Ian estava pensativo, gostava dela, mas... Tinha tanta coisa os separando, uma delas era a pergunta: Ela gosta de mim?

De repente se depara indo a biblioteca e em poucos segundos já procurando um de seus livros favoritos, Poesias de Willian Shakespeare.

Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente.

É muito melhor viver sem felicidade do que sem amor.

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.

Eu aprendi que, algumas vezes, tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender.

Mostre-me um homem que não seja escravo das suas paixões.

A paixão aumenta em função dos obstáculos que se lhe opõe.

O louco, o amoroso e o poeta estão recheados de imaginação.

O destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos.

Pois a coragem cresce com a ocasião.

É preferível suportar os males que temos do que voar para aqueles que não conhecemos.

Fechou os olhos por alguns segundos, até ouvir uma voz:

— Ahn, Ian? O que faz aqui?

Ele os abriu.

— Lendo e... você?

— Bem, vim buscar um... Ah, você está com ele.

Ele forçou um sorriso.

Idiota.

— Pode pegar, já estou terminando, depois volto a...

— Não, não... Fique você.

— Eu não estou pedindo, Amy.

Ela riu e revirou os olhos.

— Por que não deixamos os xingamentos de lado e vamos a parte em que nos beijamos? — Arriscou, quando a garota estava já na frente dele.

Sorriu.

— C-como?

— A parte em que garotinha boa beija o garotinho mal.

— O-Oi? Ian Kabra quer beijar alguém! Tem uma boate ali do outro lado da cidade.

— Pare de ser infantil, Amy.

Em pouco segundos estavam calados, pois suas bocas estavam ocupadas demais para dizer algo.

— Eu... eu já vou indo.

— Tchau, Ames! Te encontro aqui de novo, amanhã?

— Ah, cale a boca! — A Cahill gritou do corredor.

Notas finais
Eu achei fofin, -masoq? Huhuehuhe, Beijos, Rafa
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