Regras Quebradas

20 Especial 3- Uma barbaridade de Poseitena


Notas iniciais
Oi. Eu sei que demorei muito. Eu sei que eu sempre demoro.
Eu achei que ficou uma merda.
Mas leiam, pq v6 pediram e eu fiz.
Eu acho que eu fiz uma poseitena com personagens bipolares, que mudam sues conceitos e personalidades facilmente, mas de boa né?
Consegui convencer minha irmã a digitar em troca de uma mercadoria que muitos conhecem como dinheiro u-u, mas a ordem dos fatores não altera o produto e esta ai a poseitena
BOA LEITURA. ;D

POV Athena

Estava sentada em minha poltrona confortável na biblioteca recém-reformada do Olimpo tentando me concentrar na leitura de um livro qualquer, mas uma maldição não deixava minha mente.

Como eu o odiava! Maldito Poseidon! Por que. Tinha. Que. Estragar. Tudo? Eu já imaginava que Annabeth não ouviria meus conselhos sobre largar o pequeno peixinho do mar, porem eu não passaria uma imagem de deusa casta safada que lê livros obre sexo oral.

Suspirei e fechei o livro colocando a versão em grego antigo de Harry Potter sobre a mesinha de centro e me levantando para sair da sala e tomar um pouco de ar.

Andei uns cinco ou seis minutos até que vi quem eu não queria de forma alguma encontrar, ele sorriu de forma presunçosa assim que me viu e eu me virei indo em direção oposta, mas eu podia ouvir seus paços atrás de mim.

Droga. Droga. Droga.

Aumentei o paço e ele também, até que eu estava correndo bobamente com o deus dos mares atrás de mim.

Virei um corredor o mais rápido que eu podia e entrei em um banheiro trancando a porta e fazendo o Maximo de silencio eu podia.

Sorri vitoriosa ao pensar que ele passaria reto e eu estaria livre... Mas esse não está sendo um bom dia pra mim.

-Eu posso me teletransportar bobinha- me virei rapidamente e Poseidon estava mais perto de mim do que pensava e começou a me prender contra a porta.

Tentei me teletransportar como ele havia feito, mas já estava presa em seus olhos profundamente azuis e lindos, sua boca carnuda, rosada, de aparência macia. FOCO. FOCO. FOCO. Que é o marido da foca. Eu ri da piada mais tosca de todo o universo e dos meus três mil anos de existência e Poseidon ficou com sua comum expressão de confuso.

-Posso saber do que a senhorita esta rindo?- ele perguntou e eu fiquei seria novamente- Tuuuuudo bem então, eu só queria falar com você sobre uma coisa.

-e posso obter conhecimento sobre o que se trata?- perguntei com tom de superioridade.

Ele segurou minha cintura e grudou meu corpo no dele fazendo um leve arrepio subir pela minha espinha quando ele sussurrou em meu ouvido.

-Eu quero que você me mostre o que aprendeu com aquele livro- meu rosto queimou e o vermelho sangue tomou conta dele enquanto eu empurrava Poseidon pra longe de mim.

Ele riu e voltou a me prender contra a porta.

-Me solta! Deixa-me ir embora!- eu batia nele que não se mexia um músculo. Parei de tentar machuca-lo fisicamente e olhei em seus olhos profundamente usando um poder que eu adorava, um pouco idiota, mas eficaz, dor de cabeça.

Suas mãos pararam de me prender e ele as colocou em suas temporas soltando leves gemidos de dor, enquanto eu abria a porta e fugia o mais rápido possível.

Iria correr somente mais um metro e meio quando tropecei em um sapato Pink MALDITA AFRODITE.

Cai de cara no chão e pude ouvir Poseidon se aproximar mais uma vez. Sentei-me no chão o observando. Era impressão minha ou ele estava... Rindo?!?

-Você poderia parar de ser um idiota mal educado e EME ajudar a levantar- disse tentando me manter calma.

-A, claro — ele respondeu ainda rindo um pouco e eu fiquei vermelha de puro ódio.

Ele me estendeu a mão e eu a segurei sem muitas preocupações, eu não esperava que ele me puxasse para perto dele e pressionasse nossos lábios um contra o outro me fazendo arregalar os olhos e fecha – lós levemente colocando minhas mãos contra seu peitoral definido como se fosse empurra – ló, mas seus braços passaram pela minha cintura e me apertaram contra seu corpo quente e macio.

