Notas iniciais
Oiii gente! Aaaaah eu sei que hoje não é dia de capítulo, mas a fanfic recebeu DUAS recomendações e eu tô tão feliz que resolvi fazer esse agradinho as minhas queridas leitoras: Vih e Maryfofys ❤ Meninas muuuuito obrigada pelo carinho, eu fiquei tão feliz... vocês são demais! Esse capítulo é todinho pra vocês! Agora vão ler, espero que gostem, boa leitura!

Quis chorar de emoção quando finalmente descemos do jatinho, depois de quase quarenta horas de voo. Fomos de Melbourne ao Tóquio, depois descemos em Toronto e então, finalmente, Miami. Já não aguentava mais ficar dentro daquele avião, tudo o que eu queria era pisar em solo firme, e poder respirar ar puro novamente.

—Cansada? – Edward perguntou quando sentamos no banco traseiro do carro extremamente luxuoso, e blindado, que nos esperava na pista de aterrissagem privada de sua casa.

—Exausta. – afundei o corpo no banco macio. —Como consegue viver assim?

—Me acostumei. – deu de ombros afrouxando o colarinho da sua camisa branca.

Aceitei sua resposta com um aceno de cabeça. Realmente, tudo era questão de se acostumar, se adaptar, e quando nós cruzando os grandes portões de entrada da mansão de Edward, comecei a me perguntar como eu me acostumaria a viver ali.

Já havia visto algumas fotos da casa do poderoso Edward Cullen e para ser bem sincera nada se comparava com a magnitude de estar ali dentro daqueles cômodos que pareciam infinitos. Era uma obra-prima, luxuosa e moderna, situada na privilegiada Sunset Island. Havia vista para o mar e para o centro de Miami, elevador, cozinha gourmet, terraço e uma grande área com piscina, todos localizados em um parque privado de quase dez acres.

—Bella? – Edward me chamou quando entramos na suíte master que ocupava boa parte do último andar. Desviei os olhos das grandes janelas de vidro que ofereciam uma vista hipnotizante do mar, e me virei para olhá-lo.

A presença da mulher de meia idade não me passou despercebida. Ela sorriu em minha direção e covinhas simpáticas apareceram em suas bochechas redondas.

—Essa é a Senna, ela cuida de tudo por aqui. – Edward apresentou verdadeira gratidão pela senhora. —Pode falar com ela caso precise de alguma coisa.

—Estou à sua disposição, senhorita Swan. – sua voz era tão agradável quanto sua aparência.

—Obrigada Senna, e por favor, me chame apenas de Bella. – ela concordou um aceno de cabeça.

—Como preferir, Bella. – girou a cabeça e encarou Edward. —Que horas devo servir o jantar?

Edward tirou o paletó e o deixou sobre a imponente poltrona branca que estava à frente dos pais de madeira caramelo.

—Não se preocupe com o jantar, pedirei alguma coisa quando sentirmos fome.

—Certo. Com licença. – pediu educadamente antes de se retirar e fechar a porta. Soltei um suspiro profundo enquanto analisava a grande suíte. Por mais que a casa dele fosse uma fortaleza rodeada de seguranças altamente armados e treinados, sabia que alguém poderia invadir aquela suíte e tentar assassiná-lo a qualquer hora. Era exatamente por isso que eu estava ali: para evitar qualquer ataque surpresa.

Emmet havia me entregado um mapa completo de todo o cômodo e os pontos estratégicos onde eu deveria deixar as armas. Por mais que tivesse dormido boa parte do voo, estava extremamente cansada e só a tarefa de camuflar as armas me esgotou completamente.

—Você parece cansada. deveria tomar um banho na banheira e relaxar um pouco. – Edward proferiu enquanto desabotoava sua camisa. A visão do seu tórax musculoso aparecendo aos poucos me hipnotizou por alguns segundos, os quais, ele não deixou passar. O sorrisinho torto em seus lábios deixou explicito que aquilo o agradava. —Se quiser posso te fazer companhia.

—Você não desiste, não é? – cruzei os braços encarando-o cinicamente. —Mas quer saber? Acho que vou aceitar o banho de banheira sim... – o sorriso cresceu em seus lábios e ele fez menção de se aproximar. —Sozinha, é claro.

