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8 VI - Aproximações Perigosas Part. III


Notas iniciais
AVISO AS CENAS A SEGUIR SÃO IMPRÓPRIAS PARA MENORES DE 18 ANOS. (Apesar de eu não ter nem 15 anos direito ashuashuas)

Evitei muitos detalhes em consideração às leitoras puritanas [] Desisti de fazer o hentai de fato, o mesmo que a Isabel Okumura citou nos reviews, pelo simples fato de que nem todo mundo curte esse genêro de escrita. Então como eu gosto de nomear, um "hentai levinho" se é que isso pode ser possível. Eu coloquei bastante diálogos entre o Percy e sua consciência, então quero que não pulem o capítulo inteiro, okay? Pulem as partes comprometedoras se quiserem é claro, menos os diálogos.

Leiam as notas finais. É sempre importante. Agora podem ler e até lá embaixo ô/

P.O.V Percy

[...]

–- Aqui é a melhor parte da casa -- acrescentei.

–- Gostei da piscina.

–- Ela é bem funda. Nunca me atrevi a entrar nela, caso contrário...-- pisei em falso e acabei caindo na piscina. Bom, foi isso que Annabeth estava pensando. Na verdade eu caí na piscina propositalmente.

–- Percy, Percy! -- Annabeth rodeava a piscina tentando encontrar um só vislumbre meu.

Sabe aquele tipo de piscina que quando anoitece você não consegue enxergar o fundo dela? Então, esse era o tipo de piscina em questão. O meu limite era dois minutos, então eu teria que ser rápido.

–- Percy, por favor, apar...-- ela não terminou a frase. Assim que Annabeth se aproximou demais, eu a puxei.

–- Ora Annabeth, não vai falar nada?

Silêncio.

–- Já pode querer me matar.

Silêncio.

Foi aí que eu percebi que Annabeth não estava voltando à superfície.

Mergulhei e nada de ver Annabeth.

Então o desespero tomou conta de mim. Era pra ser algo divertido. E definitivamente não estava sendo nenhum um pouco divertido.

–- Annabeth...-- murmurei.

–- O que aconteceu?

–- Annabeth, eu a perdi -- respondi.

–- E como foi?

–- Ela...-- foi aí que eu me dei conta de que eu estava falando com ela. Com a própria Annabeth. Quando olhei para a beira da piscina, lá estava ela. Com o vestido colado, práticamente transparente -- Eu não acredito que você fez isso!

–- Bem, na verdade eu sei nadar. Até que muito bem -- ela disse enquanto torcia o cabelo. -- Aproveitei um momento de distração seu e... PUF! Me vinguei rapidinho.

–- Eu fiquei preocupado, sabia? -- saí da piscina e caminhei até ela.

–- Fico lisonjeada em saber o quanto eu sou importante para você -- ela respondeu com um certo sarcasmo.

–- Vamos entrar -- ofereci a minha mão e ela a pegou. -- Não podemos ficar com essas roupas enxarcadas.

Entramos na casa, evitando qualquer ruído. Minha mãe, estava dormindo, mas ela possuía um sono leve.

Subimos até o meu quarto, eu troquei aquela roupa enxarcada por uma bermuda. Depois consegui uma camisa para Annabeth vestir. Por hora é claro. Eu pretendia deixá-la sem nada em breve.

–- E então? Vire-se. Ou acha que vou me trocar na sua frente?

–- Nada feito. Você me viu práticamente sem roupa -- argumentei. -- Porque eu não posso vê-la sem?

–- Me polpe, Percy. Você acha mesmo que eu iria me interessar por isso aí -- ela me olhou dos pés a cabeça -- que você chama de corpo?

–- Quer saber? Eu nem queria olhar nada mesmo -- dei de ombros e me virei.

Esperei provavelmente dez minutos. Será que ela ainda estava se vestindo?

–- Posso me virar agora? -- perguntei.

Silêncio.

Ah ela adora fazer isso comigo. Me virei e vi Annabeth sentada em minha cama olhando minha prancheta de desenhos.