Lábios rosados, carnudos e macios, isso com toda certeza podia definir o que eu sentia, além de do turbilhão de informações em minha mente, que resolvi ignorar e abrir um pouco mais a boca permitindo que a língua dele explora- se minha boca inteira.

O beijo acabou e eu fitei aqueles olhos azuis, extremamente confusa, mas o cabeça de alga pai não se preocupou em disfarçar o grande sorriso em seus lábios.

Ele me abraçou me prendendo em seus braços fortes e apoiou a cabeça em meu ombro, o sorriso não havia diminuído.

-Eu tentei ganhar esse beijo os últimos três mil anos, e quando eu penso em desistir você me mostra que esperar realmente vale algo afinal- ele riu roucamente e o turbilhão de informações voltou a ocupar minha mente.

-O que quer dizer com “valer algo afinal”?- perguntei afundando meu rosto em seu peitoral e retribuindo seu abraço, pela 1º vez em milênios eu podia dizer que estava confusa.

-Que valeu a pena esperar três mil anos para pra poder te beijar... E te abrq- ele completou rindo harmoniosamente- eu realmente gosto de você senhorita deusa da sabedoria, seria bom se você admitisse que gosta de mim também,não acha?

-Mas eu não gosto de você – respondi a ele e afastei um pouco meu corpo do dele, na minha voz havia um leve tom de duvida que ele não deixou passar sem ser comentado.

- Você não parece ter certeza – comentou e encostou nossos corpos novamente nos teletransportando para o quarto dele no Olimpo. Lembrava o mar, em tons de azuis, verdes e em tons pastel o quarto que era bem grande, tinha um ar de conforto.

-O que estamos fazendo aqui? – perguntei acordando de repende como se estisse em outro mundo e me afastei dele batendo as costas contra a parede.

Ele me olhou levemente confuso e se aproximou de mim, o que já havia se tornado comum contra a minha vontade. Meu rosto assumiu o comum tom rosado- ele riu.

-Eu quero que você admita que me ama e que todo esse ódio é amor reprimido – ele sussurrou em meu ouvido eu fiquei ainda mais vermelha.

-EU NUNCA VOU ADMITIR ALGO QUE NÃO É REAL!- gritei e empurrei Poseidon que caiu e me puxou com ele fazendo com que eu caísse sobre ele.

Nossos rostos estavam perigosamente próximos e eu sentia sua respiração quente.

-Hoje não é meu dia de sorte- comentei aleatoriamente.

-O meu é- o moreno girou seu corpo e ficou por cima de mim me dando um beijo nervoso que se tornou selvagem quando eu passei minhas mãos pelo seu pescoço e ele começou a passar as mãos pelo meu corpo.

O beijo terminou e um fitou fixamente os olhos do outro, nenhum acreditava que aquilo realmente estava acontecendo após três mil anos de ódio multo, aquilo não estava nos nossos planos, uma tarde de descobertas estranhas sobre sentimentos estranhos.

Nós nos afastamos e levantamos indo cada um para um lado do quarto.

-Isso não pode acontecer, a gente se odeia, você é casado e eu sou uma deusa casta.

-Te odiar não faz eu te amar menos, eu e Anfritite não respeitamos esse maldito casamento e pelos mares, por que uma deusa casta tinha que ser tão gostosa?- ele terminou de falar e eu fiquei tão vermelha quanto um tomate maduro.

O que é que estava acontecendo comigo? O que eu estava fazendo trancada em um quarto com um homem que eu odiava mais que tudo, tudo que o envolvia aquele momento parecia tão bom, mas também tão errado e estranho, estar confusa era algo com o qual não estava muito familiarizada, algo que eu não queria conhecer a fundo.

-Acho melhor eu ir embora e fingirmos que nada disso nunca aconteceu, não acha uma ótima ideia? Eu acho, então vou indo- falei tão rápido que ele provavelmente não entendeu a maioria das coisas que eu disse, andei em direção à porta tentando fugir dele mais uma vez.

Uma parede formada de água vinda de um lugar misterioso se formou a minha frente, ele tinha vários jeitos de me impedir de ir embora.

