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11 IX - Jujubas, pedido e risadas


Notas iniciais
Oi genti bunita rçrçrç Ai Zeus u.u

Obrigada pela preocupação, sem nenhuma segunda intenção, em relação à mim nos reviews passado. Todo mundo falando para eu não me matar, porque todo mundo me ama, certo? ~ le silêncio ~ ashuahsuas ainda assim obrigada.

Boa leitura e até lá embaixo ô/

LEIAM AS NOTAS FINAIS!

P.O.V Thalia

–- Estou esperando a sua resposta Thalia, você vai ou...

–- Não -- a interrompi. -- Eu não vou.

–- Como assim não vai? Eu não tive todo o trabalho de... hã... você deve ir, Lia.

–- O que você disse?

–- Ah é mesmo, você odeia quando alguem a chama de Lia. Pessoalmente eu acho isso uma frescura, até porq...

–- Não! O que você disse antes? -- insisti.

–- Como assim não vai? -- Silena arriscou.

–- Você disse "Eu não tive todo o trabalho" -- semicerrei os olhos. -- O que você quis dizer com isso?

–- Trabalho? -- Silena soltou uma risada nervosa. -- Você deve ter entendido mal, Thalia -- o celular dela tocou e por alguns segundos a Beauregard encarou a tela do mesmo e soltou uma outra risada, que dessa vez parecia ser de alívio. -- Annabeth está me chamando, tenho que ir.

–- Mas você ainda não me expli...

–- Ora essa, Thalia -- Silena me interrompeu. -- Você não vai perder em nada se ir à esse encontro -- ela olhou novamente para a tela do celular. -- E se eu fosse você, decidiria rápido, o intervalo acaba dentro de vinte minutos. Não deixe o seu amado esperando.

–- Como assim ama...

–- Ótimo -- ela me deu um beijo na bochecha e saiu correndo, desaparecendo de minha vista.

Fechei a porta do armário e respirei fundo.

Provavelmente o Nico já me esperava no lugar marcado. Então eu iria, por uma questão de educação. E tambem pela curiosidade de saber sobre o que ele queria falar.

Subi até o terceiro andar, resmungando algo como "porque não havia elevadores no colégio". Os corredores estavam vazios, até porque todos os alunos estavam aproveitando o tempo livre fora do prédio.

Quando cheguei em frente a sala de artes, a porta estava entreaberta. Empurrei-a lentamente e estudei o lugar em uma rápida olhada. As paredes eram de um verde fosco, telas interminadas estavam sendo tomadas por uma fina camada de poeira, e uma pequena bagunça de latas de tinta rodeava a sala deixando o meio em formato de círculo. Um pouco mais a frente de mim, Nico fitava o nada, ainda de costas para mim. Quando ele percebeu a minha presença, o mesmo se virou revelando uma expressão com um misto de alegria e curiosidade. Durante todo esse tempo longe um do outro, ele não mudou em nada. As vestes sempre negras, a pele em um tom levemente pálido, os olhos castanhos ,e o cabelo negro e rebelde.

A curiosidade em examinar cada detalhe um do outro parecia ser mutua.

–- E então, porque me chamou aqui? -- perguntei quebrando o silêncio.

Nico pareceu não entender a pergunta, ele franziu o cenho e me olhou confuso.

–- Eu a chamei aqui? Não, Thalia. Você que marcou esse encontro.

Vasculhei o bolso da calça e retirei o bilhete amassado.

–- Leia -- entreguei o bilhete para o Nico.

Ele demorou alguns segundos para ler o que estava escrito, me devolveu o bilhete e começou à rir.

–- Viu?

–- Essa letra, ou melhor, esse garrancho não é meu, e sim do...-- ele parou de rir e tomou uma expressão séria. -- Charles!

–- O que o namorado da Silena tem a ver...

–- Eu tambem recebi um bilhete -- Nico colocou as mãos no bolso da jaqueta e de lá tambem retirou um bilhete, que diferente do meu, não estava amassado. -- Olhe.

