Notas iniciais
Oi galera, mais um capítulo gatíssimo para vocês. Esperamos que gostem!

Não pensei duas vezes e subi na sua garupa.

– O que uma moça está fazendo na rua essa hora?

– Eu fui na casa da Caroline, a gente está preparando a festa do Sam.

– Festa? Uau. – ele deu uma pausa e continuou – Você tem sorte de eu estar chegando da casa da... Da... – ele disse baixinho: – Nossa qual o nome dela?

– Eu que vou saber? – falei.

– Ah, da Skye.

– Nossa, espero que você não tenha esquecido meu nome.

– Claro que não, Lizie... Quero dizer, Elizabeth.

– Skye é a sua namorada?

– Não. Não sou de namorar.

– Entendi. – coloquei o capacete – Agora pode me levar para casa?

– Calma, a noite está só começando... Tá com fome?

– Não. – menti.

– Sei... – ele deu partida na moto – Vamos comer.

– Mas... – não dava mais para falar, ele estava andando muito rápido.

Não sou acostumada a andar de moto, meu pai não pilota desde a adolescência quando teve um pequeno acidente, a partir de então só dirige carros.

Fiquei com medo de cair, mas não ia me dar a liberdade de segurar em Damon.

Não demorou muito para ele parar a moto, mas o lugar que ele me levou não era nem um pouco parecido com a minha casa.

– Eu disse que quero ir para casa, porque me trouxe aqui?

– Porque eu estou com fome.

– Mas eu não.

– Você não engana ninguém. Pela sua cara você seria capaz de comer qualquer coisa que passar na sua frente.

– Tudo bem... – me rendi – Estou com um pouquinho de fome.

– Sabia. Agora escolha o que você quer, aí eu te levo para casa.

Escolhi um x-bacon e ele escolheu um cachorro quente, nós compramos um refrigerante e dividimos.

Enquanto comíamos, Damon estava tentando puxar papo.

– E a tal festa?

– O que tem?

– Onde vai ser?

– Na casa da Caroline.

– Pertinho da minha casa então. – ele pegou o refrigerante – Vai tomar mais refri? – a garrafa de 500ml estava quase vazia, ele tomou a maior parte.

– Não, obrigada. – falei – Não gosto muito de tomar refrigerante.

– Isso é bom. Mantém seu corpinho.

Olhei para ele carrancuda.

– Desculpa. Foi só uma brincadeirinha. – ele riu.

– Olha Damon, nós vivemos em dois mundos totalmente diferentes. Até ontem você nem sabia que eu existia e agora fica aí fazendo gracinhas. – me levantei e peguei minha bolsa. – Eu te agradeço, sério mesmo, se você não tivesse aparecido eu nem o que teria acontecido, mas não aja como se fôssemos amigos.

– Qual é Elizabeth, vai sair assim? – ele levantou também – Espera que eu vou te levar pra sua casa.

– Não precisa, eu sei o caminho. – coloquei o dinheiro em cima da mesa e saí da lanchonete.

– Espera aí que está na minha vez de falar.

Me virei e ele estava chegando perto de mim.

– Por que você é assim hein? Só porque eu fiz uma brincadeira com você, você já ficou toda nervosinha. Por que você não deixa as pessoas se aproximarem de você?

– É assim que eu sou e se você quiser continuar falando comigo, vai ter que aceitar.

– Eu faço esse sacrifício. – ele deu um sorriso de lado. – É só não dar esses ataques de novo – ele riu. – Ainda posso te levar para casa?

– Tá bom.

Ele pegou a moto e me levou em casa.

– Obrigada – falei assim que chegamos.

– De nada. – ele pegou o capacete em minha mão e foi embora.

Entrei e meu pai estava na sala vendo TV.

– Oi pai. – falei.

– Oi Lizie, demorou hein?

– Eu estava na casa da Caroline.

– Estava sim...

– O que foi pai? – sentei ao lado dele.

– Eu vi a “Caroline” lá fora de moto.

– Ah – droga – O que tem? Só ganhei uma carona.

– Tá bom, eu vou acreditar em você. Posso pelo menos saber quem era?

– Damon – fiz careta.

– Pensei que você não fossem amigos. – ele estava segurando para não rir.

– Não somos, é que houve um probleminha e ele me ajudou. Só isso.

– Ok.

– Boa noite, pai. – não queria mais falar sobre isso.

Assim que saí da sala pude ouvir uma risada abafada.

Subi, tomei um banho e me deitei. O outro dia seria a festa do Sammy.

No sábado, enquanto eu estava tentando decidir que roupa eu iria à festa, ouvi meu pai conversar com alguém. Fui ver quem era.

Antes de chegar na porta do quarto dele eu parei para ouvir a conversa. Eu sei que isso é errado, mas estava muito estranha a conversa.