–- Óh não... você não pode...

–- Porque tem um desenho meu aqui? -- ela questionou.

–- Hã... eu desenho qualquer coisa...

"Desenha qualquer coisa?" lá estava a droga da minha consciência para me pertubar.

"É isso mesmo"

"Achei que tivesse desenhado a loirinha porque sentiu que ela é especial"

"Ela não é especial. É só um garota. Pelo qual eu devo levar pra cama e finalmente ganhar a aposta"

"Só pela aposta?"

"Talvez eu me sinta atraído por ela... apenas isso"

"Acredito que haja algo mais que apenas atração fisíca"

Relevei a última frase da minha consciência e voltei a atenção para Annabeth.

–-... eu desenho para passar o tempo...-- o tempo em que não estou pegando ninguem. -- Mas faço isso poucas vezes... quase nunca.

–- Sei...

–- A propósito, minha camisa ficou bem em você -- disse tentando mudar de assunto.

–- Bem em mim? Ela ficou horrívelmente curta -- Annabeth se levantou revelando um par de pernas de tirar o fôlego de qualquer um.

–- Boa...-- balançei a cabeça para tentar sair do transe. -- Quero dizer, ficou bem em você sim.

Ela sentou-se novamente na cama e eu me sentei à sua frente.

–- Porque está me olhando assim? -- ela questionou.

–- Você é linda sabia?

–- Na verdade eu sabia sim. Tenho uma autoestima muito boa, obrigada.

–- Boa...-- Droga, lá estava eu em transe de novo. -- Hã... modéstia é uma das suas qualidades.

–- Nesse ponto não iremos concordar -- ela respondeu.

–- Eu já disse o quanto você é linda?

–- Bom, se você quiser me conquistar, terá que mudar de cantada -- Annabeth riu.

–- Então você quer que eu a conquiste? -- perguntei.

–- Isso é uma questão de ponto de vista... hipotéticamente falando... e se eu dissesse que sim?

–- Bom, hipotéticamente, eu tomaria uma atitude -- respondi.

–- Como seria essa sua atitude? Hipotéticamente falando é claro.

–- Bem... seria difícil explicar. Eu teria que mostrar na prática... hipotéticamente, claro.

–- Me mostre o que você faria, hipotéticamente -- ela sorriu. Então eu entendi aquilo como uma carta branca.

Passei os meus braços ao redor da cintura de Annabeth, como já havia feito um milhão de vezes com outras garotas, mas por incrivel que pareça nada fora tão perfeito como agora. Pude sentir os dedos dela se afirmando em minha nuca, subindo até meu cabelo. Pude sentir tambem o seu corpo delicado preso contra o meu, como se jamais pudesse escapar dali.

Eu a beijei como se nunca houvesse beijado outro alguem antes. Como se aquele beijo, fosse o primeiro. O sabor adocicado de sua boca, fazia com que eu sentisse uma vontade insaciável de explorar cada canto possível de sua boca. A sincronia de nossas línguas, era perfeita. Como se houvessemos nos beijado milhares de vezes

Annabeth por sua vez, deslizava a ponta de seus dedos com pressa por meu fisíco. O fisíco pelo qual ela desprezara há minutos atrás.

Coloquei-me a desabotoar a camisa branca pelo qual eu havia emprestado a ela. Foi nesse momento que Annabeth me parou com as mãos.

–- Confia em mim? -- perguntei.

–- Hipotéticamente?

–- Estou falando sério -- acrescentei.

Ela retirou as minhas mãos que ainda insistiam em desabotoar a sua camisa e para a minha surpresa ela mesma a desabotoou.

–- Eu confio -- ela respondeu por fim.

–- Hipotéticamente?

–- Não, idiota. Estou falando sério -- ela me deu um leve tapa no meu braço.

Ela confia em mim.

Confia em mim.

Porque diabos ela confiaria em mim?

"Talvez ela sinta o mesmo que você" minha consciência sugeriu.

"Desejo?"