Eu me virei lentamente e ele estava sentado na cama com luxuria nos olhos.

-você ainda não me mostrou o que aprendeu com aquele livro- ele disse sedutoramente.

-Onde está o deus dos mares apaixonado que estava declarando seu amor de centenas de anos por mim?- perguntei em tom irônico e ele riu como sempre.

-Ele já volta, podemos fazer sexo selvagem enquanto ele não volta para dizer romanticamente o quanto você fica linda corada- ele respondeu tentando e me dando um pequeno beijo próximo da minha boca me fazendo corar-, e olha que ele estaria totalmente certo- ele riu novamente e me abraçou transmitindo o calor de seu corpo para o meu.

-Eu já te disse que não vou fazer sexo com você, eu sou uma deusa casta- falei como se estivesse tentando convencer a mim mesma com essas palavras, porém em nenhum momento afastar meu corpo do dele foi uma opção muito agradável.

-Ei, você não precisa fazer sexo comigo agora, só precisa admitir que me ama muito.

-Eu acho que você é bipolar, seu idiota- respondi sem conseguir parar de rir e ele acabou rindo também, aquele abraço era tão bom, não queria que acabasse nunca, tinha deixado de importar com qualquer coisa que não fosse Poseidon, seus cabelos bagunçados e pretos, seus olhos azuis profundos, seu peitoral definido que eu sentia por baixo de sua camiseta branca fina, seus lábios que se encaixavam perfeitamente nos meus, tudo nele havia se tornado perfeito.

-Não é porque eu quero muito transar com você e mesmo assim respeite o que você quiser fazer, mesmo que seja me matar, ou algo assim, isso não quer dizer que eu sou bipolar.

Eu levantei meu rosto e fitei seus lhos, passei minha mãos esquerda pelos seus cabelos macios e sorri aproximando meu rosto do dele e juntando nossos lábios.

Assim que um beijo calmo e apaixonado acabou nos sorrimos um para o outro e ele apertou ainda mais aquele abraço, como se fosse possível.

-Poseidon- eu disse e ele olhou para mim esperando que eu disse-se mais alguma coisa- talvez eu goste de você, e talvez eu também queira transar com você- eu corei e sorri de lado enquanto ele me puxava para mais um beijo, só que dessa vez, um beijo insanamente selvagem.

Sua língua explorava minha boca e eu tentava bobamente repetir seus movimentos disfarçando minha inexperiência, já nossos lábios tinham uma harmonia prazerosamente perfeita.

O moreno apertou minha cintura e me levantou do chão, passei minhas pernas pelo seu quadril e ele andou em direção à cama me colocando gentilmente sobre ela.

Ele mordeu levemente meu lábio inferior terminado o beijo e se levantou olhando em meus olhos e tirando sua camiseta revelando enfim seu tanquinho e seus músculos definidos sem exageros, não pude evitar que meu rosto ficasse um pouco vermelho e mordi o lábio fazendo com que ele sorri-se, ele é gostoso, muito gostoso.

Eu me sentei na cama e fiquei encarando cada centímetro do corpo perfeito que ele me apresentava.

Levantei-me e deia apenas um passo até estar a poucos centímetros dele, passei meus dedos finos, compridos e frios pelo seu peitoral quente como se eu fosse uma criança experimentando seu mais novo brinquedinho.

Sua pele era macia e seus lábios exibiam um sorriso que mostrava todos os seus dentes extraordinariamente brancos.

Ele segurou minha cintura e mordeu meu pescoço levemente me fazendo ficar arrepiada e levemente corada, era algo que eu não conseguia evitar.

Eu arranhei seu peitoral e pude o sentir sorrir contra meu pescoço, comecei a fazer movimentos aleatórios com as unhas em todo o seu tronco e ele sorriu novamente e eu pude sentir o corpo dele ficando arrepiado e sorri também.

Suas mãos foram até as bordas da minha camiseta roxa e a levantaram lentamente, ergui meus braços e ele terminou de tira-la.

Seus dedos ágeis buscaram pelo feixe do meu soutien e seus olhos passaram a fitar os meus, nossas respirações um pouco aceleradas, e nossos corpos querendo mais do corpo um do outro.