Peguei o bilhete e comecei à ler.

Nico

Preciso falar com você. Assim que ler esse bilhete, me encontre no terceiro andar, na sala de artes.

Estarei esperando por você.

Beijos.

– Thalia ♥

Amassei o papel, esquecendo que de alguma forma ele era do Nico.

–- Um bilhete cor-de-rosa?–- arqueei um sobrancelha. -- Só existe uma pessoa que assina o nome com um coraçãozinho no final. E essa pessoa não sou eu, e sim, a Silena -- disse o nome dela entre dentes.

–- Mas por que eles farião isso? -- Nico perguntou.

–- Falta do que fazer. Mas deixe comigo, logo logo ela terá o que fazer, quando tiver que correr -- ameacei.

–- Acho que a convivência com a Drew, não está fazendo bem a você -- Nico concluiu e começou a rir.

Dei um pequeno tapa em seu braço e sorri de lado.

–- Bom, já que tudo isso foi uma brincadeira de muito mal gosto... eu vou indo -- girei os calcanhares em direção a saída, mas fui puxada pelo braço antes de continuar.

–- De qualquer forma eu precisava mesmo falar com você -- Nico disse em um quase sussurro. -- Por que você se afastou de mim?

–- Você tambem se afastou de mim -- respondi.

–- Me afastei porque você mandou -- ele argumentou.

–- Então quer dizer que eu mando em você?

–- Não foi isso que eu quis dizer.

–- Mas foi isso que você disse -- rebati.

–- Será que podemos ter uma conversa amigável? -- ele pediu.

Dei de ombros.

–- Você ainda não respondeu a minha pergunta -- Nico insistiu.

–- Quer saber por que eu me afastei? Porque eu quis, simples assim -- menti. -- Agora você pode soltar o meu braço?

Ele soltou o meu braço, e no lugar onde ele segurara, ficou uma leve mancha vermelha. Nico ficou de costas para mim e colocou a mão direita atrás do pescoço.

–- Nico...

–- Vá embora, Thalia -- ele disse ríspidamente.

–- Como assim "vá embora"?

–- Quer ficar? -- ele perguntou. -- Ótimo, eu saio.

–- Já vai tarde -- falei sem que as palavras passassem direito por meu cérebro.

Nico me olhou friamente e saiu da sala à passos largos.

Resmunguei algo que nem eu mesma entendi e saí da sala. Silena iria me pagar por essa brincadeira idiota.


P.O.V Nico



Meus pensamentos estavam uma bagunça. Mal prestei atenção no resto das aulas. E muito menos fui tirar satisfações sobre a brincadeira que Charles e sua namorada espevitada aprontaram comigo.



[...]



Chegando em casa, larguei a mochila em qualquer lugar e me esparramei no chão da sala.



–- E eu achando que ela sentiu a minha falta -- resmunguei.


–- Falando sozinho? -- a figura de Perséfone apareceu logo à minha frente.

–- Só pensei alto -- respondi.

–- Falando sozinho pela casa é sinal de que tem algo errado -- Perséfone concluiu.

–- Está tudo bem, melhor impossível -- irônizei.

Perséfone se sentou no sofá e me encarou.

–- Ótimo, pode me contar tudo.

–- Não há nada para contar, Perséfone.

–- Vamos ver... deve estar relacionado a alguma garota.

Dei de ombros.

–- E essa garota é a Silena, certo?

–- É Thalia -- corrigi.

–- Vá atrás dela, ora essa -- ela pegou uma revista e começou a revirar as páginas com indiferença.

–- E por que eu iria?

Perséfone colocou a revista na mesa de centro e se levantou. Ah que maravilha, lá vem um dos seus sermões. Mas para meu espanto ela subiu as escadas ruídosamente.

Quando pensei que ela não voltaria mais, Perséfone desceu as escadas quase tropeçando.