—Se prefere assim. – deu de ombros com os lábios apertados. —E um drink na jacuzzi ali fora, você aceitaria? – gesticulou com a cabeça para a varanda que dava acesso a grande piscina de borda infinita, a qual ele humildemente, chamava de jacuzzi.

Mordi os lábios verdadeiramente tentada. O dia estava indo embora e a vista do por do sol no mar era de tirar o fôlego. No fundo sentia que não era uma boa ideia, mas aceitei mesmo assim. Seria só um drink sem álcool, nada demais.

Ignorei a malicia no sorriso de Edward quando maneei a cabeça em consentimento. Revirei as malas atrás de algum biquini ou maio descente, contudo, todos eram cavados demais. O que Emmet queria? Um serviço de proteção, ou um desfile de moda íntima?

Coloquei o mais comportado que encontrei, a cor rosa pink era chamativa e apesar de não ter bojo, ele ficou muito bem em meus seios. Me enrolei no roupão e corri para fora aproveitando que estava sozinha para entrar na “jacuzzi”.

A água morna embalou meu corpo tenso com receptividade e foi impossível conter o suspiro de prazer.

—Você fica linda de rosa. – a voz de Edward me sobressaltou. Girei na piscina, que era muito mais funda do que parecia, e o vi se aproximar.

Agir com naturalidade diante de um homem daqueles era uma missão tão difícil quanto lidar com sua personalidade forte. Edward ostentava um corpo forte e grande, onde os músculos eram visível e incrivelmente atraentes. Tão atraente quanto o volume que se pronunciava na sunga preta.

—Isso não é uma jacuzzi. – acusei mudando de assunto quando ele entrou na água.

—É sim. – passou a mão no rosto para limpar os pingos de água que espirraram e se aproximou uns passos. —Se for até a borda, encontrará os assentos e a hidro. – seus olhos azulados e esverdeados não saíram dos meus enquanto sua boca atrativa pronunciava qualquer coisa que não prestei atenção.

Como eu podia prestar atenção em qualquer coisa que não fosse ele se aproximando dentro daquela piscina-jacuzzi em meio ao pôr do sol no mar?

Seu corpo parou a frente do meu, próximo suficiente para que eu sentisse seu calor, mesmo que estivéssemos imersos na água. Ele ergueu uma das mãos e tocou meu rosto, sua pele contra a minha causou uma sensação fria no meu estômago. Engoli a seco quando caí em uma batalha interna. Um batalha travada entre minha consciência de que aquilo era errado, e minhas vontades mais insanas, mais primitivas.

—Edward, eu já disse que... – usei todas as minhas forças para pronunciar aquelas palavras que o afastariam de mim, mas Edward fora mais rápido, me interrompeu ao passar os braços por minha cintura e me puxar para ele.

—Hey, tem alguns seguranças aqui fora. – sussurrou lubrificando os lábios com a ponta da língua. —E você sabe muito bem como devemos agir na frente deles. – o que ele disse fez um grande sentido em meu cérebro, mas qualquer coisa que ele tivesse dito teria me convencido, nada preenchia mais minha atenção do que sua boca se aproximando da minha, do seu corpo unido ao meu. —Aqui fora você é minha mulher.

A possessividade delineou as duas últimas palavras e fiquei incrivelmente satisfeita com aquilo. Eu queria ser a mulher dele. Eu gostava quando ele me chamava daquele jeito. Quem eu estava querendo enganar?

Edward tirou uma das mãos da minha cintura e a alocou em minha nuca, sua boca tomou a minha com vontade, com desejo. Embrenhei os dedos em seus cabelos aproveitando a maravilhosa sensação que era estar com o corpo unido ao seu. Era um encaixe tão perfeito quanto o encontro de nossas línguas.

Ele sabia como me pegar, me sustentar, me beijar. Sabia como me dominar naquele curto, mas delicioso período que durou nosso beijo. Edward podia ter todos os defeitos do mundo, porém, uma coisa eu tinha que reconhecer: seu beijo era uma delícia.

—Caralho, seu beijo é muito bom! – eu não sei exatamente o que me deixou mais atiçada, o elogio ou o palavrão.

