Regardless of Race

2 Kathryn Volturi


Notas iniciais
oooooi, tivemos comentários positivos então, estamos aquiiiii !
Bju, aproveitem ;3

POV Gabi: AGJSKGLSN DEMI GOSTOSA LINDA!

Em Volterra, o castelo Volturi governa. Todos respeitam Aro Volturi, considerado o rei daquele lugar, acompanhado de Sulpicia, sua esposa. Seus "irmãos", Caius e Marcus, e suas esposas, Athenodora e Didyme, respectivamente, governam também, mas com menos autoridade que Aro.

Mas, existe uma coisa, que a população de Volterra não sabe sobre a família Volturi, pensam que são a família dominante, e que sua guarda apenas o protege. Mas estão enganados. Os Volturi são uma família muito antiga, disso todos sabem, mas o que não sabem, é que todos os Volturi, são vampiros, alguns com dons especiais, como Aro e todos de sua guarda, e outros apenas têm sede de sangue e poder.

Na Guarda Volturi, todos possuem dons, mas alguns são imperdoáveis. Como o de Jane, que causa ilusão de dor nas pessoas apenas de olhar para elas, e seu irmão Alec, que paralisa todos os sentidos de seu alvo.

Anberlin– Hello Alone

Na formação da respeitada e temida Guarda Volturi, uma garota baixa, com olhos vermelhos e cabelos da mesma cor, corpo e olhar que seduziam qualquer homem, e até mesmo algumas mulheres. Kathryn Volturi, com seus coturnos pesados, calças rasgadas, camisetas de bandas de rock e seu dom da persuasão, é o tipo de pessoa com dor e ódio nos olhos, aquela pessoa que não perdoa nem a seu melhor amigo, mesmo se possuísse um. Aro a considera uma de suas mais preciosas armas. Mesmo porque, Aro percebeu algo diferente quando Kath ainda era humana, ela convencia as pessoas com uma facilidade imensa, isso levou Aro a transforma — la pessoalmente e tratá-la como sua própria filha. Basta um toque, e o alvo de Kathryn fará tudo que a mesma desejar.

Kathryn, antiga De La Garza, foi abandonada pelos pais aos 4 anos, sendo assim criada por uma família de bandidos, que a usavam para comover os outros ao pedir dinheiro, e depois usavam o que conseguiam para comprar drogas. Ás vezes, simplesmente pegavam a carteira de alguém e fugiam. Kath passava fome, apanhava de seus "pais", algumas vezes, chegou a quebrar a perna, e até perfurou o tímpano. Quando se machucava assim, sofria em um canto sem cuidados, sem medicamento, tentando se automedicar com o que via na velha televisão roubada.

Aos 16 anos, sua suposta família a obrigou a trabalhar pelas noites, para conseguir dinheiro para as drogas. Kath sempre escondia uma parte do dinheiro, para alimentação e outras coisas. Mas se sentia mal, não queria aquela vida. Sujava seu corpo com estranhos por dinheiro, não era aquilo que sonhava quando pequena.

Mas, supreendentemente, Kathryn possuía uma incrível habilidade para conseguir seus programas. Quando um carro estacionava a sua frente, Kath se curvava e tocava com o polegar as maças do rosto do rapaz, conseguindo assim, um programa. Chegava a conseguir dez homens por noite, apenas com esse toque que ela tinha. Variava, é claro, às vezes tocava o nariz, o queixo, os lábios, a orelha, e os homens iam a loucura.

Após um ano nessa vida, um grande carro preto parou a sua frente. Ali se encontrava Aro Volturi, um homem com uma beleza exótica, pele extremamente branca, cabelos pretos que caiam pelas costas, usava uma espécie de capa preta, e com ele foi diferente. Quando ela se curvou para lhe tocar o nariz, Aro viajou com os olhos, ele estava vendo toda a sua vida pelo toque, desde sua época com seus pais verdadeiros. Aro não quis Kath, ele saiu do carro, e a jogou no asfalto da rua. Deu um sorriso maléfico, e lhe mordeu com força os pulsos, Kath gritou, e gritou. A dor era insuportável, seu corpo queimava pelo veneno, preferia morrer àquilo, tentou aquietar — se, e apenas esperou a morte lhe alcançar, o que não aconteceu.

