Notas iniciais
Haru-chan: Yoo minna ! Como vocês estão ?
Hoje só estou eu pra postar ( o que é algo inédito ! ), a paola-chan ta viajando para um lugar sem internet, senti peninha dela ;_;
Hoje vocês vão ver a verdadeira natureza da Yuki, e sua filha da putice interior !
Espero que gostem do cap >.<
ATÉ LA EM BAIXO GENTE !!!

Eu começo a acordar, minha cabeça tá girando e tá doendo pra caramba, sem falar no meu corpo, que ta tão fraco que mal consigo respirar.

Sinceramente, foi desnecessário, muito desnecessário, se o cara queria me sequestrar era só ter posto uma fita isolante na minha boca, não precisava ter me drogado !

Pera um pouco . . . EU ACABEI DE SER SEQUESTRADO !!!

Cacete a quatro, se o universo queria acabar com o meu dia conseguiu, ta feliz agora desgraça !?!

–To vendo que finalmente acordou, você sabia que baba dormindo ?-presto mais atenção a minha volta, eu estou numa sala ampla, toda cinza, tem um quadro num dos ledos e no outro, na esquerda, tem uma mesa e uma cadeira, de lá vem uma voz muito irritante.

–Você sabia que é uma péssima anfitriã ? — Yuki começa a andar na minha direção, por que eu sempre atraio vadias ? Ela para bem na minha frente, começa a me olhar da cabeça aos pés, ei ainda to meio drogado por isso não percebi de primeira, mas . . .

EU TO ACORRENTADO !

Exatamente isso, meus tornozelos e pulsos estão presos na parede me fazendo ficar em forma de "X", meus braços estão suspensos pelas correntes em forma de "V" acima da minha cabeça, pensando bem, agora que o efeito da droga tá passando eu percebo que to com menos, muito menos, roupas do que quando me levaram.

–O que aconteceu com as minhas roupas !?! — eu pergunto, não, graças a Deus, eu não to pelado, não completamente.

–Eu tive vontade de troca-las, mais se você quer saber, ficou bem melhor assim.

Eu não to conseguindo ver o que eu to vestindo, não preciso nem dizer que isso ta me deixando agoniado, nee.

–O que eu to vestindo afinal ? — pergunto, recuperando o resto da minha consciência.

–Você vai ver. — ela caminha ate o outro lado da sala, seu vestido com bolsos estilo lolita não combina em nada com sua personalidade psicopata !

Ela pega o quadro tapado e o para na minha frente, retira o pano que o cobre revelando um espelho, assim que olho minha imagem no espelho viro minha cabeça para baixo, afim de fugir da minha própria imagem, era muito humilhante !

–Ah não, eu tive tanta dificuldade pra te vestir ! Você tem que no minimo olhar. — ela puxou meus cabelos para cima me obrigando a olhar meu reflexo.

Eu estava com uma espécie de polaina de couro justa que cobria toda a minha panturrilha, vindo ate o joelho, um corpete se instalava no meu tronco, uma cauda de gato saia dele, todo o meu braço estava coberto por uma luva que deixava meus dedos a mostra, meu membro estava desnudo, e no topo da minha cabeça ( a de cima ) se misturando com o meu cabelo, havia par de orelhinhas.

–Eu fiz um bom trabalho, não fiz ? — ela disse como se estivesse falando com um boneco.-Acho que o Joy vai gostar.

–Quantas pessoas me viram nesse estado ? — eu não sou uma pessoa orgulhosa nem nada do tipo mais . . . vocês tem que concordar que gostariam de saber se fossem aparecer pelados no facebook.

–Só eu, por enquanto.

–Por enquanto ? — pergunto assustado, vai que essa louca decide por uma foto minha num altdoor ?

–Sim, quando o Joy chegar ele também vai te ver assim. — tenho que admitir que fiquei bem mais calmo, só duas pessoas iam me ver daquele jeito, e uma delas era o John.

–Ah, eu me esqueci de uma coisinha. — disse a Yuki tirando algo do bolso do vestido.

Era uma coleira, onde dizia, "Brinquedinho do John".

–Sabia que você é só um brinquedo pra ele ? Um bichinho de estimação, um passa-tempo.

–Você é muito invejosa garota. — disse olhando pro chão.

–O que você disse ?

Alem de psicopata ainda é surda.

–Eu disse que você é invejosa. — repeti com prazer, e um sorriso começou a se formar nos meus lábios. — você só ta com inveja, por que eu consegui em uma semana o que você ta querendo a anos, o amor do John.

O sorriso alegre de criança que avia no rosto dela se desfez.