—Você é muito safado, Edward. Me trouxe aqui para fora só para poder me beijar. – acusei ainda tentando recuperar meu fôlego.

—Me diz que você não quer, e eu juro que te deixo em paz. – seus olhos desafiaram os meus, e sua boca beijou a minha estaladamente.

Como eu podia dizer aquilo quando cada célula do meu corpo queimava de desejo por ele? Depois que se morde o fruto proibido é praticamente impossível resistir a ele. Com as mãos embrenhadas em seu cabelo, o puxei para mim, era melhor deixar que meu corpo falasse com o dele. Nós nos entenderíamos melhor assim.

Edward colou minhas costas na borda da piscina e automaticamente minhas pernas enlaçaram sua cintura. Nós gememos juntos quando minha boceta encontrou o volume rijo na sunga. Ele me queria tanto quanto eu o queria e ter consciência daquilo só aumentava meu tesão.

—Os seguranças... – tentei adverti-lo com o ultimo resquício de sanidade que possuía. Edward me prensou ainda mais contra a parede, sua boca sugou a pele do meu pescoço. Fechei os olhos aproveitando daquela sensação prazerosa que o chupão provocava.

—Eles já saíram daqui. – seus lábios sugaram os meus em pura luxuria.

Ele estava pronto para me foder ali dentro, já podia imaginar a sensação que era ter seu pau dentro de mim, mas a voz feminina chamando por seu nome, estourara completamente nossa bolha.

Assustada o empurrei pelos ombros e abri uma distância segura entre nós dois. Meu coração batia de pressa e consciência voltara rápido demais, me deixando com as bochechas coradas. Ainda dentro da piscina vi a mulher alta, ruiva e de curvas esculturais se aproximar.

Ela tirou os óculos escuros dos olhos e intercalou seus olhos verdes entre um Edward muito frustrado, e eu, muito envergonhada.

—Ai, meu Deus! Interrompi vocês, não é? – sua voz era agradável e elegante, combinava perfeitamente com sua aparência.

Neguei com a cabeça enquanto saía da piscina-jacuzzi, me enrolei no roupão e tentei não me abalar com a beleza exuberante da ex-mulher de Edward. Victória era lindíssima, dona de olhos profundamente verdes e lábios naturalmente cheios. Ela sorriu quando parei a sua frente, felizmente nossa diferença de altura não era muito grande.

Parada a sua frente, foi impossível não me lembrar do modo com que Emmet a descrevera, em uma das nossas primeiras reuniões sobre o caso.

“Victória é excêntrica. Até sua rizada é extravagante. Vocês vão nota-la muito antes dela se apresentar, porque se tem uma coisa que ela não faz, é passar despercebida.”

Realmente não havia palavras melhores, ela era uma mulher linda, tinha o corpo perfeito, traços harmônicos e um cabelo brilhante, naturalmente ruivo. Era muito fácil imaginá-la ao lado de Edward. Formavam um casal perfeito, pelo menos, aparentemente.

—É claro que interrompeu. – Edward bufou alto verdadeiramente irritado. —Que mania chata que você tem de ir entrando sem ser convidada...

—Aí, me desculpe, senhor zangado. – rolou os olhos antes de abrir um sorrisinho perverso. —Mas ainda bem que eu não trouxe a Melissa, acho bom preservar a inocência da minha filha. – sua insinuação me fez corar com força. Entreabri os lábios pensando em como lhe responderia, mas sabia que nada cessaria sua gargalhada estrondosa.

—Não ligue para ela, Bella. – Edward pediu ao sair da piscina e se enrolar no roupão, acho que para esconder o volume em sua sunga. E que volume. —Victória é a pessoa mais indiscreta do mundo.

Ela abriu a boca em um ‘O’ perfeito e por mais que tenha se esforçado, não conseguiu transparecer-se verdadeiramente ofendida.

—Grosseirão. – retrucou antes de se voltar para mim com um sorriso simpático. —Então você é a Bella? É um prazer te conhecer. – trocamos um rápido aperto de mão, visto que eu estava encharcada do recente banho na piscina, jacuzzi ou o que quer que aquilo fosse, e Victória estava toda produzida em um vestido de couro nude e maquiagem perfeita.

—O prazer é meu.

