora dar apelidos.
– Tony! É bom revelo – Roxanne foi amistosa. Stark tinham uma relação melhor com Roxie do que Steve. Ele gostava da ruiva. Sempre na sua infância ouviu sei pai falando sobre ela e Steve com muita admiração, no começo Tony não se importava, mais com passar do tempo, na guerra contra os Chitauris, ele finalmente pode perceber a razão que seu pai admirava tanto os dois.
– Sim. É claro – concordou. Pegou a bolsa da mão da ruiva, num gesto de gentileza – Vamos entrar os outros estão esperando – o bilionário entrou no elevador e esperou suas novas visitas o seguirem.
– Tem mais pessoas do que Clint e Bruce? – perguntou Steve
– Oh sim – Tony sorriu – E vocês vão ficar surpresos. Muitos surpresos.
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