–Ele não te ama, ele não ama ninguém e nunca vai amar ! — ela disse me olhando nos olhos.

–Ele não TE ama, isso não quer dizer que ele não ame mais ninguém. — levei um belho de um tapa na cara, mais, na boa, valeu a pena.

Ah, coitadinha, ficou chateada ?

TRIM TRIM TRIM.

Ou o celular da vadia tem o mesmo toque do meu telefone ou o meu amado e querido celular de merda ta tocando.

Yuki caminhou ate o lado esquerdo da sala, onde tinha uma pilha de roupas . . .

Pera, eram minhas roupas ! Que consideração, sera que ela não pensou que eu teria que lava-las depois ? Vai ver é outra tortura dela . . .

Yuki se agachou e pegou meu celular no bolso do casaco, deu um sorriso ao descobrir quem era.

–Parece que é o Joy. — ela falou e logo depois atendeu.

"-Oi, neko eu to mor . . . "- era a voz do John no outro lado da linha, é tão bom escutar a voz dele de novo.

–Errou . . . , não é o Rin, tenta de novo !- ela fala com toda alegrinha, que filha da puta !

"-YUKI !?!" — parece que um certo ruivo ta meio furioso "- O QUE VOCÊ FEZ COM O MEU NEKO ?" — eu não sei se fico feliz pelo John estar preocupado ou brabo por que ate nessas horas ele me chama de neko, porra !

Mais eu tive que sorrir da cara de cú ( mais que o normal ) que a Yuki fez ao ouvir o John gritar, mais durou pouco, logo o sorriso de criança mimada voltou pro rosto dela.

–Ah Joy . . . eu só peguei emprestado o seu bichinho que estimação. — ela faz uma pequena pausa, parece que alguém, alem de mim, gosta de drama. — é minha vez de brincar. — ela desligou na cara do John, depois pos o celular sobre a mesa.

–Parece que a gente tem algumas horas antes que o Joy estrague a brincadeira. — a morena sorriu me fazendo ficar pasmo, não que o sorriso dela fosse feio ou bonito, mais ele esbanjava doçura e ate uma pontada de inocência, como alguém consegue ser tão falso ?

–Você é doente. — penso alto.

–Você não é o primeiro a me dizer isso. — serio ? eu nem desconfia por que as pessoas dizem isso de você . . . ( olha a minha ironia ai gente ), ela começa a se aproximar de mim, sentasse na minha frente, ela vira a cabeça para o lado. — Do que a gente poderia brincar ? — ela perguntou para si mesmo, eita porra, por que o John atrai pessoas estranhas ?

–Por que você age como se tudo fosse uma brincadeira ? — pergunto curioso.

–Por que tudo É uma brincadeira, as pessoas vivem brincando com a vida uma das outras, com seus sentimentos e com seu coração. — ela faz uma pausa, seu sorriso sumiu por um instante, mais ja voltou. — veja, agora mesmo, estamos brincando de esconde-esconde com o Joy. — como ela consegue ser assim, tão falsa? Guspo em seu rosto, não tava mais aguentando tanto fingimento, ela limpa a saliva que caio perto de sua boca e se levanta.

–Gatinho malvado ! — ela da um gritinho kawaii, quem não te conhece que te compre, a morena se aproxima de mim e sussurra no meu ouvido — vou ter que punir o gatinho pra ver se aprende.

Começo a suar frio com o que ela diz, a observo pegar o espelho e tira-lo da minha frente, colocando-o no seu lugar de origem, logo depois ela caminha ate a mesa e . . . aquilo é um chicote ?

–Gatinho, vo ter que te ensinar a me respeitar mais. — ela abre o meu corpete e levanta o chicote, logo depois o abaixa.Assim que o sinto contra a minha pele urro de dor, uma onda de sangue sai do meu ferimento, ela começa a me bater varias e varias vezes sem parar, só pausa quando uma das chibatadas acerta minha bochecha, ela me olha com preocupação. — acertou o seu olho ?

–Por que a pergunta ? Ate parece que se importa . . . — digo me recuperando da surra.

–Claro que eu me importo ! Se você ficar cego a brincadeira acaba ! — ela esperneia que nem uma criança mimada.

–Por que ia acabar, eu ainda sentiria dor . . .

–Não adianta nada isso que nós estamos fazendo aqui se você não ver a cara do John. — eu me surpreendi, ela tava falando como uma adulta, sem manha nem nada disso, ate falou o nome do John em vez de usar aquele apelido ridículo.

Mais como felicidade de pobre dura pouco, logo aquela infeliz já estava com o ar infantil que me da vontade de vomitar pregos.

