Resistance

11 Capítulo 11 - Ian Banner


Notas iniciais
Olá pessoal !! Eu sei, eu sei SUMI, pode me xingar, eu deixo tô merecendo. Eu queria realmente me desculpar, mas a vida não é sempre como você quer, e nem sempre os planos que você faz se torna realidade. Então, eu acho que vocês tem direito de saber o que aconteceu: Primeiramente, eu tenho uma doença chamada LÚPUS, bem eu tive uma forte crise, passei muito mal e senti muito dor, depois disso fiquei tão desaminada pra viver, não tinha interesse de fazer nada, sem humor, sem vontade, sem criatividade. Minhas notas da escola foram despencando, acabei por ficar de recuperação final, tive que estudar muito pra passar de ano. Então realmente sem tempo para pensar e escrever. E sem segundo, não sei se vocês sabem, meu pai é militar, ele resolveu pedir transferência para o Norte, então meses arrumando, empacotando a casa para fazer a mudança. Lado Ruim que aqui onde eu morro nem chega a ter 1 mega de internet, chove todo dia e acaba a luz diariamente. Lado Bom agora tenho mais tempo pra se dedicar a Resistance, Ebaaa!!! Para todos aqueles que vieram falar comigo no privado pedindo que eu não desista, OBRIGADA, significou muito pra mim mesmo que eu não respondi. Eu quero que saibam que eu NÃO VOU desistir de Resistance. Então foi isso! Espero que gostem do capítulo! FELIZ PASCOA !!!! Muitos chocolates para todos, AMÉM !!

Passaram alguns minutos que Bruce havia falado que tinha um filho, o silêncio predominava na sala, as expressões chocadas ainda estavam presentes nos rostos de todos os presentes. Nunca em um milhão de anos, os Vingadores pensariam que Bruce Banner vulgo Hulk (Nos momentos de raiva) teria um filho, era tão irreal, tão absurdo que se alguém falasse para eles que o cientista tinha um filho, eles nunca ouviriam, mas era diferente, por que o próprio Bruce Banner que havia lhes dito, e todos sabiam que ele não brincaria sobre algo assim.

— Seu Filho? – Tony foi o primeiro a sair do choque – Você tem um filho? Como isso aconteceu? – o bilionário coçou a cabeça, confuso e um pouco perplexo.

— Eu tenho certeza que você sabe como se faz um bebê – debochou Natasha com os braços cruzados. A espiã odiava ser pega de surpresa.

— O ponto não é esse? – Clint balançou a cabeça. E fez uma pergunta que era realmente boa – Quantos anos ele tem Bruce? – Era tudo sobre a criança.

— Cinco anos – Bruce passou as mãos sobre seus cabelos, os bagunçando ainda mais – Isso era tudo o que eu não queria – ele encostou a cabeça nos joelhos, tentando mantar a calma. Ao ouvir a idade do menino muitos fizeram uma careta. Ele tinha apenas cinco anos de idade, mal sabia sobre o quão podre o mundo poderia ser.

— Fique calmo Bruce – pediu Steve, percebendo a frustração do cientista – Quem mais sabe sobre seu filho? – perguntou Capitão, afinal tinha uma criança inocente envolvida.

— Que eu saiba – Bruce levantou a cabeça e olhou para Steve – Só eu e Betty saibamos que Ian é meu filho. A propósito Betty é a mãe do meu filho – cabeças balançaram de acordo ou absorvendo a informação.

— O nome dele é Ian? – questionou Roxanne com um sorriso amoroso no rosto. Observou a confirmação do cientista – É um nome lindo, significa presente de Deus – Cabeças se viraram para olhar a ruiva, mas como é que ela sabia sobre isso? Roxie percebeu os olhares, seu único gesto foi dar os ombros.

— Betty disse isso – comentou o cientista com um sorriso melancólico – Ela disse que toda criança é um presente de Deus, que Ian era o seu presente. Mesmo perante toda a situação.

— Ela está certa – concordou Roxie, poucos notaram que seus olhos estavam com lágrimas – Quando uma mulher engravida é o melhor presente que Deus poderia conceder em sua vida, um milagre – Por fora, Natasha parecia como se nada tivesse acontecido, mas um dentro ela sentia um imenso desconforto em seu peito. Seus pensamentos se voltarem para sua cerimonia de iniciação da KGB, e sem saber automaticamente ela colocou suas mãos sobre seu ventre. A assassina evitava pensar sobre isto, pois se ela não pensar, não vai incomodar, simples assim.

