Relíquias Perdidas
16 Capítulo 16 – Os Perus-Pavões.
Notas iniciais
E tem músicaaaaaaaaaaaaaaaa! Não esqueçam de escutar porque essa é uma das minhas preferidas da minha banda preferida, Foster The People.
MÚSICA: ↓
http://www.kboing.com.br/foster-the-people/1-1085182/
Divulgando:
http://fanfiction.com.br/historia/349172/Im_A_Vampire_Bitches/
Susana preferiu dormir abraçada a Alêx hoje, pois talvez assim ela acorde quando Alêx acordar ou chorar alto, e rezou por Caspian antes de dormir torcendo pra que ele esteja bem.
Alêx tem um cheirinho de tutti frute natural de sua pele, desde a primeira fez que Susana passou um perfume em sua pele o cheiro ficou impregnado, como Susana cheira a alfazema, como Caspian cheira a cedro, todos tem seu próprio cheiro, Susana de repente ficou curiosa para saber que cheiro teria Caleb, o bebê de apenas três meses na sua barriga, e antes que ela pudesse pensar nisso caiu no sono.
Sonhou com um bebê em seus braços, numa manta branca de algodão, o bebê estava de gorro, e tinha a pele branca sem ser pálida como a de Alêx, estava nevando, e Susana estava chorando junto com o bebê ele chorava tão forte que parecia estar com cólicas, ambos os pais do bebê, Susana e Caspian ficavam preocupados, e logo a frente deles estava Alêx se pendurando na divisão do seu cercado e do chão parecia que ela estava escalando e caia forte com a cabeça no chão, sangue começava a jorrar e... AAAAAAAAAAAAH!
Susana acordou assustada, Caspian estava a sua frente com Alêx no braço dele, Caspian correu com Alêx nos braços e a abraçou fortemente, os três se abraçaram fortemente, não tão fortemente para não machucar Alêx, Susana deu graças a Deus por acordar daquele terrível pesadelo, e ver sua família viva e saudável.
Ela se levantou de sua cama quando Liliandil já tinha se levantado e deveria estar na cozinha. “fazendo besteira” pensou Susana.
– Vocês já voltaram? Todos vocês? – perguntou Susana.
– Todos não – disse Caspian. – Escapamos de umas criaturas, e não temos certeza se o resto do pessoal está vivo – disse Caspian.
– Vocês quem? – perguntou Susana, esperando que a resposta fosse “Todos”, mas pelo menos “Eu, Pedro, Edmundo e Lúcia”
– Eu, Camilla e Apolo – disse Caspian.
– Ah meu Deus, então Lúcia, Ed e Pedro podem estar mortos uma hora dessas? – alarmou Susana.
– Temos que manter boas expectativas – disse Caspian com o rosto tenso, pois Edmundo, Lúcia e Pedro também eram como irmãos para ele.
– Então o que vamos fazer agora? – perguntou Susana.
– O que aconteceu com seu braço? – perguntou Caspian.
– Foi um acidente, aquela desmiolada da Liliandil quebrou uma panela de vidro e de quebra ainda me deu uma queimadura – disse Susana rispidamente se lembrando de Liliandil.
– Theo fez o curativo? – perguntou Caspian.
– É fez – disse Susana olhando para seu curativo na mão e o braço cheio de pontos.
– Bom, nós vamos ficar aqui até bolar um plano pra resgatá-los – disse Caspian.
Caspian ajudou Susana a se levantar, sua barriga ainda não estava grande, mas estava crescendo bastante as gordurinhas estavam se acumulando e formando uma barriga meio pontuda.
Os dois foram até a cozinha onde Camilla estava de bruços com o rosto no peito de Apolo, e ele estava a abraçando, Liliandil estava fazendo o mingau de Rilian.
– Então quer dizer que vocês não sabem o paradeiro deles? – perguntou Liliandil. – De nenhum deles?
– Não, nossos irmãos e amigos sumiram... – disse Camilla.
– Sumiram não; foram sequestrados – disse Apolo.
– Então o que faremos? – perguntou Caspian
– O único jeito é voltar pra lá – disse Camilla.
– Acho que deveríamos falar com Pandora, ela deve conhecer melhor aquela área – sugeriu Caspian.
– É o que faremos, só precisamos de mais um dia pra nos organizar – disse Apolo.