–- Aqui está -- ela me entregou uma caixinha preta e eu a fitei confuso.

–- Pra que...

–- Vá atrás da Silena e dê isso a ela.

–- O nome dela é Thalia! Mas por que...

–- Você gosta dela?

–- Gosto...

–- Então, pare de complicar as coisas.

–- Não é meio precipitado demais?

–- Você passou três meses, suspirando pelos cantos da casa. E isso só pode significar duas coisas, ou você é gay ou está apaixonado. E sinceramente eu prefiro a segunda opção -- ela parou por um segundo. -- Apesar de que a primeira se encaixe melhor em você.

–- Está me chamando de gay?

–- O fato é: Você deve ir atrás da Silena. E entregar isso a ela.

–- É Thalia! Mas e...

–- Agradecer? Ah não precisa, ganhei isso do seu pai e acho que ele não vai ligar se eu as der para você. E não tem nenhum nome gravado, não acha maravilhoso?

–- E se ela...

–- Se ela não gostar de você? -- ela me interrompeu e por incrível que pareça, Perséfone conseguia completar o que eu tentava dizer. -- O pior que pode acontecer é ela disser não e te dar um soco no nariz.

–- Soco no nariz?

–- Tudo bem, esqueça o soco no nariz -- ela acrescentou.

–- Mas e Rachel?

–- Mas por que diabos você ainda pensa naquela ruivinha sem graça? -- Perséfone se exautou. -- Desculpe, mas eu nunca gostei dela.

–- Mas quem tem que gostar dela sou eu, e não você -- rebati.

–- Infelizmente, gosto não se discute, se lamenta -- Perséfone revirou os olhos. -- Mas de qualquer forma, você ainda gosta dela?

–- Não, é que...

–- Então garoto! Não complique as coisas e vá logo atrás da Silena.

–- É Thalia! -- corrigi novamente.

–- Olha, garoto. Seja Silena ou Thalia, se você gosta mesmo dessa garota, não perca tempo pensando no que vai acontecer depois -- minha madrasta tomou uma expressão calma, como se fosse... uma mãe. -- Você é jovem, deve aproveitar cada momento, seja ele bom ou ruim... mas se for bom, aproveite mais ainda. Porque depois que você cresce, as atitudes se tornam um efeito dominó. O que você faz ou deixa de fazer, vai te atingir depois.

–- Você não poderia deixar de dar um sermão, não é? -- perguntei.

–- É o meu primeiro sermão -- ela respondeu.

–- Então você acha que eu devo procurá-la?

–- Claro! E depois que ela aceitar, traga-a aqui. Eu ainda não conheço a minha meia futura nora... é assim que se diz não é?

–- Isso se ela aceitar -- disse com toda a minha positividade.

–- Ela vai aceitar sim, pode acreditar -- Perséfone me puxou pelo pulso e me levou até a porta.

–- Eu não preciso agradecê-la não é? -- perguntei abrindo a porta.

–- Acho que não -- ela sorriu de lado, mas antes que eu pudesse sair ela me segurou pelo ombro. -- Só não estraga tudo, o.k?

Revirei os olhos em resposta.

Fui até o portão para abrí-lo, mas me deparei com uma figura feminina sentada na beira da calçada. E mesmo de costas, consegui reconhecer quem era.

P.O.V Thalia

De quem foi a ideia de pedir desculpas?

Ah sim, foi da minha querida amiga Annabeth.

"Você foi errada em mentir pra ele, Thalia. Vá atrás dele e conserte a sua burrada."

As palavras de Annabeth se repetiam em minha cabeça.

Pedir desculpas era uma coisa fácil, até eu chegar em frente a casa do Nico. Fiquei ali por provavelmente vinte minutos, pensando no que eu diria.

Eu já estava ficando nervosa, e quando eu fico nervosa, a única coisa que pode me acalmar é comer. Fui até o carro e peguei um pacote de jujuba. Sentei-me na beirada da calçada e comecei a comer.