— Ele está na Florida, eu preciso ir buscá-lo – Bruce se levantou novamente do sofá em que estava.

— Por que você nunca contou sobre isso? – indagou Tony, fazendo um biquinho – Eu achei que éramos amigos, bros cientistas – quando acabou de falar, sons de bufos foram ouvidos, alguns reviraram os olhos, como Bucky. Era típico de Stark apenas se preocupar com ele mesmo, independente do assunto e transformar tudo a sua volta.

— Voltamos à primeira série – brincou Clint e Skye soltou um risinho.

— Stark, faz um favor e fica quieto – cuspiu Natasha – Depois você discute a relação com Banner.

— Você é tão má pra mim – Tony fez um som fingido, como se estivesse ofendido. Não que Natasha se importasse.

— Meu prazer – respondeu a mulher russa com um sorriso de escarnio, encostando-se ao peito forte de Steve, ganhando algumas sobrancelhas levantadas, mas os dois ignoraram.

— Vingadores, vamos lá – Steve chamou a atenção de todos – Existe uma criança com correndo risco de vida, esse menino é a nossa missão, encontrar e trazê-lo em perfeita segurança – comandou o capitão – Bruce passe a localização de seu filho para Skye – e se virou para a menina atrás de Clint – Pode fazer isso, não é?

— Pode deixar. Essa é a minha praia Cap – respondeu a morena com um sorriso arrogante em seus lábios, enquanto abria o notebook. Clint não pode deixar de sorrir junto com ela.

— Ótimo – afirmou Steve – Eu quero ter acesso das filmagens de todas as câmeras com vários ângulos na circunferência da casa – Skye rapidamente cumpriu o pedido do líder dos Vingadores, assim que teve acesso as câmeras, JARVIS as abriu em telas holográficas. A equipe analisou as filmagens de antes, durante e depois do ataque a residência Ross, então chegaram a conclusão que não era necessário todos os integrantes da equipe fossem fazer o resgate do menino.

— JARVIS, inicie o dispositivo 28B2 – o bilionário pediu, ele poderia ver o alívio nos olhos de seu companheiro cientista – Vamos todos para o topo da torre.

— Imediatamente senhor – concordou a inteligência artificial. A Torre deu uma temida e todos viram quando um Quinjet surgiu no telhado.

Skye ainda estava com computador ligado, rastreando as câmeras ao redor da casa, parecia que a HIDRA não estava mais ali, então eles decidiram que o grupo escalado foi Bruce, Tony, Clint e Roxanne.

Está última deixou o soldado meio aflito, pois ele não queria deixar a ruiva ir sozinha, sem a presença dele. Steve garantiu que nada ia acontecer, ele também o aconselhou a não tratar ela como donzela em perigo, pois a Weitz odiava, e ela sabia muito bem se cuidar.

Roxanne estava uma sua sala, arrumando suas coisas para ir à busca pelo filho de Bruce, quando Steve e Bucky entraram pela porta, ela não pode evitar seu coração começar a bater mais forte, houve um tempo que ela pensou que ver essa cena seria impossível, mas agora eles estavam ali, os dois homens de sua existência, as duas pessoas mais preciosas que ela tinha em sua vida.

— Tudo pronto? – perguntou Steve, chegando mais perto. Bucky estava perdido, olhando as fotos e relíquias do quarto, fatos relacionados aos três dos anos quarenta.

— Sim. Eu estou pronta – disse a ruiva, terminando de colocar suas coisas na bolsa – Eu espero que essa criança esteja bem – confidenciou para seu amigo loiro. Crianças eram o grande fraco dela.

— Isso é uma loucura – Steve balançou a cabeça – Como Bruce pode guardar algo assim? Um filho? – internamente um sentimento de indignação estava crescendo em seu peito. Como capitão e líder da equipe, ele esperava saber e conhecer assuntos de extrema importância do seu próprio time.

— Ele tem direito a sua privacidade Steve – ela colocou a mãos na cintura – Nós também não contamos sobre nossa vida inteira para nenhum deles – Sua amiga ruiva soltou um suspiro cansado – Não é justo que peçamos a eles para fazerem, o que não fazemos – argumentou ela.

— Deveríamos. Somos um time precisamos ter confiança – o Capitão chegou mais perto da amiga, e sussurrou – Talvez você devesse contar – e seu olhar foi direto para Bucky, que ainda olhava suas coisas.

