Rei Arthur

8 Capítulo 8


Notas iniciais
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Domingo, 3 de Maio de 2009 Capítulo 197 – A Última Batalha do rei Arthur parte 2 — A Morte do Cavaleiro Mais Leal ao rei Arthur Um furioso Lancelot abriu caninho por entre as tropas do rei Arthur e chegou no cavaleiro Gawain. O antigo companheirismo eentre os ex-cavaleiros da Távola Redonda tinha morrido. Gawain tinha executado Bors, primo de Lancelot, em retaliação à morte de seu irmão Gaheris pelas mãos de Lancelot, e agora era Lancelot quem queria revanche. Sua fúria era tão grande que ele nem ligava para o corte feio que Bors fez na pperna de Gawain. A luta era desigual, mas Lancelot não mais se importava com esses detalhes.

Aplicou uma seqüência de golpes de espada no escudo de Gawain, mas o guerreiro ainda era forte o bastante para sustentar um ataque como aquele durante um longo tempo. Porém, em certo momento, Gawain levantou demais o escudo e levou um corte pior do que o que já tinha na perna direita em sua outra perna. O cavaleiro gritou de dor e Lancelot avançou para dar o golpe fatal.

Só que na hora do abate, Gawain abriu os olhos e mirou seu oponente. Numa rápida manobra, deu um balão em Lancelot e o jogou no chão.

Numa hora, Lancelot estava atacando por cima e pronto para matar seu adversário e na outra, se encontrava no chão. Ouviu um silvo no ar e percebeu que a pesada maça de Gawain iria lhe esmagar o crânio. Se desviou no último instante, se ajoelhou e enfiou sua espada na barriga de Gawain. Era o fim do Cavaleiro Mais Leal ao Rei Arthur.

Arthur estava distante, mas se desesperou ao ver a morte do sobrinho e sua espada Excalibur bailou ainda mais veloz no campo de batalha. Estava em cima de sua égua Llamrei, indo em direção a Lancelot quando uma flecha por pouco não o acertou no pescoço.

Olhou para cima e percebeu que sua ex-esposa Guinever quase o matou. Ela comandava um grupo de quarenta arqueiros e deu a ordem para seus comandados:

- Arthur está sem escudo e nem mesmo a Espada Excalibur pode desviar todas as nossas flechas! Dormirei com aquele que acertar uma flecha no rei de nada.

O estímulo funcionou e agora, os arqueiros passaram a ignorar os outtros seiscentos e cinqüenta guerreiros e a mirar apenas no rei Arthur.

O espectro de Merlin acompanhava a batalha e assim como fez com Bors, também deu as boass vindas a Gawain no Mundo dos Espíritos O cavaleiro não gostou:

- Esperava que uma das minhas amantes me recebesse, e não tu, velho horroroso.

- Te cala, imbecil, e presta atenção. Foste o maior cavaleiro de Arthur, mas tua última batalha foi um desperdício. Caberá a teu filho remendar os estragos que fizeste.

- Mas ele é só uma criança!

- Ele está na melhor das idades, aquela na qual eu posso manipulá-lo. Arthur chegou ao trono e graças aos meus conselhos, teria sido um rei muito mais poderoso se sempre me ouvisse, e agora vai cair por ter me ignorado. Mas teu filho Gawain, ainda está na fase em que segue fielmente aquilo que não ccompreende e salvará muitos dos soldados que comandaste.

O fantasma de Gawain começou a espreitar e percebeu:

- Estão voando pedras nas cabeças dos soldados!

- Sim – respondeu Merlin – Uma poderosa feiticeira está levitando as rochas e rachando o crânio dos soldados com elas.

- Nimue? Questionou Gawain.

- Numa nova forma.

- Qual?

- Olha para o campo de batalha e nota a fonte mais improvável de bruxaria.

O cavaleiro obedeceu, se surpreendeu e questionou:

- O bebê seguro pelo homem no topo daquela montanha?

- Exato. Nota como a pequena criatura gesticula e comanda as rochas.

Gawain ficou impressionado e não compreendeu:

- Mas como meu filho derrotará uma bruxa reencarnada?

- Tu verás...

Notas finais
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