Rei Arthur
2 A morte do rei arthur
Notas iniciais
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Mordred se cansou. Pegou um punhado de terra do solo enquanto Arthur tentava novamente se levantar e jogou a sujeira em seus olhos. Mordred se divertiu ao ver seu pai em dificuldades e não resistiu em mangar dele:- Cego, sangrando e com uma perna quebrada. Este é um fim digno para o senhor, papai.O cavaleiro então foi para cima do rei. De seu lado, Arthur esperou o momento xaeto e lhe cortou a perna esquerda. Mordred gritou. Arthur o alertou:- Te afasta, filho, finalmente me conveste a te matar!Pela primeira vez em quase cinqüenta anos de inimizade, Arthur falava em matar o filho. Mordred sania que a situação era séria, mas não voltou atrás. Retomou o ataque.Arthur pouco conseguia abrir os olhos cheios de poeira, mas se defendia. No entanto, suas forças começaram a fraquejar e ele abriu a guarda por um instante. Foi o que ordred precisou para cravar a espada em sua barriga. Arthur balançou Excalibur na direção de Mordred, mas ele se desviou habilmente.Ambos pararam a luta para entender o que tinha acontecido. Mordred então gargalhou e gritou:- Lancelot não furou nenhum de teus órgãos vitais, pai, mas eu, sim. Já matei muitos homens para saber quando perfurei um instestino. Estás morrendo, papai. Hahaha!Arthur então encarou o céu e murmurou:- Vou para junto de Gawain, Tristão e Percival, mas assim como eles, vou morrer lutando...O monarca então fez um esforço sobre-humano e saltou. Coseguiu ficar em pé. Mordred parou de rir e teve que enfrentar a velocidade dos reflexos do pai, que rapidamente o cortou no pulso esquerdo e na perna esquerda. Os cortes doeram, mas Mordred entendia que não passavam dos últimos berros de um moribundo. Foi para trás e explicou ao pai que já tinha dificuldadess de ouvir:- Excalibur já não mais te protege, pai. Tu a usaste para um fim egoísta e ela não te salvará. Meu plano teve êxito e agora cheguei à última parte dele: teu fim.Mordred então deu dois passos para trás e se impulsionou para frente, voltando a perfurar a barriga do rei Arthur. O soberano deu um gemido. Mal conseguia ficar em pé. Dava socos nas costas do filho como uma moça indefesa bate num estuprador e Mordred se entretia. Tinha esperado a vida por este sinistro momento e agora cantava rodando sua espada no abdômen de seu pai; Só que Mordred fez um erro fatal: subestimou Arthur.O rei guardou sua últimas energias e pela última vez em sua vida, usou a Excalibur. A enfiou no lado esquerdo do tórax de Mordred. O Cavaleiro Sem Coração berrou e ouviu seu genitor:- Este ferimento é fatal, Mordred! Se conseguires sair daqui a tempo, ainda te salvarás, mas não tens competência para isso. Centenas de homens estão lutando aqui! Jamais cuidarás de teu ferimento a tempo. Estamos quites!Mordred se enfureceu e disse:- Nada disso, pai! Queria te dar uma morte lenta, mas já te derrotei! Isso é tudo que importa!E o Cavaleiro Sem Coração decepou a cabeça do mais lendário dos reis. O crânio de Arthur rolou para longe e foi esmagada pelos pés de centenas de combatentes, enquanto Mordred cortava sua camisa e tapava o buraco de seus abdômen com ela. Após ter feito os primeiros socorros em si próprio, Mordred se levantou para se salvar, mas foi impedido por um jovem que lhe disse:- Te remendasse o bastante para lutar? Pois bem, me enfrenta!- Sai da minha frente, idiota! Com a morte de meu pai, sou o novo rei da Inglaterra!- Nada disso! Eu tenho mais direito ao trono que tu! Não passas de um bastardo invejoso. Eu sou o filho do rei Arthur e Guinever!- Gwydre? Perguntou Mordred.- A seu dispor, maninho! Agora, levanta tua espada e me enfrenta! Te mostrarei que sou o líder da nova geração da realeza britânica e que aprendi com os erros de meu pai e da Távola Redonda1 Não terei piedade de ti!
Notas finais
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