"Você sabe muito bem que não é isso"

Revirei os olhos mentalmente e quando voltei a minha realidade me deparei com um par de olhos azuis tempestuosos me encarando. Annabeth parecia estar viajando por eles. Dizem que os olhos das pessoas são como um livro aberto, basta apenas olhar através deles para se saber os segredos mais ocultos.

"E você tem algo a esconder?"

"Droga consciência, poderia me esquecer por um minuto?"

O fato dela estar me encarando me deixava um tanto quanto desconfortável. Então a melhor opção era continuar o que eu havia começado.

A camisa que eu emprestara a ela já havia sido descartada. Afastei suas madeixas loiras para o lado e depositei leves beijos por seu pescoço, enquanto deslizava minhas mãos por suas costas ao encontro do feixe do sutiã.

Ela não hesitou um só minuto. O que resultava em movimentos rápidos e sincronizados.

Mais uma vez eu estava me perdendo novamente em seu olhar, mas antes que eu pudesse mergulhar em pensamentos novamente, Annabeth se pronunciou.

–- Se você ficar entrando em "transe" a todo momento, ficará difícil continuar -- ela disse.

–- Seus olhos... eu... fico perdido ao olhá-los -- falei sem pensar.

–- Tem certeza que apenas eles o deixa perdido? -- Annabeth questionou.

–- Bom...-- observei seus seios fartos a mostra. -- Pode-se dizer que sim ou não... a propósito... pode ser uma pergunta meio indiscreta... mas você nunca...

–- Se você for fazer a pergunta pelo qual eu estou pensando, a resposta é sim. Sou a bela donzela à espera do princípe encantado.

–- Achei que essa coisa de princesas fosse mais a cara da sua amiga Silena -- comentei.

–- Então esqueça a parte da "bela" e a "espera do pricípe encantado" -- ela acrescentou.

–- Não parece... quero dizer... se você é hã... virgem... não seria tão... espontânea, por assim dizer -- eu disse.

–- É, você tem razão, acho melhor eu ser a garota certinha que eu sou e ir embo...

–- Não! -- a interrompi. -- Quero dizer, se você quiser ir... eu não vou obrigá-la à ficar.

–- Até porque você não poderia me obrigar à nada -- ela deu de ombros.

–- Ah, porque não?

–- Porque caso contrário, eu o chutaria naquele lugar -- ela sorriu ao ver o meu espanto.

–- Suas ameaças me deixam excitado, sabia?

Ela sorriu em resposta.

–- Voltando ao assunto... eu não acredito que você, uma mulher tão linda, seja a bela donzela -- irônizei.

–- Eu nunca me interessei por sexo... É uma coisa tão... medíocre -- ela respondeu.

–- Sei...

–- Não acha um tanto quanto ridícula essa situação? -- Annabeth perguntou.

–- Que situação?

–- Bom, você sem camisa encima de mim, eu nua da cintura para cima e hã... conversando sobre sexo... é uma situação inusitada, não acha?

–- Então você prefere deixar a teoria de lado e ir direto para a prática -- afirmei, mas acabou saindo como uma pergunta.

–- É plausível -- Annabeth respondeu.

–- Seu pedido é uma ordem capitã -- respondi.

Claro, depois da nossa conversa, eu me senti sujo por estar ali com Annabeth. Sujo por estar sendo o primeiro a tocá-la. Sujo, por estar fazendo isso por uma aposta.

Vamos lá Percy, tudo pela aposta. Ela o rejeitou lembra? Você precisa se vingar. Tê-la primeiro para depois chutá-la como você já fez com outras dezenas de garotas.

Comecei uma trilha de beijos no seu pescoço e fui deslizando até chegar em seus seios. Mordisquei um deles enquanto massageava o outro. Annabeth arqueou-se para frente soltando um gemido abafado. O que me deixou irritado. Eu queria que ela se soltasse, mostrasse tudo que estava sentindo. Apertei o outro seio ainda mais forte.

–- Terá que fazer melhor -- Annabeth murmurou. Ela não daria o braço à torcer tão cedo. -- Se quiser me ouvir gemer.

