Replay
1 Capítulo Único!
Notas iniciais
É surpreendente a maneira de como as memórias se tornaram um abrigo e ao mesmo tempo um veneno para minhas feridas.
As memórias são como o amor. Ambos são venenosos. Doces, — e às vezes nem tão doces assim — entretanto, prejudiciais a nós de uma forma avassaladora.
Recordar os momentos bons e perceber o quão patéticos nós fomos a não preservar, esticar aquele período tão marcante de nossas vidas, agora, desencontradas de tal maneira que não ambos não suportamos um a presença do outro.
É lamentável o término do nosso pequeno conto, começou do mesmo jeito que terminou: doloroso, no entanto, intenso.
Onde está aquela paixão tão vívida, meu bem? Onde se esconde todo aquele amor tão profundamente inexplicável?
Onde está o botão de replay para repassarmos todas as nossas memórias? Pois assim poderemos repeti-lo várias e várias vezes...
Poderemos simplesmente esquecer o presente e vivermos felizes. Felizes e presos ao passado...
“As partes boas existentes no nosso passado são o suficiente para amenizar a dor da perda... Da incapacidade de manter a pessoa amada ao nosso lado e feliz...”
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