— Eu não vou contar – sussurrou bruscamente Roxie – Esqueça isso.

A ruiva deu as costas e saiu do quarto, indo para o elevador. Ela sabia que não deveria ficar com raiva de Steve, o problema era que ela não estava pronta pra compartilhar com resto do mundo, e muito mesmo com Bucky, e de que adianta, se ele nem estava preparado para isso.

Chegando ao telhado, os únicos que nãos estavam eram Clint, Skye, Steve e Bucky. Quando seus dois meninos favoritos saíram do elevador, Weitz trocou olhares com Steve, pedindo desculpa por ser rude com ele, que apenas deu os ombros como se nada tivesse acontecido, ele não estava chateado com ela. O loiro seguiu para perto de Natasha.

Roxie sentiu a presença de Bucky na frente dela, e olhando para seus olhos azuis cinzentos, enxergou preocupação, mas também um misto de outros sentimentos neles. Colocou a mão sobre as bochechas ásperas pela barba sem fazer, acariciou com todo o amor que ela sentia em seu coração.

— Não se preocupe James – passou os braços em volta do pescoço do soldado e sentiu os braços hesitantes dele em suas costas, Bucky ainda não era muito confortável com demonstração pública de afeto – Eu vou voltar em algumas horas, prometo – Quebrando o abraço, ela se viu olhando novamente nos olhos dele, e a vontade de beijar seus lábios era tão grande, mas pelo bem, se conteve.

— Estamos pronto pra ir – disse Clint, entrando no Quinjet, depois de dar um caloroso abraço em Skye. A ruiva deu um passo para trás se afastando dele. Sorriu para James antes de entrar no Jet, ela escolheu sentar ao lado de um Bruce, extremamente nervoso, tanto que não parava de contorcer suas mãos.

Roxanne não pensou duas vezes antes de colocar sua a mão em cima das mãos do doutor, passando apoio para o cientista. Barton sentado na cadeira do piloto, finalmente ligou Quinjet, rapidamente disparou, e pouco a pouco a Torre dos Vingadores, foi ficando cada vez mais longe.

Passaram algumas horas quando eles finalmente chegaram à Florida, Bruce se levantou apreensivo quando avistou a casa de Betty, ele passou a viajem inteira pedindo em sua mente, para que seu filho esteja bem e seguro, mesmo que Tony tentou o distrair, não funcionava.

Roxanne pediu para Clint abrir a porta, ela pegou o binoculo infravermelho e os colocou nos olhos, observando a casa, não encontrando nenhuma assinatura de calor humano, sendo assim, Clint dirigiu o Quinjet para um campo aberto, e foi abaixando a nave lentamente, e atento a qualquer aproximação estranha, suspeita.

A ruiva pegou seu bastão e duas pistolas 380 com silenciador anexado, era um bairro residencial quanto menos barulho melhor. Eles decidiram deixar Roxie e Bruce irem à frente, se houvesse qualquer problema eles estavam conectados com comunicadores.

Assim que a porta estava totalmente aberta, Roxie falou para o cientista atravessar o campo correndo em direção à casa da Betty, enquanto Tony cobria ambos no céu.

Quando finalmente eles estavam na frente da porta de entrada da casa, Weitz se colocou na frente do doutor, silenciosamente, devagar ela abriu a porta, estendeu a pistola e entrou na casa com Bruce atrás dela, avaliando a sala estava vazia, totalmente bagunçada.

— Limpo – disse ela no comunicador, informando os outros – Bruce onde está seu filho? – sussurrou para ele.

— No final do corredor existe um balcão, você está vendo? – questionou Banner para a ruiva de estava escorada na porta que dava direto para o corredor, ela afirmou apenas balançando a cabeça – Atrás desse balcão há uma entrada que leva para sala de proteção – Bruce contorcia as mãos, um sinal de quanto ele estava nervoso.

— Ok – a mulher ruiva foi em direção do corredor. Mas sempre verificando cada cômodo antes de deixar o cientista passar. Chegou ao final do corredor, Bruce arrastou o balcão da parede, ele começou a esfregar até que foi formando uma ponta, então ele puxou o papel com a mesma cor da parede, quando terminou uma placa que parecia de metal apareceu.

Por mais impressionada que a ruiva estava, ela logo percebeu que abaixou a guarda, então voltou a se concentrar caso algum verme da HIDRA aparecesse. A placa de metal era uma tampa de cobria um túnel, também todo revestido de metal, era bem largo e um homem pode passar naturalmente por ele.

