Notas iniciais
Galera, tenho tanta preguiça de digitar uma história. É bem mais agradável escrever. Acho que seja devido ao fato de que uso muito o computador. Então fica repetitivo. . . . Usarei algo bastante clichê e que considero “repudioso”. Um clássico estereótipo de encrenqueiros mal-intencionados. Gostam de tomar “liberdade” com os “rejeitados” no colégio. Aproveitam dos mais “fracos”, tomando favores e até dinheiro, em troca de “segurança”. Isso é muito nojento e horrível. Mas serve de exemplo para esta obra. Torço para que não existam mais pessoas tão hipócritas nos dias atuais, que façam isso ainda.

“Resta saber se ele já era assim quando o conheci ou foi pirando com o passar dos dias.

Não sei, mas eu me recordo agora do papo que tive com Raw; e encaro a verdade bem na minha fuça.

Fui um mané. E a situação chegou nesse ponto... Não dá pra deixar o Steven fazer tal coisa.”

***

Mais um finalzim de semana; pra lá de relaxante.

Cara, eu tava com mó sono... Tava pegando essas manhãs tão matutinas. Eu queria pegar esses dias e roncar até meio dia ou mais.

Provavelmente muitos tavam sentindo esse momento.

É por conta dos treinos terem ficado mais puxados. Acho que o professor tava de bom humor. Quando esse homem fica mais animadinho; todo mundo sofre pacas.

Era muito exigente. Apelava nos aquecimentos. Gritava muito alto. Corria muito rápido. Era muita loucura!

Manda o reboque, que eu tô só o caco quebradão.

Mas hoje é Hoje!

Domingo!!!

***

Fui dar um tempo lá pelos corredores. Tava quase chegando lá no jardim, onde a galera gosta de passar mó tempão. Talvez eu desse de cara novamente com aquela tal mina que toca muito. Sei nem quem é, mas era legal de ouvir.

Mas nem consegui ir direto. Tava rolando um zum-zum-zum pelo corredor.

Tinham uns manos tomando toda a passagem. E muitas vaias e murmúrios altos e eufóricos.

Tava rolando alguma treta. Meu faro pra confusão tava me levando até o centro.

Até ver qual era essa bagunça toda.

Fiquei mó chocado... Eram meus manos no meio desse rolo. O que é isso? Qualé. Logo hoje...

Só peguei metade da discussão, mas tava rolando uma treta entre Steven e um mano que não conheço. O negócio parecia bem serião.

O outro cara começou a falar com bastante arrogância.

— Esse cara é um sem noção, babaca. Não tá se ligando que ninguém tá vendo graça; mas continua sendo o palhaço! Sempre procurando por atenção. Se acha o maioral; O Bonzão. Devia se preocupar em estudar mais e não ficar perdendo tempo atormentando os outros. Quer repetir por mais quantos anos até ficar satisfeito? Dois anos na mesma sala ainda não foram o suficiente para reformar essa babaquice? O que a garota te fez pra ficar de palhaçada, só humilhando ela? É um lixo imundo de pessoa, um cara desses. Olha, fez ela até chorar. Seu imbecil. Agora não encara um homem de frente. Quero ver encrencar com os ‘maiorais’ como fez com ela...

Vaias, assobios, palmas e urros em geral. Vergonha e raiva na cara do Steven. Eu mesmo não sabia onde me enfiar depois de ouvir essa do veterano defendendo a mina das brincadeiras do mano Steven.

Admito que o brô foi meio estúpido e babaca, mas não merecia ouvir aquilo tudo e servir de chacota pra todo mundo passando pelo corredor naquele canto.

Os outros manos até tentaram remendar e acalmar o Steven, mas ele saiu dali muito mal...

Tropeçando nos outros alunos que caçoavam parados, Steven ficou prometendo que ia ter volta.

Que porra! Não era pra ter sido assim. Era só uma brincadeira e agora o meu amigo tá tão irado que nem tá pensando e fica falando aquele monte de bobagem sobre vingança.