Liliandil pôs a papinha de Rilian no prato e o pôs numa cadeira de bebê bem alta, e depois Caspian perguntou se não podia dar a ele, e Liliandil com os olhos brilhando de orgulho deu e colher para Caspian.
Susana sentiu uma pontada de ciúmes, Caspian dava muita atenção a Alêx, tipo, dava o café da manhã ficava com ela todas as vezes que Susana precisava, dava carinho e amor que todo pai dá, mas ultimamente ele tem dado mais atenção a Rilian, claro, ele estava ocupado com as atividades do acampamento, e ele conviveu com Alêx desde que ela nasceu e passou muito tempo sem saber da existência de Rilian e é normal como um pai maravilhoso quer aproveitar o tempo perdido com o filho, mas Susana sentia ciúmes, e pela primeira vez pensou no conselho que Hera lhe deu, de que se se livrar de Rilian era o caminho mais fácil.
Susana deixou Alêx em seu andajar enquanto preparava o seu café da manhã, de todos naquele acampamento ela era a única que se voluntariava para cozinhar, e também a única que sabia, Liliandil ainda fazia questão de cozinhar coisas pequenas, como o café da manhã de Rilian, ela sabia cozinhar mais ou menos, mas era muito preguiçosa.
Theo chegou na cozinha e abraçou Camilla, ele sai todas as manhãs bem cedo pra fazer exercícios, e come apenas frutas. Seus cabelos estavam molhados o que indicavam que ele tivesse tomado banho.
Todos estavam distraídos, Liliandil observando Caspian dar a papinha a Rilian, Susana cozinhando a papinha de Alêx, e Theo conversando com Camilla e Apolo, Alêx viu seu patinho de borracha cair do andajar, aquele que ela tanto gostava que quando Rilian pegou emprestado ela foi lá, andou e pegou de volta, Alêx não gostava de se exibir, de mostrar seus sorrisos a todos, de que todos reparassem nela, ela apenas gostava de ficar com as pessoas que gosta... Ela abriu a mesa do andajar e sem o mínimo esforço ficou em pé, ela já tinha melhorado naquilo, e andou perfeitamente até onde o seu patinho estava e todos a aplaudiram.
Susana estava cheia de orgulho, mas não quis pegar Alêx e encher de beijos, quis deixa-la andar mais, depois o único trajeto de Alêx foi do chão para o andajar onde se sentou e não saiu mais.
Todos agora sabiam que se quiserem fazer Alêx andar é só usar o patinho. Hoje a noite começou o treinamento “Fazer Alêx andar” valia usar todos os brinquedos, inclusive o patinho, teve uma hora que Alêx se cansou de receber ordem dos outros e apenas ficou sentada e esperou seus brinquedos voltarem, Susana e Caspian estavam muito orgulhosos que sua filha estivesse andando. Em compensação Rilian já fala uma dúzia de palavras e estabelecer uma conversa com o bebê é quase possível.
De manhãzinha todos estavam prontos para voltar ao Pico Dos Ventos e descobrir o paradeiro de todos.
Susana decidiu emprestar seu arco e flecha de prata celestial a Camilla já que ela também era uma ótima arqueira, não tão competente como Susana, mas era; e também precisavam de máximo suporte o possível.
– Tenta não matá-la... – disse Caspian alisando os cabelos de Susana com um leve sorriso.
– Se eu conseguir resistir vai ser um grande progresso! – brincou Susana e deu um beijo de despedida em Caspian, ele estava de mochila pronta para ir ao Pico junto com Camilla, Apolo e Theo, dessa vez Theo tinha de ir, pois era uma ajuda a mais.
Hera nem deu as caras, mas ainda continua em sua tenda com sua sacerdotisa Io e nem pra dar um conselho ela sai.
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* Ontem De Madruga *
Figuras de altas pernas e penas coloridas invadiram o acampamento, não dava pra ver exatamente o que eram, eles levaram um por um pelo bico, menos Camilla, Caspian e Apolo que fugiram a tempo.
Eles foram levados pelos bicos por criaturas sendo balançados e chacoalhados, Clove berrava mais alto a cada segundo, que seu peru-pavão a soltou, ela correu no escuro, descendo uma ladeira horrorosamente inclinada, percebendo que os outros estavam sendo levados por mais perus-pavões e saiu derrubando uns feito dominós, não adiantou de nada pois os pegaram pela bicana de novo, todos gritavam e esperneavam com medo de serem mortos a qualquer momento.