—Porque a Mel não veio? – Edward perguntou um pouco mais calmo. Victória direcionou seus belos olhos verdes a ele e então sorriu amarelo.

—Foi exatamente por isso que vim aqui. – começou jogando o cabelo para o lado. —Amanhã é aniversário da mãe do James, meu marido. – olhou rapidamente para mim ao explicar quem era o homem citado. —E você sabe como a Grace ama a Mel, por isso queria que ela estivesse na festinha que vamos fazer. – Edward correu a mão pelo cabelo e esperou que Victória continuasse. —Eu sei que você não gosta de trocar os dias, mas prometo que quinta-feira de manhã ela estará aqui.

Edward ficou um tempo em silêncio, acho que pensando sobre todas as informações que Victória lhe dera, ela falava rápido era até difícil acompanhar.

—Tudo bem, amanhã noite tenho um compromisso mesmo. – o jantar na casa do Emmet, que na verdade seria uma reunião. —Mas sabe... Você poderia ter ligado para falar isso. Não precisava vir até aqui.

Victória rolou os olhos e cruzou os braços. Maneei a cabeça diante a grosseria de Edward. Como ele conseguia falar daquele jeito com as pessoas? Com a mãe da filha dele?

—Se eu ligo, você reclama. Se eu venho aqui, você reclama. – bufou alto. —Deus te de paciência, Bella. – tocou meu ombro voltando a colocar os óculos escuros no rosto. —Você vai precisar.

Victória não esperou por uma resposta minha, colocou os óculos no rosto e se afastou com Edward resmungando ao seu enlaço. Eu já sabia que, apesar das constantes discussões, os dois se davam muito bem. E mesmo sem ter sentido qualquer maldade nos olhos verdes dela, iria ficar de olho. Já estava naquele ramo a tempo suficiente para saber que os “ex”, em sua maioria esmagadora, eram sempre os culpados.

—Edward, me perdoe, tentei impedi-la, mas a senhorita Victória... – a voz de Senna chamou minha atenção, maneando a cabeça, a vi se aproximar com a bandeja de prata nas mãos onde estavam os drinks.

—Tudo bem, sei como Victória é. – Edward respondeu tranquilizando-a, visivelmente mais tranquila, ela deixou a bandeja sobre a mesa ao lado de uma espreguiçadeira e se afastou após pedir licença.

Voltamos a ficar sozinhos e o quarto diminuiu consideravelmente. Engoli a seco enquanto via Edward se aproximar, estava novamente relaxado e o sorriso voltara a brincar no canto de seus lábios.

—Victória é bem...

—Intensa? – completei sua frase quando parou sem saber como completa-la. Edward concordou com um aceno quando me entregou uma das taças. —Porque se separaram? – fui direta aproveitando aquele momento de distração para poder colher algumas informações.

—A gente nunca se amou. – deu de ombros enquanto se sentava em uma das espreguiçadeiras. —Éramos muito jovens quando nos casamos, e acho que confundimos paixão com amor. Tudo funcionava perfeitamente na cama, mas fora dela...

Mordi meu lábio sentando-me a sua frente, Edward correu a mão pelo cabelo e desfez o nó do roupão, que se abriu relevando os músculos definidos de seu peitoral.

—Foram casados por quanto tempo?

—Uns três anos, eu acho. – não demonstrou certeza. —Porque o interrogatório? – seus olhos provocaram os meus. —Acha que minha ex-mulher pode estar tentando me matar?

—Não sei. – recuei o corpo com suas palavras. —Não posso descartar nenhuma opção. – Edward soltou um riso irônico e abaixou momentaneamente a cabeça.

—Eu descarto para você, não é a Victória. – voltou a me encarar dessa vez, com mais dureza.

—Como pode ter tanta certeza? – cerrei os olhos observando-o dar de ombros.

—Tendo. – bufei diante sua resposta vaga. —Ela não faria isso.

Minha risada saiu escarnia e Edward se demonstrou verdadeiramente irritado.

—Me desculpe, Edward, mas sei como funcionam essas coisas. Na maioria dos casos, é sempre a ex mulher, ou o ex marido...

—Pode até ser, mas isso não se encaixa aqui. – apertou os lábios ao rebater. —Conheço ela há mais tempo que você, sei como Victória é.