Se vingar de alguém é o pior jeito de resolver as paradas. Não gosto disso; desse tipo de treta.

Que bom por brigas não serem permitidas dentro do colégio.

Mesmo tendo várias, ainda era controlado. Dava suspensão e perda de pontos. Além de que poderia ter que pagar multa. Era mó apelão isso. Por que não só expulsar logo? Mas não, eles eram espertos. Com essa abordagem, o colégio enchia os bolsos com as ‘verbas disciplinares’. Pelo menos ainda servia para alguma coisa.

***

Eu já tava meio bolado há algum tempo. Na verdade desde aquela festa há poucos meses. Nunca mais senti a ‘firmeza’ que eu tinha... Era meio desconfortável, sabe...

Tipo assim. Não tava no clima. Era cansativo. Era estranho.

Sei lá, eu nem tinha mais paciência para algumas zoeiras. Serião...

Sempre vi que a galera gostava de tirar onda e ser zoeira. Era legal no começo, mas não o tempo todo.

Mas eles eram ‘descolados’ e todo mundo gostava deles. Então era tudo na paz.

Só que depois que eu fui andando ainda mais com o grupo de calouros do Raw, acabei mudando a forma de ‘ver’ as zoeiras do Steven.

Elas pareciam legais, de fazer rir. Mas eram chatas. Incomodavam os manos... E meio que ‘doíam’.

Sei lá, nunca foi comigo. Ele sempre me tratou mó legal.

Já cheguei nesse colégio e entrei pros amigos dele.

Achava tudo que este mano fazia muito legal.

Mesmo assim não conseguia extrapolar como ele.

Já fiz algumas brincadeiras de zoação, mas sempre me desculpava quando o outro ficava chateado e até convidava pra comer um chilitão ou um x-burger.

A maioria recusava, mesmo aceitando o meu pedido de desculpas.

Davam uma enrolada e iam fazer outra coisa.

Se lá. Com o tempo fui me sentindo mal com isso. E acabei andando menos ainda com os manos descolados.

Também deixei de achar engraçadas as brincadeiras e não fazia mais.

Onde eu estudava antes, a galera era mó legal e extrovertida. Aceitava numa boa as doideiras e participavam muito das zoeiras. Ninguém forçava a barra, eu acho.

Mas aqui... Parece que muitos se sentem tristes. Ai fica chato, ué...

Só que o grupo dos novatos que Raw me apresentou, aceita numa boa. A gente troca palhaçadas direto.

Nunca fico entediado com as loucuras deles. Acho que também são ‘descolados’. E mesmo assim eles nunca fazem isso o tempo todo com todo mundo.

Acho que passei a ‘respeitar’ isso deles.

A brincadeira só vale quando todos querem rir e participar.

O Steven não liga muito pra esse detalhe. Se ele achar engraçado, faz a piada e quer que o outro também ria e participe. Mesmo sendo o ‘centro da chacota’.

Fui burro ao não me ligar nessa diferença entre o engraçado e o sem noção.

O Steven não é tão descolado assim.

***

Passou um bom bocado de dias até o Steven voltar às boas. Ele tava sempre pra baixo e encucado. Devia tá só se lembrando da confusão.

Era muito porre o clima.

Nem os manos a mais tempo tavam na animação costumeira. É claro que queriam apoiar o brô.

Só que ele não queria papo. Nem com Mark, que era o brô mais chegado pra ele.

Sei não. Isso não tá legal.

Mas foi voltando a conversar. Vez ou outra arriscava uma doideira entre a gente.

Eu não queria ver um amigo meu pra baixo, tristonho.

Então só tentava incentivar... Que fosse só um pouco do bom Steven. Já era mó legal. Até as gatinhas tavam com pena dele. dava mó ciumão, mas eu entendia e concordo que ele precisava.

***

Já têm umas duas semanas do negócio chato. Acabei conversando sobre isso com o Raw. Ele tem boas ideias e não falava só sobre loucuras. Era mó dáora conversar com ele.