Clove novamente esfaqueou o seu peru-pavão, mas ficou presa embaixo dele quando este caiu, e foi resgatada por outro peru-pavão que se assegurou de retirar sua faca.
Zoë presumiu que o que a estava segurando pela roupa feito um gatinho tinha a cabeça próxima, ela não pesou duas vezes em esmurrar aquela cabeça achatada com raiva, assim como fazia com Camilla aos cinco anos quando ela brincava com seus animais marinhos de vidro na água.
Os perus-pavões corriam a mais de mil quilômetros por hora que um minuto após saírem do acampamento nem conseguiam mais ver a fogueira, e eles partiam subindo o pico inclinado, o melhor a fazer seria pegar carona com eles.
* Agora Ás Oito da Manhã P.M *
Eles acordaram numa sela sem janela e apertada; com dores de cabeça feridas no corpo, e embolorados uns por cima dos outros, sem saber aonde estavam, viram apenas perus-pavões do outro lado das grades.
Uma onde de múrmuros, reclamações e sussurros invadiu a sela, e o chefe Asafe assumiu o controle.
– Vamos pegar as penas e dar um fora... – disse Asafe.
Ele chegou perto da grade e fez um barulho para chamar os perus-pavões, um barulho parecido com um Stckick!
Os perus-pavões eram magnificas criaturas, e selvagens, com formato de gigantes perus e penas de pavão, tinham visão noturna perfeita assim como uma força sobrenatural.
Um dos perus-pavões chegou bem perto de Asafe e quando ele esticou a mão para puxar uma pena levou uma bicada na mão, ela ficou cheia de sangue com a marca dos dentes afiados.
Os três perus pavões que estavam cuidando da sela saíram, eles pareciam se comunicar numa linguagem própria.
– Droga! Como vamos sair daqui? – retrucou Edmundo e Asafe levantou um pacote de chaves,
– Aquela mordida valeu a pena – disse Asafe com um sorriso.
Eles abriram a sela e no momento em que saíram um som começou a tocar, tipo um alarme, eles avistaram novamente os perus e correram. Estavam dentro do Pico dos ventos, num caverna muito apertada, e cheia de pistas e caminhos, carrinhos de minas, eles se separaram obrigatoriamente por três corredores, pelo da esquerda foram Pedro, Isabelle e Edmundo, pelo do meio foram Clove, Lúcia, Asafe e Mimí e pelo ultimo foram Bianca, Zoë e Carly.
O triangulo amoroso, Pedro, Edmundo e Isabelle pegou o pequeno carrinho de transportar diamantes que estava nos trilhos, Edmundo deu a partida e eles entraram, o carrinho corria tanto quanto os perus pavões.
Clove, Lúcia e Asafe pegaram um escorrego a base de terra e desceram a todo vapor.
Bianca, Zoë, Mimí e Carly pegaram um rio subterrâneo que ia subindo de acordo com que elas iam avançando, o rio era de água pura e mineral a sorte era que Zoë era uma ótima nadadora e Bianca e Carly só precisavam grudar as mãos nos seus pés.
Os trilhos deram numa pista ao ar livre como uma montanha tão alta que dava para ver o próprio acampamento, o carrinho de mina ia a toda velocidade e eles não paravam de gritar, o vento gelado cortava tenebrosamente os seus rostos.
Depois de passar por túneis, encruzilhadas, direções e linhas de trilhos Edmundo, Isabelle e Pedro chegaram a uma caverna, fim dos trilhos, e o carrinho voltou rapidamente para a outra caverna, parecia que dentro daquele Pico se sustentava uma complexa mina de prata.
Havia pedras de prata em todos os lugares; montanhas, pilhas, montes tudo isso em prata pura.
– De quem será o dono dessa mina? – perguntou Edmundo.
– Seja quem for é muito rico! – disse Pedro.
– Que frio... – disse Isabelle de braços cruzados gemendo por causa de frio, parecia que estava fazendo uns cinquenta graus abaixo de zero ali.
– Você quer que eu te esquente? – perguntaram Pedro e Edmundo em coro na mesma hora depois se fuzilaram com um olhar de: eu-posso-matar-você-a-qualquer-momento.
– Ela quer que EU a esquente – disse Pedro.
– Ela quer que EU a abrace – gritou Edmundo.