Estava tudo tranquilo, até eu ouvir uma voz atrás de mim.

–- Posso? -- olhei para cima e ali estava ele.

Em resposta me afastei para o lado, Nico se sentou e ficamos em silêncio.

–- Hã...-- esqueça o silêncio. -- O que você está fazendo aqui?

–- A calçada é pública -- respondi. -- Hã... desculpe, eu vim pra falar com você.

–- Thalia, você está sentada na frente da minha casa e comendo... jujuba? -- ele arqueou uma das sobrancelhas para falar jujuba.

–- O quê? Eu costumo comer quando estou nervosa -- admiti.

–- E por que você estaria nervosa? -- Nico perguntou.

–- É que eu vim pedir desculpas...-- Nico me olhou curioso. -- Hoje mais cedo... eu menti...

–- Não diga -- ele irônizou.

–- Posso acabar de falar? -- reclamei.

Nico assentiu.

–- E bom... eu me afastei porque... hã... fiquei com um certo medo de você fazer comigo o mesmo que o Percy e o Érick fizeram com a Annabeth e a Drew...

–- Você realmente não me conhece -- ele acrescentou.

–- Droga Nico, a gente só se conhecia há uma semana...

–- Por isso mesmo -- ele interrompeu. -- Você não poderia ter pensado isso de mim.

–- Então é isso, desculpe por hoje -- completei.

Ficamos em mais um silêncio contrangedor. O barulho do pacote de jujuba estava me deixando ainda mais nervosa.

–- Eu tambem precisava falar com você -- Nico quebrou o silêncio e pegou algumas jujubas do pacote. Sem a minha permissão. -- Na verdade é uma pergunta que eu quero fazer.

–- Pode fazer -- respondi distraída.

–- Você deve ficar em pé, para que eu possa perguntar -- ele disse pegando o pacote de jujubas das minhas mãos e se levantou.

–- Ei! As jujubas não! -- reclamei.

–- Eu te devolvo as jujubas quando eu fizer a pergunta -- Nico disse.

–- Tudo bem, faça a pergunta -- dei de ombros.

–- Mas você deve prometer que não vai rir até eu terminar de perguntar, o.k? -- ele acrescentou.

Revirei os olhos.

–- O.k eu prometo -- respondi.

Nico respirou fundo e pude ouvir ele murmurar algo como "seja o que Deus quiser". A pergunta era tão ruim assim? É bom que não seja nada indecente.

Fui tirada de meus desvaneios quando Nico me devolveu o pacote de jujubas e começou a se ajoelhar. Ah meu Deus, será que ele vai pedir clemência para que eu não o machucasse depois da pergunta?

Ele respirou fundo mais uma vez e murmurou algo como "tomara que ela diga aipim" ou "tomara que ela diga sim", pessoalmente eu considerei a segunda opção.

–- Thalia -- ele chamou.

–- É o meu nome -- dei um sorriso de lado.

O meu comentário pareceu ter deixado o Nico ainda mais nervoso.

Ele pegou a minha mão e em um ato de reflexo eu me soltei dele.

–- Eu não mordo -- ele sorriu nervoso e pegou a minha mão novamente.

Droga, será que ele... não ele não iria...

–- Thalia -- ele me chamou novamente. Nico respirou fundo mais uma vez, como se estivesse tomando coragem. -- Você...

–- Eu...?

–- Aceita namorar comigo? -- ele perguntou por fim.

Ah era isso? Ele só me pediu em namoro e... Como assim NAMORO?

Enquanto eu tentava escolher uma reação coerente com aquela situação, Nico retirou uma caixinha preta do bolso e a abriu, revelando duas espécies de alianças de prata.

Vamos lá Thalia, recapítulando tudo, o Nico ajoelhado à sua frente, a pedindo em namoro.

Eu poderia fazer qualquer coisa, abraçá-lo, beijá-lo, poderia chorar, sair correndo, mas eu escolhi a pior coisa à fazer.