— Eu vou entrar e pegar Ian – disse Bruce, tomando ar.

— Bruce – chamou Roxie. Ele se virou para encarar ela e viu uma pistola estendida a ele – Caso haja alguma surpresa lá em baixo – ele assentiu nervosamente – E, por favor, tenha cuidado – realmente se podia ouvir a preocupação na voz da garota.

— Eu vou – ele confirmou para ela e entrou. O coração da ruiva estava agitado, era horrível ter que esperar, mesmo que não fosse o filho dela, não conseguia parar de se sentir angustiada e querendo o melhor para o menino que ela nem conhece.

Roxanne se abaixou quando ouviu barulho no túnel, não demorou muito para em menino de cabelos castanhos escuros e pele levemente bronzeada, passando o olho rapidamente ela não conseguiu identificar qualquer dano na criança.

Quando o menino levantou os olhos, ela logo notou que ele tinha os mesmos olhos de Bruce, havia algumas outras características que Roxy presumiu que foram herdadas pela mãe dele. Ian Banner era lindo, uma graça. Ele ainda estava parado no meio do túnel, parecia receoso de prosseguir em direção a ela.

— Continue indo Ian – a voz de Bruce ressoou pelo túnel – Você está seguro com a mulher ruiva – mais barulhos foram ecoados significando que Bruce estava subindo e chegando perto.

— Venha aqui, querido – Roxie estendeu a mão direita, o convidando a aceitá-la – Eu não vou te machucar. Confia em mim.

Aquilo parecia ter convencido o pequeno garoto, pois ele continuou a engatilhar no túnel, até chegar perto da mão estendida da ruiva, ele colocou sua mãozinha quente sobre a dela. Weitz o ajudou a sair do túnel, o colocando de pé na frente dela.

Abriu o maior sorriso que pode para o garoto, agora ela conseguia analisá-lo melhor, ele estava vestindo uma calça jeans azul médio, uma jaqueta vermelha de nylon e tênis converse branco com listra vermelha, parecia um homenzinho, tão fofo. Uma mistura de Bruce com a tal Betty.

Ajoelhou-se para ficar mais ou menos equivalente da altura do garoto, ela simplesmente não pode evitar e passou as mãos sobre o garoto para limpar a sujeira de suas roupas.

— Seu nome é Ian, não é? – perguntou amorosamente, mesmo já sabendo a resposta.

— Sim – a vozinha dele era doce e calma. Roxie acariciou seus cabelos com carinho e novamente sorriu para ele.

— Meu nome é Roxanne, mas você pode me chamar de Roxie – Pra Ian a moça ruiva parecia ser uma boa pessoa, seu pai havia dito a ele que confiasse nela, seu jeito de falar gentil, carinhoso e amoroso lembrava a sua mamãe, e de repente ele sentiu seus olhos ficarem úmido, pois ele sentia falta de sua mamãe e queria que ela voltasse pra ficar do ladinho dele.

— Ei querido – acariciou seus cabelos castanhos – Por que estas lágrimas em seus lindos olhos – questionou o pequeno garoto choroso. Roxie não queria que ele chorasse mais.

— Aqueles homens levaram minha mamãe – passou suas mãozinhas nos olhos molhados – Eu quero minha mamãe de volta.

— Eu juro querido – o coração da moça estava apertado novamente – Eu farei de tudo que eu posso para trazer sua mãe de volta a você – ela passou os braços em volta do corpinho dele lhe dando um abraço carinhoso, tentando pelo menos passar algum conforto para a pobre criança – Eu e meus amigos vamos ajudar, você vai conhecer eles, são boas pessoas – A ruiva sentiu seus olhos ficarem molhados, e o seu ódio pela HIDRA se multiplicou, ela estava farta, até quando eles arruinariam com a vida das pessoas sem nenhum remorso? Eles têm que ser detidos, acabadas, não melhor ainda, exterminados.

Ian descansou a cabeça no ombro de Roxanne, ele se sentia tão cansado e pela primeira vez nessas 48 horas ele se sentia seguro. Os dois ainda estavam abraçados quando Bruce saiu do túnel com uma mala de mão.

— Está tudo bem? – questionou, olhando diretamente para a ruiva.

— Claro – concordou Roxie, se levantando com Ian no colo, e acrescentou baixinho para Bruce – Na medida do possível. Está tudo pronto?