–- Está me desafiando?

–- Entenda como quiser -- ela sussurrou em meu ouvido e depois mordeu minha clavícula. Ótimo srta. Chase, acabou de encontrar o meu ponto fraco e de quebra me desafiou.

Continuei com a trilha de beijos apartir de sua barriga indo direto a sua calçinha. Quando levantei a cabeça pude ver as suas órbes cinzas se tornando cada vez mais escura, provavelmente o desejo estava tomando conta da loirinha.

Deslizei a peça intíma e desconhecida para baixo, e a admirei novamente. Acariciei sua *feminilidade, o que fez Annabeth estremecer e novamente abafar um gemido.

Retirei a cueca box, mal me lembrando do momento em que eu retirei a bermuda. Afastei levemente as suas pernas, me posicionei entre elas e peguei suas mãos colocando-as no travesseiro.

–- Se há um momento para desistir, esse momento é agora -- sussurrei pra ela.

–- Espero que esteja brincando -- ela desafiou.

–- É, eu estou -- respondi.

Então penetrei sem nenhum pudor. Dessa vez Annabeth soltou um gemido concreto, sem abafá-lo como havia feito antes. Forçei mais um pouco e senti uma pequena pressão, ela deixara enfim de ser a bela donzela. Ainda de olhos forçadamente fechados uma lágrima escorreu por seus olhos. Dei um beijo em sua testa.

–- Annabeth... está tudo bem? -- perguntei preocupado.

Silêncio.

Ela não me respondera nada, apenas forçava os olhos à ficar fechados. Por um longo tempo ficamos em silêncio. Ficar ali, dentro dela, esperando-a que se acostumasse comigo, foi de certa forma uma tortura.

Aos poucos ela abriu os olhos, depois de um longo silêncio. E para a minha surpresa ela sorriu maliciosamente pra mim. Entendi aquele sorriso como mais uma "carta branca", e aos poucos começei a dar leves estocadas, segurando-a pela cintura sem deixar de beijar ao redor de seu colo, enquanto Annabeth deixava dolorosas e talvez até prazerosas marcas em minhas costas.

Contorcendo-se mais e mais, Annabeth passou a corresponder as minhas estocadas com excitantes movimentos em seu quadril, que consequentemente me fez acelerar o ritmo. Inevitávelmente os gemidos foram mais altos. Eu havia perdido o resto de sanidade que ainda me restara, e não me importava mais em ser silencioso.

Minutos depois, atingimos o ápice, eu me desfazendo dentro dela, e ela perdendo os sentidos murmurando algo que não pude entender.

Escorreguei para o lado direito de Annabeth, e ela aninhou seu corpo frágil e delicado sob o meu fisíco. Seus olhos estavam prestes a se fechar quando eu murmurei uma última coisa.

–- Estou com você, Annabeth. Estamos unidos para sempre -- falei sem que as palavras pudessem ser contidas.

–- Sempre...-- dito isso ela adormeceu.

[...]

Acordei com leves raios solares batendo em meu rosto. Ao lado, Annabeth ainda dormia. Quando me lembrei da noite anterior, um sentimento de culpa tomou conta de mim.

Mas culpa do que?

Me levantei da cama silenciosamente para que ela não acordasse. Tomei um banho frio e me vesti, infelizmente hoje seria Sexta-feira, o que significava que ainda tenho aula.

Lembrei-me com um susto que hoje completaria uma semana. Uma semana o que foi combinado entre mim e Érick. O tempo que ele dara para eu levar Annabeth pra cama.

Peguei o iPad e liguei pra ele. Uma chama de vídeo para ser mais exato, eu queria ver a sua cara quando eu disser que venci a aposta.

Como meu quarto era divido em duas partes, uma com a cama e a outra parte uma sala particular, me certifiquei de que Annabeth ainda estava dormindo e coloquei o iPad apoiado na mesa de centro.

–- Percy! -- Érick atendeu depois de alguns minutos. -- Ligou pra saber que tipo de lingerie terá que usar hoje?

