Remember -The Present
1 Capítulo 1
Ah. grirtei de dor quando senti a lamina da espada de James Carter perto de meu coração.
O que você quer? disse com dificuldade, por que ele não me matava logo de uma vez.
Nada a não ser a verdade! disse ele chegando mais perto de mim, eu conseguia sentir seu alito quente na maça do meu rosto. Onde ele esta?
Eu não sei de quem você esta falando! disse a ele. Ele não acreditou pela intensidade de sua risada, acho que nem ligava se o que eu dizia era verdade.
Deixe-a em paz. disse uma voz vinda da floresta atrás de mim
Estava imaginando se chegaria atrasado como sempre!
Ah! gritei quando ele tirou a espada de meu peito, me enrolei em posição fetal, coloquei a mão no ferimento, estava sangrando muito. Antes de desmaiar só ouvi um bater de laminas e alguém caminhando em minha direção.
Estava fraca, com um pouco de esforço abri um dos olhos estava em uma sala de estar, uma sala bem das antigas com carpete e tudo.
–Ela esta acordando! –disse uma mulher vindo na minha direção.
Tenho que sair daqui Pensei comigo.
Fechei os olhos quando senti que se formava um pequeno circulo de curiosos ao meu redor. Será que eles eram empregados do
James? Preciso fugir daqui! Um deles me tocou, abri os dois olhos ao mesmo tempo e encarei o sujeito imundo com a barba grande que supostamente teria tocado em mim. Vi que ele se assustou com meu olhar e recuou.
–Não encosta em mim! -Foi o que consegui disser.
Que lugar era este? Me Perguntei alisando o lugar a minha volta.
–Chame o James Carter, não tenho tempo para brincar com vocês
–Ela acha que esta em condições de dar ordens. –cochicharam duas moças vestidas com trapos e cabelos ruivos bagunçados.
–Acho que ela ainda não percebeu que esta amarrada há uma cadeira. –E as duas ririam.
Virei a cabeça com tudo na direção delas e arregalei o olho. As duas se assustaram e deram um passo para trás. Ouvi o barulho de alguém sacando uma arma e logo a senti em meu pescoço. Olhei da lamina afiada para quem a segurava.
–Não
esta mais tão valente, não é? Vamos me de um beijinho. –O cara fez beicinho e se aproximou de mim. Nem morta! Pensei comigo. Chutei seu ponto fraco e ele largou a arma e com o joelho acertei seu estomago e com a ponta do pé o empurrei para longe de mim.
–Vocês são surdos? –gritei. –Chamem logo seu patrão. –disse enquanto pensava em uma maneira de sair dali. Minha ferida havia sido tratada.
–Ninguém aqui é surdo! –disse uma voz com um pouco mais de superioridade
–Pensei que agora mandava seus empregados tratar dos seus assuntos, James!
–Desculpe mais não conheço ninguém com esse nome! –Disse um cara alto com a pele mais branca do que a neve, cabelos escuros como a noite e olhos azuis como o oceano. Não era o James Carter. –Por que vocês a amarraram? –disse ele vindo me soltar.
–Ela parece perigosa! –respondeu uma criada.
–Não é só aparência, garota!
–Deixe me apresentar formalmente. –disse ele me ajudando a levantar da cadeira. –Sou Alek Petrov.
–Que bom! Vamos direto para o que interessa! O que você quer? –disse fitando aqueles olhos azuis.
Ele riu e fez uma cara de desentendido.
–Nãohaveria motivo para me trazer para ca se não quisesse algo em troca. Diga logo o que você quer!
–Ah tá. Você diz que você me deve algo por eu salvar sua vida, é isso?
Disfarcei o mais rápido possível o meu espanto acho que ninguém percebeu. Então o analisei dos pés a cabeça. Ele estava usando um tênis preto uma calça jeans azul e um sobre tudo preto rasgado no final. Ele era forte, mas não o bastante para derrotar o James Carter.
–Isso mesmo!
–Nada!
Idiota, bom pra mim. Pensei comigo.
–Então vou indo! –Disse andando em direção a janela, melhor do que ir a uma porta e lá ser o banheiro.
–Pensando
bem... –disse Alek Petrov segurando meu braço. Demorei muito. Devia ter saído mais rápido. Droga. –Você gostaria de jantar conosco?
–Olhasou grata por você ter me ajudado...
–Ajudado? Eu salvei sua vida.
–Nãoprecisava da sua ajuda. Estava tudo sobre controle.
–Você estava caída no chão com a espada desse tal de James a três centímetros do seu coração! É isso que você chama sobre controle?
–Já tinha um plano para sair desta situação. –disse puxando meu braço que ainda estava em sua mão. –Me desculpa, mas não tenho tempo de brincar de casinha.
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