— Eu só preciso pegar algumas coisas de Ian no quarto dele, e então podemos ir – é claro que doutor percebeu que seu filho estava chorando, mas ele teria tempo para conversar calmamente com Ian mais tarde.

— Tome seu tempo – ela se abaixou novamente, o tirando de seu colo e afastou ele delicadamente de seu corpo, para ficar equivalente ao tamanho do menino e olhar nos olhos dele – Querido sempre fique atrás de mim e não saia de perto, ok? – Ian rapidamente concordou Weitz.

Roxanne voltou a ficar alerta enquanto seguia Bruce pela casa, esperando o homem fazer as malas do menino, não demorou muito para o cientista terminar as malas de seu filho. A ruiva chamou Clint pelo comunicador pedindo para que ele voltasse com o Quinjet, já que estavam prontos para ir embora.

Clint abaixou a aeronave em um campo aberto e Tony desceu com sua armadura para fazer a assistência caso fosse necessário, Bruce pegou a pistola que Roxanne havia dado a ele.

A ruiva se colocou na frente de Ian e Banner ficou atrás do menino, ambos adultos protegendo o filhote Banner, eles correram em direção ao Quinjet, porém sempre atentos a qualquer aproximação desconhecida. Ao chegarem perto do Tony, os olhos de Ian se arregalaram, ele já havia o visto antes na televisão, aquele era o Homem de Ferro, o herói. Bruce pegou seu filho no colo e subiu apressadamente na aeronave, a ruiva carrega as malas que o doutor havia feito.

Stark ainda olhava para a criança, saber que Bruce tinha um filho era irreal, mas o gênio sabia que algo sobre este fato o incomodava, algo que ele mesmo um gênio não sabia identificar.

— Ele é real – comentou o bilionário para sua companheira de equipe ruiva.

— Mas é claro que ele é – ela balançou a cabeça em negação – O que você estava esperando? Um Robô com aparência humana?

— Ei – o homem na armadura levantou os braços – Isso pode ser uma possibilidade – para ele seria uma opção plausível para esta criança, e não realmente filho do Doutor Banner.

— Sonha Tony – Weitz deu palminhas no rosto do gênio – Só aceita, que doí menos.

— Ei doutor – Clint saudou o homem, chegando mais perto. – Ah Cara! Então este é seu filho? – o arqueiro olhou atentamente para o garoto quieto no colo de seu pai. Ele bateu no ombro vazio de Bruce duas vezes – Eu devo lhe dizer parabéns.

Bruce ajeitou os seus óculos desajeitadamente, porém ofereceu um sorriso tímido e sincero ao arqueiro, é claro que ele era feliz por ser parabenizado, amava Ian com todo seu coração, mesmo que ele não vivesse com seu filho, falava com ele todos os dias por telefone. Apenas era muito perigoso ele viver com Betty e Ian.

— Obrigado – Clint pode sentir a sinceridade na voz do doutor. O homem se virou e sentou na cadeira do piloto, ligando o Quinjet para voltar para a Torre.

O trajeto de volta para Nova York foi silencioso, cada um com seus próprios pensamentos, Roxanne assistia Ian dormindo aconchegadamente no colo de Bruce, foi apenas impossível não lembrar quando ela pensava em ter filhos com Bucky, naquela época seus pensamentos era muito simples, mais perfeitos para ela.

Sonhava em ter uma casa, nada luxuoso, porém espaçosa suficiente para caber ela, Bucky e seus quatro filhos, seria sua pequena e perfeita vida. Toda vez que a mulher pensava sobre isso, seus olhos se encheram de água, mas ela balançou a cabeça e segurou, pois já estava cansada de chorar. O que precisava mesmo era para de se lamentar pelo passado e as coisas que não deram certo em sua vida, talvez ela devesse focar no futuro, afinal apesar de todos os males, ainda tinham alguns benefícios.

E esses foram os últimos pensamentos que rondavam a cabeça da ruiva antes que seus olhos começaram a ficar pesados, e ela piscou algumas vezes até que a escuridão finalmente a pegou, e ela se deixou cair no mundo dos sonhos.

Notas finais
Ian Banner é meu amoreco kkk Acho que vocês vão se apaixonar por ele tanto quando eu S2 Comentem! Me digam o que acham, o que preciso melhorar ou que seja simplesmente para de xingar kkk Beijos Gábbs.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.