–- Liguei pra avisá-lo que agora você pode pedir a Made in China em namoro -- sorri vitorioso e Érick ficou pasmo. Eu disse que valeria a pena fazer uma chamada de vídeo.

–- Como assim... você conseguiu...?

–- Isso mesmo.

–- Então você...-- ele estava tentando formular uma frase, o que parecia não ser fácil.

–- Vou falar com todas as letras. Sim, Érick. Levei a loirinha pra cama e você não sabe do pior.

–- O que?

–- Além de ser gostosa, a loirinha era virgem

–- Deu algum... problema em relação a isso? -- Érick perguntou tentando processar a ideia de que eu havia ganhado.

–- Pode-se dizer que não. Pra uma virgem ela até que foi bem... interessante–- respondi com um ar sonhador.

–- Estou vendo alguem apaixonado? -- Érick brincou.

–- Claro que não! Ela é só uma ex-virgenzinha gostosa, pelo qual eu só levei pra cama pela aposta. Caso contrário meu bom amigo, eu nunca teria me dado ao trabalho de convidá-la para o baile... pensa só na quantidade de garotas, muito melhores, que eu perdi por passar uma maldita noite com ela. E eu acho melhor você cumprir a sua parte perdedora da aposta e pedir a Made in China em namoro.

–- O nome dela é Drew! -- Érick exclamou.

–- Estou vendo alguem apaixonado? -- irônizei.

–- Claro que n...-- Érick paralisou, enquanto olhava um ponto fixo atrás de mim.

–- Érick? O que foi cara?

–- Então era isso -- uma voz feminina inevitávelmente conhecida se pronunciou logo atrás de mim. -- Apenas uma aposta.

Notas finais
Quem percebeu que a fala do Percy é parecida (ou idêntica) ao que a Neytiri fala para o Jake? Estou falando de avatar minha gente ashuahsuas estava assistindo esse filme agora há pouco, muito fodástico, claro, depois de Jogos Vorazes, me processem mas eu odeio o Peeta ~ le sendo apedrejada ~ Do que estavamos falando? Ah sim, as notas finais da fic c:

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Minha primeira cena hot. Eu sei, saiu um fíasco c: Mas a gente tenta né..

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* feminilidade é bem melhor que a palavra original não acham? Se tipo, alguem não souber do que eu estou falando (se mata ou volta para o convento) me manda MP que eu explicarei o que eu quis dizer feminilidade (véi porque eu to falando isso?), tomara que eu não receba uma MP dessas porque né ashuahsuas abafa..

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Quem percebeu que o Percy não usou camisinha e que no próximo capítulo perceberá que a Annabeth não vai tomar pílula levanta a mão ô//// Então gente, agora isso é com vocês, inventem que sei lá, o Percy é estéreo kkkkkk tá bom não teve graça, ou que a Annabeth vai tomar a pílula e não quis descrever essa cena intíma (intíma nada e.e)... sei lá, inventem qualquer desculpa. Fiquei com preguiça de adicionar isso no capítulo e terei preguiça de fazer o mesmo no próximo. Ninguém grávida nessa fic, não vou cuidar de nenhum bebê ~ le cara assassina da Rochelle ~

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Quem quer matar o Percy levanto o dedo ~ le dedos levantados ~ ashuahsuas eu matava um idiota iludidor como esse ashuahsuahs eu castrava ele com um alicate de unha ashuahsuas e depois jogava os restos aos cães ashuahsuahs enquanto ele olhava tudo ashaushaus ok c:

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Ficou bom? Ruim? Deixem suas opiniões... Só não quero nenhuma ofensa contra mim ou a fic c: A não ser que você se chame Luiza ou Yasmin e já tenha a folga de me chamar de bitch ¬¬ Enfim, até os futuros reviews.

Ps: Próximo capítulo eu vou me esbaldar ashuahsuas o professor de Jiu Jitsu estava ensinando alguma técnicas, apesar de eu ainda não poder usar todas... eu ainda posso usá-las na fic ~ le cara malvada ~

1Bj sabor Nico Delicia di Angelo ô/