– Quando nós vamos nos encontrar de novo? – meu pai falou ao telefone. – Aqui em casa não dá, minha filha ainda não sabe. – ele deu uma pausa e continuou – Eu tenho medo da reação dela, meu bem.

Eu não estava acreditando no que eu estava ouvindo.

Entrei no quarto com raiva e meu pai tirou o celular do ouvido, mas não desligou.

– O quê? Minha mãe morre e você está saindo com outra mulher? Como pôde fazer isso comigo... E com a mamãe?!

– Espera aí Elizabeth, eu mereço ser feliz também. Eu amava muito a sua mãe e você sabe disso, mas você quer que eu passe o resto da minha vida sozinho?

– Tudo bem – eu estava me acalmando. – Vai pelo menos me dizer quem é ela?

– O nome dela é Jenna.

– Hmm... Então tá. – me virei para a porta – vou me arrumar.

– Aonde você vai?

– Na livraria. – fui para o meu quarto, troquei de roupa e saí.

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Cheguei na livraria e Sarah estava lá, fui falar com ela.

– Oi Sarah – a cumprimentei.

– Elizabeth! – ela me abraçou – Oi!

– Como vai?

– Estou bem e você?

– Também.

– Já leu o livro?

– Ainda não. Ando muito ocupada esses dias, eu e minha amiga vamos fazer uma festa surpresa pro nosso amigo, eu queria que você fosse.

– Oba! Adoro festa – ela riu. – Quando que vai ser?

– Hoje. – ri envergonhada.

– Tudo bem, eu vou. – ela sorriu.

Passei o endereço e o horário a ela.

– Que bom, é perto da minha casa.

– Te vejo lá, até mais.

– Até.

Voltei para a casa, eu ainda tinha que decidir que roupa eu iria. Não podia ficar muito na cara que eu iria a uma festa, porque Sam não é idiota, ele ia entender.

Decidi ir com um short desfiado, minha camisa do The Beatles e meu all star... Isso é algo que eu usaria para ir à casa da Care.

Tomei banho, lavei meu cabelo e comecei a me arrumar. Já está quase na hora combinada.

Não fiz nada extraordinário no cabelo, apenas deixei secar naturalmente e joguei pro lado.

Liguei para o Sam.

– Ei. – falei quando ele atendeu.

– Oi, Lizie.

– Já está pronto?

– Estou, só não entendi porque a gente tem que ir até a casa da Caroline.

– Ela nos chamou pra ir lá, além do mais, ninguém tinha nada melhor para fazer, então...

– Tudo bem.

– Já estou saindo de casa. Beijo. – desliguei.

Peguei meus óculos e fui até a casa do Sam. Não era muito longe da minha então demorei uns 10 minutos.

Antes de chama-lo, mandei mensagem para Caroline avisando que eu havia chegado na casa do Sammy

Toquei a campainha e ele me atendeu.

– Vamos? – falei.

– Sim. – ele trancou a porta e nós saímos.

Não demorou muito para chegarmos na casa da Care.

Sammy bateu na porta, estava tudo escuro lá dentro.

– Você tem certeza que ela está em casa? – ele perguntou.

– Tenho.

De repente a porta se abriu e as luzes se acenderam.

– SURPRESAAAAAA! – todos gritaram em um coro.

Sam me olhou com cara de quem não estava entendendo nada.

– Feliz aniversário, Sammy! – pulei em cima dele e o abracei muito forte.

– Obrigado, sua doida! – ele retribuiu o abraço.

– Ei, larga ele, tá na minha vez – Caroline falou e riu – Pm cima dele e o abracei muito forte.

roupa eu iria. arabéns, Sam! – ela também o abraçou.

– Eu não acredito que vocês fizeram isso – ele falou.

Entramos e ele cumprimentou todos que estavam presente.

Fiquei conversando com o pessoal, foi quando vi Sarah chegando com um cara, fui cumprimenta-la.

– Sarah! – acenei – Que bom que você veio.

– Ei! Esse é o meu namorado.

– Oi Stefan – ele era da minha sala, um dos amigos de Damon.

– Oi Elizabeth.

– Vocês já se conhecem?

– Estudamos na mesma sala. – ele falou.

– Ah sim. Aqui, eu trouxe meu irmão tem problema?

– Claro que não! – falei.

– Ei Sarah, achou alguma bebida por aí? – um garoto chegou perto da Sarah, deve ser o irmão dela. Eu podia jurar que já ouvi essa voz.

– Nós acabamos de chegar, calma. – ela falou – Deixe-me te apresentar à minha amiga: Elizabeth, esse é meu irmão: Damon. Vocês já devem se conhecer. – ele se virou assim que ela falou meu nome.

Notas finais
Não se esqueçam de falar o que acharam. A opinião de vocês é muito importante para que a nossa história melhore cada vez mais! Beijos!