Meu soutien já estava em um canto qualquer do quarto e Poseidon encarava meu corpo parcialmente nu de uma forma estranha.

-Algo errado? – perguntei corando exageradamente e tentando cobrir o corpo com os braços de alguma forma.

-Não, nada errado, nada mesmo, você é perfeita, extremamente perfeita – ele parecia estar nervoso? Tenso? Parecia estar... Inseguro.

Eu não fazia a mínima ideia do que fazer insegurança não combinava com o grande arrasa corações que Poseidon era, nunca, nunca havia chegado ao meu conhecimento que ele havia ficado inseguro.

Em um movimento insano eu lhe dei um abraço e meu tronco nu em contato com o dele era uma sensação inebriante, o calor do corpo dele invadia meu corpo fazendo com eu leves arrepios passarem por ele.

Levantei minha cabeça para olhar dentro de seus olhos e aproximei meu rosto do dele juntando nossos lábios e passando meus braços pelo seu pescoço, ele somente passou os braços pela minha cintura e correspondeu o beijo juntando nossos corpos, que estavam tão próximos, mas mesmo assim tão distantes, eu queria o corpo dele ainda mais próximo do meu.

Ele me colocou de volta na cama e se deitou por cima de mim acabando com o beijo que eu queria que fosse eterno.

-Resolveu tomar uma iniciativa querida sobrinha? – ele perguntou em tom ameaçador e sexy, e distribuiu uma fileira de beijos do meu ombro esquerdo até o meu pescoço.

-Talvez se você não ficasse parado me olhando e tomasse alguma iniciativa eu não ia precisar me esfregar em você pra você acordar- as palavras saíram da minha boca sem que eu percebesse e eu corei enquanto ele arregalava os olhos surpreso- OK, isso foi rude, e vulgar, e vergonhoso, e ãããã... Desculpe – eu corei ainda mais e ele pareceu finalmente acordar de um mundo estranho em que deusas da sabedoria castas insinuam que você não sabe se comportar sexymente antes do sexo.

Ele se deitou ao meu lado na cama sem dizer e eu sabia que havia feito algo de errado, algo muito errado.

-Você tá bravo?- eu perguntei fitando o teto, eu parecia uma criança de seis anos que havia feito algo do qual se arrependia, e muito.

-Talvez- ele respondeu secamente e eu suspirei profundamente e me sentei por cima dele com uma perna de cada lado de seu quadril e pude sentir o membro dele crescer em contato com meu corpo e corei levemente.

-Isso não responde minha pergunta querido titiu – disse com o melhor tom sexy que eu conseguia dando ênfase na ultima palavra e o volume em sua calça aumentou visivelmente.

-Você feriu minha masculinidade Athena, isso é imperdoável – ele me respondeu com um tom tão duro quanto o de antes, mas não conseguiu evitar um pequeno sorriso que eu vi se formando em seus lábios quando eu comecei a arranhar seu tronco e então sai de seu colo, abri o zíper de sua calça e a abaixei um poço.

-Imperdoável é uma palavra forte mocinho, tem certeza mesmo? – perguntei teatralmente e abaixei um pouco mais a calça jeans que já estava em seu joelho, encarei sua coeca Box preta e mordi meu lábio inferior, o volume era muito, muito, grande.

Terminei de tirar a calça dele e voltei a me sentar por cima dele da mesma forma que antes e fitei seus olhos profundos, a luxuria e o desejo brilhando neles.

- Acho bom você pensar melhor – completei pensando de onde eu havia tirado coragem suficiente para fazer aquilo, era melhor eu não saber.

-Me convença – as palavras dele soaram na minha cabeça e os meus movimentos se tornaram automáticos, não, esse não era o termo certo, meu cérebro passou a ouvir minha intuição.

Sorri provocante e juntei meus lábios aos dele de uma forma selvagem que eu não sabia que era capaz e assim que o beijo acabou fiz uma trilha de beijos e mordidas leves do seu pescoço até sua cintura.

Quando cheguei a sua cueca que tinha aparentemente um membro enorme lutando para ficar ereto eu ergui a cabeça e fitei seus olhos, em seus lábios brilhava um sorriso safado e masoquista.

Meus dedos dançavam sobre o elástico da cueca e a puxavam sem muita cerimônia livrando o membro totalmente ereto e grande do cara que eu acreditava odiar.