Ele já tava ligado sobre o que rolou; é claro. Ele e todo o colégio já devia ter ouvido sobre.

Logo o mano Steve, que é um dos mais descolados daqui; servindo de piada pra geral.

Mas assustei um pouco quando o mano Raw falou comigo...

Ele me alertou; sei lá por que... Disse que eu não devia andar tanto ao lado do Steven e do grupo.

Não entendi nada disso. Steven é mó parceiraço, então perguntei que doideira é essa.

— Olha, tu tem todo direito de andar com quem tu quer, mano. Isso é só um conselho de alguém que tá há mais tempo por essas áreas. Andar com Steven pode ser muito maneiro e o cara pode ser muito gente boa. Mas vê se não abaixa tua atenção pra ele. Toma de conta.

— Qualé... Tá viajando, brô. Eu até já ouvi um bocado das tuas teorias e até fazem sentido. Mas agora tu já tá pirando. Onde Steven é alguém duas caras... Pô Raw. É bom a gente pegar logo no sono. Já tá muito louca essas paradas.

— Bom, já dei o toque. O resto é você que deve ver e pensar sobre. Se não tá afim de saber, tenho nada a falar mais. Talvez eu esteja viajando, realmente... Pode ser que a impressão que tenho dele seja errada. Bom, boa noite então.

— Valeu, boa pra você também.

Nossa, vei. Não devia ter tido esse papo cabeça; logo com o mano que sempre tem ideias mó duvidosas e viajadas...

O jeito é tentar resolver esses troços por conta. O Steven com certeza vai superar essa logo.

***

Era terça. Quase nove da noite. E a galerada tava bem reunida nos corredores.

Steven já tava bem animado. E os manos pareciam bem mais aliviados. E eu também tava mó feliz por isso...

O tempo foi passando e as risadas continuavam. Só que, não sei... Era diferente do habitual.

Não consegui me sentir ‘legal’. Tava tendo uns cochichos estranhos entre uns brô. Não como as conversas baixinhas de pé de orelha costumeiras. Era mais diferentaço.

Já tava bem perto das onze. E o toque pra todo mundo se dirigir aos dormitórios respectivos já tava soando.

Mesmo assim, alguns dos manos não tavam afim de se mandar.

Eu mermo já tava pra me retirar e puxar o ronco, mas Marlon me chamou de volta e puxou papo no pé de orelha.

O tipo da conversa me deixou muito apreensivo, me abalou geral.

Steven queria pregar uma ‘peça’, uma brincadeira em um mano. E faria isso no cair da madruga. Driblando os monitores e fugindo das filmagens. Tudo para tal meta.

Os manos soltaram toda a parada, como ia rolar. O que ia ser. E como.

Resumindo pacas...

Steven queria amarrar o cara, no calar da noite, no alto da haste da bandeira do colégio. Tava a mais de dez metros do chão o negócio. Era uma ‘brincadeira’ muito maldosa; e ainda ia deixar o cara lá peladão.

Eu gelei. Realmente fiz corpo mole ali. Desse tipo de zoeira eu nunca topei. Nem imaginava ouvir algo assim dos brô.

O pior foi ouvir o ‘real’ motivo que iam aprontar essa pro cara.

Quem é o tal? É muito simples de imaginar...

Exato. O rapaz que humilhou o Steven a algumas semanas.

Cacete. Eu não posso acreditar como Steven ficou resentido a esse ponto. Guardar a vingança e zoar o cara a tal ponto...

Comecei a balançar a cabeça involuntariamente. Queria era dar no pé dali. Eu ia nada fazer uma coisas dessas. Isso tava pra lá de longe de ser uma simples brincadeira; um divertimento.

Era tão maldoso e hipócrita quanto a que o Nic fez.

— Pô, bicho. Qualé?! Tu tá dentro ou não tá? Dando pra trás... Você viu o quão marrento o doido é. Ele tá precisando aprender das coisas.

Mark começou a querer me convencer. Mas ele devia era tá maluco em querer fazer isso. Então olhei pro Steven e tentei fazer ele se ligar no quão louco isso tava sendo.