Respirei fundo tentando acalmar a irritação que se pronunciou dentro de mim com toda aquela defesa de Edward. Ou ele era muito inocente, ou era muito burro.

—Se está dizendo. – dei de ombros falhando na tentativa de não transparecer minha raiva no tom de voz.

Edward era extremamente teimoso e cabeça dura! Porque era tão difícil só considerar a hipótese?

—E você?

—O que tem? – encarei-o sem entender onde queria chegar.

—Ficou com Mike por quanto tempo? – tomou um gole do seu drink âmbar, o qual eu tinha certeza ser whisky.

—Qual a relevância disso? – cruzei os braços, seus olhos bonitos deram um giro de trezentos e sessenta graus.

—Não me parece muito justo você saber tudo sobre a minha vida e eu não saber quase nada da sua. – alegou com certa impaciência.

—Não é a mim que estão tentando matar.

Edward bufou alto antes de tomar mais um gole da bebida.

—Se quer que eu responda as suas perguntas, é bom que responda as minhas também. – condicionou com a voz carregada de provocação.

—Você não facilita, não é?

—Não. – alargou o sorriso e mês entrar na dúvida, se ele ficava mais bonito com a cara fechada ou com o sorriso no rosto.

—Namoramos por quatro anos e moramos juntos por três. – soltei por fim junto de um suspiro cansado.

—Você ainda o ama?

Sua pergunta me pegou de surpresa. Entreabri os lábios pronta para lhe responder, mas a dúvida vibrou dentro de mim. Meu sentimento por Mike havia mudado consideravelmente nos últimos tempos, obviamente eu gostava dele, só não tinha certeza se era amor.

—Não sei. – assumi fixando os olhos no piso antiderrapante. —Acho que amava a ideia de ter alguém, formar uma família... – tirei o cabelo húmido do rosto e me mexi desconfortável. Aquela conversa não era nada agradável para mim.

—Então você não o ama. – ergui os olhos até ele quando constatou, seus olhos deixavam claro o quanto aquilo o agradara.

—Não disse isso. – engoli a seco diante sua espera por uma explicação. —É só que... As pessoas idealizam muito o amor. Eu gosto dele. Eu o amo, de algum modo. Certamente não é aquele amor do tipo devastador, mas... – minha voz falhava enquanto eu gaguejava entre uma palavra e outra.

—Mas? – Edward me incentivou a continuar, seus olhos demonstravam bastante interesse. Corri a mão por meu cabelo e me levantei, odiava me sentir contra a parede e Edward vivia me encurralando.

—Porque estamos falando sobre isso aqui fora? E se algum dos seus seguranças ouvir?

Edward soltou um riso leve, deixou o copo sobre a bandeja e então se levantou. Seu corpo parou mais perto do que minha sanidade mental aguentava.

Tentei me afastar com um passo, mas a espreguiçadeira estava bem atrás de mim, e me impediu. Perdi momentaneamente o equilíbrio, o qual as mãos fortes de Edward alocadas em minha cintura, me devolveram rapidamente.

—Se eu te contar um segredo, você promete não ficar brava? – perguntou erguendo uma das mãos e correndo o dedo por minha bochecha.

Como eu poderia ficar brava quando meu corpo estava unido ao seu? Era praticamente impossível!

—Sim. – respondi em um fio de voz, meus olhos intercalavam entre os seus e sua boca apetitosa. A vontade de beija-lo novamente me consumia por dentro.

—Meus seguranças não vêm aqui. – me lançou uma piscadela divertida, entreabri os lábios processando a informação, mas mal tive tempo para pensar em uma resposta.

Suas mãos possessivas me puxaram para mais perto e sua boca cobriu a minha com o mesmo domínio de antes. Ainda sentia que era errado aquilo, e provavelmente eu iria me arrepender, mas por hora só conseguia sentir o tesão por aquele homem crescer dentro de mim.

Notas finais
No próximo tem o tão esperando hot hahahaha Não tenho certeza se saí sábado, mas é bem provável porque eu quero manter o calendário. Sobre TP, eu problema com o arquivo de novo, mae já estou arrumando pra postar mais capítulos pra vocês! Por hoje é isso! Nos vemos em breve!