Rescue in the snow
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Fazia muito frio, mas muito mesmo! Minha perna estava tremendo e o meu queixo também. Eu to quase desistindo de sair de casa, lá dentro estava bem melhor, bem mais quentinho. Mas eu sentia algo muito forte que min fazia sair daquela casa. Mesmo se tivesse acontecendo um diluvio eu iria sair. Eu tinha que caminha pelo menos uns três quilômetros ate chegar no centro da cidade, seria muito difícil, mas eu Isis não vo desistir. Estava tudo muito escuro, eu eu acho que faltava ainda uns dois e meio até o centro. Era eu pisando no chão e a neve afundando o meu sapato. As minhas pontas dos dedos estavam ficando rochas de tanto frio que fazia. E o silêncio reinava. Agora eu já estava na beira da pista onde, tava completamente vazia; não passava nenhum carro. [...] De repente ouso um sungado como se fosse de uma pessoa gripada, fiquei procurando pra ver se era alguém. Avistei uma pessoa de cabelos grandes, com um casaco preto e bem alto. Parecia ser um menino. Fui se aproximando parra ver quem era, mas eu estava com medo poderia ser uma pessoa do mal ou um ladrão. Cheguei bem pertinho e ai percebi que era o Timme um carra bem estranho que estudava comigo.
– Timme- falei
–Isis?
– E eu mesma. Rir
–O que e você esta fazendo aqui – perguntei.
–Eu que era pra pergunta isso para você.
– Terminei com a minha Girlfriend ontem.
–HÃM?
– Eu quero fala que ter terminei com a minha namorada, tava tentando esfria a cabeça.
Fomos caminha por mas uns quilômetro, e tudo no silencio ,eu e Timme não tínhamos muitos assuntos. E de repente eu escorrego e caio mun buraco.
Gritei- TIMME, TIMME, SOCORRO. — AQUI EM BAIXOOO.
Quando Timme olhou fez uma cara de assustado, acho que ele se perguntou como? E por que?
Mim ajuda cara- falei.
Eu acho que o buraco que eu cai era de 1,05. Mas eu não conseguia sair dele. — Calma Isis, quando eu li puxa você impulsiona pra cima. 1,2,3... já
A primeira tentativa não deu muito certo, pois a neve era muito escorregadia e estava atrapalhando tudo. Vamos lá Isis não desista, vo puxa-la com mais força dessa vez. 1,2,3... já. Força, força; conseguimos. Eu sai do buraco, mais meu pé estava um pouco dolorido, tinha cortado minha mão e aranhei meu braço.
Timme perguntou- ta tudo bem. Eu respondi que sim, para ela não ficar preocupado.
– Tudo bem mesmo.
–Sim- respondi.
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