— N-não, mano. Pera lá. Isso já tá pesado demais. Olha pra isso, meu. Tu quer fazer mermo com esse cara? Tá ficando doido? Vai que dá algo errado. Ele pode se quebrar todo. Até morrer!

— E tu com isso? Tá do lado dele? tá vacilando. Eu não esperava essa de um brô meu. Dando pra trás e nos trocando por aquele tipinho de merda.

— Pensa bem, cara. Olha as bobagens que tá falando. Isso não tá certo, de forma alguma! Tu pensa que dá pra fazer isso sem pagar, cara?

— Pagar o que?! Ninguém vai ficar sabendo. A menos que tu seja um zé ruela entregão.

— Eu não vou fazer parte disso. E nem tu devia se meter nessas merda, mano. Steven, tu é um cara mó gente fina. Meu... Pensa, cara!

— Não, cala a boca. Não quero mais papo com um arregão. Cai fora. Eu pensei que fôssemos parças. Mas vejo que tava enchendo muito a tua bola.

— Steven...

— Tu ainda não se tocou?! Tô mandando tu se mandar. Não vou ficar perto de algum mano que me trai. Vá fugir pro seu quarto e ficar de mi-mi-mi com outro. Se não tá de me apoiar, não é um dos meus...

— Eu não esperava essa de você, Steven. Que seja. Também não me intrometo nos teus assuntos. Nunca mais. Talvez a gente se fale amanhã e tu tenha repensado dessa porcaria. Mas não faça uma dessas. Tem coisas melhores pra tu aprontar e que não sejam tão perigosas...

— Mas o arregão ainda tá aqui; eu não tô com saco pra olhar na tua cara. Vai logo e vaza!!! Um merda desses quer pagar uma de bonzão e se acha o tal para recusar a me obedecer. Tu não é nada, tá entendendo? Cai fora... Alguém como tu nem vale o meu tempo. E não me procura não. Tá ligado, né? Eu te piso que nem um verme. PUFH (Som de cuspida na direção do Bob).

Bob, por não topar realizar tal humilhação, foi hostilizado e vítima de total desprezo e xingamentos.

Steven tava muito irado e parecia que ia levar a treta até a última consequência se precisasse.

Dei meia volta e meti as canelas a correr.

Mas não pra ‘fugir’. Os observei mais ao longe e realmente não pararam. Ia ter mesmo a coisa toda.

***

Depois do desentendimento com ele, corri o mais rápido que deu. Sai batendo nas portas, até achar o monitor e contei toda a tramoia e treta que Steven tava prestes a fazer. Fui mó ligeiro falando disso.

O plano dele envolvia fazer tudo à surdina e sem ser pego.

Mas o ‘alvo do trote’ podia não aguentar tal humilhação e tinha o risco da queda. Tava na cara o quão errado era isso tudo. O cara que ia ser tão envergonhado; vai saber quão perturbado ele podia ficar... Não tava certo, não podia rolar aquilo. Pelo mano Steven, eu acredito que ia se arrepender mais pra frente de cabeça fria; e pelo cara. Corri e corri...

A sorte é que deu tempo de evitar a pior parte.

Steven ou outro dos manos tinham amarrado o cara e o mesmo tava com a boca amordaçada por um pano qualquer!

Além disso, tavam todos de máscaras bizarras.

Só tinham cinco dos manos do grupo. Não dava pra ver quem eram.

Acho que os outros não tavam informados dessa doideira assombrosa do Steven; ou fugiram como eu.

O monitor já tava com uns caras parrudões e conseguiram imobilizar meus brô fugindo.

Eu me mantive de longe.

Tava péssimo por ver aquele momento todo e saber que tinha dedurado meu amigo; aqueles que eu considerei parças.

Mesmo distante, Steven conseguiu me encarar e berrou bem altão, mesmo.

