Reis

1 1 - Memorias


Notas iniciais
São apenas memorias...

1 — Memória

O barulho das sirenes se aproximavam, ele sabia que não tinham muito tempo a partir de agora. O ar frio daquela cidade cortava seu rosto, sufocava seus pulmões, pensou em esperarem os policias invadirem o armazém para surra-los também, mas já estavam satisfeitos. Olhou para traz e comtemplou a obra, mais de 20 corpos com os rostos desfigurados , membros quebrados pelo numero de pancadas que receberam, quebrara um braço nesta brincadeira, mas valeu a pena. Ouvia seus amigos terminando o serviço lá dentro, sentou- se na calçada e acendeu um cigarro esperando os policiais. – Preso? È parece uma boa... É seria finalmente um pouco de paz. – disse ao vento. As sirenes foram ficando cada vez mais altas, fechou os olhos com um leve sorriso quando ouviu gritos agitados de dentro do armazém. — Parece que o trabalho nunca termina – disse levantando e pegando o taco com o braço bom. Entrou no armazém, olhando os estragos da sua festinha particular sem desviar das poças de sangue e miolos que ali estavam espalhadas, olhou para um canto mais escuro e viu um vulto se arrastando para a porta dos fundos, foi andando em direção admirando a cena. Os braços estavam quebrados disso ele tinha certeza pelo modo que ele se arrastava, o “melado” ainda escorria da cabeça e a calça branca estava num aspecto bege/vermelho nojento, três sombras de jaqueta preta estavam do lado rindo freneticamente da cena.

– Vai seu russo maldito, corre pra ser salvar! Ó meus Deus sentiram este cheiro? Serio que o puto se borrou? – Disse o garoto chinês rindo e chutando o rosto do rapaz caído – primeiro esses veados nos emboscam, e depois se cagam?

– São todos uns cornos, não acredito que perdemos tempo surrando essas putas. – respondeu um garoto com uma voz totalmente afeminada.

Parou por um momento para admirar seus garotos: Zhao o chinês era pequeno para sua idade com o cabelo totalmente desarrumado e um ar de nerd estudioso, o que não era verdade, pois sempre estava brigando e cabulando aulas. Talles era totalmente afeminado, e sofria demais com isso, alto com um físico definido, cabelos negros compridos que deixariam qualquer mulher com certa inveja e seu rosto lembrava muito de uma mulher, talvez por este fato fosse o garoto mais popular entre as Otomes e afins. O terceiro cara que não estava se divertindo nem um pouco com o rapaz se arrastando é Goro, um japonês de 2 metros de altura, que sempre apanhava na escola pelo fato de ser estritamente bondoso. Sentia-se responsável por eles, sentia que eles eram a sua família e ficou feliz por isso.

Balançou o taco em direção á cabeça do rapaz caído que comum simples ruído desabou.

– Senhores eu sei que isto esta divertido, mais temos que sair daqui logo os policiais estarão aqui.

– Sabemos disso chefe, só que foi engraçado. – respondeu Zhao.

– Eu acho que dessa vez passamos dos limites. – disse Goro nervoso.

Ele olhou a cena mais uma vez, sabia que não podiam ser pegos ali, no mínimo tinham matado alguém, quando sentiu uma dor aguda na cabeça e caiu.

– Que porra é essa Goro? Se ta loco? – gritou Talles.

– Você viu o que esse puto fez aqui? – respondeu Goro tremendo – O que você acha que vai acontecer quando o Dimitri souber que matamos seus mulheques? –gritou olhando para Zhao.

O chefe se levantou zonzo pela pancada quando foi acertado outra vez .

– Fica no chão seu puto, já estou cansado de você querendo ser o maldito mafioso! Eu não vou ser preso ou morrer por sua culpa seu viado! – gritava Goro batendo ainda mais na cabeça dele. Zhao saindo do choque ao ver a cena acertou Goro nas pernas e nos braços.

– Seu Filho da puta, ele te acolheu, cuidou de você e você vai matar ele? – gritou para Goro.

Goro estava virando para acerta-lo quando a policia invadiu o local. Os três correram e deixaram o chefe sozinho. – Goro... – sussurrou enquanto uma lagrima caia do olho.

Notas finais
Me acompanha?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.