– E quem disse que não pode ser os dois? – disse Isabelle com seu olhar misterioso e seu sorriso maroto quando misturados àquela beleza, – ah que beleza! – Aquela beleza extraordinária a qual os dois irmãos Pevensie não conseguiam parar de admirar.
– Mas... hein? – disseram novamente em coro Pedro e Edmundo.
– Isso mesmo... Vocês aceitaram me namorar não foi? – respaldou Isabelle.
– Mas temos que fazer isso... juntos? – perguntou Edmundo.
– Bom, se você quiser desistir não tem problema... – disse Isabelle erguendo a sobrancelha esquerda.
Isabelle estava deixando bem claro quem é quem mandava ali, Pedro e Edmundo estavam sendo controlados como marionetes.
– Cavalheiros? – disse Isabelle estendendo os dois braços com um sorriso de orelha a orelha, Pedro encaixou seu braço direito em seu esquerdo e Edmundo fez o mesmo no seu direito, Pedro encaixou a mão na cintura de Isabelle quando ouviram um barulho muito forte.
Pelo barulho já dava para saber que era um monstro ou coisa do tipo. Um dragão platina adulto apareceu, um dos mais belos dragões existentes, tanto por sua armadura resistente em todo o seu corpo, quanto a sua ferocidade e poder, com certeza foi cruzado por um dragão metálico e um dragão do gelo.
Isabelle, Pedro e Edmundo correram em busca de uma saída, acharam um túnel em forma de escorrego e desceram até entrar em outro túnel e esbarraram em Clove, Lúcia e Asafe.
A água do rio subterrâneo ficava mais gelada a cada minuto, estava mais frio que na mina de prata, as meninas: Zoë, Carly, Bianca e Mimí podiam ter uma hipotermia a qualquer momento.
Elas viram o fim do túnel do rio subterrâneo que dava numa cachoeira, não a cachoeira que elas costumavam tomar banho, uma cachoeira muito mais perigosas da qual elas saltaram de cima e por pura sorte não bateram em nenhuma pedra.
Só a cachoeira que era muito selvagem mesmo porque o vale tinha a grama bem verde, mas havia várias poças de lama, elas aproveitaram para se secarem um pouco no sol.
Criaturas parecendo bolas de lama saíram das poças, tinham asas curtas, eram extremamente gordas, um olhar mal humorado e dentes muito afiados, dragões da lama!
Não é exatamente a espécie de dragões mais perigosas, mas eles podem prender você na areia movediça ou afoga-lo na lama, garantindo o jantar.
– Fiquem paradas... – ordenou Zoë calmamente. – Peguem coisas que sirvam para armas – sussurrou Zoë enquanto o resto das princesas pegavam pedras e troncos e os dragões da lama as encaravam.
Um dragão da lama vomitou em Zoë e isso as enfureceu a ponto de atacar!
Caspian, Theo, Apolo e Camilla seguiram as pegadas dos perus-pavões até a caverna onde todos estavam preso, encontraram um cachecol de Isabelle mas também sangue de Asafe e isso os preocupou mais ainda.
– Eles estiveram aqui... – disse Apolo.
– E aquilo é sangue! Será que eles estão bem? – alarmou Theo.
Eles seguiram mais algumas pegadas até os três túneis, um que dava para um rio, outro que dava para o enorme escorregador e outro que dava para a montanha russa de mina.
– Acho melhor nos separarmos, eles podem ter feito o mesmo – disse Caspian.
– Boa ideia Caspian, se estiverem em perigo gritem! OK, então é isso, vamos lá! – disse Theo.
Eles se separaram, Apolo e Camilla foram pelo túnel do rio, Caspian pelo da “montanha russa” e Theo pelo escorregador.
Notas finais
Ah, ainda dá tempo de um vai!
Só unzinho...?
Podem mandar links de fics se quiserem eu divulgue nos avisos do cap.
E para os fãs de Meu Anjo, eu já estou pensando numa sequencia de combinações e capítulos eletrizantes, esse mês ainda tem capitulo novo e cheio de emoção!
Perguntas*
- O que acharam do sonho de Susana?
- O que acharam de Caspian ter dado a papinha de Rilian?
- O que achou da Alêx andando?
- O que achou das cenas de ação? ruins?
- O que achou da música?
- O que achou da "montanha russa"
- O que achou do rio subterrâneo, e das meninas contra dos dragões da lama?
- O que achou da cena de Isaped (Isabelle + Pedro + Ed)?
Até o próximo!
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