Eu levantei e tirei minha calça e minha calcinha da maneira mais sexy que uma deusa casta era capaz de fazer e engatinhei na cama ficando por cima dele de novo.

-Acho que essa é a hora certa pra você decidir se imperdoável é a palavra certa- disse sorridente e não esperei que ele respondesse, voltei a beijar seu tronco até sua cintura e lembi levemente a cabeça de seu pênis- é sua ultima chance de pensar – completei e pisquei pra ele.

Minha onda de coragem estava acabando, ele tinha tomar o controle da situação LOGO.

-Acho que imperdoável não é o melhor termo para ser usado em uma situação como essa – ele respondeu sorrindo e eu ri rapidamente.

Comecei a tentar lembrar tudo o que eu havia lido naquele livro, é meio difícil pensar quando tem um pênis na sua cara, mas tudo bem, eu ia lembrar.

Lembrei-me vagamente do que eu havia dito a Annabeth,

* segurar a base OK

* cuidado com os dentes OK * explore toda a região com a língua

Tá, tudo bem, comecei a lamber toda a extensão do pênis enorme de Poseidon dando uma atenção especial a cabeça de seu pênis.

Seus olhos brilhavam e eu coloquei seu membro lentamente na boca massageando suas bolas. [N/A: eu não achei um jeito mais bonitinho de dizer “massageando suas bolas” O-O]

Fiz movimentos para cima e para baixo com a cabeça e ele colocou a mão na minha cabeça intensificando os movimentos.

Ele gemia baixinho fazendo com que eu me empolgasse ainda mais na minha recente atividade.

Acompanhado dos movimentos da cabeça eu movia minha mão pra cima e para baixo acompanhando os movimentos da cabeça como se estivesse o masturbando, posso dizer que ele estava curtindo.

Ele apertou minha cabeça com um pouco mais de força e eu soube que ele estava prestes a gozar, tirei seu pênis da boca e voltei a lambê-lo colocando-o de volta na minha boca assim que o jato de liquido branco se despejou na minha boca sendo totalmente engolido.

-Imperdoável? O que é imperdoável mesmo? – Poseidon disse sorrindo radiante e eu me sentei ao seu lado na cama sorrindo e emanando uma aura vitoriosa.

Ele sentou na minha frente e passou a mão direita pelo meu rosto colocando uma mecha loira atrás da minha orelha e juntando nossos lábios levemente e me deitou na cama se deitado por cima de mim se posicionando entre minhas pernas.

- Você tem certeza disso? – ele perguntou olhando profundamente em meus olhos. Meu cérebro gritava NÃO, que eu devia mata-lo por estarmos pelados juntos com nossos corpos colados, com ele pensando em tal coisa. Mas meu corpo pedia por mais dele, eu podia sentir a cabeça de seu membro na minha entrada e queria que ele estivesse enfim dentro de mim.

- Tenho – disse simplesmente e ele sorriu entrando lentamente e eu soltei um leve gemido de dor que logo foi ignorado pela fome que nós tínhamos um pelo outro.

Ele entrou completamente dentro de mim rompendo meu hímem, nada de espetacular aconteceu, somente um raio soou no céu, o contrato havia sido quebrado.

Ele ficou somente dentro de mim por alguns segundos para eu me acostumar e começou a fazer movimentos lentos de entra e sai fazendo com que a leve dor fosse substituída por um prazer incontrolável.

Poseidon aumentou seus movimentos cada vez mais até que estávamos praticando um grande ato de sexo selvagem, seus movimentos rápidos que faziam a cama se mexer e fazer um movimento engraçado, meus gemidos nada discretos que pareciam motiva-lo ainda mais, e por fim quando soltamos um ultimo gemido juntos e gozamos caindo um ao lado do outro, ambos respirando ofegantes.

-Isso foi estranho- comentei me apoiando em eu peito e me aconchegando em seus braços.

-Muito estranho- ele concordou sorrindo.

-Quer ir de novo? – dissemos em uníssono e rimos, aquela seria uma noite muito longa.

Notas finais
Então, esta tão ruim quanto eu achei que estava?
Espero que v6 tenham gostado ao menos um pouco.
♥3♥
~Marily~