Longas horas depois, Kath abriu os olhos e retornou do que achou ser sua morte. Seus olhos vermelhos pediam por sangue, sua garganta ardia como fogo. Com seu faro aguçado, Kathryn se pôs em posição de caça, por instinto, pois não sabia o que estava fazendo. Aro a orientou, ele estava lá, esperando sua agonia terminar para lhe dar instruções e lhe explicar sobre o que se tornara, uma vampira. Explicou — lhe também sobre os dons que os vampiros possuíam, e que esse, na verdade, era o motivo que o levou a transforma — la. Aro, com seu dom de ver toda vida de uma pessoa apenas com um toque, viu sobre seu sofrimento quando ela lhe tocou o rosto, e nisso, viu que Kathryn possuía o dom da persuasão, e com apenas um toque, todos fariam o que ela quisesse, sem exceções.

Aro a ensinou a caçar, e a levou ao castelo em Volterra. Apresentou — lhe a guarda, levou — a até o cômodo que se tornara seu quarto, e a deixou confortável. Dando — lhe humanos para matar até satisfazer sua sede.

Kathryn, agora Volturi, se orgulhava do que se tornara. Gostava daquela vida, talvez seja como seus "pais", talvez tenha nascido para ser má. Tinha até seu próprio ritual antes de matar, tocava o rosto da vitima, como fazia apenas noites antes de se tornar uma vampira, e fazia com que a vitima se oferecesse e implorasse por sua morte, mas não sem antes implorarem por pelo menos um beijo da vampira, fazia isso pois, com um ano de vida fácil, descobriu que gostava de se sentir desejada. Com isso, aperfeiçoava seus dons e satisfazia sua sede.

Alguns membros do Clã Volturi invejavam Kathryn, por sua beleza e sagacidade. Outros faziam qualquer favor para conseguir se aproximar dela, pois a admiravam com fidelidade. Alguns até a odiavam por ser tratada com superioridade por Aro, fazendo com que a própria se tornasse arrogante, e se sentisse mesmo superior à qualquer Volturi, a qualquer vampiro, e a qualquer raça da face da Terra.

Kath conhece os lobisomens, já ajudara seu clã em missões quando alguns deles se infiltraram na Itália, a mando de Aro, que só a mandava para lobisomens quando a situação era extrema. Sentia nojo, repulsa só de pensar no que aquela raça fazia a sua família, não conseguia pensar em nada pior para existir. Até ficar sabendo sobre os Cullen, um clã estranho que não se alimentava de sangue humano, pois "respeitavam e queriam ser como eles", ridículo, na opinião de Kathryn. Mas, talvez apenas por curiosidade, queria conhece — los. Carlisle, Esme, Emmett, Rosalie, Alice, Jasper, Edward e Isabella, e a criança que quase provocara uma guerra pouco antes dela ser criada, Noah Cullen, hibrido de vampiro com humano, foi gerado quando sua mãe ainda era humana.

Em sua opinião, Aro devia ter mandado alguém matar a criança depois do confronto, assim não correria riscos de morte, e a ameaça não existiria mais. Mas respeitava seu mestre, e não argumentava sobre isso com ele.

Agora, algum tempo depois, Kathryn se tornou a favorita de Aro. Considerava — o seu pai, e ele retribuía tratando — a como filha.

Até hoje, Kathryn manipula suas vitimas antes de mata — las gosta da sensação de poder e domínio que lhe traz.

Mas existia uma coisa que a incomodava: Aro não permite que Kath faça viagens longas, seus pés, rápidos como um raio, nunca ultrapassaram a fronteira da Itália. Não entendia o porquê daquilo, perguntara a seu mestre algumas vezes, e em todas sua resposta era a mesma:

– Kathryn, você é preciosa demais para sair daqui e correr riscos maiores, ficará na Itália, onde posso contar seus passos.

Notas finais
Eae? Hein, hein? Conta pra gente :)