TRIM TRIM TRIM.

Meu telefone toca de novo e la vai a vadia atender.

–Hey Joy. — diz, ela ta se balançando como uma cadela no cio.

"-To chegando."- nunca fiquei tão feliz de escutar duas palavrinhas.

–Ah, mais já nos achou ? Eu quero brincar mais !!! — alguém me da um balde, eu vou vomitar. — Acho que vou ter que mandar meus guardas te segurarem . . .

Ela desliga o telefone.

–Vamos brincar mais um pouco ? — ela me perguntou como se a minha resposta realmente importasse.

–Para você me torturar de novo ? Não, o brigada . . .

– Você é muito sem graça ! — acho que todo mundo fica de mau humor depois de ser chicoteado, só acho sabe . . .

Ela se aproximou de mim, pegou o corpete e colocou de volta no meu corpo, cara, doeu muito assim que entro em contato com as feridas.

–O Joy tem que ver a roupa completa. — ela falou pra si mesma, como se eu fosse um bonequinho.

Revirei os olhos, isso não podia estar acontecendo, serio, quais são as probabilidades ?

Eu a vi ir ate a mesa e largar o chicote la, eu tinha que enrolar ate o John chegar aqui, mais como ? Ela é uma louco que adora brincar e . . . . . é isso !!!

–A gente podia brincar de verdade ou consequência. — digo e vejo um brilho tomar os olhas da garota, eu não avia percebido, mais os olhos da Yuki são uma mistura de azul com verde.

–Claro ! Você começa. — ela caiu.

–Eu escolho consequência. — falta só mais um pouco . . .

–Hum . . . — ela começa a olhar a sala. — eu divido você agir como se fosse um gatinha de verdade.

Sério ? a garota que tava me chicoteando agora a pouco acha que isso é uma consequência ? Cada louco que me aparece . . .

–Eu ate podia fazer isso mais . . . -olho para as correntes. — vai ser meio difícil já que estou acorrentado.

Acreditem ou não ela pegou as chaves e abriu as correntes.

Assim que ela se sentou no chão novamente, peguei uma cadeira e coloque bem na frente dela.

–Pra que a cadeira ? — Yuki pergunta.

–Você já vai ver só . . . fica olhando pra ela.

Enquanto ela ficava la olhando pra cadeira eu ia ate o outro lado da sala pegar munhas roupas, é obvio que eu não ia fugir daquele jeito, sabia que era um plano tosco mais vai que da certo nee ?

Olhei pra trás, só pra ter certeza que a Yuki ainda estava sentada e tomo um susto ao vela bem atrás de mim.

–Você acha que eu sou burra ? — ela pergunta deixando o ar infantil de lado.

–Bom, a julgar pela sua cara . . . — por que, eu não entendo o por que, eu sempre me fodo mais do que o necessário.

–Cansei de ser boazinha com você. — como assim boazinha ? Tem como ser pior ? E como resposta ao meu pensamento a morena precionou um ponto no meu pescoço, me fazendo dar um pequeno gemido de dor.

–Você vai pedir pra eu te acorrentar novamente. — a vadia piro de vez.

–O que ?- ela acha mesmo que eu vou ser tão louco assim ?

–Eu disse que você vai IMPLORAR pra mim te prender de novo nas corrente. — gemo de dor novamente.

E por que ? A vadia ta apertando mais aquele ponto do meu pescoço.

Eu comecei a entender ela, ela não queria só me maltratar ou me surrar ela queria que eu me humilhasse ate não haver mais uma gota de orgulho, de respeito próprio, eu não ia dar esse gostinho pra ela.

–Nu-Nunca. — disse com o resto de força que eu tinha antes de cair de joelhos no chão.

–Hum . . . — ela se afasta um pouco de mim e pega um esqueiro no bolso, as pessoas tem que parar de vender coisas como chicotes e isqueiros pra Yuki. — você tem uma pele tão bonita. — ela passa a mão no meu rosto. — eu faria qualquer coisa pra ter uma pele assim, tão sedosa, como uma petala de flor, aveludada. -Yuki acende o isqueiro.

Sabe aquele sentimento de que você ta fudido ? Pois é.

FUDEU !!!



Notas finais
Haru-chan: ~ desvia de tiros ~ OKay . . . esqueçam o que eu disse sobre gostar do cap, hoje foi tenso ~ desvia de extintor de incendio~ muito tenso, mais o próximo cap vai ser melhor, eu espero . . .

#saudades John.
GENTE, ATE SEMANA QUE VEM !!!