Comecei à rir.

–- Você prometeu não rir -- Nico reclamou.

–- Óh não, eu prometi não rir enquanto você perguntava, e eu acho que você já fez a pergunta -- respondi tentando manter a calma e parar de rir.

–- E pela sua reação, já posso advinhar a resposta -- Nico começou à se levantar, mas eu o impedi.

–- Espere, posso ver como fica em mim? -- perguntei apontando para a caixinha.

–- Então quer dizer que você aceita?

–- Eu não disse que aceito, eu só quero ver como fica em mim -- argumentei.

Nico entregou a caixinha de má vontade, peguei uma das alianças e coloquei no dedo, e para a minha surpresa caiu como uma luva.

–- Me dê a sua mão -- pedi ao Nico. Relutante ele ofereceu a sua mão e eu coloquei a outra aliança em seu dedo, que tambem caiu como uma luva.

Nico se levantou triste.

–- Acho melhor tirar, já que a resposta é...

Não o deixei terminar a frase. Agarrei o seu pescoço e o beijei. No começo, ele se assustou com a minha atitude repentina, mas segundos depois suas mãos envolviam a minha cintura. Havia um certo desespero naquele beijo, principalmente por minha parte, afinal esperei por esse momento por três meses. Desde o dia do baile, que eu lembrava e relembrava o nosso primeiro beijo em meio a "chuva artificial".

O ar faltou, acabamos nos separando parcialmente, com a minha testa grudada à dele, Nico soltou um sorriso de alívio.

–- Eu posso considerar esse beijo como um "sim"?–- ele perguntou.

Em resposta voltei à beijá-lo, mas dessa vez ele se separou de mim antes que o ar faltasse.

–- Vamos entrar, quero que você conheça sua meia futura sogra–- ele me puxou pela mão e atravessamos o portão.

Quem diria, Thalia Grace participar de uma cena tão clichê como essa.

P.O.V Narradora

A felicidade entre Thalia e Nico poderia contagiar qualquer um que estivesse perto. Menos uma pessoa. Um certa ruiva que os observava do outro lado da rua, há alguns metros dali.

–- Isso não vai ficar assim -- a ruiva esbravejou e foi embora à passos largos.

Notas finais
Quem percebeu que não tem mais o capítulo "personagens" levanta a mão ô///// A tonta aqui esqueceu que não pode colocar descrição embaixo das fotos, porque é considerado como ficha e isso vai contra as regras de postagem ¬¬ , então recebi uma advertência e educadamente o Nyah excluiu esse capítulo c: Pra mim tanto faz né, não vai mudar em nada na história u.u Mas se vocês quiserem eu coloco outro capítulo só com as fotos dos personagens... vocês que sabem u.u

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Uma certa ruiva ashuahsuahs quem sabe de que ruiva eu estou falando, levanta o dedo ~ le dedos levantados ~ agooooora a história vai ficar boa u.u

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Capítulo ficou horrível e.e não ficou romântico, eu tô meio bolada com o meu amigorado (Amigo+Namorado) (Eu não sei inventar esses nomes e.e) e tambem eu não consigo escrever nada romântico e.e sou seca gente ashuahsuas bj

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Quem pediu percabeth? eu não lembro... mas enfim, próximo capítulo se tudo der certo teremos momento percabeth *ooooooooooo*

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Ficou muito ruim? Se sim, mandem sugestões, eu estou achando que a fic tá meio ruim e.e Então quero opiniões de vocês e.e e se quiserem deixar uns reveiws para dar aquela iludida que a escritora aqui adooooora u.u fiquem a vontade u.u

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Beijo sabor Nico di Angelo (para as semideusas)

Beijo sabor Draco Malfoy (para as bruxas ashuahsuas é tão estranho falar assim)

Beijo sabor Peeta (para os tributos) (que nojo desse beijo e.e) (não gosto do Peeta, me processem u.u)

Até a próxima meus divos e divas [[]]