— Seu filho da p... Tu me entregou mermo?! Tu é um bosta, cara. Que porcaria que eu fiz ao te recrutar pro meu grupo esse ano. Devia era ter caçoado e pisado em tu como tava com vontade. Era bem melhor ter ouvido a opinião do pessoal. Mas não, eu tinha que pensar que tu serviria para despistar nossos rolê... Nem pra servir como desculpa tu serve. Quer saber a real...? Você nunca foi um dos nossos. Nem amigo; nem integrante do grupo.

Ele tava fora de si, falava coisa com coisa, mas tudo era para ofender e magoar o pobre vapaz.

— Mas isso tem volta. Pode esperar. Eu não devia esperar nada que preste de um mané arregão como tu, mermo... Tá feliz agora?! Salvou a pele desse outro traste... Agora curtam felizes essa alegria de bosta. Arregão patético. Tu era só um nada que pensei que servia de ‘chaveirinho’, trouxa.

***

Cara. Voltei pro ‘apê’ sem nem sentir como pude um dia ter considerado aquele cara; um arruaceiro mentiroso, como um irmão? Fui mó iludido.

Quase faço uma merda, que certeza me perseguiria a vida toda, por alguém como ele...

Claro que fiquei arrasado por tudo que ele me disse. Desceu entalado pela minha garganta e me abalou um bocado.

Mas eu repensei nos valores do que é certo e errado e me toquei. Não sou eu o errado dessas paradas; é somente ele. Foi o Steven que escolheu fazer toda essa porcaria de revanche; de vingança. Por algo tão fútil. Algo que ele mesmo provocou e buscou.

Qual a minha culpa nisso? Só tenho responsabilidade no que faço e como encaro as mancadas.

Steven ‘cavou a própria cova’. Não sou o culpado pelas merdas dele! Isso foi longe demais.

Nem pena dá pra sentir do cara mais. E não posso me permitir à culpa.

Se fui ‘lesado‘, é por não ter visto isso antes e nem ter tomado alguma atitude mais rápido sobre.

Agora toda essa porra tá feita.

Vamo ver como esse colégio amanhece.

Vou ter que falar com o diretor logo, também.

***

Vaias, xingamentos e desmerecimento. Foi só isso que recebi daqueles manés. Acho que o grupo de ‘descolados’ foi pro espaço, mermo...

Se fosse para resumir, diria que eu tava decepcionado. Mas muitos vieram me dar os parabéns e alertavam o perigo que eu corria.

Todos viam Steven como ele era realmente, menos eu. E os poucos do grupo com um pingo de juízo das coisas. Eram poucos os manos do grupo que não tavam no rolo.

Alguns se sentiam sufocados por ele. Também queriam ‘sumir’. E ficaram satisfeitos por não terem mais esse peso. Eu não fazia ideia disso.

Pra se ver que nem tudo que uma pessoa demonstra, reflete o que tá sentindo realmente. Eles tavam do meu lado por vários meses e nem notei isso.

Alguns dos poucos que não foram pegos ficaram mó resentidaços comigo. Mermo assim, nem tenho culpa.

E daí se eles me consideraram um X-9, se eu tivesse medo de fazer o certo na vida, nunca teria me metido em várias confusões que já passei.

Eles nem são loucos de fazer nada, também. É só ficar de olho e atento. Tô o tempo todo no apoio da diretoria, então nem complicou pro meu lado.

Vou seguir em frente, meu. Pode ter certeza.

A dureza da vida não tá naquilo que se constrói, mas no que se deixa ser tomado. Se eu soltar o agora, então não terei um futuro.

Se nem são meus brô sinceros, não quero perto.

#Continua...?

Notas finais
É óbvio que não concordo com as ações mal-intencionadas citadas. E recomendo absolutamente a sempre pedir ajuda a um responsável ou alguém que possa resolver o problema corretamente. Não hesitem em procurar a polícia se for um caso grave. Falem com seus pais e/ou amigos verdadeiros. Mas não seja conivente apoiando atos desprezíveis. Espero ter indicado um bom caminho em um momento de incerteza. Abraço.